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segunda-feira, 29 de abril de 2013


JOKA

Nosferatu

Uma madrugada em claro. E as luzes da cidade.
A noite sem mistério.
Sem poemas para ler.
Sem a metafisica na escrita.
E a metafisica de dentro de mim. Do amago da existência.
É a vida desvelando-se em mistérios.
Ó noite profunda noite … Há contemplar estrelas ...
A ver o move-ser do tempo. Sem a presença de Nosferatu.
Cercado pelos meus próprios fantasmas.
Noite profunda e que passa …

João Carlos Faria

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