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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Filetar-se com o poder

Dedicado aos que já morreram em vida.

A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia. Artistas se despregam da vida programada.
E lançam-se ao Abismo da vida.
Tantas derrotas. Tantas pontes e não puladas.
A vida rasgadas em utopias e em silencio.
Quanta gente vitoriosa e perdedora.
Diante de tanta utopia.
Quantos livros livros. Quantas ideologias em nossas cabeças.
E GRITA o Rei corte a cabeça.
E o sistema se faz perverso.
Se faz amante.
Filetar-se com o poder. E não se ganha nada.
E alguns perdem em moedas de ouro.
Na tentação do desgoverno. E no flerte com a corrupção.
Almas danadas no inferno de ausência de consciência.
Mensageiros da desesperança.
A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia.
A cidade sedenta de poder.
E nada tem além de ódio. Violência e desamor.
Corações em pedra.
Vida sem arte, sem fé.
E o velho ator da adeus numa cama fria de hospital.
E a cidade diz merda a ele.
E o palhaço esquecido.
E as favelas … E a cidade esquecida em suas periferias.
A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia.
Aos poetas e dado a la pede do esquecimento.
E crava-se no peito a estaca no sangue de vidas perdidas.
De um incrível exercito de loucos.
Irmandades das desesperança.
Sem fé.


Joka  

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