Seguidores

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

É carnaval mais um poema feito.
E adentramos a noite.
Irei me recolher para lembrar das estrelas que contei
na madrugada que passou ...
João Carlos Faria

Canção do Roberto ...

É carnaval e ouço uma canção de Caetano repetidas vezes.
Como se fosse um mantram.
Diz que preciso aprender Inglês. Baby baby.
Eu sei que é assim. E ouço ouço ouço.
Interminavelmente é carnaval.
E o que faço?
Precisamos fazer.
A noite chega. E não caiu a chuva.
Fevereiro vai embora.
É Baby eu sei que é assim.
E tudo passa um amigo manda mensagem.
E não sei tocar tambor.
Muito menos telepatia.
É noite.
E pássaros dormem.
É carnaval.
Preciso desesperadamente tocar tambor.
E cantar uma canção do Roberto.
E ainda é a melhor cidade da América do Sul?
Desesperadamente é carnaval.
E só quero ver mais um capitulo da novela das sete.
Depois a noite é longa.
Vivemos na melhor cidade da América do Sul.
É Carnaval é adento a minha caverna.
Para lembrar das estrelas que contei na madrugada que passou.
Baby é carnaval.


Joka

João Carlos Faria

Musica para que mesmo?

Quem descobriu a música não sei. Pena que não tenho jeito para ela só me resta aperfeiçoar o gosto.
A música nos encanta. Nos fascina e nos ilumina.
Ouso por necessidade recitar mantras.
Uns poemas de vez enquando.
E assim seguimos a vida. Enquanto o coração bate.
E a alma desliza pela vida.

Joka

http://www.youtube.com/watch?v=959-4D8HHfk

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

JOÃO CARLOS FARIA

Enquanto o mundo não acaba vamos ao carnaval

Já é Carnaval e ai vamos refrescar nossas cabeças.
Este ano esta o bicho.
Revoluções à tona.
O povo na ruas e os canhões de São Paulo sendo comprados
para a repressão.
Tudo se transforma. Epa queda da bastilha não alguns
anos depois veio Napoleão.
Revolução sem preparo da nas revoluções dos bichos assim escreveu
George Orwell.
Não estou vendo nenhum pensador que decifre esta esfinge social?
E o mundo esta um grande caldeirão.
E as economias mudam. E alguém tem uma alternativa para este
capitalismo além de selvagem?
Estamos sendo devorados pela selvageria do consumo?
Para que tantos carros nas cidades?
Precisamos nos envenenar com esta comida de hoje Liev Tolstoi
já nos contava no século dezenove.
E a desobediência civil um cara nos Estados Unidos já pregava.
Henry David Thoreu era seu nome.
Ucrânia, Venezuela.
E tantas convulsões sociais e até o gigante adormecido parece
que despertou Brasil.
Epa é carnaval. Vamos lotar as estradas em fuga e para que mesmo
insistimos em viver nestas grandes cidades?
Precisamos rever tudo. Nosso modo de vida é predador.
Em quantos uns consomem de mais outros estão na miséria.
E você Brasileiro acredita que vai se aposentar pela previdência social?
E mais fácil acreditar na providencia divina.
Precisamos pensar e agir sem violência.
Só o amor pode salvar a humanidade.


Joka
       

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Rumos de São José dos Campos

Posso te apanhar mas o PT em SÃO JOSÉ DOS CAMPOS começa a acertar o rumo. Esta informatização da educação é um passo importante.
Acho que deveríamos abrir um debate sobre a volta das comissões na Fundação Cultural Cassiano Ricardo com um projeto de lei.
Nunca apoiei este conselho da fundação atual após a fatídica lei Jorley.
Cabe nos a ousadia de pensar.
Conselhos deliberativos devem ser debatidos e criados.
Não cabe mais o velho executivo, legislativo.
O judiciário precisa ser democratizado.
Aqui lancei algumas reflexões. Vou cuidar da vida.
Que Carlinhos Almeida encontre o prumo. Esta cidade é difícil demais da conta. E cabe a população se organizar.
Deixai as eleições para os políticos profissionais.
Que sorte enterrei minha carreira politica em 2004.
Graças a Deus ninguém vota em mim.
Fiquemos de olho na Lei de Zoneamento.
Minha cabeça fica uma Zona com este tema.
Falta clareza neste debate técnico.
Falta debates sérios e abertos na Câmara.
Aquele canal de TV deveria ser mais democrático.
O povo só esta começando a ir as ruas.
Não quero o retorno do PSDB em São Jose'dos Campos.
A cidade me desculpe a classe politica é da população.
Ela esta acordando. E não faz acordos.
Querem uma nova queda da bastilha?



