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terça-feira, 5 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Ícaro

Ouço o cantar dos poetas devassos.
Aqueles que não se prendem a língua.
Que ousam descer abismos.
Se livrando das algemas da moral.
Mas devo ir além bem além de bem e mal.
Já não faço questão de descer.
Prefiro saltar.
Ir além ver a face de mim mesmo.
Refletida na memória dos tempos.

Joka

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