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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

João Carlos Faria


Jornada


Uivamos uivamos gritemos para que alcancemos nossos
ouvidos.
Eu grito que tu grites.
A caverna mas que caverna? Ainda não aprendemos a acender o
fogo?
É noite e nossa alma esta fria.
E o céu se acende. Vou levar minhas mãos aos céus e pegar uma
estrela.
Passei madrugadas inteiras as contando e não parava de achar elas as estrelas.
Uivamos uivamos desculpem não sou beat. Nem Bossa Nova.
Quem sabe Tropicalista? Não sou nada além de pó.
Não sou nada. Apenas escrevo quando o fogo de meu coração se acende.
Não tenho escolas literárias. Não tenho movimentos.
A séculos ando só.
Cade meus velhos amigos de nossa Irmandade Azul viraram pó
na estrada da vida.
Cada um em sua jornada. Como profetizado pelo profeta.
Uivamos uivamos gritemos.
Não sou de nenhuma geração.
Sou só em minha jornada.
A contar estrelas. Quantas pedras nestas jornadas.
Uivamos uivamos só nos resta uivar lobos sem matilha.
Caminhantes da cidade sem alma.
Uivamos.


Joka



João Carlos Faria

O incrível exercito de Branca leone

Dedicado a Pedro Yves

A politica esta mazela da vida nacional já participe de dois partidos.
Já me achei dono da verdade. PT e PV.
Eu que sei hoje que nada sei isto é de um tal de Sócrates lá da Grécia antiga.
Mas a politica minha velha paixão e frustração. Junto com a arte
e a busca da auto descoberta.
E estamos ai sempre a deriva nestes tortuosos caminhos saudações
ao Pedro Yves que peguei muito no pé quando estivemos no PV.
Desculpem nenhum de nós é dono da verdade.
E acredito que nunca mais estarei em nenhum partido.
Me reservo o direito de dar palpites.
A vida sempre segue. E a cidade esta ai mais bela como nunca.
E cheia de desafios.
E não me venham falar que não nasci aqui eu amo nossa São José dos Campos.

Joka  
João Carlos Faria


Sem destino


Nunca dirigi um carro.

Nem sei se dirijo minha vida.

E a vida tem direção?

São tantas as indecisões.

E olha que já passei da metade.

Tenho historias para contar.

Mas vivo o presente.

Projetos são tantos.

Quem sabe dirigir um carro.


Joka  
João Carlos Faria

Que sociedade

Poemas para mim não ter cor, sexo só são poemas.
Me vem alguém postar sobre Afro Poemas?
Que coisa.
Esta sociedade esta cada vez mais louca.
Poesia é poesia, arte é arte.


Joka

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Balão a soltar lastros

Viver eis sempre a questão.
Devemos viver e não sobreviver.
Devemos crescer.
E não desistir.
A vida é leve. Mesmo que as malas sejam pesadas.
A vida é leve. E nada nem ninguém vai faze la pesada.

Joka


A paixão de Cristo de Mel Gibson.
Para quando a fé se abala.
Descer as escadas doí. Alma errante.
Em busca de luz.


Joka
João Carlos Faria

Errante alma

A poeta Nydia Bonetti

Joio e trigo.
Mas eu que nunca vi uma plantação de trigo?
Saberei o que é o joio.
Decifrar poetas em meio a constelação de imagens.
De almas vagantes.
E quase um ato de loucura.
Alguém falou que sou louco.
Respondi sou artista.
Mesmo em meio as indecisões.
Sei que repito minhas ideias e imagens.
Mas não dá para ser original se o sentimento e a
minha reação a vida é sempre a mesma.
Pelo menos agora tenho a noite para dormir.
E a fé para conquistar.
Tem hora que não tenho certeza de nada.
Eu vi a vida e a morte em corredores de hospitais.
Nosso destino certeiro.
Mas celebro a vida.
Mesmo nas dores de minha alma.
As vezes tudo dói.
E temos que manter nosso sorriso.
Plagiando um poema de uma amiga.
Quanto nos custa um abraço?
Não sei. Eu alma errante perdida no abismo.
Tenho tantos desejos.
E sofro quase em silencio.
Ontem em meio a reflexões assisti a Paixão de Cristo de Mel Gibson.
E lembrei do Evangelho de Jesus Cristo segundo Saramago.
A arte nos faz devorar o mundo.
Jesus homem.
E não deus. E não consigo ser ateu.
Minha alma em desespero.
Caminho sem sentido em busca de uma fresta de luz.
Ainda não sei o que é o amor.
Vivo num tempo de egoismo.
Eis me desilusão. Eis me indecisão.
Sofro em silencio. Descendo as escadas.