Joka  

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Epa para que tanta mentira

E para que tantos debates sobre as ideologias que nos instiga a refletir?
Mas não tá tudo dominado?
E andamos embriagados de tantas informações.
E nossos cérebros não resistem a tantas emoções baratas.
E quando estamos nas ruas nada acontece?
Sempre a velha alienação.
E o debate infindável.
E na hora das pesquisa eleitorais tudo igual.
Estamos enlouquecendo?
Que Brasil é este em que vivemos?
Dizem em conversas que vivemos uma ditadura do cinismo.
Uma grande disputa pelo poder se dá e alimentamos este espertalhões
que comandam a politica.
E de verdade nada deciframos e somos sempre devorados.
Chega.
Tem algum lugar para onde fugir?
Enfrentar canhões. Criar culhões.
Aprender a pensar por nos mesmos.
Eis a saída.
E o liberalismo reina absoluto.
E depois das eleições tudo voltará a velha rotina.
Enquanto os urubus disputam nossas cabeças.
E nossos corações são comidos pelos abutres.


Joka   

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Na sinfonia das moscas

A noite invade ... Nossa tarde …
E Bob se encanta na voz de Gal ..
Ainda temos tempo?
Mais valia umas moedas …
Mais valia a ilusão e a utopia do não acontecer.
Tudo é sonho que vira pesadelo.

A noite invade … Nossa tarde.
Tenho tempo não.
Tens tempos para velhas ilusões …
E as virgens de Acapulco.
Se incendeiam diante do vil metal.

Caracas acorda …
O Rio se inflama.
Sampa incendeia as praças.
E hoje de tão corretos nem milhos a pombos.
E a cidade morre na sinfonia das moscas.
A dengue hemorrágica nos mata sem reação.
Temos a ração de cada dia em nossas mesas.
E a fé num carne das Casas Bahia …

Nossa casa nossa conta.
E Regina Case esquenta a ilusão da favela.
Somos felizes não.

Tenho tempo não.
Tudo é tão solitário.
E a bala atravessa vosso cérebro.
Você já estava morto quando a velha TV só sintonizava
o jornal Nacional.

Só temos a rede. Conectada a um único neurônio.

Cidade submissa a velha mídia.

Morte certa das velhas utopias.

Mais valia umas moedas …
Mais valia a ilusão e a utopia do não acontecer.
Tudo é sonho que vira pesadelo.
Você esta morto.
E ainda não sabe.
Mais valia umas moedas ...

Joka




João Carlos Faria

E ai qual é a cor das estrelas?

Nada é permanente. Tudo é estranho.
Leio velozmente poetas.
O que é mesmo esta tal de falha magnética ?
Perguntou-me outro poeta?
E o que posso responder?
Se nada é permanente.
E o campo da ciência é entendimento de poetas?
E o que nós entendemos da vida.
E alguém me interrogou hoje numa banca de jornal.
Único lugar a salvo na cidade onde o papo é certo.
E as questões da vida nunca são respondidas.
E sai com uma evasiva metafisica.
Sendo que como Sócrates nada sei.
E precisamos saber de tudo?
E ai qual é a cor das estrelas?
Vou é tentar achar algum cientista que me de uma resposta.
E comecei a ler um livro sobre Runas.
Quem sabe pinto um quadro. Faço um desenho.
E soube sobre a Ordem dos Sussurradores de Cavalos.
Eu que já fui da Republica dos Roedores de Orelhas eu participava
de um grupo de poetas que tinha vários nomes. E hoje nem sobre
nomes temos. E um grupo muito menos. Caminhamos sem ninguém na triste lida
dos que ousam pensar. Triste sina meu caro Edu Planchez.
O tempo nos fez afastar. E a vaidade incendiou nossas vontades.
Nada somos além de uma mera ilusão refletida nas nuvens.
E o que é afinal esta Falha Magnética uma porta nova para nossa débil percepção?
Uma janela estrelar?
Em cima do Banhado de São José dos Campos?
Será que o Ricola sabe?
Li sobre em seu primeiro livro.
E nada nos adianta mas que tal um Chá da Cinco Oswaldo Jr.
Lá em Eugênio de Mello será que a Rita Elisa Seda nos faz esta junção
de vozes dissonantes.
No Rancho do Tropeiro.
Mas nesta cidade não se fala de poesia.
Só se fala de folclore.
Poetas são chatos.
Que só sabem amar.
Nada é permanente. Tudo é estranho.
Leio velozmente poetas facebukinianos.
São humanos?
Rima que droga.
Sou pós modernista.
Nada é permanente tudo é estranho.

