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sábado, 1 de março de 2014



João Carlos Faria


AFINAL NÃO VIVO NA CROACIA


A fogueira urbana no poema de Chacal.
A poesia de Ricola.
E as dores do mundo. Que se faz parto.
Silencio em meu quarto. Enquanto o mundo se move.
Na tarde lendo Caros Amigos ..
E a solidão de sábado me enche de alegria.
Tantas pessoas em meu sábado e não tenho nada a dizer.
Leio o mundo. E a praça Afonso Pena.
A rua Quinze num carnaval Caboclo.
Enre os blocos da direita e da esquerda.
Não me dizem nada.
A cidade esvaziada de almas que adentram o portal.
Ninguém ousa sair da sua zona de conforto.
E a prostituta da praça é filha de uma amiga.
E nem percebi.
Quanto nos custa o silencio?
São José dos Campos São Paulo Brasil.
A poesia se faz universal.
Quando não esquecemos de nossa aldeia.
Afinal não vivo na Croácia.
O que me aproxima da Croácia é o que nos faz humanos.
Led Zepelim se faz chumbo.
Um diregivel ilusório me poem diante dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse.
Tenho outra escolha … Além de comprar uma bicicleta?



Joka

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