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quarta-feira, 28 de agosto de 2013


JOKA

Mundo Verde

Dedicado ao colunista Paulo Martini do jornal O VALE.

Por entre leituras e músicas … Entre o fim e o meio … Onde esta o começo?
Entre as Deusas e os Deuses …
Um Sol vem em direção a terra? E a vida sempre continua … Na eternidade …
Viver é bem estranho tantas verdades nas páginas de livros ..
O pequeno Príncipe enxerga o universo através de uma flor assim um poeta me confidenciou …
Depois lembrei -me do balseiro de Shidarta que conhecia o universo através dos rios ..
É a vida se o Sol nos cegará não sei ? Para onde vamos não tenho certeza ..
Só sei que existimos … Talvez não com estas personalidades mas existimos ..
O Sol virá com certeza ou não …
Ma o vento de um fim de tarde me faz real …
Os jardins das cidades construídas na Amazônia que reaparecem …
Enfim tudo se faz mistérios … Mas o vento me encanta …
As estrelas me encantam …
E o calor do dia não me aborrece …
Estamos livres e nos fazemos algema?
É estranho … E a escritora que só escreveu alguma linhas num dia inteiro …
É só ela desligar o computador e caminhar é a poesia se fará presente nela …
Enfim viver é uma dadiva … Não me lembro de nada antes de estar aqui?
Quem fui … Quem não fui …
Mergulho no deserto e tento reencontrar minha essência …
Meus caros um amigo me falou que sobreviveremos bem sem nosso ego …
Deixamos a essência no comando …
E tudo se faz real e as vezes nem tão real assim …
Enfim já não tenho certezas de nada … Por isto sempre estou no caminho …
E a música e os jardins da Amazônia citado num escrito de Paulo Martini …
Tudo me encanta … Tudo nos seduz … Já não escrevo em cadernos ..
Tudo se perderá no universo virtual …
Quantas linhas tortas … E nunca se acaba …
Tudo sempre infinito … Cade a cultura a arte … A sabedoria daquele povo da Amazônia …
E não temos Jorge Luiz Borges para escrever a história deste povo …
Quantos mistérios … E um sol em direção a terra ..
E a vida a cada nascer do Sol …
Por entre leituras e músicas … Entre o fim e o meio … Onde esta o começo?

João Carlos Faria






Paulo Martini

OS SEGREDOS DA FLORESTA

Aos poucos, a Amazônia revela seus segredos com a exploração sustentável
A floresta amazônica continua sendo um imenso patrimônio verde de valor incalculável, antes valorizada pela exploração direta de seus bens, hoje mais valorizada ainda por seus novos atributos que permitem um novo tipo de exploração: a sustentável. A exploração que se utiliza da própria natureza para renovar o bem explorado.
O período romântico da exploração nos mostrava a Amazônia como fonte suprema de todos os bens. A borracha foi o início, vindo depois os bens minerais, principalmente o manganês da Serra do Navio, no Amapá, e o minério de ferro da Serra dos Carajás, no Pará. Na esteira destas descobertas, apareceram as lateritas enriquecidas em níquel do Vale do rio Trombetas e as bauxitas de Paragominas, ambas também no Pará. A última grande descoberta desta fase foi a jazida de cassiterita do rio Pitinga no Estado do Amazonas. O estanho explorado ali é de tal quantidade que acabou quebrando o cartel boliviano que mandava nos preços em nível internacional. Afirma-se até com uma ponta de orgulho de que a Amazônia possui três das maiores minas do planeta: respectivamente Carajás, rio Trombetas e rio Pitinga.
Sobre o ponto de vista geológico então, a floresta amazônica tem correspondido. Ela tem nos mostrado rigorosamente todo um rico acervo mineral, incluindo agora novas e importantes jazidas, dentre elas ouro e cobre, sem contar com aquelas de óleo e de gás do rio Urucu, no município de Coari, Estado do Amazonas.
Os segredos da floresta, no entanto, continuam existindo e não se está falando aqui de novas biodiversidades que são trazidas à luz quase que diariamente pelos cientistas e pesquisadores. Os segredos são balizados por constatações que geram perguntas cujas respostas trazem mais dúvidas e mais perguntas.
Um destes segredos trata das cidades-jardins que estão sendo estudadas, em meio aos formadores do rio Xingu, na fronteira entre os estados do Mato Grosso e do Pará. As cidades compreendem feições circulares medindo entre 500 e 1000 metros, ligadas entre si por linhas muito retas (estradas) e de vegetação rasteira, fruto de translado permanente. A cobertura vegetal ao redor das “cidades” mostra tons verdes mais claros, em contraponto ao verde escuro refletido da floresta nativa e não alterada.
Os cientistas apontam que tais ambientes poderiam ter sustentado dezenas de milhares de brasileiros pré-colombianos. Brasileiros que sabiam conviver com a floresta de forma bem mais harmônica do que a maneira que fazemos hoje. Outras cidades-jardins devem existir por lá, mas estão ciosamente guardadas pela floresta.
Um outro segredo que está sendo desvendado pelo Museu de Etnografia da USP é aquele das terras pretas ou terra dos índios como também é conhecida. A terra preta é formada por rico material orgânico composto por uma mistura de folhas com restos de alimentos, ossos, espinhas de peixe, cinzas e fezes. Tudo isto muito bem compostado, se transforma em solos muito ricos e de alta produtividade, muito mais ricos do que os pobres solos lateríticos amazônicos. Eles acompanham os sítios arqueológicos dos nossos irmãos que ali viveram antes de Colombo e de Cabral. Estas terras estão sendo encontradas na margem direita do rio Solimões, logo a montante do encontro das suas águas com o rio Negro.
A distribuição mais regional destas terras se esconde novamente debaixo do dossel da mata. A ocorrência de solos semelhantes pode ser a chave de toda uma extensa rede de ocupação do Brasil em priscas eras.
Exemplo disto é a descoberta de solos semelhantes nas barrancas do rio Forqueta. Sabem onde fica este rio? No primeiro degrau da Serra de Nordeste, município de Marques de Souza, estado do Rio Grande do Sul. Para lá de bacana não acham?












