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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Noite sem chuva

O suor escorre pelo rosto. A noite sem chuva. Verão poucos livros novos.
Trabalho cada vez mais raros. E a possibilidade de uma sala de aula.
Tantas leitura e releituras. Andar pelo parque. Pela cidade.
Contemplar a Mantiqueira bem distante.
E a possibilidade de uma sala de aula.
Desculpem não sou mestre em nada. Vocês é que são.
A vida curta e longa.
Prazeres na noite de verão.
Desculpem não como pastel ultimamente.
Fui de fanta uva.
Noite realmente quente.
O cérebro derrete cade os macacos para darmos pipoca.
Pássaros dormem.
Cantemos a nossa canção.
Enquanto vivemos a ilusão democrática.
E eles cada vez mais a nos manipular.
O suor escorre pelo rosto. A noite sem chuva.
Poetas mentem maliciosamente.


Joka

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