Joka
João Carlos Faria

Ma fé na politica

Livremente inspirado numa postagem de João Júlio da Silva

O melhor negocio neste pais não é criar igrejas.
E sim partidos políticos de centro, direita e esquerda.
Para todos os gostos.
Nunca me senti tão desiludido.
A vida segue.
O duro vai ser quando tiver horário politico na TV acabo.
E na internet.
Um dia nos brasileiros iremos amadurecer.
E aprender a fazer politica para o bem comum.
E não para assaltar os cofres públicos.

Joka

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

São José 2030

Sinto-me aliviado por ver os comentários no site do O VALE sobre este encontro de nossos especuladores imobiliários.
Será que a cidade esta refém desta gente? Será que não somos capazes de nos organizar para reagir a este grupo que tenta dar o comando de nossa cidade? Que se baseia no valor do Capital e não nos valores humanos.
Vejo desde o ano passado as matérias pagas deste Shopping. 
As pessoas comentam nas ruas o cidadão esta de olho nestas movimentações,
de nossos empreendedores.
Toda a ação corresponde a reação. Carlinhos de Almeida foi eleito para mudar a cidade.
Que fique atento a estas manobras. Pois nós cidadãos estamos de olho no rumo da cidade
que amamos.
E cada vez mais o povo aprende a fazer politica e lutar pelo avanço de nossa comunidade.

João Carlos Faria

http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/carlinhos-promete-flexibilizar-lei-de-zoneamento-de-s-o-jose-1.471227

terça-feira, 26 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Liberdade

Dialogo falta nos dialogo.
Esquerda, direita sempre de marcha ré.
Necessitamos aprender a pensar e agir.
Sempre por nós mesmos.
Esquecermos as modas ideológicas.
Nos ver no próximo.
Mas para isto a um caminho longo.
Sempre árduo. Temos tantas hipocrisias em nosso jeito de ser.
Que para tirar as mascaras leva-se uma vida inteira.
Quem sabe ?
Um dia alcançaremos a liberdade.
Quem sabe?
Enquanto isto estamos entre a hipocrisia e a demagogia.
Na gangorra da ausência de auto critica.
A vida deve ler mais leve.
Devemos aprender a dialogar.
Mesmo que nos custe caro. E seja amargo.
A vida que seja leve.
Apesar dos espinhos pelo caminho.


João Carlos Faria  

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


João Carlos Faria


Waldomiro de Deus


Vem e vão na ilusão de cada dia que se passa. Segundos se fazem séculos quando o chão se abre.
Vivemos numa grande ilusão nas cidades que se partem. Edifícios, ruas.
A vida cade o cheiro de terra molhada?
Tudo sempre em vão. Mera metamorfose nunca ter certeza de nada. A vida mesmo assim é leve. Porque deve ser vivida.
Nos bons e maus momentos. Estamos presos a circunstancias. Porque nos fazemos escravos do tempo?
Dia adoravelmente molhado. Quando molhamos nossos pés nas ruas e temos para onde voltar?
Primavera glacial em que pássaros adentram as cozinhas para escapar da chuva. E fazem voos rasantes por cima de nossas cabeças.
Não me sobra tempo para ver o mundo retratado nos jornais de televisão. A mídia tenta nos conduzir? Só tenta nos atenta. Continuaremos gado?
Nosso dia as vezes leve as vezes pesado.
O que podemos fazer para aprender a amar ao próximo?
Se nosso umbigo se faz urgente. Quantos livros que ainda não lemos?
Poetas nos animam em suas postagens. A guerra nunca será ganha ?
Nem um lado é o dono da verdade. Já não consigo inventar segredos.
E quando ouvimos as histórias de vida nas ruas. Só estamos em cena quando estamos nas ruas.
Nenhuma mídia ou poema nos traduz a realidade das ruas?
Em suas belezas e tristezas. A cenário melhor para sermos os escritores de nossa própria vida?
Mesmo sendo marionetes de nossos desejos e emoções.
Este teatro as vezes nos cansa. Somos atores a uma eternidade.
E hora de uma nota musical acima. E ela sobe as escadas. Augusta.
Sampa. 1969. E o artista plastico de minissaia Waldomiro de Deus.
Que ousadia.
E tudo hoje acontece. O tempo passa.
Estamos no presente.
E tudo urge em breve natal. Em breve um novo ano.
E tudo desaba como o céu e as chuvas.
Momentos para vivermos em todas as suas cores de emoções.
Preciso paz para silenciar-me.
Ate quando continuaremos gado?
Cade as flores que irão nos libertar de nossa gaiola imaginária.
E preciso ter alma e preciso ter calma.