http://mundoverde.ovale.com.br/

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

JOKA

O que fazemos aqui presos a gravidade?

Como diria Camões navegar é preciso. Saltemos nossas amarras e atravessemos o Atlântico afinal a Africa esta a nossa frente … E o mundo é nosso. E como eu estou aqui?
Devemos navegar mesmo que seja nas páginas de livros … Ou em sites de internet … Mas devemos também cair na estrada …
A vida se faz curta e gosto de filmes de viagens … Afinal quando dormimos vamos para a onde?
Gostaria mesmo de fazer um texto profundo mas bem humorado … Não sou ranzinza e aprecio um por de sol ..
E passeios pela cidade … Quem derá um roteiro de humor filosófico … Que nos desvende a vida …
Que se faz plena mesmo com as dificuldades inventadas por nós …
A todos os dias … Porque tanta burocracia em tudo … Para que complicar não poderíamos simplificar tudo de maneira que todos entendam?
Tantas regras em nosso dia a dia … Tantas amarras de horários … E nos esquecemos de apreciar o por do sol …
Que em minha cidade é belo. As vezes curto as estrelas … E o canto dos pássaros ..
Hoje vi quatro maritacas em minha rua.
Porque temos a preguiça de visitar amigos doentes … E porque os amigos não apreciam alguns dias de suas licenças médicas para viajar . Pois navegar é preciso.
Queiramos ou não. Nosso planeta esta a solto no espaço … E nos fazemos o que presos a gravidade?
Navegar é preciso … Criemos nossas caravelas …
O ano passa estamos em Agosto vivemos uma estiagem sol sem chuva …
E abrimos a boca para reclamar … Reclamamos de tudo … De governos ,,, De políticos …
De nossas amizades … Quem sabe de amores que ainda não conquistamos.
E nunca nos silenciamos para apreciar um fim de tarde …
Alguém já me falou da tranquilidade do inicio da tarde onde nada parece acontecer …
Daquelas tardes quentes de verão … Das madrugadas de insonia …
Onde a reflexão sobre o viver vem queiramos ou não.
Tudo que quero é uma areia quente da praia. Ou uma água fria de uma cachoeira ..
Nem sei se meu organismo aguenta … Mas é uma felicidade de momentos …
Andar por entre a Mata Atlântica …
Como diria Camões navegar é preciso … Vamos atravessar o Atlântico a nado …
Afinal a Africa esta logo ali a um tirinho de espingarda …
Devemos desvendar nossa alma … Vamos parar para ver um por do sol afinal são alguns minutos que finda um dia e faz vir a noite …
Como diria Camões navegar é preciso …


João Carlos Faria    

sábado, 24 de agosto de 2013




JOKA

Vamos as praças ...

Encerrando as transmissões deste dia aqui na rede social … Em que lugar encontraríamos tantas pessoas?
Não sei … Só sei que deveríamos tomar as praças publicas para falar de filosofia … politica …
Para debatermos nossas ideias …
Devemos retornar as praças para nos olharmos uns nos olhos dos outros …
Para sentir o sol e quem sabe o frio.
E fazer valer o calor humano.
Para sentir a cidade na rua …
Para falarmos de nossa solidão. De nossos temores.
E juntos descobrirmos que não somos tão diferentes assim …
O que afinal significa a palavra REVOLUÇÃO ???
E para que viemos a este mundo … Retornemos as praças para trocarmos livros …
Para vermos as crianças brincarem …
Para fazer a cidade viva …
Retornemos as ruas … Esquecemos nossos carros na garagem …
Peguemos uma bicicleta . …
Que as praças sejam do povo …
Com livros instrumentos musicais …
Leitura de poesia …
Se o povo retorna a praça … O bem re surge nas cidades …
O traficante vai embora … O ladrão perde o jeito ..
E porque não adentrarmos as escolas …
Enfim retornemos ao público …
E a cidadania se fortalece … E a democracia se fará nascente …


