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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Pavão misterioso

O que nos resta por estes dias além de simplesmente viver sem expectativas.
Tantos projetos. Sem nenhuma ilusão.
Em dias de férias. Só contemplamos a vida.
Há algo melhor a se fazer. Além de viver o hoje.
E alguns sonhos se desenham no ar.
Vejo nas nuvens o desenhar de utopias.
Comunidades alternativas em represas.
Casas de adobe. Casas saídas de nossos mãos.
Barcos a atravessar represas.
Eita nós coletivamente sonhando.
Mesmo que se desmanche no ar.
Areias da praia a queimar nossos pés.
Longe de computadores nossos poemas se perdem em imaginações.
Não há tempo.
E temos muito tempo.


Joka

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