Joka


Joka





João Carlos Faria

Ritos

Páginas esquecidas em livros ainda não escritos.
As vezes a urgência nos tira a calma.
E precisamos ler poetas para nos acalmar.
A burocracia ordinária atrasa nossas vidas.
E achamos que dependemos dela.
Tira nosso sossego.
Estou aqui faço-me senhor de mim quando escrevo.
A tempestade já passou. Cumpri os ritos sumários dos burocratas.
Que querem engolir nossa calma.
Quero ser um pássaro bem longe de gaiolas.
Quando iremos além do sistema.
Que nos doutrina mesmo antes de nascermos?
Quando saberemos o real sentido de liberdade.
Nos aprisionados em nosso cotidiano.


Joka

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Liberdade

Vivemos numa demoneocracia.
Achamos que temos liberdade?
Nem a do cartão de crédito.


Joka
João Carlos Faria

Resistir, desistir, afundar


Como resistir a tantas dores de um homem sem alma?
Germano, Bessa o que faremos diante desta ordem capitalista?
Que nos massacra. Nos transforma em dejetos?
Como resistir a algo que se reinventa.
E absorve a tão desem catada democracia.
Que se faz forte através do voto de seus marionetes.
O poder financeiro.
O poder infernal.
Que nos faz maquinas.
Mãos de obras que só sabem usar os dois polegares.
Nossos jovens escravos de celulares.
E não veem que nada podem. Na alienação diária.
Qual a revolução. Se tudo esta contaminado.
Absorvido se somos massas de manobra.
Produtos da industrialização.
Filhos do Kaos,
Metro polis.
Ainda há sonhos.
Como resistir a tantas dores de um homem sem alma.
Se a pecado é a nossa completa ausência de estratégia.
Para nos libertarmos das algemas.
Quantos somos na ilusão de acordar do pesadelo?
Ainda vivemos adormecidos.
Em nossas masmorras mentais.



Joka
João Carlos Faria
Encantos das águas de Minas
 
O que falar da bela capital mineira. Seu povo cordial que sabe nos receber.
No Kaos urbano.Na cidade viva ao chegar á madrugada.
Estranhamente sinto-me em casa em Belo Horizonte uma cidade bela em seu povo sua cultura.
Com todos os desafios de nossa urbanidade.
Um povo hospitaleiro.
Que sabe  receber é estranho uma Minas cosmopolita bem diferente de nosso bucólico Sul de Minas.
Em Belo Horizonte eu estrangeiro talvez paulista.
Mas Minas em nossa veia como São Paulo.
Somos ás vezes estrangeiros em nossas cidades.
As vezes estrangeiros para nós mesmos.
Quem dera poder por uma mochila nas costas e desvendar este pequeno planeta água.
Nem desvendamos a nós mesmo quanto mais uma cidade?
Já sinto a saudade de Belo.  
De sua gente seu cheiro. Seu povo.
Hó Minas Gerais de trópicos.
Além de nossa Mantiqueira.
Ainda voltarei. Para desvendar seus meandros.
As sutilezas de seu povo.Nosso povo.
Minas me encanta.
Sempre em nosso coração.
Joka
João Carlos Faria