Joka




domingo, 23 de fevereiro de 2014


João Carlos Faria

O poder da flor … Ou a violência das botinas

Bombas de efeito moral não são incensos para nossos narizes.
Qual é a raiz da violência?
Que mal é este que assola a humanidade?
Nestes tempos de ranger de dentes.
Quem ousa oferecer uma flor de paz?
Em meio a tanto ódio.

Os quatro  cavaleiros do Apocalipse parecem soltos
nos quatro cantos do mundo a disseminar o ódio.
Guerra e rumores de guerra.
Cade a ousadia da paz?

E a dor e o ódio se disseminam ...
Enquanto vemos a pomba da paz.
Assassinada pela botina da fúria.

Bombas de efeito moral não são incensos para nossos narizes.
Cade a paz e a justiça social?
Governos se deixam levar pela economia.
Escravos do pequeno poder.

Bombas de efeito moral não são incensos para nossos narizes.
Roma se faz presente.
E os governos se fazem omissos quanto as necessidades dos povos.
Qual é a raiz da violência?
 
Bombas de efeito moral não são incensos para nossos narizes.

Joka    


sábado, 22 de fevereiro de 2014


João Carlos Faria

Vazio

Deus tenha piedade de nossas almas carentes.
De nossa selvageria de todos os dias.
Desta civilização que insiste em perder a alma.
Que ainda não foi alcançada.
De nossas manias de destruir ao próximo.
Da ausência de fé.
E templos lotados de corpos sem alma.


Joka


João Carlos Faria

Cidade sobre as diversidades da luz refletida no Banhado

Poema ... cidade ... poema a diversidade da CIDADE falha magnética ... Ricola de Paula ensaia versos ... a cidade …
Multi versos …
E porque falar da Flauta … cantemos a flauta …
Misturada a Minas de Milton … E a foto na neblina do banhado.
Perco-me por entre as pernas abertas da senhorita poesia. Ou senhorita música.
Sem relógio sem horas …
Sem meios … Minas … Sampa ...Vale do Paraíba …
São José dos Campos …
Que excita nossas almas...
Minas … Sampa …
Afinal somos de algum lugar?
De nenhum … Cachoeiras …
Desejos cantar de pássaros …
Na Vila Industrial …
E a foto reveladora …
A poesia de pernas abertas …
A despertar o encanto dos Campos de São José …
Que nos traga nos abismos …
Enquanto ouço velhas canções …
Poema cidade … Poema virgem …
Sem meias verdades …
Alma ...Adentremos a canção.
De Milton …
Que de a valsa do poema …
A bossa … E a balsa …
E o Paraíba entre águas … Clama para renascer.
Mantiqueira a refletir …
Nossa solidão do Vale …
Poema cidade …
Cantemos …
Leiamos Edu Planchez .. As canções de Oswaldo Jr.
E as tarjas de Ricola de Paula …
Não sei absolutamente nada … Enquanto aguardo na estação.
O trem das almas ...
Poema ... cidade ... poema a diversidade da CIDADE falha magnética.
Cade o velho Navio?
Perco-me por entre as pernas abertas da senhorita poesia. Ou senhorita música.

