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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Flores ao rei posto

Coroado de flores e cercados de ninfas o poeta se sentia um Deus.
E depois o sol se pós.
E veio a realidade de um ônibus lotado.
Copacabana bem longe.
E no meio do caminho vândalos atacam o ônibus e o incendeiam.
O poeta desce rápido sem lenço e documento.
E a cidade se inflama em agitada comoção.
O poeta é gente que vê a alma da cidade.
Tem sede de justiça. Enquanto o poder econômico nos transforma em mera
mercadoria.
O poeta coroado de flores. Não esta nem ai.
Encontra sua alma gêmea na caminhada de volta a sua caverna.
O poeta mero quixote na cidade vermelha.


Joka
 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Ética o que é isto?

E a poesia concreta na qual ainda não deciframos mesmo assim sabemos de sua importância.
Só arrisquei um poema concreto e musicado pelo Léo Mandi.
Mas e ai as artes plasticas, poesia e a palavra.
Que deixamos cair em abismos sombrios.
E tudo anda torto. E já não sei de nada. Quando adentro a minha escuridão.
Contemplo -me no espelho e vejo meu demônio refletido.
Eu que devo ir além do bem e do mal.
E hoje numa conversa. E num xeque mate.
Alguém surripiou a ética ocidental.
Vi a pessoa ficar sem chão.
E me diverti. E dizem que Nietzsche mentiu?
A filosofia no Brasil acontece nas ruas.
É meus caros o que é ética?

Joka
João Carlos Faria

Titulo

Aqui cabe um escrito

Joka
João Carlos Faria

E perdemos nosso tempo ...

Calor selvagem nos trópicos. E nos perdemos nas trevas de nós mesmos.
Ratos a se imaginar gente. Queremos voar e nossas asas são de chumbo.
Nos perdemos no abismo.
Calor selvagem nos trópicos. E a Paulista ficará sem água.
Não sei ainda a dança da chuva.
Leio poemas postados que muito me dizem.
E os esquecerei como este poema? Que escrevo.
Será que queremos nos provocar.
Quando afrontamos uma sociedade cada vez mais que se perde
em sentidos.
Calor selvagem afinal aquém afrontamos.
Quase vi o guarda ter um troço.
Meu coração partiu e nada fiz.
Calor selvagem nos trópicos.
Escrevemos para nós mesmos.
E mais ninguém.

Joka

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

João Carlos Faria


Obviedade

Devo escrever textos leves para que sejam lidos por todas as idades e ao mesmo tempo profundos para que decifremos o indecifrável que é existir.


Joka

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Berço esplendido

Que Brasil é este que esta nascendo …
As ruas estão cheias.
Pessoas num contagiante combate.
E não somos Quixotes contra o Gigante.
Estamos cansados do berço esplendido.
Já não estamos adormecidos.

Que Brasil é este que esta nascendo?

Joka
João Carlos Faria


Chuva ...


Rebeliões … saltos … abismos …
Homens voam …
Pássaros ..



O nada e o ser .. Num Brasil nascente …
Que o sol ilumine nossos corações …



E a mãe agradece a chuva de verão na noite …



Madrugadas de calor …


Nenhuma brisa nem uma frente fria ..



Só almas errantes a navegar …

Saltos ,,, abismos ..


Rebeliões … saltos … abismos …


Homens voam …

Pássaros ..



Joka
João Carlos Faria


Pássaro a voar ...


Viver e a chuva que de repente caiu que já não era
tão aguardada.
Rápida sem pressa ela veio como foi.
E nos nesta eterna noite onde sempre em queda.
Suportamos as madrugas.
Enquanto não aprendemos a voar.
Deixemos nossa alma livre. E nosso corpo adormecido.
Não somos pássaros mas voemos.
Sem temer a liberdade.
Nos aprisionamos no ter e nos esquecemos de ser.
A vida é leve. Deixemos fluir nossas crianças dento de nós.
Somos pássaros … Somos homens e mulheres.
A uma infinita cor entre o verde e o laranja.
Quantos tons de cinza?
Sejamos livres. Não devemos ter medo sejamos felizes agora.
Afinal quem que não tem problema?
E por isto vamos temer.
É hora do novo é hora de voar … Soltemos o pássaro que nos habita … Vamos voar …



Joka  
João Carlos Faria

Queremos realmente mudanças?

