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terça-feira, 30 de abril de 2013


JOKA

Em nome de que?

As estrelas dançam … Em bailes … Onde as vezes assistimos sem que nos apercebamos. A vida é vivida sem que nos apercebamos. Hoje alguém de minha vida na infância foi-se. Alguém de um passado distante num infarto fulminante. É a vida morre-se antes dos quarenta e depois. Enfim morremos. É para onde vai os sonhos de uma pessoa? Quando partimos deixamos tudo para traz. Então para que estarmos apegados a sucesso ou fracasso? Hoje vi a historia e a vida do pianista Male k Jande li que faz de sua arte politica. Sei que a politica é árida. As vezes monótona cansativa. Sei dos fracassos e acertos da politica. Por estes dias houve muitos atentados onde cidadãos livres matam em nome de que?
De revoluções? Guerras contra injustiças sociais? Mas este tipo de atentado só acirra os ânimos no planeta? Prefiro artistas que compõem obras contra a tirania como no caso deste pianista. Que nos fala da Síria? Nunca vi a violência de um atentado politico resolver a situação de nenhum povo ou pais? As vezes nos exaltamos quanto a tirania que se espalha no mundo. Mas não adianta partir para a violência. Para a guerra. Sei o quanto é difícil alcançarmos nossa paz.
O que ganharam estes dois irmãos que fizeram o atentado em Boston? Ou o homem que atirou em muitas pessoas em Roma?
As vezes escrevemos de forma exaltada contra os políticos. Epa as vezes colaboramos para que esta situação continue. A politica é um caminho também de consolidar avanços em todas as sociedades.
Muitas vezes nos esquecemos do sentido do poema de Bertolt Brechet que nos fala do analfabeto politico.
Devemos refletir com estes acontecimentos e nos sentir sim responsáveis pelo mundo em que vivemos pois o movimentamos com nossas ações.
Precisamos nos conscientizar de nosso papel neste planeta por mais breve que seja a vida. A politica não precisa ser tão árida assim. Como nos disse Ché Guevara aí de endurecermos sem perdermos a ternura.
A vida é breve. E o Universo se faz permanente. E morrer não deve passar de uma transformação de energia. A vida é uma aventura mágica. E há muito por realizarmos a felicidade esta ai em todos os momentos. Ouçamos a música de Male k Janda li.

João Carlos Faria

segunda-feira, 29 de abril de 2013


JOKA

Nosferatu

Uma madrugada em claro. E as luzes da cidade.
A noite sem mistério.
Sem poemas para ler.
Sem a metafisica na escrita.
E a metafisica de dentro de mim. Do amago da existência.
É a vida desvelando-se em mistérios.
Ó noite profunda noite … Há contemplar estrelas ...
A ver o move-ser do tempo. Sem a presença de Nosferatu.
Cercado pelos meus próprios fantasmas.
Noite profunda e que passa …

João Carlos Faria

sexta-feira, 26 de abril de 2013


JOKA

Febril ...


A noite. A febre e a dor. Desejos, cansaço. Vida. Quantas vezes vem o cansaço. Que sim faz parte da vida. Como os medos. É a vida … Cheias de novidades, paginas em branco a cada dia sendo preenchida.
Nada se repete. E nem tudo é novo como canta o Eclesiastes. Mas viver com dores faz parte. Com angustias temores. Só assim descobrimos nossa felicidade. O cotidiano deve ser experimentado com muita novidade. Pois nele descobrimos pessoas novas. Pessoas que nos contam suas histórias de vida que para mim nunca é comum é singular. Cada ser humano pode gerar grandes obras. Cada ser andante pelas ruas há um universo de infinitas vivencias. Cada um é um livro. Uma parte da historia
do planeta. As vezes nos dizem mais que inúmeros livros que lemos.
E assim seguimos nesta jornada bravia pela vida … Vida plena de prazeres, amores e sabores.
Pelas avenidas de bairros que quase nunca visitamos. Que nos traz um olhar novo pela cidade.
O cotidiano este que as vezes nós reclamamos. Imaginem uma vida em férias cheia de facilidades.
Seria monótono não nos acrescentaria em nada. Não teríamos vivencias.
Para vivermos bem devemos sempre tem um olhar novo para o mundo.
E assim fazemos nossas jornadas …

João Carlos Faria

quarta-feira, 24 de abril de 2013


JOKA

Outono

É tarde, preciso desligar … A alma clama pelo silencio.
A alma clama para estar só. O silencio desta tarde fria.
Nos faz sentir a beleza da vida.
Canto todas as estações do ano. Cada uma delas tem sua beleza.
Mas no outono a poesia se faz presente.
É tarde, preciso desligar... A alma clama pelo silencio …

João Carlos Faria



JOKA

Nós artista sem vintém ...


