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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Somos cordiais?

Ano começando dentes amarelados. Trabalho por encontrar. Enquanto isto nas cidades as arvores de
um parque serão derrubadas?
As eleições acontecem em nossas vistas. E segundo um cineasta não há projetos para o Brasil.
Alguns amigos querem realizar sarais no Rio de Janeiro.
E me divirto com o computador desligado nada de IPHONE,TABLET e CELULAR.
Minha internet são as pessoas da rua. Ainda NÃO fui a cidade.
Só na banca de revista. E tenho uma reunião para um trabalho. Uma ideia de roteiro para um filme
e uma faculdade para terminar.
Não quero me preocupar e nem escrever sobre as eleições. Já defendi demais o que esta ai. Que faz um jogo com o establichement e mantém a ordem vigente do grande Maranhão chamado Brasil.
Não temos alternativas de voto. Os podres poderes vencerão. E os partidos se partem ao quebrarem suas mascaras.
Se preocupar com eleições e dar milho a bodes. O Brasil só muda quando tiver fim o ódios de classe, o preconceito.
Somos uma nação dissimulada. E cordial.
Não temos fé em nada. E mantemos a especulação em tudo.
Nossa ganancia nos anula e mantém estes podres poderes.
O Maranhão é o Brasil das velhas famílias e da nova oligarquia travestida de esquerda.
Caminhamos solitários. A politica é um território cercados de maldades.
Precisamos sobreviver nesta selva de pedras.
Enquanto isto a cidade não tem arvores nas ruas.
E tudo como sempre. Vou seguindo minha jornada.
Vamos fazer recitais e filmes só nos resta a utopia das artes.
Somos um exercito Brancaleonico.



Joka  

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