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domingo, 2 de março de 2014

João Carlos Faria

Anoitece e alma vaga

A melodia do sono vem devagar.
O cérebro já não reage.
A mente começa a se calar.
As costas doem.
As incertezas somem.
E a grande noite adentra ao coração.
Cabe nos os sonhos.
Sempre reais.
Este mundo de vigília, dores, amores.
É que é surreal.



Joka     

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