Joka


João Carlos Faria

Minas em nossas esquinas

Minas as vezes acontece em nossas vidas.
Sempre a um tirinho de espingarda.
Como Minas vive em nossas almas.
Em nosso jeito de ver a vida.
Eu tão longe.
E o coração tranquilo.
Minas sorrateiramente adentra em nós.
Sem ufanismo. Bairrismo.
Em qualquer esquina Minas.
Quero adentrar em seus caminhos.
E Minas solitária em nós.

Joka

Milton Nascimento Minas

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014



O grito

João Carlos Faria

Que revolução é esta que tantos estão a cantar? Nada a revolução anda dentro de nós.
Estava numa banca agora a pouco ouvindo uma rádio.
E alguém falava de todo seu caminho espiritual. Das vezes em que foi ao Tibet das escolas porque
passou.
E deu me a vontade de pegar minhas estradas da Mantiqueira a tantos caminhos para se refazer.
Sai e ouvi em plena cidade um cantar de um pássaro.
Para que brigar contra Copas? Contra a incosequencia de governos que votamos?
Não precisamos desta gente nefasta em nossos caminhos. Deixemos estes leoes se devorarem.
Estas hienas e seus circos na midia nossa de cada dia.
Não quero ver barricadas nas cidades. Deixai a estes que estão mortos se enterrarem em suas amarguras.
Eleiçoes, partidos que se partem de podres.
Tantos jogos nefastos.
Vamos continuar caminhando. Em nossa estrada.
Enquanto a cidade se apodrece. Enquanto comemos esta comida barata e transgênica que nos envenena. Estas águas contaminadas de fármacos, bebemos inseticidas e apodrecemos nesta civilização sem juízo.
Quantos caminhos devemos percorrer para CONSEGUIRMOS nossa libertação?
Quero as estradas da Mantiqueira e suas cachoeiras.
Bem longe de nossa civilização.
Que revolução é esta que tantos estão a cantar?


Joka      

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Filetar-se com o poder

Dedicado aos que já morreram em vida.

A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia. Artistas se despregam da vida programada.
E lançam-se ao Abismo da vida.
Tantas derrotas. Tantas pontes e não puladas.
A vida rasgadas em utopias e em silencio.
Quanta gente vitoriosa e perdedora.
Diante de tanta utopia.
Quantos livros livros. Quantas ideologias em nossas cabeças.
E GRITA o Rei corte a cabeça.
E o sistema se faz perverso.
Se faz amante.
Filetar-se com o poder. E não se ganha nada.
E alguns perdem em moedas de ouro.
Na tentação do desgoverno. E no flerte com a corrupção.
Almas danadas no inferno de ausência de consciência.
Mensageiros da desesperança.
A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia.
A cidade sedenta de poder.
E nada tem além de ódio. Violência e desamor.
Corações em pedra.
Vida sem arte, sem fé.
E o velho ator da adeus numa cama fria de hospital.
E a cidade diz merda a ele.
E o palhaço esquecido.
E as favelas … E a cidade esquecida em suas periferias.
A cidade se degusta e se provoca se esfaqueia.
Aos poetas e dado a la pede do esquecimento.
E crava-se no peito a estaca no sangue de vidas perdidas.
De um incrível exercito de loucos.
Irmandades das desesperança.
Sem fé.


Joka  
João Carlos Faria

Devemos mesmo nos calar?

Aos amigos Edvânia e Davi

Tudo se transforma aos nossos olhos enquanto a tarde se faz noite num dia de verão.
Enquanto a chuva não vem.
Enquanto João é tratado rapidamente num pronto socorro.
Enquanto casas são invadidas e a policia se omite.
E o povo sempre a mão.
Sem a quem reclamar.
Que sociedade é esta em que vivemos. Onde se paga segurança e recebe-se violência.
Ondo o estado não funciona. E prefeitos tiram fotos para entregar a encomenda.
Muitas vezes super -faturadas.
E dizem que cometemos fogo amigo.
E os roubos meu amigo. Que ilusão é esta direita e esquerda.
Enquanto o povo sem emprego, sem segurança e desamparado.
Só sobra ao trabalhador as migalhas de um estado nefasto.
Onde desrespeitam o voto e acham que é um xeque em branco?
O voto é uma soma de força. O estado não é propriedade particular.
Devemos mesmo nos calar?
Enquanto a justiça se faz morosa.
E a Copa é uma festa para muito poucos.
Só nos sobra como sempre a TV. E para nos não serve a de plasma.
Precisamos refletir que pais afinal é este?

