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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Aprendendo com Nietzsche do ato de escrever.

Dedicado a Wilson Gorj

Se escrever fosse um talento que se faz com a passagem do tempo e não com a percepção certeira da vida da morte e do entendimento do que é a vida.
Eu já seria best seller.
Escrever é árduo, prazero, divertido.
E nos dá muito trabalho. E em vez de colhermos flores. Colhemos pedras pelo caminho.
Deve ser para colocarmos em volta de nosso jardim?


Joka  




João Carlos Faria

Segredos em nossas entrelinhas

Para Escobar Franelas

Para nos perdermos temos que nos achar. Nestes dias frios de primavera. Caminho pelo parque.
Pela cidade. A vida é um sopro de alento em nossas almas atrapalhadas. A vida é rápida afinal só temos duas escolhas ou envelhecer ou morrer antes da hora. E quem somos nós para sabermos quando se dá a colheita?
Acredito que muitos agnósticos creem muito mais que os que dizem crer. A vida é feita de nosso pequeno cotidiano. Quando somos jovens nós achamos senhores da verdade. Tudo é utopia quando a maturidade chega. E já passamos a sermos chamados de senhores ou senhoras. Nos custa acostumar com a certeira passagem do tempo. E não podemos estar fora de moda aos quarenta, cinquenta quem sabe cem temos muito a realizar.
E pensar que talvez poderíamos durar uns mil anos. A morte não é triste ela só nos pega de surpresa.
Vai levando quem amamos. Mas tem vida na morte e as vezes morte na vida.
Decifremos a esfinge hoje ela me foi decifrada. Mas procure o porque da esfinge? A resposta foi para mim.
Temos tantos segredos que governo nenhum poderá jamais saber. A tantas cavernas escondidas em nossas almas eternas.
Quantos nomes já tivemos. Quantas personalidades. Meus caros temos muito de agnósticos como temos muita metafisica em nossos dias.
Quando partirmos será surpresa. E nada de praças. Espaços em nossos nomes nascemos anônimos e morremos anônimos.
Marcas são sempre apagadas com o tempo.
Deixemos as glorias para os que querem se perder.
Como diria Jesus Cristo que os mortos enterrem seus mortos.
A vida não passa de simples intervalo no infinito. Tenho todos os medos da morte.
Afinal tem chocolate para onde vamos?
Que Cecilia Fidelli tenha a moeda para dar a Caronte.
Que será nossas orações.
Leiamos seus poemas numa grande Celebração ao Renascimento da Poesia.
O que é mais justo a uma poeta que um sarau em sua memória.

Joka

João Carlos Faria

Dia do Saci

Olá hoje dia do Saci …
E as crianças estão brincando de dia das bruxas ?
E para elas quem reclama é chato.
E não deixa ninguém feliz.
Cade nosso Saci ?


Joka

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

João Carlos Faria

A baixaria esta começando?

A menos de um ano a campanha de desinformação já começa na internet.
Comparar Eduardo Campos numa montagem mal feita com Collor é de uma
grande baixaria. Nem pretendo votar em Eduardo mas o desrespeito a um velho aliado de Lula
que foi seu ministro.
Mostra o quão é baixa nossa politica. E com estas e outras pode prejudicar a internet e a livre divulgação de idéias.
Num pais que a regulamentação para tudo. O mau gosto e a falta de caráter de quem produz
estas bobagens e de um grande desrespeito a democracia.
No pais fazendo assim se igualam aos vândalos que quebram tudo em protestos.
Cade a justiça? E o bom senso neste pais.
Devem estar escondidos em baixo da cama?


Joka

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Adoro poesia vou comer uma.

Joka
João Carlos Faria

Pós semana de 22

Templo Câmara é uma música que faz mexer e rever os conceitos de música. palestra de Júlio Otoboni sobre Cassiano Ricardo.
E no canal Brasil documentário de Jorge Mautner com Caetano, Gil e muita gente boa.
Este pais é insano em suas verdades tropicais.
Não sei se mudaremos o pais mas o Brasil transforma as pessoas.
E em uma conversa com uma amiga num ponto de ônibus de como se entender e resolver a questão do morador de rua?
Vamos resolver o que?
Não resolveremos nada. Afinal quem está no poder?
Eu passo, tú passas e Brasil sempre deitado em berço esplendido.
Quero ver quem tem culhões para mudar esta nação.
Onde todos fazem questão de curva-se ante ao Rei.
Enfim quem esta no poder no momento.
Seja esquerda, direita … Centro.
Tem homens e mulheres nesta nação?
Estamos todos acovardados diante da miséria humana.
E Jorge Mautner falou para sua filha. A imbecis que leem e imbecis que não leem.
Então sejamos imbecis que lé. E ler não é só livros. Temos que ler a vida.