João Carlos Faria
JOKA

A humanidade é bela e não merece a escuridão

Ouvir o som de mantras em uma rádio. Enquanto enfrentamos nossos desafios … A vida se faz bela … Ouvindo música das esferas … Quantas notas musicais existem no universo. Que nossos ouvidos não capitam … Ouvir … Sentir e recitar mantras mesmo em meu tom desafinado ..
É sem tir a presença divina … Negada por muitos … As vezes em nossas atitudes nos fazemos ateus … Pois nossas atitudes que nos avalia. Não nosso discurso. Vale o que de fato adentra a nosso coração. A sabedoria é a somatória de muitas experiencias … O amor nasce em nosso coração. Hoje acredito em Deus independente de qualquer religião. Busco meu religar a mim mesmo.
Cada ser humano é uma historia e uma multiplicidade de experiencias entre Mal e Bem ..
E não sou diferente … Enquanto aprendo o amor ao chão da escola …
Enquanto na maturidade me esforço para entender os compromissos sociais … trabalho … estudo ..
E o religar-se a minha essência …
O caminho se faz difícil pois queremos que o seja … Quantas pedras há nos caminhos?
Mas uma estrada sem pedra se faz monótona … Eu que caminho sei … Como é bão um raio de Sol na nossa Gotam Cyti … Como é bom fazer um poema de uma amiga voltar a minha mente … Depois de bastante tempo. E recriá-lo em minha memória a minha maneira …
E afinal o que é a poesia ? Manifestação da essência … Também um poema que criei sobre o sol volta a minha memoria ..
Se faz vivo … E o poema de Elizabeth Souza esta em minha memoria e gravado em um velho CD …E a Cidade das Palavras é todas as cidades …
Hoje caminhei por um parque. E fiquei ao aguardo de outra pessoa … Tem hora que saímos as ruas para colher pessoas.
O ser humano se faz a única necessidade de outro ser humano …
A humanidade é bela … E não merece a escuridão …
Em poemas antigos escrevi que as baratas são essências e o homem não … Hoje discordo deste poema que esta no livro Retinas …
Já se faz urgente um parto de outro livro …
E o que é o livro uma garrafa jogada ao mar nada mais …
Que alcança algum coração …
Que saudade … Do poema que ainda não escrevi … Que saudade da música que não compus …
Quero ver o filme de um roteiro que ainda não desenvolvi …
Meus caros tudo já esta criado em meu coração … De resto é manifestar-se …

João Carlos Faria

Rádio Esoterica FM

http://www.esoterica.fm/

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

JOKA

Pó da multidão ...

Cade um milhão de pessoas nas ruas?
Virou pó ? Espero que não seja nas narinas …?
Todos os problemas seriam resolvidos …
O pais seria outro?
E tudo continua sempre igual …
E seguimos em frente ..
Enquanto os poderes nos entretém …
Enquanto seguimos modas …
E nunca damos um passo ousado.
Enquanto não mudarmos enquanto indivíduos …

Cade um milhão de pessoas nas ruas?
Virou pó ? Espero que não seja nas narinas …?

Como mudar? O que mudar?
O que nos transformamos ?
Somos vermes midiáticos ?
Seguimos a moda …
Seguimos a lógica …
Quem ousa ir contra a manada?

Cade um milhão de pessoas nas ruas?
Virou pó ? Espero que não seja nas narinas …

Espero que haja uma real mudança de nossas atitudes politicas …
Mas por enquanto tudo sempre igual..
Como canta Chico Buarque …
Cade um milhão de pessoas nas ruas?
Virou pó ? Espero que não seja nas narinas ?

João Carlos Faria


JOKA

Por entre desejos ...

O vazio … e qual é o contrario … pela ideia é o cheio ..
Amor … ódio …
Mas o que é a vida …
Certamente não é para se refletir durante uma grande roda de samba …
Mas experimentamos de tudo ..
Dias de ostracismos … E gloria …
Estamos no inferno e no céu de um momento para o outro …
Viver é somente respirar …??? ...
Recuso-me a escrever sobre politica por estes dias …
Somos livres … Um dia libertário …
Quem sabe reacionário …
A vida em rotina nos leva.
Não nos deixemos levar por ela. A rotina …
Não nos deixemos ser escravas Isaura …
Não nos curvemos a chibata de todos os dias …
Bebamos o vinho da meditação …
Busquemos refletir …
O vazio … e qual é o contrario … pela ideia é o cheio …