Joka 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Mídia

Boa esta do Chacal eu mesmo acabo ficando mais tempo vendo o Face e a produção 
faça você mesmo.
Termômetro de como anda meu bairro, minha cidade. E nosso pais e planeta.
Mas as vezes bons jornalistas nos ajuda a reflexão. Então a mídia ainda existe?
Mas façamos nossa mídia. Suas vidas nos atraem. Nossas viagens. E utopias e
até equívocos.
Poetas, palhaços. Cidadãos que de perto nunca são comuns.
A vida acontece. E novas artes, maneiras de se virar e trabalhar se dão hoje.
Ainda acreditam na velha previdência social?
Ainda acreditamos em partidos?
Mas mudemos sem a violência que se faz fascista …
As ruas estão ai.
Joka

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Transparência aos governos

Nas ruas na internet em todos os espaços o Brasil clama por mudanças o PT avançou com vários
programas sociais como bolsa família.
Universidade para todos. Temos tantos questionamentos?
Mas falta ousadia para o pais. Precisamos ir além é a hora de debater é agora.
Que pais queremos construir? Sim todos os cidadãos já é a hora de todos participarmos de decisões de governos. As ferramentas virtuais estão ai. E cabe ter encontros e participação direta do cidadão.
Que pais queremos para hoje? E precisamos debater nos fazermos presentes nestas eleições.
A democracia só tem a ganhar. Neste ano.
Chega de marketing em campanhas. O povo não é imbecil esta cada vez mais critico.
E vai aprender a se organizar. Partidos políticos estão perdendo o rumo da historia.
Não sabem ouvir o povo. E sentirão a reação nestas eleições.
O Brasil precisa de uma avanço na economia. Melhor infraestrutura.
E governos mais transparentes.
E o povo vai continuar a se manisfestar.
E o reflexo das ruas se dará na eleições.
O gigante esta despertando.


Joka   
João Carlos Faria

Perigo estão de olho em você.

Atenção ativistas, revolucionários e gente que tenta se transforma e transforma este
mundo quadrado em que vivemos.
As empresas estão de olhos nos Face e qualquer página pessoal.
Quem é realmente ativista esta sempre exposto.
Eu pensei em criar uma página de um pacato cidadão que se chama João.
É o tiro sai pelas culatras. E quem não se omite sempre esta exposto.
A vida é assim e a covardia não é a nossa causa.
E os velhos anarquistas que tinham profissões que não dependiam do grosso do sistema.
O sistema mente. E nos tenta transformar em sucos.
Massa sem opinião e alienada. Além do horizonte ?

Joka

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Navegador?

Eu e minha eterna gripe a velha sinusite e olha que enquanto leio um poeta ela me resolve visitar eu
navegador.
Politico de insanidades e iminentes frustrações.
Hoje não acho um bom papo no mundo real para se debater arte,literatura. Fazer a reflexão e a critica da minha da sua obra.
E quem esta acima da critica sendo, amena e até acida?
Já houve tempos em que havia bons papos sinceros sobre criação.
O face é repleto de palmas e tapinhas nos ombros. Vejo obras e leio que não me dizem não vou ficar nesta de CURTIR.
Arte é critica. Sem a autocritica e a critica não somos nada.
Nunca somos donos de nenhuma verdade.
Elis me encanta.
E este papo de linha evolutiva da música brasileira?
Senhores que evolução do Fanke ao Rap?
E cade o rock?
Adorei assistir a um programa com Os Dizi Croquettes e seu trabalho atual.
Me comoveu e me senti mau dada a minha incopetencia para sobreviver de arte.
Não estamos velhos e sim maduros o suficiente para errar menos.
O cara fez um discurso competente sobre a Semana de Arte Moderna e o Tropicalismo ele nos trouxe isto para o hoje.
E como vivenciar isto tudo, trocar experiencias com as pessoas?
Senhores e senhoras de fato não estamos nos comunicando.
Tudo é uma mentira que nunca chega as praças, teatros e palcos.
Não somos solidários conosco mesmo.
Estamos sós e assim nunca nasce movimentos.
Tudo é só vaidades.
Aparentemente o egoismo provocado pela competição e o esmagamento do próximo venceu.
Não temos público.
O que faremos para de fato mudar?
Não ouso criar projetos que não venham de uma reflexão e de um diagnostico do que é necessário
nos dias de hoje.
Do contrario seremos sempre público.
E bateremos palmas para os espertos se darem bem.

