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sábado, 22 de fevereiro de 2014



João Carlos Faria

Cidade sobre as diversidades da luz refletida no Banhado

Poema ... cidade ... poema a diversidade da CIDADE falha magnética ... Ricola de Paula ensaia versos ... a cidade …
Multi versos …
E porque falar da Flauta … cantemos a flauta …
Misturada a Minas de Milton … E a foto na neblina do banhado.
Perco-me por entre as pernas abertas da senhorita poesia. Ou senhorita música.
Sem relógio sem horas …
Sem meios … Minas … Sampa ...Vale do Paraíba …
São José dos Campos …
Que excita nossas almas...
Minas … Sampa …
Afinal somos de algum lugar?
De nenhum … Cachoeiras …
Desejos cantar de pássaros …
Na Vila Industrial …
E a foto reveladora …
A poesia de pernas abertas …
A despertar o encanto dos Campos de São José …
Que nos traga nos abismos …
Enquanto ouço velhas canções …
Poema cidade … Poema virgem …
Sem meias verdades …
Alma ...Adentremos a canção.
De Milton …
Que de a valsa do poema …
A bossa … E a balsa …
E o Paraíba entre águas … Clama para renascer.
Mantiqueira a refletir …
Nossa solidão do Vale …
Poema cidade …
Cantemos …
Leiamos Edu Planchez .. As canções de Oswaldo Jr.
E as tarjas de Ricola de Paula …
Não sei absolutamente nada … Enquanto aguardo na estação.
O trem das almas ...
Poema ... cidade ... poema a diversidade da CIDADE falha magnética.
Cade o velho Navio?
Perco-me por entre as pernas abertas da senhorita poesia. Ou senhorita música.

Joka


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