João Carlos Faria
JOKA

Necessidade …

Dedicado ao poema de Luiz Carlos Barata …

Viver se faz perigoso … Viver é gostoso … Deve ser estranho não ter um corpo.
Deve ser estranho morrer … Mas nascer e morrer se faz necessário.
Que aventura deve ser perder o corpo. Deixar as amarras … Os desejos …
Esquecer-se da família … Dos amores que muitos não tem …
Dos amigos …
Então enquanto vivermos … Vamos saborear a vida … Saborear a família … Amigos …
Sentir dores … Ter desejos …
Viver … É necessário … Viver é navegar …


João Carlos Faria


(Por Luiz Carlos Barata Cichetto)

Grossos tempos estes, em que o rabo abana o cachorro
Em que o pedido de um cigarro é um pedido de socorro
Que as ruas estão cheias de merda, de sangue e urina
E o importante é a vaidade, o dinheiro e a purpurina.

Grossos tempos estes, dos olhos borrifados de pimenta
Tempos coloridos artificialmente com balas sabor menta
Em que ruas estão cheias de estudantes iletrados e burros
Pichando contra a parede e contra o vento dando murros.

Que tempos grossos são estes, do controle da existência
Da morte infantil e do aborto como forma de resistência?
Tempos em que precisamos da legislação sobre o viver
E em que a morte é uma desculpa de nosso sobreviver.

Enfim, que grossos são estes tempos, de ódio disfarçado
De igualdade falsa, desigualdade real e ócio desgraçado?
Tempos das esmolas santas e do futebol que mata a fome
Em que pessoas não existem, apenas uma foto e um nome.

14/06/2013

É uma pena que jornais como O VALE não tenham espaço para publicação de poemas ou um caderno de literatura a arte as vezes retrata de uma maneira sensivel que nos faz entender a realidade aqui um poema de Luiz Carlos Barata.
Confira.  

JOKA
O primeiro contato com Luiz Carlos Barata Cichetto foi numa entrevista nowww.entrementes.com.br que entre outras coisas me fez ver que estou certo em escrever todos os dias e agora com este poema confirma-se um poeta lúcido de grande talento com uma boa leitura do mundo recomendo que Edu Planchêz grave um video. Entre outros valeu Diego El Khouri.
ou Tempos Grossos

domingo, 18 de agosto de 2013

JOKA

Midiã Ninja 

 Acabei de ver no Entrementes ...o jornal O Monteiro foi uma ilusão de ótica mas um jornal com este nome seria uma grande homenagem a Monteiro Lobato .. preso por Getúlio Vargas ... Tinha mais de cinquenta nomes para jornais.
Em tempos de mídia Ninja ... o cara era o cara ...
Temos muito a aprender com esta figura. E tantas outras ... Enfim a vida segue ...
Em tempos como criar uma editora? Como produzir ?
Vi a entrevista de Cláudio Mendel no Vale e o desafio é sempre o mesmo.
Um grupo como o Ornitorrinco não consegue criar mais grandes peças de teatro?
E o Fanke gera 120 mil de caches.
Em que pais vivemos? Nas bancas se compra NIETCHE por dez reais ...
Que pais estamos construindo? Cade um fundo de cultura nacional?
Como criar projetos sem apoio de governos?
Como fazer uma mudança na educação ?
Falta debates profundos neste pais além do mero debate eleitoral que já esta acontecendo?
E qual foi a novidade em junho nas ruas?

João Carlos Faria


JOKA

Para não darmos tantas bola fora ...

Nestes momentos estou tirando umas férias de qualquer escrito de cunho politico.
Tem hora que cansa dar estas focadas na vida politica.
Nada contra mas cansa. A vida tem suas levezas e sutilezas.
Tudo passa e governos mais ainda. Tem hora que a vida privada é bem melhor que qualquer causa pública.
E estamos numa época que tudo esta politicamente correto nas luzes dos holofotes.
E por baixo do pano tudo sempre igual.
Quem sou para dar tantos palpites infelizes.
E a um poder bem maior que governos e partidos políticos.
O econômico. E quando nos manifestamos acabamos dando uma força para estes jogos.
Nada como conversas de bastidores para perceber qual é o jogo?
Para não darmos tanta bola fora.
No mais preciso desenvolver um lado mais empreendedor. E fazer acontecer.
Dar milhos a pombos cansa.
Eu conseguiria fazer diferente se estivesse no comando do jogo?
Acho que hoje faltam articulistas que consigam achar o ponto da veia.
Não acredito em analises imparciais. Nem na isonomia da imprensa.
Todos temos nossas opiniões. Também não acho que a imprensa vá acabar.
Profissionais são importantes. Tem formação.
Para a vida politica deveria se ter também uma formação.
Desde que me conheço o dólar sempre varia.
E mercado tem humor. O mercado é gente?
O que estes humores interfere em nosso dia a dia?
Se na hora de trabalhar só nos sobra sempre uma variação minima de possibilidades.
Quem escreve livros de autoajuda só serve para os autores.
A percepção nos dias de hoje deve ser bem aguçada. Falta uma formação politica para o cidadão comum e a educação conseguirá dar estas respostas?
Falta um entendimento para o cidadão do que é o mercado de trabalho.
Mas acho que a vida tem prazeres bem mais interessantes. Também gosto de ler jornais.
Mas devemos ir além disto.
Enfim poder distanciar-se me ajuda a entender melhor a sociedade na qual somos atores ou simples
marionetes?
Se bem que atores seguem roteiros. Então sejamos os roteiristas de nossas vidas.