Joka



domingo, 16 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

O bom combate

Manifestar eis o caminho.
E o universo veio da palavra.
Da manifestação.
E existimos ?
Resistimos …
E temos tantos estímulos …
E quem não se manifesta,
Não esta vivo.
E a vida cheia de incríveis batalhas.

E o universo veio da palavra.
Faça se a luz.
E foi feita.
E Deus segundo a Bíblia que é Judaica Crista.
E o Deus do Alcorão que se faz o mesmo de Moisés,Adão e Eva.
Testou Jó em sua paciência.
Enfim a vida esta ai.
E no deserto cai o Mana.
E devemos ter esperança.

Nos cabe o bom combate.
Nos cabe fé e certeza e luta.
E adentremos ao coração.
E adentremos a alma.
Que nos faz iguais mulheres, homens.
Sem distinção de credo, raça e origem.
Manifestar eis o caminho.
Viver esta bem além de sobreviver.


Joka
João Carlos Faria

Precisamos de uma Zona de Confronto
Quais os caminhos para fazer nascer uma nação?

Inicio de madrugada curiosamente passei o dia a ler. Repassando opiniões de poetas. Militantes.
Assistindo TV.
Embriagado de tantas mudanças. Já não tenho certezas ao escrever só dúvidas interrogações tantos
amigos assim chamados virtuais e as angustias em relação ao mundo que se transforma são quase a mesma?
Não tenho palavras para descrever. Não sei ainda produzir uma opinião como Gabeira faz tão bem
em seu programa.
Sim a nefasta Globo as vezes reflete. Li tantos jornais e não consegui abrir o jornal de minha cidade
o site estava pesado.
Sei de um incêndio no centro da cidade?
Queremos mudar. Mas manteremos a violência das ruas?
Sempre fui militante de causas impossíveis aos dezesseis anos já falava em revolução.
Em 1989 brigamos para eleger Lula e quando já eu descrente ele ganhou.
Hoje temos um pais com um imenso desafio. E já não me importa quem ganhe as eleições.
E sim me importo com o fortalecimento do que chamamos democracia.
Tanta gente combativa mas esquecem de ir as ruas cade as Bocas Malditas de Porto Alegre, Rio, Sampa e em Manaus?
Temos que estar nas praças para refletir o mundo.
Neste sábado estava com dois grandes militantes da fundação do PT de São José dos Campos.
Sim de uma cidade que contava a saga heroica na construção da democracia no pais.
Eles hoje esquecidos pelos que mandam e tentam esquecer a historia. E me contavam do período de 1978 a 1982.
E estamos construindo uma nação um pais?
Mas chega de morteiros. Gabeira me mostrou vários caminhos como sempre nos mostra.
Acho que ele enquanto jornalista nos diz mais que nos anos em que foi deputado.
Como consolidar esta democracia se os partidos políticos estão perdendo a chance de reunir gente que faça uma transformação em vez de querer apenas um empreguinho público uma mentira que chamam de segurança. A tal Zona de Conforto? Precisamos de uma Zona de Confronto.
E os velhos caciques fazem e desfazem de seus partidos que se tornarão propriedades privadas.
E temos que mudar tudo. E tem eleições este ano e o faremos chega deste imbecil embate entre PSDBX PT.
A sociedade brasileira precisa se fortalecer. Ir além da barbárie de sua violencia.
E um grupo de teatro em um programa de TV MOSTROU-ME a Utopia da Semana de Arte Moderna e o Movimento Tropicalistas com vida e saudável nos dias de hoje.
Precisamos acreditar neste imenso Brasil. Chega de violência. Precisamos criar uma ponte de honestidade, justiça social.
As grandes cidade não merecem este sistema de transporte caro e ineficiente.
As pessoas merecem empregos que as remunerem bem. As crianças, adolescentes e jovens merecem uma escola que realmente transforme a sociedade.
E a muito para se fazer e temos que ir além de passeatas. A sociedade precisa redescobrir uma utopia que seja nascidas nestes trópicos.
E a Semana de Arte Moderna de 1922. Ainda nos inspira a criar um Brasil que liberte o ser humano.
Vamos além.