Joka

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

João Carlos Faria

lírios

Qual o destino da flor?
Olhai os livros da estante.
Eles estão lá para serem lidos.
E as ruas estão ai para serem vividas.
O que faríamos se vivecemos sem flor, sem livros e sem amor?
E não sei do sábio Salomão nesta historia toda.
Mas deveríamos viver um amor como nos cânticos dos cânticos.
Quantos mistérios tem a vida.
Qual o destino da flor?

Joca


João Carlos Faria

Boa noite Cinderela

A cidade adormecida na tarde. A cidade sem rumo.
A cidade de jovens de mascara.
A cidade da contestação.
A cidade de debates. A cidade já não esta adormecida.
A cidade faz politica. Critica faz protestos.
A cidade abala a cidade.
A cidade começa a ser de todos.
Tudo se transforma. E não sabemos o rumo da cidade.
Nem o rumo de nossas vidas. Vivemos sem destino.


Joka     

domingo, 27 de outubro de 2013

João Carlos Faria

O segredo da esfinge

A casa moradores de lugar nenhum. Onde moro tudo é mistério. Lugar gelado.
Sem nada. Não existo repito não existo.
Fruto de consumo. Inexisto. Tantas informações e não sei nada.
Respiramos o ar das cidades.
Cidades absorvidas de nada.
Na violência, física, verbal.
A casa moradores de lugar nenhum.
Em que classe social estamos?
Sem sermos representados. Nada se faz real.
Abutres na imensidão do nada.
Cade o sol? Cade o nada? Quem afinal mente?
A casa moradores de lugar nenhum.
Prosa, poemas, ensaios,romances Já me desfaço de gêneros.
Estamos cercados de gênios de frases feitas.
A arte é produtos descartável.
Eu sou descartável nós somos descartáveis.
Mataram a cultura. Não existimos.
A casa moradores de lugar nenhum.
Atravesso o rio a nado. Adentro a floresta.
Cerco-me da ilusão de condomínios fechados.
Fachadas do nada.
Somos mulheres e homens no pós tudo.
Fruto do Kaos. Esquecemos nós da harmonia.
Não sabemos decifrar os segredos da esfinge.
Modernidade, pós modernidade. E tudo hiper?
Somos mentiras narradas no liquidificador.
A historia não existe. Estamos presos no Kaos.
A casa moradores de lugar nenhum.
Subúrbios metafísicos. Deus inventado.
Deus comercializado.
Acredito em Deus. Desacredito na descrença em Deus.
Nada é para sempre.
A casa moradores de lugar nenhum.
O que é a liberdade? Se somos produtos de consumo.
A casa moradores de lugar nenhum.
Quem sabe um romance.
Sentado no trono. Sentado em frente aos jardins das delicias.
Qual caminho escolheremos?
A casa moradores de lugar nenhum.

Joka



Fonte : Wikipédia

O Jardim das Delícias Terrenas é um tríptico de Hieronymus Bosch, no que descreve a história do Mundo a partir da criação, apresentando o paraíso terrestre e o Inferno nas asas laterais. Ao centro aparece um Bosch que celebra os prazeres da carne, com participantes desinibidos, sem sentimento de culpa. A obra expõe ainda símbolos e atividades sexuaiscom vividez. Especula-se sobre seus financiadores, que poderiam ser adeptos do amor livre, já que parece improvável que alguma igreja tradicional a tenha encomendado.


João Carlos Faria

Nós mantenedores das injustiças sociais.

A esquerda é tão esquerda que insiste em sindicatos.
Que seus sindicatos nunca criam cooperativas.
E assim sempre operários.
Enquanto governos financiam grandes empresas com o
suor do trabalho.
Depois de refletir sobre um poema de Ricola.
E assim as injustiças sociais se perpetuam.
Tem se medo de empreender e subverter o capitalismo.
Queiramos ou não alimentamos o sistema igualmente os policiais.
Sendo nos trabalhadores. Não se muda um pais só ao votar.
Se muda aprendendo a pensar.


