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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

E perdemos nosso tempo ...

Calor selvagem nos trópicos. E nos perdemos nas trevas de nós mesmos.
Ratos a se imaginar gente. Queremos voar e nossas asas são de chumbo.
Nos perdemos no abismo.
Calor selvagem nos trópicos. E a Paulista ficará sem água.
Não sei ainda a dança da chuva.
Leio poemas postados que muito me dizem.
E os esquecerei como este poema? Que escrevo.
Será que queremos nos provocar.
Quando afrontamos uma sociedade cada vez mais que se perde
em sentidos.
Calor selvagem afinal aquém afrontamos.
Quase vi o guarda ter um troço.
Meu coração partiu e nada fiz.
Calor selvagem nos trópicos.
Escrevemos para nós mesmos.
E mais ninguém.

Joka

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