Joka       

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014




João Carlos Faria

Ponte de Ferro

Infância, jabuticabas.
Leite na manhã tirado na hora.
Já faz tempo que acordamos.
E não a o presépio de Dona Josa.
Nossa que se foi.
Sua fé. Seus biscoitos a qualquer hora.
Subida nas montanhas.
E andanças até o Benjamim.
Eita Paraisópolis Minas Gerais Brasil.
Para mim hoje tão distante.
E guardada em minhas memórias.
Infância, jabuticabas.
Entregar doces na cidade.
Comer biscoitos.
Visitas ao mercado para comer pastel.
Doces nas praças.
Andanças pela cidade.
Uma ida ao cinema.
Carnaval na Dri.
E uma mis que era uma simpatia ao meu olhar de criança.
Infância, Jabuticas.
Paraisópolis.


Joka      
João Carlos Faria

Violência do velho estado Brasileiro

É foi dada a largada para justificar mais violência do Estado Brasileiro.
Enquanto isto professores continuarão a ser mau remunerados.
E muitos batem nos programas sociais como Bolsa Família.
E querem é a repressão do velho Estado Selvagem.
Que matou Zumbi e continua a matar tantos outros.
O Brasil nunca foi pacifico. Sempre teve resistência.
É que a intelectualidade vide cineastas só retratam a ditadura militar.
E não fazemos uma revisão de nossa historia.
O Brasil não esta adormecido.
Ele esta vivi cimo e vamos além do velho Jornal Nacional.
Que tenta idiotizar o povo.
Enquanto isto os trens de São Paulo e Rio continuarão cheios, latas de
sardinhas humanas.
E as autoridades se preocupam com a repressão a manefestantes.
Enquanto o desemprego aumenta. A economia roda.
E uma grande parcela da população não tem onde morar.
E os Pinheirinhos irão nascer e fortalecer.
Nas periferias das grandes cidades são os novos quilombos.
Chega de violência de Estado queremos justiça de Estado.
O povo continuará nas ruas.

Joka



http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nova-policia-contra-disturbios-violentos-exige-pessoal-de-elite,1130157,0.htm
João Carlos Faria

Inexistência

Para que big bhother se tudo mundo escancará a vida no Face.
Prefiro os poetas e artistas eles se revelam mas se ocultam.
Porque como diz um velho poema poeta mente.
Eu também minto o que escrevo hoje não é o que ache amanhã.
E tem hora que me envergonho quando leio o que escrevo nos jornais
do dia.
Nem sempre concordo comigo mesmo.
O que escrevo agora amanhã posso não concordar.
Afinal talvez sejamos muitos.
Deixamos o registro de nossa inexistência.
Nossa mera ausência de fé. No fundo somos inexistência.
Vidas a deriva. A procura de alguma ausência de sentido.
Quantas mentiras nos contarão nas escolas.
E olha que muitas vezes acreditei.
Em breve serei eu agente do sistema.
A mentir tanto por algumas moedas.
Quero outra chance e não se abre nem portas e nem esperança.
Não somos Sílvio Santos.
E mesmo assim mentimos muitas vezes para nós mesmos.
E nossas vidas estão escritas no selvagem cotidiano.
Hoje faz calor em breve fará frio.
E os anos sempre passam.
E sempre nos achamos importantes.
Cheios de certezas colocadas em nossas cabeças.
Frutos somos da velha e arcaica tradição.
Afinal para que mesmo assistir ao Jornal Nacional?
E alguém nas ruas quer encontrar estes jornalistas no inferno.
Porque não uma performance nas praças públicas para satirizar o velho jornal nacional?
E por na internet.
A vida esta ai escorrendo na ampulheta.
Esvaziemos nossas cabeças de nossas velhas incertezas.
Afinal o diabo anda de bicicleta e nada de braçadas em Copacabana.


