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quarta-feira, 24 de abril de 2013


JOKA

Fantasmas sorriem diante da tarde ...

Fim de tarde … E a paciência percorre meus sentidos.. Leio poemas de tom forte. Leio poemas leves …
É a vida em seus vários discursos.
E fantasmas sorriem diante da tarde. E desejos afloram ..
E os vermes nos esperam … Com calma …
E a alma trabalha …
Respiramos, vivemos … E a vida é cheia de vivencias.
Leio poemas na tarde de outono.
Nas manhãs lemos jornais … Caminhamos pela cidade.
Mercados municipais, pasteis …
E na tarde a poesia em fúria … A poesia na concepção masculina e na visão feminina.
Quantos poemas numa tarde de outono.
Quantos sentires … E náufragos apanhamos garrafas nas tardes.
Que nos trazem almas, pesadelos, sonhos …
E a leveza do existir ...

JOKA

João Carlos Faria

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