João Caros Faria

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

JOKA

Sabores da alma …
Ao resistente Wallace Puosso

Vivemos numa época em que tudo deve se falar em felicidade não se pode ler poetas em bares … Não se pode ler Bukowski …
Será que nos cabe o silencio?
Não sei … Será que devo romper meu silencio …
E voltar a declamar poemas?
Não sei … A arte nos incendei nos transforma …
Nos faz tornarmos um pouco humanos …
Quero ler Nietzsche …
Vou é fazer vídeos sem pé nem cabeça com Nietzsche …
Chega a filosofia nos transforma …
A arte nos revoluciona …
E o mundo precisa ser menos cão ..
Nada contra Ivete Sangalo ,,,
Mas cada coisa em seu momento …
Vá poeta
cantar seus versos … nas ruas …
A cidade precisa de poetas …
Chega de cidades tecnicistas …
Não somos maquinas …
Somos seres humanos ,,,
Temos dores, amores e sentimos o sabor da vida …


João Carlos Faria  

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

JOKA

Dentro ...

Mentir .. divulgar … esclarecer …
Complicar ,, explicar …
Difamar …
Mentir ...divulgar … esclarecer …
Acreditamos em tudo?
Nos emocionamos ..???
A vida acontece fora da rede …
A ilusão se faz …
Na rede …
Quero uma rede de balanço …
E uma boa prosa em encanto …
Desligo a internet …
Desligo a TV …
E busco me religar …
A vida acontece dentro de nós.


João Carlos Faria
JOKA

As escuras noites

O universo se expande. Minha cabeça se expande com o cantar de Nietzsche sua voz ecoa pelo século vinte e um. Segundo um amigo se fará presente daqui a mil anos.
Em algum lugar do futuro estaremos debatendo Nietzsche se bem que Solfidone sempre dizia que já estávamos juntos desde o Egito.
Ajudamos na construção das piramides . É a vida na eternidade mas este momento se faz presente só este momento. Em que nas madrugadas conto estrelas e espero o cantar dos pássaros em meio a uma selva de pedras.
Quem derá poder dormir. Faz tempo que não sei o que é uma boa noite de sono. Dormir é um prazer. Enquanto não despertamos deste eterno sonhar.
Como Nietzsche fala em sua leveza sobre religiões. E decreta a morte de Deus … Nem sempre concordo com que escreve. Não sou agnóstico. Mas temos que achar nosso religar. Sem precisarmos de instituições. Mas nos seres humanos não nascemos sozinhos.
Precisarmos de nossos pais .. ou alguém que nos crie. Precisamos de uma educação que nos faça humanos? E vivemos hoje numa sociedade de hiper consumo.
Será que somos tão diferentes assim do mundo de Nietzsche ? Este filosofo amplia meus horizontes. Quebra o tabu ao falar de Deus ou na multiplicidade. Coloca a matemática num importância divina. E já fiz escritos sobre a matemática. Temos que dominar os cálculos entender a razão e a metafisica.
Deus não precisa aparecer para mim para mostrar que existe. Os cantos dos pássaros nas madrugadas comprovam sua existência.
A fé organizada se faz necessária em suas diversas culturas … Muçulmanos … Cristãos ...Budistas religiões Afro … E segue …
Cada um que descubra sua fé … Tenho a minha e já não preciso prega lá.
Já basta Jesus Cristo em sua cruz ...
Caminhos são caminhos de qualquer maneira sempre passamos pelos abismos. Pela dor para se chegar ao amor.
Não devemos temer a solidão. Nem as escuras noites.
É clichê mas o Sol se faz brilho. E um dia quem sabe seremos estrelas …
Para ter fogo necessita-se a faísca … Enfim para refletir precisamos debater. Nos questionarmos …
Ninguém carrega a bandeira da verdade. Enquanto Alguém debate ...
Quem ousa pegar a lampada de Diógenes?
Se ainda não nos fizemos homens?
Se ainda estamos adormecidos?
Cade Diógenes ?
Se um dia tornar-me cineastas. Quero registrar na tela as ideias de Nietzsche … Eu as devoro … as trasformos e as reciclo … Somo autofágicos … Somos Oswald de Andrade …
Cade a luz? Estamos em trevas?
Cade as trevas ? Estamos na luz?
Cada um que construa sua escada ?
As escuras noites sem ver pirilampos estamos na cidade … Não vivo na Mantiqueira.
Não canto o mundo a partir da cidade de Monteiro Lobato como Ricola.
Estou na selva de pedra … Na cidade na urbe …
E cade Solfidone ? Em algum lugar colhendo seus signos ...
Não importa continuaremos através dos séculos na eterna busca da Ciência do Bem e do Mal ..
Enfim … a vida segue … Vou caçar pirilampos … Enquanto em Paris a moça retratada por Cassiano Ricardo toma café …
Hoje já não há bolsa … Mas o comunismo e o fascismo se debatem … E sinto que já não sabemos a diferença …
É a vida bem e mal estão dentro de nós …
No mais sigamos nossa estrada de ilusões, amores …
Enquanto a selva de pedras nos consome ...


