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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Espinheira Santa

A sagrada chuva em dia de dores. Em dia de sossego. A vida nos pega peças.
E nossa ingenuidade. O calor e a dor.
E tudo se silencia. Remédios caseiros … Espinheira Santa.
Verão aventuras e desventuras em padarias.
Outro ritmo. Enquanto a poesia se faz real.
Cazuza toca no coração. E as mulheres ancestrais com suas ervas mágicas.
Peças de teatro hoje e não vou.
Ouço o som do silencio.
Obedeço ao Deus que esta no comando.
Atravessamos desertos. Sempre solitários.
O estomago a nos deixar em silencio.
Nem sempre devemos chegar a medicina.
Devemos nos curvar a mãe natureza.
O calor dos trópicos acende nosso fogo.
A vida breve e longa.
Amores vadios. Amores ébrios.
E o cantar dos pássaros.
Que venha a sagrada chuva.
Neste verão de bençãos e noites mal dormidas.
Refletimos a vida em canções, poemas por nos escritos.
Não tememos a dor do corpo nem da alma.
A vida se faz agora.
Que venha a sagrada chuva.


Joka   

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