Joka




Relax ou esculacho

Ricola de Paula
Ta na veia que explode a capela
Amarra seu destroyer na fivela 
Olha bem o presente paramilitante
Bem alto “paranoid ” é Black Sabath.
Cavalo loco flamejante
Arregaça a polaroid 
Escalpeia e fisga os olhos
da menina dos morros uivantes.
Medusa quando fracoide 
na injuria come tanajura
Sabuga a saúva na goela
Mas cuidado um formigueiro tem muitas bocas 
Tamanduá foi, nem eu
__ela ta chapada meu.
Fdp &fdp força doidos perdidos
Ligadura da justiça reunião será no resort 
Sem parede , sem estofo, abriga no seu bojo
Vilipendio com o trabalhador brasileiro.
Alicerçado no lodo, Ossário olímpic futebolístic 
O dinheiro da educação pré salgado não virá
Será revertido com urgência 
Para construção de clinicas e presídios blindados.
Macbeth, Mac danado, macaxeira barrada 
Nas alfan /Degas
Diz pra esse bando de boçais
Vai tudo tomá no cu!!!!!
Todos de pedalinho na riviera das tristeza
Praias de Oil, sanguinolentas
Na orla dos Establishments
Garatéias dos gordos agronegócios
Gaiolas imobiliárias construindo 
Com o aval dos vermes nas 3 escalas do foder
Ânsia de poder é a balada das eleições que começam 
Com seus vomitórios e swing dos partidos.
Antes que o sindico suplique demissão 
Uns Tins outros Maias.
Ricola de Paula


http://entrementes.com.br/2013/10/relax-ou-esculacho/

sábado, 26 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Os quebradores de ossos mascarados.

E ai como se cria camelos?
Imaginem São Paulo invadida por camelos.
Querem se carros, velocidade.
Porque não andar de camelos?
Imaginem estes quebradores de ossos. Quebradores de bem
público quebrando os camelódromos.
E assustando os camelos.
O que podemos mudar de fora? Se não mudarmos por dentro?
Mascaras para todos. Aqui mascaras baratas.
Agora são todos mascarados.
Quebradores de estação de camelos.
Anarquia festa.
E claviculas quebradas.
Querem mudar o sistema. Então se transformem.
O que quer se mudar. Se estamos numa sociedade de consumo.
De ausência de reflexão.
Vamos aos camelódromos.
Vamos curtir o Tiete uma piscina de ratos.


Joka   
João Carlos Faria

Divisões Imaginarias

O rio da divisa divide as cidades.
E nós tolos homens irmãos que somos.
Nos dividimos em povos e nações.
Achamos que somos tão diferentes dos que moram em
outras nações.
Acreditamos nas barreiras das línguas.
Nas diferenças culturais.
O rio da divisa divide países.
E nós humanos nos dividimos.
Somos um só povo.
Na ilusória divisão.
Linguás, costumes não deve nos dividir.
Religiões, fé deve nos unir.
A divisão não existe somos humanos.


Joka

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Ilusão

Desligando tudo. Religar o corpo a alma.
Porque insistimos em separar o corpo da alma?
Desejos de amor.
Se tudo é ilusão.
Porque estamos aqui a refletir?


Joka

João Carlos Faria

Festa

Caracá quanta poesia no Face dos clássicos aos novos.
De muita gente boa a muita gente ruim.
E o que é que não é valido?
É gente refletindo a vida.
De ateus aos que creem.
Dos recatados aos devassos.
Aqui a festa rola.

Joka

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

João Carlos Faria

O trigo no meio do joio.

Não consigo entender literatura que não seja visceral.
Que não tente desvendar a vida em suas entrelinhas.
Já não sei se arte liberta ou nos aprisiona. Tragam nós luz.
Em nome da arte já vi tantas bobagens.
Mas cortaram nossas asas e caímos nesta terra abismal.
Quando os pássaros comiam as viscéreas de um homem que ousou nos trazer o fogo.
Talvez estes pássaros fosse todos nós.
Artistas nada dizem de importante nos dias de hoje.
Onde a vaidade se faz mais importante que a arte.
E mentiras se reinventam tanto que insiste serem verdades.
Já não separo o joio a mais trigo que joio?
So sei que os que caminham entre o bem e o mal.
Serão devorados por sua ausência de fé.
Tantas luas cheias e já não ousamos uivar.
Cade o lobo dentro de nós.
Homens e Mulhres de uma civilização que insiste em descer as escadas
do abismo.
Nem tentam voar.
Se ousássemos saltar talvez voaríamos.

Joka



Canção a Joka Faria
"Poeta Joka Faria.
faria tudo de novo
porque nasceu anjo torto
com asas abertas aos que
se perdem da vida nas curvas"

Franklin Maciel

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Nos supermercados da hipermodernidade.

Mas afinal por estes tempos o que é eternidade? Nossas pegadas por esta vida será apagada? Nem nossa memória continuará na quinta geração nem saberão que existimos. Alguém ouviu falar de um parente do século dezoito só se fazer a tao arvore genealógica da família? Imaginem quem se lembrará de nos no seculo vinte e dois?
Ninguém meus caros então esta nossa vida é um único momento. Então devemos viver com leveza.
Simplesmente não há problemas mas qualquer problema é passageiro. Então para que vaidades?
Não entendo o porque de nossas vaidades? Tanto tempo gastamos com nossos sonhos e projetos futuros e simplesmente não há futuro só tem o hoje.
Nos preocupamos com tantas coisas que nunca iremos interferir a vida politica é uma delas. Se haverá ou não uma terceira guerra. Tudo esta ai acontecendo neste exato momento.
Lemos tantas noticias e nos emocionamos. Gastamos tanta energia com algo que nunca poderemos interferir.
A vida são os momentos em que vivemos. E podemos nos ajudar e ajudar a quem esta próximo.
A uma grande orquestração por parte de quem esta no poder. E fazem e desfazem diante de nossa grande ingenuidade.
Somos reles vitimas do consumo. Das mudanças de comportamento sociais. Das várias filosofias nas prateleiras dos supermercados da hipermodernidade.
Damos nossa opinião nos jornais diários se somos contra o governo do momento a opinião é publicada se não raramente entra.
Nada é verdadeiro. Leiam jornais de vinte trinta anos atrás e tudo parece sempre igual.
E o pais e o mundo é sempre o mesmo? Hoje temos a internet e achávamos que com ela poderíamos nos homens comuns mudarmos a realidade do mundo em que vivemos.
Mas será que mudamos a geopolítica de nosso pequeno planeta?
Como diria o velho Raul Seixas parem o mundo eu quero descer. Ei homens dos disco voador nos de uma carona para uma galaxia qualquer de qualquer universo?
Confesso que não sei nada. Mesmo depois de ter lido tanto. Conversado tanto só me resta a meditação.
E a vida segue com o nascer do sol e a chegada da lua. Nossos calendários e nossas horas são invenções da sociedade da civilização humana.
Tudo passa e nos sempre passageiros me lembro de um livro de ficção A maquinado tempo de H.G. Wells em que o viajante chega a um futuro onde já não existe humanidade.
E ai ? Somos efêmeros. Perante o eterno. Então meus caros na medida do possível só nos resta a felicidade de hoje. Meditar é viver.



Joka

terça-feira, 22 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Minas

Afinal quem inventou Minas?
Qualquer mineiro que se preze é desconfiado até dizer chega.
Chega com jeitinho em lugares estranhos analisa o espaço.
Reflete para falar.
É gentil. Mas desconfiado.
Nada vem de graça.
Afinal quem inventou Minas?
O mineiro com seu jeito.
Com suas andanças pelo mundo.
Dizem que foram os Paulistas os Bandeirantes em suas entradas e bandeiras.
Mas tem ali um pouquinho de Cristão Novo enfim Judeus.
Árabes e povos da Africa.
É Brasil vários povos uma só língua.
E cade a língua Tupi?
Afinal quem inventou Minas?
Foi nossa gente a ferro e fogo e muito encantamento pela vida.
Minas vem dos porões dos navios negreiros.
Da fuga dos Judeus para a América disfarçados de Cristão.
Minas a ferro e fogo. Do extermínio indígena.
Assim nasce Minas nasce o Brasil.
Sempre a ferro e fogo.
Afinal quem inventou Minas?


Joka  

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

João Carlos Faria

E uivamos a noite toda ...

O que dizer da vida? A vida sem seu oposto?
Tantos gritos nas gargantas. A infelicidade ronda os olhares.
Desejos de ter. E relâmpagos clareiam o céu é primavera.
E uivamos a noite toda.
Estamos em silencio. Gados indo ao matadouro opa ao serviço.
Ao estres diário de nossas vidas.
Oito horas para o patrão nosso de cada dia.
As vezes doze dia sim dia não.
Nos deliciamos em feriados, férias.
E o patrão nosso.
A se divertir mais ainda.
Como somos tolos.
Acreditamos em aposentadoria.
Férias. Décimo terceiro.
Enquanto a morte nos espera de braços abertos.
Sermos bons ou maus.
Reto ou torto.
Enquanto que nos cemitério de Paraibuna a frase nos
diz NOS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS.
Triste fim de executivos, padeiros. Açougueiros.
Políticos e ladroes …
Papas, presidentes.
Tudo mera questão de tempo.
E uivamos a noite toda como lobos sedentos de amor.
E nos silenciamos ao batermos o ponto de um novo dia.


Joka     
Poetas não são farmacêuticos a vida não tem formula.


JOKA
João Carlos Faria


É primavera te amo ...


Este calor de deixar almas frias capazes de estarem um pouco mais quente. Que nos convida
a sair a noite.
Ou desligar nossos computadores para ler um bom livro. Tocar um instrumento musical ou por a conversa em dia.
Este calor onde animais dormem mais tarde e as cigarras cantam mais alto.
Onde a noite vem mais tarde. Depois de que muitos foram trabalhar e ainda era noite.
É primavera. E amamos a todos os seres vivos.
Onde a natureza faz a vida. E começa-se uma nova etapa nos ciclos da vida.
Faz calor. Vários banhos. E tudo se faz presença deligo tudo a dois bons livros para ler.
E algumas fotos para postar.
A vida é breve mas amamos a vida.
Fiquemos com a música de Tim Maia.



JOKA

domingo, 20 de outubro de 2013

João Carlos Faria

A poesia é nossa respiração.

Tirei a ratoeira do bolso. E a joguei fora e comprei
Murundum de Chacal.
Companhia das Letras.
Estarei de volta em dois sarais depois de algum tempo fora.
Mas atento a escrita …
Quem sabe terminando a faculdade novos livros.
Enquanto isto estou no Entrementes firme e forte.
Escrever é uma respiração. É viver.
A vida nos traz uma infinita leitura.
Sendo ela um intervalo na eternidade.
Ai ai ai ela voltou a meu bolso.



JOKA  
João Carlos Faria

A casa grande anda revoltada.

Somos uma nação dos sem sentido. Onde uns praticam qualquer violência e saem impune.
E a classe média resolveu sair do armário. Dos shopping .. e ir as ruas travestidas de anarquistas.
Defensoras dos animais. Invadem o que bem entendem e fica tudo por isto mesmo?
Fazem caravana do Masp ..Invadem uns instituto para soltar animais.
Mais quem consome produtos de beleza? Segurança em condomínios fechados?
Educação bem particular? Mão de obras precárias? Quem se omite sobre a segurança?
Sobre a pobreza? E agora a velha classe média. Que sonha e imita os ricos.
São anarquistas. Revoltados. E consome remédios feitos destas pesquisas.
Esquecem da Palestina. Esquecem da Africa. Fazem e desfazem da lei.
É a casa grande fingindo-se senzala. Querendo fazer justiça. E o que anda por trás de tudo isto?


Joka      

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Base Ativa dos Seres Extraterrestre

Nos tempos da BASE – Base Ativa dos Seres Extraterrestre Solfidone pelas praças nos falava
da Semiótica de uma maneira suave e do jeito dele. A poesia e a ciência sempre andarão próximas em nossa São José dos Campos.
Os primeiros integrantes da Comissão de Literatura da Fundação Cassiano Ricardo muitos eram do Impe e CTA.
São José dos Campos e ciência e arte. Não é só industria e consumo.
A várias cidades dentro desta cidade . É uma São José pequena de poetas, artistas, cientistas que se esbarram no dia a dia.
Esta São José que nos constroe no dia a dia. Esta São José eu admiro e amo.
Mas de vez em quando se o universo mover as peças a gente muda de cidade.
Mas aqui nos ensina muito. E onde aprendemos com nossos irmão de jornada.
E a poética e a ciência de Solfidone esta em nossos corações.

JOKA


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

João Carlos Faria


Visitas a Paraty


Quem não foi a Paraty?
E não é pasárgada mas é Paraty.
Real … Onde gritamos poesia na ponte.
Vemos gente diferente e igual a gente.
Onde as casas antigas nos remete a estrada de ouro.
E pássaros gorjeiam estamos cá.
Quem não foi a Paraty ?
Não sabe da liberdade.
De viver.
De sonhar.
Em Paraty não há pressa.
E os caminhos levam ao mar.
E vivemos no ar em suas ruas de pedra.
Posso ladrilhar com pedrinhas de brilhante.
Em Paraty se reflete o mundo.
Desejamos mudar.
Rompemos barreiras.
Sem ouvir não pode.
A liberdade tem asas.
E as nações se encontram em seu porto.
De Paraty parte -se para o mundo.
Da-se voltas ao mundo em oito segundos.
Quem não foi a Paraty?



Joka

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sei que é meio fora de moda mas acabo de fazer um poema social.
Sei que poemas estão fora de moda. Mas a poesia nos atinge a alma.
O poema sairá do forno do www.entrementes.com.br.
E a vida segue.
E devemos deixar de manter o consumo. De sermos números.
E voltarmos a sermos gente.
Nossa sociedade as pessoas eu e você devemos deixar de ser farsescos.
E desmitificar este absurdo social em que vivemos. Estamos vivendo numa sociedade doente.
Deixemos de ser consumo. Somos gente que ama, sente, ama.
Apenas gente.

JOKA


João Carlos Faria

Para mantermos o consumo

Molhado dia molhado.
Velhas noticias novas nos jornais.
E a vontade.
E o fazer.
E a critica sempre a critica.
Mercado e seus pasteis.
Seus doces.
E que mania de três pontinhos para enfeitar um texto.
Poderia eu escrever sobre o mercado no caso a economia.
Mas o que dizer da economia.
Se não economizamos.
Nem formamos capital.
E ai sempre vendemos nossa precária mão de obra.
Sub utilizada.
Pouco valorizada.
Para manter o consumo.
Molhado dia molhado.
E sempre sonhamos com dias melhores.
Mas tudo sempre igual.
Velhas noticias novas nos jornais.
Ônibus lotados.
Salário baixo.
E nunca nos fazemos ousados.
Nunca empreendedores.
Chega dia molhado.
Roupas atras da geladeira nunca pode.
Sonhar com algo novo pode.
Pés no chão para construir novas idéias.
Molhado dia molhado.
Que nossas vidas gere ações.

Joka


terça-feira, 15 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Não devemos ter medo

Cada um que escolha seus amigos,
O meu Facebook é recheado de gente que reflete
o mundo através das artes …
Filosofias, crenças e politica …
As vezes quero encerrar as atividades ..
Para ler um livro …
Ouvir uma música ..
Ou achar um amigo para conversar
De trabalho não falo eles vem e vão.
Mas sempre fica o aprendizado.
O telefonema de quem se importou com
sua ausência.
Fora a nova rotina e velhos medos.
Não devemos ter medo.
Enquanto não chega o novo.
E o currículo não é refeito.
Um passeio no parque .
Uma ida ao centro. Biblioteca, jornal do dia.
E o pastel do mercado municipal.
Sempre o pastel de nossa cidade é o melhor.
Mas nenhuma cidade tem o Banhado.
E São José dos Campos tem a vista do Banhado.
Que um dia será parque.
Quem sabe tenha um lago.
Onde possamos nadar.
Quem sabe umas cachoeiras artificiais.
Cada um que imagine seu parque do Banhado.
Que terá pedalinho. Teatro. E um lugar pra gente dançar.
Estou imaginando o meu.
Cade seu parque? Invente o seu.


Joka          
João Carlos Faria

A brevidade da vida

Dedicado as reflexões de Bessa José

SOBRE A EDUCAÇÃO

"Direito de cada um, desde o nascimento até a maioridade, de ser inteiramente mantido, fiscalizado, protegido, educado, instruído em todas as escolas públicas [...] à custa da sociedade." (Michael Alexandrovich Bakunin - Filósofo anarquista)

O que é educação e o que é ser educado? Será que com a leitura e a reflexão de nosso dia a dia na luta diária contra o senso comum temos alguma resposta do que é educação ou que é viver?
Tenho lido muitos dos principais pensadores da educação ainda não cheguei ao chão da escola para lecionar mas as perguntas estão ai?
Nossa cultura é por demais autoritária ? Que sociedade é esta que construímos … Toda nossa vida sempre se baseia na economia ou simplesmente ter ou não ter dinheiro.
E em muitas sociedades nem este acesso que temos a educação é dado. Não sei se esta educação que temos nos emancipa enquanto seres humanos.
Qual é nosso objetivo na vida? Alcançar a felicidade mas que felicidade é esta?
A vida é tão veloz e cade meu velocípede? Para adentrar a alguma dimensão daquela bem estranha.
E você que acredita ou não em um Deus. Se o encontrasse o que perguntaria a ele?
E porque fomos comer do fruto do bem e do mal? Não sei … Não tenho respostas.
Mas quem as tem ? Confesso que me esforço para aprender a meditar. Pois aprender a cantar anda bem difícil.
A vida as vezes fácil as vezes difícil … Não devemos aceitar provocações e sim aceitemos as reflexões …
A vida é breve tenho saudade do que ainda não vivemos .
Os passos estão sendo dados … Já é noite .. E o que mais posso escrever?


Joka

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Perdeu

A nossa frente uma arma
Uma alma
Já era uma vida
Mar revolto
Fé na vida
Uma data de nascer e várias chances de morrer
A nossa frente uma arma
E renascemos a qualquer momento
E o que é vida e morte
Ser ou ter
A nossa frente uma arma
Uma alma
Uma vida
A nossa frente uma chance de reflexão

Joka



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

João Carlos Faria

O sábio e a banca de revista ...

Pregar no deserto que as palavras ecoem com os ventos ..
O oceano atlântico nos traz as vozes da africa na região do Recife …
Hoje um senhor sábio nos contava por entre o vento na tarde a vida no nordeste deste
imenso Brasil …
Falava com uma tal sabedoria que lembrei-me de um tal de João Guimarães Rosa que nos encantou com suas obras sobre uma Minas Gerais …
Aprender a ser escritor é preciso aprender a ouvir retratar o povo sem medo e preconceitos …
A vida é assim afinal não somos hoje um pais de todos e para todos …
E o vento na tarde … enquanto galhos de arvores caiam … E nossos corações quente de tanta boa prosa de tantos e tantos aprendizados …
Saiamos a rua e tentávamos olhar para onde fica o norte deste imenso brasil ..
Dizia ele que lá tudo se corta no machado não há motosserras …
E la tudo que se pranta dá … Mas nos contou esta tal historia um tal de Pedro Vaz de Caminha numa carta para o Rei de Portugal …
Falava este homem o sábio senhor que de Recife a Africa esta perto … E de lá nas ondas do mar vem o sons nas ondas …
Ó mãe de todos os povos e nações a Africa …
Em nosso rico nordeste de alma de grande sabedoria …
De lá com seus cordéis , suas canções …
Não sei quanto tempo mais ficarei longe de nosso Nordeste …
E que sua gente nos encanta por aqui …
Pregar no deserto que as palavras ecoem com os ventos …

JOKA




João Carlos Faria

Refletindo as criticas do Jornalista Julio Ottoboni sobre o Urbanova se realmente somos uma cidade de todos e para todos.
A região do Urbanova deve ser sim bem atendida tanto quanto qualquer de nossas periferias andei trabalhando por lá e vi gente. Vi ali Brasileiros se nos achamos políticos, artistas .. intelectuais ...
Temos que romper qualquer pre-conceitos entre classes sociais ...
O Brasil é um pais de todos e para todos ...
Se não for assim de nada vale as canções que cantamos e os livros que lemos.
Seguindo esta reflexão Carlinhos de Almeida tem todas as condições enquanto articulista de fazer uma grande administração porque sabe houvi r.
Parabens ao Júlio por suas criticas e ousadia. As vezes até gritadas …

JOKA

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A poesia nos move nos modifica nos transforma ...


JOKA

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Black Blocs

E o que é eu que são ? Como pensam? A mídia tradicional esta deixando uma lacuna?
Pelo que já li dos anarquistas já tiveram os movimentos mais radicais no começo do século vinte … que geraram o terrorismo ..
Mas e hoje extrema direita ? Extrema esquerda …?
Os extremos se juntam sempre dizem.
Mas num pais como o nosso onde a corrupção é alta … E as autoridades se fazem de surdas.
O que acontece no Rio acontece no Brasil sejam governos do PSDB ou PT … Ou quem sabe no futuro próximo o de Marina …
Nossos políticos quando adentram a governos se comportam da mesma maneira.
A CAMARA no Rio voltou a lei o prefeito sancionou e achavam que o povo continuaria calado?
Já não dá mais. Mesmo com a violência insana dos Black Blocs .. este pais esta mudando e o PT quer perder o rumo da historia se já não se perdeu …
Não perdi muito tempo com Tarso Genro no Roda Viva ele nem quer dar o piso aos professores no Rio Grande do Sul que isto companheiro?
Faz bem Gabeira abandonar a politica e dedicar-se ao jornalismo assim ele faz mais pelo pais do que se manter deputado.
A elite politica diga se lá Lula, Dilma, Fernando Henrique, Aécio, Geraldo pensam que ainda nos enganam.
Os caras estão prejudicando tanto a democracia brasileira quanto seus cabos eleitorais os
Black Blocs gente mal intencionada que destroem bancas de revistas , lojas e agencias bancarias queimam ônibus e destrói prédios públicos …
E nossos governantes que dilapidam o poder público mantendo suas bensesses com seus mais de trinta partidos?
Estes senhores já não nos enganam são tão ruins e prejudiciais ao pais quanto os Black Blocs.
Nossa democracia anda enferrujada e o povo continua na rua.
Como mudar este jogo perverso?
Que cientista politico tão desorientado quanto eu entende o que acontece …
Estamos num pais sem lideres estamos numa nau sem rumo.
Terra avista … gritou um tripulante das caravelas de Cabral …
Ali começaram a saquearem esta terra que emana leite e mel ..
Ainda não nos fizemos uma nação …
Talvez comece a nascer através do povo na rua …
Será o PT um partido de traidores da pátria?
Só o tempo dirá …
Estamos no olho do furacão …



JOKA
João Carlos Faria

Descida

Poetas poetas profetas do Kaos … a poesia esta irmã da alma … A poesia senhorita divina e criadora da vida ..
E quem sobrevive sem a escrita a música … o cinema sem a arte que nos alimenta a alma …
A moda a vida …
Vivemos numa sociedade kaótica … onde o vil metal nos devora o tempo …
E as necessidades humanas se tornam irracionais ..
Tempo senhor Kronos devorador da vida … E na quarta dimensão tú não existe …
É uma mentira da tridimensionalidade … que se esforça para nos arrastar para as dimensões sombrias da natureza ….
Poetas poetas profetas do Kaos …
Lutem bravamente contra a degeneração humana …
A sombria descida ao abismo …
Só nos resta saltar ou sermos devorados ..
Poetas poetas profetas do Kaos ...


JOKA

domingo, 6 de outubro de 2013

João Carlos Faria

Cenas da vida ...

Tem muita coisa que já fiz e não faria novamente ... Ouvindo o CD O DESTINO DA CHUVA para lançá-lo na integra no yotube tive que dar um tempo. Além do sevem do Windows ser bem chato ...prefiro hoje o LINUX … Ubuntu ... meu poema me chocou ...
Também é uma vida retratada na escrita para o bem e o mal ... Depende de cada olhar ...
A arte nos modifica e nos transforma arte é viver é vida ... São fotografias de momentos históricos ..
Enfim estamos num trem e a várias estações ...
Que venham outros livros e cds ... quem sabe um romance ..
Um roteiro ...
Para mim escrita e escrita não há gênero ... e há gênios?
Como escreveu Cassiano Ricardo escrever é labutar é trabalhar com o suor de nossos rostos …



JOKA

João Carlos Faria

O grito …

Este quadro me encanta me fascina … desde a primeira vez que vi ..
Enfim o que retrata .. ???
Nossas angustias … nossos medos … E eu o vi numa bienal em Sampa
e usava uma estampa com sua imagem …
E hoje depois de dias frios … Faz sol …
E a vida segue por mais que tentemos nos ajustar estamos sempre
gritando neste louco teatro da vida …
Bom domingo …


JOKA