João Carlos Faria  

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

JOKA

Mistério não revelado ...

Ser ou não ser pavão. Resistir ou desistir?
A vida vai se levando ao vento …
O tempo passa e algumas coisas sempre iguais …
As pessoas são outras , mas os personagens são os mesmos …
Nem sei em qual esteriótipo me enquadro?
Não quero estar enquadrado em nada …
Já não quero ser pavão.
Quero ser mistério não revelado …
Quero ser silencio …
E não se fazer percebido …
Quero é observar …
Ser ou não … Ser desistência …
Ser resistência …
Quantas vezes já vi estas cenas … As pessoas as vezes outras …
Mas a cena sempre a mesma …
Ser ou não ser pavão. Resistir ou desistir?
Insistir se o jogo … Sempre jogado é o mesmo …
E o calor humano … A vaidade esfria ..
E as fogueira se acende com poucos …
A solidão nunca é escolhida …
Mas necessária …
Na jornada das cartas estamos sempre sós …
Ser ou não ser pavão. Resistir ou desistir?
E tudo sempre se repete … Em capítulos …
Em círculos … Que nos leva …
De uma grande torre num caminho direto ao inferno … As vezes somos jogados da torre ...
Caronte não entrarei neste barco …
A burocracia não me deixa chegar ao barco.
Eu fantasma na terra … Sem ter permissão de chegar ao inferno …
Ser ou não ser pavão . Resistir ou desistir?
É melhor navegar em mares bravios … E adentrar a floresta de nossas almas.
Nosso caminho é sem volta …
Como diria Allen Ginsberg … Senhoras levantem suas saias vamos atravessar o inferno …
Dante atravessou … e chegou aos céus …
Agora é nossa vez …
O lance é ser gente como qualquer gente …
O lance é se descobrir humano. E caminhar pela vaidade sem se deixar contaminar …
O lance é se ver no outro … Espelho que reflete nossos demônios …
Ainda temos esperança … a ilusão se dissipa …

João Carlos Faria

Musica Pavão Misterioso de Ednardo ...


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

JOKA

E somos lidos pela C.I.A

Itamar sempre quis visitar o mar ...Se rima não posso fazer nada … Já se criou a poesia abstrata?
Não sei ...Mas que rumo tomaremos se perdemos a ilusão?
Itamar Assunção sempre me foi uma icognita musical?
Eu que não sei tocar … E faz tempo que não componho …
E as areias da praia registrada em meus calcanhares …
E Aquiles resolveu andar de bicicleta antes de ser flechado nos pés …
Quando brigava com a policia na Paulista …
E Tom Zé caminha sem rima e apé …
Enquanto Jorge Mautner vai a Aparecida a pé …
Opa a rima foi suprimida pelos modernistas ..
E lobão não vai as ruas …
Rita Lee vende doces nas esquinas para se inspirar e fazer uma música …
Tico Santa Cruz mergulha no apoador … E da de cara com Cazuza que resolveu descer do ônibus e dar um olhada na praia …
E de repente Elis Regina abraçada com Vinícius de Moraes compõem uma nova música …
Janis Joplin faz amor com Sr. Gay …
Que encanta o Rock in Rio …
E em Sampa novas manifestações … Enquanto eles passeiam de jatos …
E somos lidos pela C.I.A …
E cade Nietzsche ?
E no Uraguai a maconha é liberada …
Enquanto no Brasil é proibida de mentira …
Itamar sempre quis visitar o mar … Se rima não possa fazer nada …
Cade Oswald de Andrade faz amor com Pagu …
E José Dirceu pega as moças nos anos sessenta …
Enquanto os cassetetes comem solto …
E a liberdade se faz verde … E o amor ? Cade o amor ?
Não sei … Afinal para que escrevemos ?
Se tudo se esvai … Mas escrever é um grande barato ...
Se nos espionam graças a Deus temos leitores …
E gritei enfrente ao consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro fascistas?
E Edu Planchez corou de vergonha … Vamos internar …
E cade o mar Itamar?