Joka  
João Carlos Faria

Tédio

Em meio ao tédio devoro poemas.
Poemas nascidos e plasmados agora.
Quantas poetas em meio ao tédio.
Espero a chuva.
Já andei até de guarda- chuva.
Em meio ao tédio tenho receio dos velhos fantasmas da noite.
Quantas noite mal dormidas. Em meio ao tédio crio poemas.
Que se perdem na escuridão da noite.
Eita tédio que nos traz vida.
As vezes nada sai numa meditação.
Em meio ao tédio te telefono e não te acho.
Nunca te acho.
Enquanto vivo no tédio.
Sem você não existo.
A vida em brancas nuvens.
É noite e espero meus fantasmas.
Enquanto leio poemas. Sonho utopias.
E nada se faz presente.
Lembro-me do velho palhaço em um shopping.
Tentando um apoio. E sempre o velho não.
Ele saiu de cena em meio ao tédio.
Enquanto respiramos temos uma vã esperança.
Em meio ao tédio devoro poemas.
Abro livros. E escrevo com o sangue e o suor.
De uma alma vazia de sentido.
Em meio ao tédio vivo.


Joka     

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

João Carlos Faria

Devotos de Mamom

Madrugada. E tudo anda meio adormecido. E nossas consciências nem se fala.
E a onde chegaremos?
Descemos as escadas de um maneira veloz. Como fúrias. A hidra de lerna se fortalece. E não há nenhum Hércules para cortar suas cabeças?
E a voz nas ruas quer sangue, violência e clama por uma cega justiça.

Madrugada. E tudo anda meio adormecido.
E sempre nos fazemos metade.
Nunca por inteiro.

Madrugada e nos fazemos e fincamos nossa existência em abismos?

O dragão da maldade nos devora.
Civilização devota de Mamom.

Queremos ter e nos satisfaz.
Assim caminharemos para a paz?

Madrugada. Quantas dores nos olhar.
Quanta confusão.
A ilusão. A cegueira.

As ruas do Rio refletem nós.
A desesperança urbana nos separa.
Quando aprenderemos o valor da gentileza?
Quando faremos uma ciranda?
Paz palavra desgarrada dos dicionários que se perde na ausência de sentido.

Madrugada. Queremos o silencio.
Adentremos ao nossos corações.
Só no resta o silencio.
Madrugada.



Joka
João Carlos Faria

31 de Março de 1964 não será hoje

Juro de pés juntos. Que entrei para arriscar um poema.
E o pais anda a vapor.
Não vamos temer o amor vencerá o ódio.
A luta é árdua. 
Estejamos atentos.

Desde sempre na militância.
Ouvimos estas historias.
Durante o Pinheirinho ouvimos estes rumores.

Tenhamos fé a democracia esta em nossas mãos.
Latinos não devem ser preconceituosos em estádios.
Tenhamos fé.

A América latina é um grande mistura de raças.
E o Rio de Janeiro não será o estopim de imbecis.
Para se gerar guerra civil.
Juro que arriscaria um poema.
Que não seja um poema com sangues de mártires.
Nem de pombas brancas.

Que o profeta Gentileza nos inspire a paz.
Juro de pé juntos. Que entrei para arriscar um poema.
E já não queremos mais pé juntos em caixões.
A rua precisa do povo. O povo necessita de paz.
Necessita de emprego, transporte de qualidade.
E como disse Ferreira Gullar justiça social cabe num poema.
Tenhamos fé e façamos acontecer.


Joka
João Carlos Faria

Liberdade

A poesia para nos aliviar a alma. Para dar descanso a nossas emoções.
Para iniciar um dia de luta.
Para se melhorar. Que seria de nós sem a poesia?
Ela nos liberta desta luta. E nos dá a força para acreditar na vida.
E compreender a importância da luta.
Vamos em frente temos um dia a desbravar.

Joka