Eita Brasil refém de dois partidos o PT e o PSDB.
Que nestes vinte anos deixaram a industria nacional sucatear.
O Brasil refém de uma GM que não sabe se fica ou vai embora que deixou falir uma Gurgel.
Que não emprementou uma industria própria automobilística.
Que tem sindicatos que não investe em cooperativas.
Que acha que ser classe média e só ter bens materiais.
E não constroem valores como arte, educação e empreendedorismo.
Esta palavra temida pela esquerda hoje vazia de ideias e mal construída por uma direita alienada que não se reflete.
Precisamos fortalecer a industria nacional. Tudo bem Lula criou um mercado interno. Gerou uma renda.
Mas a educação continua sem ser revisada e transformada?
Somente na retorica. E Dilma neste quatro anos que pós um Mercadante que não liga para a educação e esta fixado no sonho de ser presidente da república.
Governar é pensar no hoje e projetar um futuro. Que pelo jeito não veremos.
E a industria nacional continuará a ser sufocada?
A educação a ser mal feita para o trabalho e não para formar seres humanos.
Que conheçam seus direitos e deveres e possam ter sonhos que sejam além de ter.
Que pais estamos realmente construíndo onde não há qualidade
no transporte público.
E tudo esta sendo miseravelmente privatizado. E a esquerda sempre quietinha pois tem uma grande fatia do bolo.
Este pais é uma jogatina. Estamos a quinhentos anos sendo desgovernados por varias mafias.
Chega de nos silenciarmos. Estamos vendo o jogo sendo mal feito. E por isto uma GM pode chantagear uma cidade e um pais.
Quando realmente deixaremos de continuar assistindo e vamos lutar para que de fato as coisas mudem?



João Carlos Faria
João Carlos Faria

Ao novo que não querem deixar nascer e mesmo insiste a flor que nasce nas
ruas.

O que poderíamos perder? Se temos que fazer nascer uma cidade uma nação.
Este texto do Groza … animou-me e tanta repercussão venho escrevendo e falando estas coisas desde a década de noventa.
Já faz tanto tempo e agora um jovem desperta deste marasmo artístico, politico de nossa cidade deste nosso pais.
Chega de velhas canções de velhos filmes que já nossos ouvidos estão gastos.
Sim músicas, filmes de qualidade.
Mas vamos ao novo sei que a palavra Vanguarda é gasta e até na novela uma personagem chama de vanguardia.
Coisa de Sun Paulo.
Mas chega vamos criar. Filmes, peças descobrir novas formas de fazer politica.
Veja a vida é bela e ainda a sabedoria nos homens.
Não devemos temer e sim caminhar sempre adiante … Deixemos um legado de utopia. E sejamos felizes hoje.

Joka      

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

JOKA

Vamos mudar

São José dos Campos esta em desvio de rota?
Ou o PT esta em desvio de rota? Encontrando velhos militantes companheiros
de jornada vejo um mal estar.
E a juventude de ativista que não acredita em partidos se desilude.
Com este inicio de administração Petista ainda a tempo de se mudar o caminho.
Afinal nossa cidade não merece mais o retorno do PSDB nem queremos uma administração
clone das maldades em prol da alerdeada governabilidade.
Não se deve temer temos que ter a ousadia da mudança. Esta cidade este pais merece bem mais.
Será que o PT esta surdo diante das ruas? Agora ele se faz ilhas de inteligencia como em São Paulo
com o Fernando Hadad.
Carlinhos ainda há tempo mas nem tanto tempo assim.
A desilusão toma as ruas. E o cidadão não se vende.
Não troca seu amor pela cidade por vagas em administração.
Carlinhos acorde ainda ha'tempo. Mas nem tanto tempo assim.


