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sexta-feira, 19 de abril de 2013


São José dos Campos sem identidade?

JOKA


Dizem os amigos que estou muito emocional em meus textos. Me deixo levar pela emoção. Mas
diante de uma critica do Júlio Otoboni em relação a queda do hotel de Remo Cesarone devemos ficar em silencio? Eu amo esta cidade e este Vale do Paraíba. Aqui cresci e aqui vivo.
Esta cidade é nossa. Não faço criticas a Fundação Cultural Cassiano Ricardo pois sei da competência de Alcemir Palma. Mas a cidade precisa agilizar o Fundo Municipal de Cultura. Queremos rapidez da administração Carlinhos de Almeida. Minhas criticas em relação a administração é no quesito das relações politicas que se mantem a mesma. Parece que
Carlinhos segue as regras de articulação de Emanuel Fernandes um politico que tem a simpatia da população joseense. Mas nos enquanto oposição sempre questionamos a relação politica com a Câmara Municipal esta administração até agora parece mais do mesmo. Ainda não vimos uma identidade nova na administração.
E a cidade precisa de mudanças. Precisa-se investir em arte e cultura. Tá ainda não pegarão o jeito de administrar a cidade. Mas não precisa copiar em tudo a antiga administração do PSDB.
Queremos ousadia de Carlinhos de Almeida para que prédios históricos não continuem a cair.
Vivemos em uma sociedade capitalista onde a economia sempre fala mais alto em relação aos valores de uma comunidade. Por isto temos que ter uma Fundação Cassiano Ricardo pró ativa que antecipe-se a problemas como este. Que desenvolva novos projetos. E que ouse repensar esta velha formulas de Festivais.
Precisamos de uma programação continua. O único centro cultural da cidade hoje é o SESC cade as atividades artististica e culturais no prédio da extinta secretária de Juventude?
Ali tem um grande espaço que pode se tornar um espaço de arte que agite a zona sul e toda a cidade?
Cade uma proposta de abrir as casas de cultura aos domingos e feriados?
A cidade precisa respirar novos ares. Precisa-se debater. E é papel do poder publico municipal incentivar as artes e a cultura.
Em Caraguatatuba tem museus e um teatro bem estruturado. E cade a continuidade da obra do teatro municipal?
Quando a comunidade da região leste vai ter o teatrão de novo para a comunidade?
Quando teremos um vestiário no Parque da Cidade? Uma lanchonete ? Um restaurante?
São perguntas que precisam de resposta. Cade o patrimônio histórico que não estava alerta em relação ao hotel?
Ainda podemos reaver via parcerias com a iniciativa privada o Cine Palácio, Paratodos.
As novas gerações desconhecem estes grandes cinemas.
Na gestão de André Freire na Fundação Cassiano Ricardo foi preservado o Cine Santana.
E a cidade teve inúmeras casas de cultura inauguradas na época. E de lá para cá são quase vinte anos.
Não é hora de rever a ideia das oficinas culturais. Não é hora de pensar-se em uma nova forma de ação cultural?

JOKA

João Carlos Faria  

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