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domingo, 1 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Festa

Epa ontem fui numa festa e vi tudo por uma fresta. A vida ali pulsava ao chegar da noite.
Gente colorida. Tantas cores. Odores e amores.
Que festa que adentrou a minha retina.
Entrou para a memória.
Há vida que pulsa. Sentado via o mundo em minha volta.
Artistas de todos os jeitos.
Mais o que mais importa seres humanos.
Desvendando a vida.
E nos falam em sutis dimensões.
Entrei naquele corredor e fui transportado a Pasárgada.
Mas não havia rei.
Nem eu existia. Eram ilusões.
Na penumbra.
A festa pela fresta.
Música poesia, arte.
E o que significa tudo?
Devemos reaprender a olhar. A sentir a viver.
A muito além desta sociedade caótica de diplomas.
Títulos, dinheiro e a corrida pelo ouro de tolo o poder.
Ontem estava numa festa. E vi a vida diante de mim com um novo olhar.
Carrego na memoria as lembranças deste olhar.


Joka
    

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