João Carlos Faria  

sábado, 25 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Uai

E a liberdade por onde anda não se pode dar um role? Seja em shopping em praças?
Na lapa do Rio?
Em qualquer lugar hoje sábado um grupo de poetas fez resistência em São José dos
Campos São Paulo Brasil.
Foram a ruas muitos poetas, músicos ativistas. Artista e principalmente CIDADÃOS
exercendo a CIDADANIA.
Nome até de secretaria na cidade. E nem sabemos o que andam fazendo lá?
As politicas publicas tentam conduzir o cidadão pelas mãos. Nem criança é bobo.
Imagina nos cidadãos. Que lutamos para sermos politizados.
Liberdade palavra bela. Democracia mais bonita ainda. Mas na hora do vamos ver
o estado quer nos conduzir.
O comercio quer vender. E a classe politica que se separa do povo quer mandar
e faz que houve para fazer o que bem entende no ilusório poder que tem.
O poder é do povo. A sociedade se transforma. Só não ver quem finge não enxergar.
A sociedade descobre as mil e uma maneiras de se repensar. De se articular. E eles
querem nos manter no cabretos. Dando migalhas, farelos.
E nos aqui de verde e amarelo. Não cantamos o hino nacional no mercado.
E sim músicas de nosso cancioneiro.
A vida se faz bela quanto ousamos gritar e não arriscamos nada. Pois não nos
é dado nada.
O poder se reconstrói em bandeiras e partidos destituídos de utopias.
E o poder se faz em gabinetes em acordos entre as velhas elites.
Uai chega. Uai chega.
Não somos palhaços e somos palhaços.
Bardos a cantar nas ruas. Uai vamos dar um role.


Joka
    
João Carlos Faria

De onde vem a mulher?

Nós homens não engravidamos.
Não temos toda a sensibilidade feminina.
Nos vestimos sem nenhuma ousadia.
Como é belo ver uma mulher gravida.
Como é belo ver as mulheres em suas várias idades.
A vida nos traz as mulheres.
Elas nos trazem por noves meses em seus úteros.
Deusas, mulheres de flageis não tem nada.
Frágil somos nós homens que mantivemos nosso poder
através da forças pelos seculos e seculos.
E hoje se finda um ciclo.
Mulheres não vem da costela do homem.
E sim do amor.


Joka
 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O que me anima nesta fim de semana é um role com os poetas .. Desta nação tupiniquim ....
Enquanto os podres se fazem poderes. Enquanto quem se faz governo usa salto alto.
Se acham os caras que podem fazer de tudo e um pouquinho mais.
E acham que ficaremos calados de mãos abanando. Nada de Copa o lance e um rolezinho.


Joka
 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Espinheira Santa

A sagrada chuva em dia de dores. Em dia de sossego. A vida nos pega peças.
E nossa ingenuidade. O calor e a dor.
E tudo se silencia. Remédios caseiros … Espinheira Santa.
Verão aventuras e desventuras em padarias.
Outro ritmo. Enquanto a poesia se faz real.
Cazuza toca no coração. E as mulheres ancestrais com suas ervas mágicas.
Peças de teatro hoje e não vou.
Ouço o som do silencio.
Obedeço ao Deus que esta no comando.
Atravessamos desertos. Sempre solitários.
O estomago a nos deixar em silencio.
Nem sempre devemos chegar a medicina.
Devemos nos curvar a mãe natureza.
O calor dos trópicos acende nosso fogo.
A vida breve e longa.
Amores vadios. Amores ébrios.
E o cantar dos pássaros.
Que venha a sagrada chuva.
Neste verão de bençãos e noites mal dormidas.
Refletimos a vida em canções, poemas por nos escritos.
Não tememos a dor do corpo nem da alma.
A vida se faz agora.
Que venha a sagrada chuva.


Joka   

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Uma sociedade que engole moscas

Ultimamente não leio Ponde. Nem assisto Manhattan Conectson não tenho bodes para
dar milho.
Voto em Dilma para manter algumas mudanças. Mas não dou tanto credito ao PT.
O Brasil anda sem rumo. Perdemos a noção de ética ou Cabral quando diz ter nos descoberto
a rasgou e poluiu uma praia qualquer.
O Brasil do rolé mostra a rebeldia sem motivo.
Ideologias transformam pessoas em obtusos e descerebrados sem formação critica.
Não tenho medo de critica. Apenas quero o meu espaço. Partidos mero joguetes na mão dos que financiam campanhas.
Não penso como pensava a vinte anos atrás não sou a mesma pessoa.
Mas não rasgo o que já escrevi. Deixo tudo se perder com o tempo.
A academia nos dá uma letargia. Ela não reflete e transforma a experiencia humana em bula
de remédio.
A academia enfim as Universidades só reproduzem velhos conceitos.
E não aceita criticas.
A educação esta paralisada. Não reflete o mundo atual.
Os partidos se perderão no mero corporativismo. E os Sindicatos se vendem aos patroes.
E nada criam.
O Brasil merecia refletir Darcy Ribeiro.
E não o compreendemos. Nos silenciamos para manter a velha boca.
E calados engolimos moscas mantendo o velho poder.
OH homens manipulados pelo velho estado.
Na doce ilusão da falsa liberdade.
Ainda temos uma chance de não continuarmos zumbis.

Joka



João Carlos Faria

Noite sem chuva

O suor escorre pelo rosto. A noite sem chuva. Verão poucos livros novos.
Trabalho cada vez mais raros. E a possibilidade de uma sala de aula.
Tantas leitura e releituras. Andar pelo parque. Pela cidade.
Contemplar a Mantiqueira bem distante.
E a possibilidade de uma sala de aula.
Desculpem não sou mestre em nada. Vocês é que são.
A vida curta e longa.
Prazeres na noite de verão.
Desculpem não como pastel ultimamente.
Fui de fanta uva.
Noite realmente quente.
O cérebro derrete cade os macacos para darmos pipoca.
Pássaros dormem.
Cantemos a nossa canção.
Enquanto vivemos a ilusão democrática.
E eles cada vez mais a nos manipular.
O suor escorre pelo rosto. A noite sem chuva.
Poetas mentem maliciosamente.


Joka

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Mercadão legado cultural

Lendo a matéria bem redigida por Renata Del Vechio no O VALE sobre os mercados municipais nos deparamos com a triste informação que não se pode ter música no Mercado de São José dos Campos que cidade estranha é esta São José dos Campos.
Neste ultimo fim de semana alguns poetas foram proibidos de declamar em frente ao democrático espaço Mario Covas.
Uma cidade que tem uma Fundação com nome de poeta. Tem leis anti democráticas? E que não combinam com nossa constituição?
Cade nossos vereadores? Cade nosso prefeito? E a diretoria da Fundação Cultural Cassiano Ricardo?
Já vi a anos na antiga praça do telefone um belo grupo de mulheres que cantavam músicas evangélicas sendo barradas ?
E ninguém nunca faz nada para mudar esta situação?
E ai companheiros do PT? Nos os elegemos para que mesmo?
Liberdade para as livres manifestações de nossa sociedade do Fanke Carioca ao Hap e aos atores
e poetas.
A cidade é de todos. Assim dizem mas que todos são estes?
Estamos na hora da liberdade e não no momento de delimitarmos os espaços.
Que as praças sejam ocupadas pela comunidade e não para atividades ilícitas socialmente como trafego e uso de drogas.
São José precisa resgatar sua principal praça a Afonso Pena que seja com ação cultural e não
com força.
Que os poetas tenham espaço para se manifestar. Que nossa sociedade tome conta das ruas.
Bem que ao invés de carros nas ruas em nosso centro tivecemos um bonde se fosse eu prefeito por um dia faria do centro de São José um imenso calçadão. Sem nenhum carro para que precisamos de carros no centro?
Cabe ousadia ao Ipplan.
Vamos realmente debater nossa cidade?


Joka     
João Carlos Faria

Quero um livro de Piva

Lendo Piva sendo postado.
Neste calor. Que nos derrete o cérebro.
Em meio a reflexões sobre politica.
Ler. Poesia.
Politica.
Tanta dor e felicidade misturada neste intenso calor.
Enquanto o celular não toca.
O emprego não aparece.
E vivemos enchendo a cara de paracetamol.
Não não nossa garganta exige.
Quero um livro de Piva em minhas mãos.
E todos ou quase todos acreditaram que não escreveria
mais sobre politica.
É bom abrir o jornal local e ver seu escrito lá.
Enquanto não vemos poemas.
Ler Piva me encanta.


Joka
João Carlos Faria

Para cantar ao dia

Bom dia … que nossos dia seja de felicidade.
E que combatemos o bom combate.
A vida é feita de lutas e conquistas.
Desafios.
Cade o gigante? Talvez seja um moinho de vento?
Cade nossa luta diária?
Nesta vida. Todo esforço se faz para alcançar a terra que emana leite e mel.
Como aprendi em algum lugar que todos sejamos felizes.
A vida é desafio. Luta, dor, choro e ranger de dente.
Isto nos faz homens e mulheres.
A humanidade precisa de luz.
Como cantou Além Ginsberg SENHORAS LEVANTEM SUAS SAIAS VAMOS ATRAVESSAR O INFERNO.
Agora um gole de café. Uma caminhada.
Beijos que incendiam nossos corações.
Que a felicidade seja alcançada, real concreta e nunca utópica.


Joka  

domingo, 19 de janeiro de 2014

João Carlos Faria

Acaso a poesia

Por acidente cheguei nesta tarde a poesia. Como nunca. Como alguém perdido em labirinto numa tarde de marasmo.
Aos assistir a um documentário ruim de poesia. Que não tocou minha alma.
Sei que não é culpa de Paulo nem de Ana nem de Pedro.
Que a poesia chegou quietinha a mim depois do almoço. Depois de um sábado.
Se o documentário não me atingiu a poesia sim me flechou como a fecha do cupido.
E que é existir. Nesta malfadada tarde de marasmo existir é um prazer.
Apos comprar três caixas de remédio para a possível dor de garganta para a certeira sinusite.
E cade uma cachoeira aos pés da Serra.
Não sei é Janeiro tempo de trabalhar. Tempo de calor e chuva.
E porque não descobrir um grande amor que faça se acender o fogo.
Enquanto isto a poesia me consola seja de que poeta for.
E a vida é uma flor nascida no asfalto.
O universo não é fruto de acaso.
Tem a sua e a minha mão. Somos ilusões na ciranda da vida.
Não tenho nada a fazer além de arriscar dizer o sentir da alma.
Mas alma sem corpo não é possível. E vida sem desejo é morte.
Ontem na cidade vida. Hoje marasmo.
Que é vida.
Que saudade de uma cronica qualquer.
Não tenho sabor. Não tem calor.
E pássaros nadam nas cachoeiras.
Eu pássaro sem asa.
Homem sem vida. Só o amor acende nosso fogo.
Por acidente cheguei nesta tarde a poesia.
Por acidente descobrirei o amor?


Joka|  
João Carlos Faria

Uma tarde marasmo

E ai meus caros porque precisamos de arte? Porque precisamos de poesia.
Como se fosse um alimento. Uma comida que precisamos a arte é o alimento da alma?
E Deus se faz alimento de quem? Dizem os ateus que Deus é uma invenção humana.
Não acredito. Ser materialista para mim seria melhor levar um tiro.
A vida é mais. O universo não é um acaso. A vida não existe por nada. Há mais se fazem da religião
um controle social a culpa é absolutamente nossa.
Pois quantos são os poetas, filósofos que nos deixam suas reflexões.
Por acaso escreveria eu estas linhas cheias de tortuosas lembranças se não lesse.
Se não conhecesse os poetas. Os misticos e até os ateus?
Deixa os ateus que acreditam só nó religião ciência.
Na malfadada academia. No dois e dois que se faz quatro.
E tudo pode ser infinito. Eu que de matemática não entendo nada nem da velha gramatica.
Eu que não aprendi a ler as mãos. Nem decifrar o que as nuvens nos dizem.
E minha velha vó desvendava as nuvens e jogava no bicho na velha Minas Gerais.
O que é viver sem politica, sem filosofia e religião.
Sem debater tudo isto. Minhas certezas são para mim certezas.
E para você mera ilusão.
Mas são minhas não devemos nos comtetar com o que é nos oferecido.
Devemos domar o mundo. Já o tempo este nos transforma.
E o velho Abujanra nos pergunta o que é a vida?
Sei lá hoje mero marasmo mera rotina.
Não ser se faz ser. Em breve uma tarde de sono.
E tudo se faz nada. E já não escrevo.
Este calor da tarde de marasmo. O silencio.
Cheiro de bolo e não gosto de bolo.
Cade um poema para escutado?

Joka






Bom dia ...Nada como sentir este poema de nosso imortal Vinícius de Moraes.
Para mim este poema é como uma oração.
Vamos aprendendo com estes mestres das palavras.
Para quem sabe alcançá-los. O Sol é nosso objetivo.
E não seremos Ícaro a perder as asas.
Bom dia. Poque hoje é sábado.

JOKA

http://www.youtube.com/watch?v=jpfymRLaPaA
Desculpe o transtorno mas a poesia ainda não esta fora de moda.
Pois se estivesse a vida também estaria.
Nada como o marasmo de um domingo. Para arriscarmos a escrita.
As vezes escrever vem da vontade.
Nem sempre é para causar comoção.
Ou promover revolução. A vida na maturidade é uma incerteza no nada.
Mas o que é o nada.
Uma grande ilusão.
Quem derá soubecemos o que é liberdade.
Ou a tão sonhada felicidade.
Nada como o marasmo para refletirmos a vida.
E um papel em branco para registramos nossas impressões.
Desculpe o transtorno hoje ando vazio.
Ontem caminhei pela cidade.
Não vi poetas. Só caminhei ate cansar-me.
A vida se faz breve.


Joka

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014


João Carlos Faria

Aqui uma dica Paebiru


Quase terminado a audição deste disco.Os caras experimentavam mesmo nos anos sessenta e setenta. Algo que não vemos muito hoje. Este disco é muito bom. Nossos ouvidos estão desacostumados  a este sons.
É a primeira vez que ouço este disco nunca tinha ouvido falar dele. Que som.
Mas o que acontece hoje? Tem bons sons que não nos alcançam?
Levaremos décadas para chegar a estas obras de hoje?
E o que é o sucesso de público? Uma conjugação de marketing ou de talento?
Tem grandes filmes que levo anos para ver. Para que serve as redes de internet.
Se não for para divulgar o novo e o velho novo.
Façamos da rede uma troca. Para redescobrir o novo.
As novas tendencias e as grandes obras como este disco de Zé Ramalho e Lula Cortes este disco merece ser curtido. Saboreado com os sons de um Brasil.
Algo assim experimentei numa palestra na USP com Toninho Macedo nos anos noventa.
Nossa cultura nossa arte é rica. Devemos ir além da arte educação. Além de projetos.
E sigamos os passos destes artistas que nos presentearão com Paebu.
Aqui uma dica.

Joka
 
Confiram o disco

Paebiru
Livremente inspirado a ouvir o som de LULA CORTES E ZÉ RAMALHO disco de 1975.


JOKA

Paebirú

A pedra de toque. Os tambores. A vida fluindo.
E nossa sonoridade.
Tambores enfeitam a festa na rainha Mantiqueira.
Por entre fendas, arvores.
E pássaros voando.

A pedra de toque. A vida num verão de infinitos tons
de calor.
Borboletas ilusórias adentram nossos sonhos.
Raios penetram nossas arvores.

É o cantar. Este canto que se faz alma estrelada.
Navios voadores nos elevam a terra sem males.
Adentremos as terras de Tamoios.
Nos transformemos em Abaporus.
Desvendemos o cantar da Mantiqueira.

João Carlos Faria


http://www.youtube.com/watch?v=uUyvtwSV6A8
João Carlos Faria

Somos cordiais?

Ano começando dentes amarelados. Trabalho por encontrar. Enquanto isto nas cidades as arvores de
um parque serão derrubadas?
As eleições acontecem em nossas vistas. E segundo um cineasta não há projetos para o Brasil.
Alguns amigos querem realizar sarais no Rio de Janeiro.
E me divirto com o computador desligado nada de IPHONE,TABLET e CELULAR.
Minha internet são as pessoas da rua. Ainda NÃO fui a cidade.
Só na banca de revista. E tenho uma reunião para um trabalho. Uma ideia de roteiro para um filme
e uma faculdade para terminar.
Não quero me preocupar e nem escrever sobre as eleições. Já defendi demais o que esta ai. Que faz um jogo com o establichement e mantém a ordem vigente do grande Maranhão chamado Brasil.
Não temos alternativas de voto. Os podres poderes vencerão. E os partidos se partem ao quebrarem suas mascaras.
Se preocupar com eleições e dar milho a bodes. O Brasil só muda quando tiver fim o ódios de classe, o preconceito.
Somos uma nação dissimulada. E cordial.
Não temos fé em nada. E mantemos a especulação em tudo.
Nossa ganancia nos anula e mantém estes podres poderes.
O Maranhão é o Brasil das velhas famílias e da nova oligarquia travestida de esquerda.
Caminhamos solitários. A politica é um território cercados de maldades.
Precisamos sobreviver nesta selva de pedras.
Enquanto isto a cidade não tem arvores nas ruas.
E tudo como sempre. Vou seguindo minha jornada.
Vamos fazer recitais e filmes só nos resta a utopia das artes.
Somos um exercito Brancaleonico.



Joka