Seguidores

domingo, 19 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Uma tarde marasmo

E ai meus caros porque precisamos de arte? Porque precisamos de poesia.
Como se fosse um alimento. Uma comida que precisamos a arte é o alimento da alma?
E Deus se faz alimento de quem? Dizem os ateus que Deus é uma invenção humana.
Não acredito. Ser materialista para mim seria melhor levar um tiro.
A vida é mais. O universo não é um acaso. A vida não existe por nada. Há mais se fazem da religião
um controle social a culpa é absolutamente nossa.
Pois quantos são os poetas, filósofos que nos deixam suas reflexões.
Por acaso escreveria eu estas linhas cheias de tortuosas lembranças se não lesse.
Se não conhecesse os poetas. Os misticos e até os ateus?
Deixa os ateus que acreditam só nó religião ciência.
Na malfadada academia. No dois e dois que se faz quatro.
E tudo pode ser infinito. Eu que de matemática não entendo nada nem da velha gramatica.
Eu que não aprendi a ler as mãos. Nem decifrar o que as nuvens nos dizem.
E minha velha vó desvendava as nuvens e jogava no bicho na velha Minas Gerais.
O que é viver sem politica, sem filosofia e religião.
Sem debater tudo isto. Minhas certezas são para mim certezas.
E para você mera ilusão.
Mas são minhas não devemos nos comtetar com o que é nos oferecido.
Devemos domar o mundo. Já o tempo este nos transforma.
E o velho Abujanra nos pergunta o que é a vida?
Sei lá hoje mero marasmo mera rotina.
Não ser se faz ser. Em breve uma tarde de sono.
E tudo se faz nada. E já não escrevo.
Este calor da tarde de marasmo. O silencio.
Cheiro de bolo e não gosto de bolo.
Cade um poema para escutado?

Joka






Nenhum comentário: