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domingo, 4 de agosto de 2013

JOKA

É melhor tirar os sapatos e andar descalço ...

Estou no momento lendo Nietzsche A gaia ciência … O cara é uma grande figura com uma escrita profunda e mesmo assim fácil de assimilar ??? Uma editora esta lançado dez títulos nas bancas … Nietzsche para mim deixará de ser comentado e passará a ser lido não sei se tenho tanta sabedoria para entender tal filosofo. Mas ler é uma grande aventura como também escrever. As incertezas são tantas. Temos a vontade e o desejo de escrever muito bem. Mas conseguimos interpretar o mundo de uma maneira correta?
Ainda mais eu que tenho astigmatismo. Um ouvido ruim as vezes sou chamado de surdo e já me mandarão por aparelho. Pó já uso óculos. Tenho pouco cabelo e aos quarenta e quatro anos tenho que engolir um senhor. Não sou senhor de nada e nem de mim mesmo.
O conhecimento busco sem nenhum medo para tentar me entender. Hoje passei um belo domingo depois de uma madrugada de trabalho. Ando ganhando meu pão de cada dia nas madrugadas noite sim noite não. Mas como temos que pagar contas. E não sei enrolar o poder publico com projetos sem necessidade. Tenho que trabalhar como qualquer cidadão no mundo. O trabalho financia meus escritos. Para os que se mentem a ser artistas e políticos o trabalho comum causa horror. A mim já não causa é um ótimo laboratório para analisar o homem em seu meio. Em suas coragens e fraquezas.
Acho que nos seres humanos somos sempre mais medo que ousadia. Temos medo de tudo de ficar sem emprego. De morrer que as pessoas amadas morram. De expressar o que sentimos e também o que não sentimos.
E por isto estudamos, fazemos faculdades. Mestrado, doutorado. Desculpem não consigo entender tanta especialização no meio acadêmico? Estou mais para autodidata que acadêmico.
Acho que neste pais falta um investimento na formação de Matemática e Português das crianças e de nos adulto.
É a vida. Temos tantas pedras no sapato que as vezes é melhor andar descalço. Mas sempre seguimos em frente. Não dá para voltar para trás. No máximo uma constante reflexão sobre nosso passado que marca nosso corpo e nossa alma. E nos ajuda a cometer menos bobagem. Mas me ensinam constantemente que temos que viver o agora o hoje e nada mais. O tempo sempre passa
mesmo. Estamos num bom momento da historia no mundo e no Brasil uma grande transformação se faz. Mas para onde? Como ? E porque?
Há muito de modismo. Coisas passageiras. A muita manipulação. E somos completamente monitorados pelo sistema que para mim somos nos mesmos?
Governos são uma crianção social. O estado é uma invenção humana. Assim como o comercio. Mas
Deus não se faz invenção. É inefável. É indizível. Hoje alguém nos contava historias que chamamos sobre naturais. Para nós sobrenaturais. Mas para a natureza não é novidade. Enfim viver se faz uma grande aventura mesmo em nossa vida cotidiana. E temos sempre a corda da liberdade para nos enforcar.
E as paginas em branco de cadernos e computadores para escrever. Ainda não sei desenhar,pintar, tocar nenhum instrumento.
Mas tudo vai se arranjando. E vamos tocando a vida quero é tocar viola. Curtir um samba muito bom dias deste. Enfim a arte nos embriaga.
E nos faz crer e ter alegria de viver.
Tem um movimento que anda bem próximo do terrorismo. Que quebra tudo em manifestações de rua isto é coisa de otário.
O sistema nos aperta ainda mais quando coisas assim acontece. Lobão esta certo devemos as vezes não sair as ruas. Irão por qualquer bandeira em nossas mãos.
Já não quero saber de bandeiras. Que tal um porta estandarte … E um desfile pelas ruas … Como no filme Febre do Rato de Cláudio Assis.
O filme é de uma grande viscelariedade. Num anarquismo de uma forma ousada que coraria Bakunin.
Enfim a vida esta ai em suas possíveis e impossíveis experimentação qual das pilulas tomaremos?
Hoje vi Emila estava em Nova Yorque numa banheira fugiu das páginas dos livros de Monteiro Lobato.
Vamos viver … Vamos nos arriscar ...


João Carlos Faria

Já nas bancas coleção essencial de Nietzsche …
A dez reais …
Pela editora Escala.

Filme Febre do Rato diretor Cláudio Assis


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