Cantante

As vezes viver dói. Mas o que é a vida? Não sei.
Muitas vezes todas as certezas viram poeira. O tempo fecha,
O chão se abre e somos tragados.
A alma sedenta de verdades. Nada certo.
Ai ai ai como dói. E para o próximo damos nosso sorriso amarelo.
Como se nada acontecesse.
Tudo igual. Dias passam. E o coração a explodir de desejos.
Dúvidas, dúvidas, dúvidas.
E nunca a certeza.
Vou seguindo pelas ruas.
Caminhos insólitos.
Cantar de pássaros.
As vezes viver dói.
Mas o que é a vida.
Se não a falta de certezas. Muita ausência de fé.
Em caminhos incertos.
Cantemos nossas dores.
Enquanto nossa alma caminha nas trevas da incerteza.
Viver mesmo assim é prazeroso.
Vou seguindo minha doce jornada.
Enquanto o coração bater.
Eis me descobridor de mim.
Eu sou, Existo.
As vezes viver dói.



Joka

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


João Carlos Faria

Leve

E a burrocracia a burrocracia.
Que nos segue do nascimento até o tumulo.
Espero que lá do outro lado não tenha fila para entrada.
Não precisemos pagar ingresso.
Nem sonhar em ficar ricos.
Não levaremos bagagens. Não levaremos família.
E amigos.
Os amores ficarão aqui.
E os odores.
Nada de dor de cabeça nem sinusite.
E a burrocracia a a burrocracia.
Esta ficará aqui tão cara.
Que nos deixa aborrecidos.
Que nos torna esquecidos de dar um sorriso ao próximo.
Que nos faz refletir sobre os pequenos poderes.
A a burrocracia. É uma pedra?
Que esta no meio do caminho.
Podemos fingir que não existe e seguir em frente.
Afinal a vida é leve.


Joka   

João Carlos Faria

Hipocrisias da nação tropical

Tenho orgulho de ter amigos nunca me lembro se tem cores eles azuis,verdes, lilas.
As vezes branco ou negro.
E ai para que servem as cores ?
Para dar graça a vida.
Mas o preconceito no Brasil não se faz as claras e sim numa sutileza que horroriza até o capeta.
Somos sim um pais que tem preconceito. E precisamos nos livrar destas amarras.
Foram quatrocentos anos de exploração dos índios e negros.
Onde o estupro era a regra.
É hora sim de refletirmos nossas covardias sociais.
Parabéns a Lula pela coragem de criar o bolsa família.
Que nos da a chance de tentar mudar a dura realidade das ruas deste pais.



Joka   

quarta-feira, 20 de novembro de 2013



João Carlos Faria

Desejos

Cidades cibernéticas
Calor trópicos
Incendeiam os desejos
Almas sedentas de prazer
Desejos
Vida
Luz


Joka

terça-feira, 19 de novembro de 2013


João Carlos Faria

Silencio?

As vozes das ruas em silencio.
As vozes perdidas em escândalos.
Em desejos.
O silencio.
É a conivência nesta democracia em que só vale o voto?
E nunca a opinião do cidadão.
Não é a hora de uma mudança nas estruturas do estado Brasileiro?
Continuaremos a ser a nação da impunidade?
E do jeitinho?

Joka





Brasil pais dos impostos.

Em breve pagaremos pedágio na Tamoios e pagamos pedágio Brasil afora o Brasil precisa parar é de pagar pedágio já temos impostos demais.
Seja em Jacarei ou qualquer lugar.
A inconfidência mineira aconteceu por causa do quinto.
E hoje aceitamos calados tantos impostos.
Brasil pais de um povo silencioso e omisso.
Cade as vozes das ruas?

Joka
João Carlos Faria

Nau sem rumo

Sobre os últimos acontecimentos no pais me deixaram perplexo sem rumo.
Que já deletei um texto que escrevia.
Preciso refletir bem mais.
Afinal que pais estamos construindo?
O que queremos ?
Talvez o silencio no momento me ajude a pensar.


Joka

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Sol

Quero ir além de Ícaro alcançar as estrelas sem que minhas asas derretam.
E para isto as vezes ou muitas vezes descemos ao infernos.
Mergulhamos no abismo de nossas almas.
Minha devassidão se faz presente.
Mas devo transformar o chumbo de minha alma.
No ouro que alcança a luz.
Devemos ir além do bem e do mal.
A liberdade existe. Deixemos de ser marionetes.
Voemos.


Joka

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Eclesiastes

Algumas mensagens quando abrimos este face via in box é para nos deixar emocionados.
Pessoas que não vemos a algum tempo. E de repente nos escrevem.
Santa tecnologia que nos une. E as vezes nos separa.
Para além de nossas vaidades.
Ser ou não ser.
Artistas, escritores, políticos.
E a felicidade precisa destas tantas vaidades?
Deveríamos ler o Eclesiastes.
Por sinal já vi uma carta de Monteiro Lobato para Cassiano Ricardo.
Que só a lembrança dela me emociona até hoje. Quem sabe eu você
poeta.
Artista.
A vida deve ser vivida.
Um bom feriado a todos.
Já estou de partida.


Joka   

terça-feira, 12 de novembro de 2013


http://entrementes.com.br/2013/11/o-famigerado-lobao-e-o-exercito-de-capuz-vermelho/#comment-269395

João Carlos Faria

Vivemos numa sociedade de aplausos. Bufões no palco da vida


Só o Lobão é um Bufão? Palhaços somos todos nós como nossas certezas. Que nunca na verdade é certo.
Qual esquerda ou qual direita somos?
Que sonhos realmente temos hoje?
Que Utopia queremos construir.
Beth insisto para que escreva. Não adianta sermos só produtores temos que escrever, criar vide-os.
Dirigir e debater.
Vivemos numa sociedade de aplauso. Estamos já na era Dilma em que o Brasil cai na real e se estrutura aos poucos.
Acho que não devemos negar o conhecimento liberal nem as bases das esquerdas.
Mas que esquerda queremos a que só quer se encastelar em governos?
Ou a que se sabe construir. Insisto temos que ter um pouco de teoria e prática de liberalismo.
De ousadia. Não devemos ser só governos, sindicatos.
Estamos num sistema que nos massacra nos faz virar suco.
Recentemente vi o que é virar a noite em trabalhos. Acordar cedo.
E engolir sapos e mais sapos.
Precisamos criar algo novo para esta nação. E abandonamos Darcy Ribeiro.
Abandonamos a Semana de Arte Moderna.
E somos artistas? Políticos de nossas vaidades.
Lobão cumpre um papel de se fazer debates.
Continue em sua reflexão e na ousadia de manter um site só.
Sem apoio de leis de incentivos.
Sem verba de governos.
A beleza da arte esta na insistência. Em navegar contra a corrente.
E sei o que isto literalmente já quase morri afogado por duas vezes.
Gosto de Lobão, Tico Santa Cruz.
Pena que Caetano, Gil, Chico se acomodam na média com jovens artistas.
Suas obras são mais.
Preciso é ouvir novamente a música de Lobão.
Que quando conversei numa entrevista para este site é uma pessoa de grande sensibilidade
e calor humano.
Resta nos a Utopia. E o sonho de nos libertar do patrão nosso de cada dia.
Até quando a esquerda oficial irá continuar a se engessar em governos?
Parabéns escreva mais muito mais. Bem vinda ao picadeiro. Somos bufões.


Joka   
João Carlos Faria

Fraquezas

Mantiqueira azul é bela.
No ato trivial de comprar pão.
Palavras aos celulares.

Quantas palavras que se perdem no ar?
Devoro poemas em instantes.
Enquanto pasmem aguardo um capitulo de novela.

E que queremos ir além do horizonte.
Chegar a terra sem males.
De nossos indios.

Mantiqueira de gigante adormecido.
Quem dera atravessar o Paraíba numa canoa.
Quantos campos ?
Em nossa São José dos Campos.
Noites em claro a contemplar nossos próprios abismos.
Ver e conviver com nossos demônios.
Nem sei se terei a lanterna para atravessar minha caverna.
Sempre estou na balança entre o bem e o mal.

Mantiqueira azul é bela.
As vezes desço as vezes subo a torre.
Serei eu arrojado aos abismos sombrios?

Joka