João Carlos Faria  
JOKA

Agora

Desfaço me de mim … Sem nostalgia …
Chega de rememorar o passado em distantes madrugadas …
Tudo se faz agora …
Não há futuro nem passado …
Tudo se faz hoje …
Antes mera distorção da mente …
Amanhã página em branco …


João Carlos Faria  
JOKA

HOJE

Riscar e rabiscar poemas … Escrever ...Viver … A vida
se faz presente …
Enquanto respiramos … E ela se faz mistério …
Quantas e quantas vidas já vivemos ,,,
Mas só existimos hoje …
No mais tudo vã ilusão …
Tudo mera utopia …
Jogos de poder …
Vamos viver só este momento …


João Carlos Faria
JOKA

Viver

Afinal vivemos e ai?
Gastamos nossa energia …
A semana passa. Os dias passam.
Só não passa a vontade de viver …
Só não passa a vontade de ser feliz …

João Carlos Faria


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

JOKA

É melhor estar fora da festa ...

Em meus momentos atuais sou menos internet, menos Facebook. Tentando parar de assistir tanta TV e ler muitos jornais. Estou descobrindo que temos uma vida no mundo real bem mais cheia de novidades que esta vidinha ilusória da internet … Só entro agora para escrever alguma coisa. Fazer atividades da faculdade e dar uma pequena espiadinha no Face para ver algo novo.
Mas estamos nos repetindo na internet. Não iremos mudar nada a partir de que as pessoas não se encontrem de verdade.
É uma grande ilusão acharmos que iremos descobrir grandes amores no universo virtual ou faremos revolução. A vida cotidiana e real passou a ter um grande valor para mim. A um sol brilhando ali fora enquanto escrevo.
Há estudantes aguardando para que eu me torne um grande educador. E não no sentido que eu vá fazer revolução no chão da escola. Mas que eu de um pequeno norte. Que os ajude a aprender a ler e escrever. Que lhes ensine matemática e português.
Que os incentive a refletir sobre o mundo. Não tenho nenhuma resposta do que é a vida. Mas mergulhar em ideologias tanto de esquerda ou direita já não me agrada.
A politica e arte enquanto movimento sempre foi uma ilusão em minha vida. Quero a vida normal de coletivos lotados. De hospitais lotados. Já não começo a me preocupar em que partido votar. Ou se continuará ou não a ter manifestações nas ruas.
Se for a um evento de arte será para ver pessoas. Se for numa reunião de politica será para ver pessoas. Elas as pessoas o ser humano me interessa em muito. As causas sociais são uma grande mentira. Governos e poder passam o Sol sempre brilha.
Quantos e quantos governos já vi passar? Quantos Sassás Mutemas já elegemos.
Desculpem já não quero me iludir nunca serei um politico ou um artista de grande talento. Mas posso ser um professor que ame o chão da escola.
Que não se negue a ensinar. Que compreenda a necessidade da inclusão. Que se veja no próximo.
Se ser professor e ganhar pouco já não me importa sempre vivi com pouco. Se ser professor e sempre ver a incompetência dos dirigentes não me importa.
Dentro da escola podemos fazer diferente. Sem nenhum medo. As ideias de cultura e arte para mim estão ultrapassadas sempre fazemos tudo da mesma maneira que para mim não chega a lugar nenhum.
Não sei porque insisto em manter minha conta no Facebook é que fechar dá trabalho e não sou tão fechado assim.
Mas precisamos descobrir novos caminhos. Hoje me relaciono com o povo e não pseudos artistas e os que se acham políticos.
Com minha visão se eu chegasse ao poder em breve seria odiado. Ia tentar mudar tanta coisa que seria expulso da comunidade.
Minhas ideias não iriam agradar esta maquina viciada que é a politica e os podres poderes desta nação.
O modo que fazemos da vida politica nesta nação tupiniquim esta falido. É podre e nefasto.
Então é mais saudável estar fora da festa.
A industria cultural é perversa e nos vende lixo e mais lixo. Que não nos reflete.
Então é melhor estar fora da festa. Ando lendo de mais preciso me silenciar.
E descobrir a força e a energia do homem comum.
A vida é bem melhor se esquecermos ideologias. Governos … E qualquer poder que tente nos manipular …
O Sol brilha caminho em direção ao sol ...


João Carlos Faria

domingo, 4 de agosto de 2013

JOKA

É melhor tirar os sapatos e andar descalço ...

