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sexta-feira, 5 de abril de 2013


JOKA

Sol

As asas … as asas de Malar mé … Ele voa … em rasantes …
Outonais … Voa com as mãos dadas a Clarice …
Os dois atravessaram o espelho … E nas nuvens … dançam …
Veem infernos … E dimensões inimagináveis …

E saltam, atravessam as paredes de seus cérebros.
Fazem amor em distantes ilhas desertas …

Viajam por estrelas … A felicidade é inabalável …
Malar mé e Clarice …
Eternos amantes … Sem limite em voos …

Suas asas não derretem … Já atravessaram o Sol …
Nadaram na lua …

Chegaram ao seu lado escuro …
E dentro de si mesmo vivem …

Quantos sois podem haver e estar dentro de nós?
Que a luz do Sol aqueça nossas cabeças …

E sobreviventes seremos … Quantas idas e vindas …

Malar mé e Clarice amam -se em inefáveis galaxias …

Tão distante que nossa imaginação não as concebe …

As asas … as asas de Malar mé … Ele voa em rasantes ...
Outonais … Voa com as mãos dadas a Clarice ...

JOKA

João Carlos Faria

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