Estou no momento lendo Nietzsche A gaia ciência … O cara é uma grande figura com uma escrita profunda e mesmo assim fácil de assimilar ??? Uma editora esta lançado dez títulos nas bancas … Nietzsche para mim deixará de ser comentado e passará a ser lido não sei se tenho tanta sabedoria para entender tal filosofo. Mas ler é uma grande aventura como também escrever. As incertezas são tantas. Temos a vontade e o desejo de escrever muito bem. Mas conseguimos interpretar o mundo de uma maneira correta?
Ainda mais eu que tenho astigmatismo. Um ouvido ruim as vezes sou chamado de surdo e já me mandarão por aparelho. Pó já uso óculos. Tenho pouco cabelo e aos quarenta e quatro anos tenho que engolir um senhor. Não sou senhor de nada e nem de mim mesmo.
O conhecimento busco sem nenhum medo para tentar me entender. Hoje passei um belo domingo depois de uma madrugada de trabalho. Ando ganhando meu pão de cada dia nas madrugadas noite sim noite não. Mas como temos que pagar contas. E não sei enrolar o poder publico com projetos sem necessidade. Tenho que trabalhar como qualquer cidadão no mundo. O trabalho financia meus escritos. Para os que se mentem a ser artistas e políticos o trabalho comum causa horror. A mim já não causa é um ótimo laboratório para analisar o homem em seu meio. Em suas coragens e fraquezas.
Acho que nos seres humanos somos sempre mais medo que ousadia. Temos medo de tudo de ficar sem emprego. De morrer que as pessoas amadas morram. De expressar o que sentimos e também o que não sentimos.
E por isto estudamos, fazemos faculdades. Mestrado, doutorado. Desculpem não consigo entender tanta especialização no meio acadêmico? Estou mais para autodidata que acadêmico.
Acho que neste pais falta um investimento na formação de Matemática e Português das crianças e de nos adulto.
É a vida. Temos tantas pedras no sapato que as vezes é melhor andar descalço. Mas sempre seguimos em frente. Não dá para voltar para trás. No máximo uma constante reflexão sobre nosso passado que marca nosso corpo e nossa alma. E nos ajuda a cometer menos bobagem. Mas me ensinam constantemente que temos que viver o agora o hoje e nada mais. O tempo sempre passa
mesmo. Estamos num bom momento da historia no mundo e no Brasil uma grande transformação se faz. Mas para onde? Como ? E porque?
Há muito de modismo. Coisas passageiras. A muita manipulação. E somos completamente monitorados pelo sistema que para mim somos nos mesmos?
Governos são uma crianção social. O estado é uma invenção humana. Assim como o comercio. Mas
Deus não se faz invenção. É inefável. É indizível. Hoje alguém nos contava historias que chamamos sobre naturais. Para nós sobrenaturais. Mas para a natureza não é novidade. Enfim viver se faz uma grande aventura mesmo em nossa vida cotidiana. E temos sempre a corda da liberdade para nos enforcar.
E as paginas em branco de cadernos e computadores para escrever. Ainda não sei desenhar,pintar, tocar nenhum instrumento.
Mas tudo vai se arranjando. E vamos tocando a vida quero é tocar viola. Curtir um samba muito bom dias deste. Enfim a arte nos embriaga.
E nos faz crer e ter alegria de viver.
Tem um movimento que anda bem próximo do terrorismo. Que quebra tudo em manifestações de rua isto é coisa de otário.
O sistema nos aperta ainda mais quando coisas assim acontece. Lobão esta certo devemos as vezes não sair as ruas. Irão por qualquer bandeira em nossas mãos.
Já não quero saber de bandeiras. Que tal um porta estandarte … E um desfile pelas ruas … Como no filme Febre do Rato de Cláudio Assis.
O filme é de uma grande viscelariedade. Num anarquismo de uma forma ousada que coraria Bakunin.
Enfim a vida esta ai em suas possíveis e impossíveis experimentação qual das pilulas tomaremos?
Hoje vi Emila estava em Nova Yorque numa banheira fugiu das páginas dos livros de Monteiro Lobato.
Vamos viver … Vamos nos arriscar ...


João Carlos Faria

Já nas bancas coleção essencial de Nietzsche …
A dez reais …
Pela editora Escala.

Filme Febre do Rato diretor Cláudio Assis


sábado, 3 de agosto de 2013

JOKA

Samba na veia

Samba na Veia parabens ao Sesc São José dos Campo nesta ultima sexta feira tivemos este grupo de Samba que fez a alegria da sexta -feira ... É o samba bem dentro de nossos coraçoes ... É a alma brasileira ... Direto de Sampa ... E a nossa querida Fundação Cassiano Ricardo ?
Que programação nos oferece ?
Esta na hora de se rever este modelo. Se investe uma fortuna na cultura da cidade cade o resultado?
Precisamos de Ação sem discurso ...
Carlinhos Almeida continue com suas reformas ... E teremos um grande governo ... Preste atenção na Cassiano Ricardo ..

João Carlos Faria