O que mais me chamou a atenção nesta matéria e Tão Zé fazer o tal do e p em dois meses.
Para dar respostas. Beber ou não coca-cola é o de menos. Emprestar a voz é o de menos.
Mas artistas deste quilate de Tom Zé influenciam. E a industria cultural? Quem a domina?
Será que um CD deste vende? Quanto custa para produzir um CD deste?
Nós artistas sem vintém. Não temos grana para produzir, cds, livros.
Se investirmos quinze mil reais para produzir um CD dentro do comum da industria musical não
teremos retorno?
Enfim que arte é esta? Tão Zé foi vitima destes mecenas. Ficou em ostracismo por mais de vinte anos.
E agora acha ruim de se debater se ele esta certo ou não de falar que a Cola – Cola é a bebida de todo mundo?
Para mim a bebida de todo mundo é água.

João Carlos Faria    

JOKA

Fantasmas sorriem diante da tarde ...

Fim de tarde … E a paciência percorre meus sentidos.. Leio poemas de tom forte. Leio poemas leves …
É a vida em seus vários discursos.
E fantasmas sorriem diante da tarde. E desejos afloram ..
E os vermes nos esperam … Com calma …
E a alma trabalha …
Respiramos, vivemos … E a vida é cheia de vivencias.
Leio poemas na tarde de outono.
Nas manhãs lemos jornais … Caminhamos pela cidade.
Mercados municipais, pasteis …
E na tarde a poesia em fúria … A poesia na concepção masculina e na visão feminina.
Quantos poemas numa tarde de outono.
Quantos sentires … E náufragos apanhamos garrafas nas tardes.
Que nos trazem almas, pesadelos, sonhos …
E a leveza do existir ...

JOKA

João Carlos Faria

segunda-feira, 22 de abril de 2013


JOKA

Apos ler Gregory Corso …na página de Léo Mandi ...


Caímos,no fundo do abismo.
O sangue fervia. Estranhamente estávamos mortos.
E caímos nos infernos. E Caronte tinha uma cara apavorante.
E não tememos. Vamos enfrentá-lo …
Vamos jogá-lo no lago.
Pegar Satanás a unha … Afinal tínhamos dúvidas.
Vamos tomar o inferno para nós.
Sem medo. Vamos atravessar este inferno …
O velho Ginsberg gritava senhoras levantem suas saias vamos atravessar o inferno.
E chegamos ao barca, tiramos todos, enfrentamos alguns demônios.
Eu Edu Planchez … E alguns outros e um Demônio gritava pasmem pasmem …
Eles vão acabar com o inferno. E seguimos nossa jornada.
E tudo que foi narrado no livro era real.
E estranho aparentemente não tínhamos medo.
Edu Planchez delirava ao ver tanta luxúria.
E precisamos passar pelo inferno … Descer aos abismos sombrios de nossas inexistentes almas.
É Gregory Corso nos acompanhava … E a maldita geração beat …
Mas afinal o que é ser poeta …
E passeávamos pelo inferno afim de descobrir …
Pareciam séculos. Enfim o Demônio maior falou chega …
Manda este povo embora daqui …
E saímos do fundo do abismo …
Para enfernizalos …

JOKA

João Carlos Faria      

JOKA

Mahhatan Connection

Páginas de jornais em nossas mãos como sou careta eu gosto de um bom jornal por entre as mãos ler O Vale, Folha de São Paulo fazer comparações entre uma matéria e outra. Parece que lendo noticias via ueb você fica desinformado. E não é que pasmem Diogo Maynard tem esta noção e brada no Manhattan Connection. Ele acha que a internet mais desinforma que informa. Que esta tudo jogado ao vento que é o fim da profissão de jornalista.
Não chega a tanto agora a Folha de São Paulo esta com um programa de computador que impede a leitura no site se não estiver cadastrado ou ter a assinatura digital como no Vale e na Folha você não acessa noticia. E eu erro na hora de me cadastrar. E ai tenho que ir as ruas a cata de um jornal. E é um prazer uma hora lendo sem parar. Sem poder escrever um texto no meio da matéria. Parece que já temos uma cultura de ler jornais um jeito de folhear escolher as matérias e fazer comparações enfim um jornal na mão nos deixa mais críticos. Faço questão de quando for dar aulas levar jornais para ensinar as crianças o prazer de ler um jornal. Vamos ter que criar esta cultura para o modelo digital. Na internet o prazer esta mais no diálogo. Criticar o Judas que é governos e o de menos para podermos trocarmos ideias. Afinal a classe politica ganha muito bem para cumprir seu papel de judas. Quero é aprender a fazer charges epa um amigo foi processado. Mas devemos tomar o cuidado pois os Judas tem um batalhão de advogados para processar críticos desavisados.
É a democracia que um filosofo nos contou que não esta tão democrática assim ela esta a serviço do capital vide as empreiteiras, industrias petroleiras e demais empresas que bancam eleições no mundo todo. E num artigo da Folha deste domingo um articulista falou que o governo Obama esta de olho nas democracias latinas. E disse que até o PT deve se cuidar. Epa estamos ameaçados por uma nova edição da Operação Condor? É somos eternos quintais da Irmã do Norte? Cade nossa independência?Parece que ninguém esta alerta para estes problemas da conjuntura internacional. A nova Roma comanda o mundo. E elegeram os Muçulmanos como inimigos da democracia e todos acreditam. Precisamos ler jornais, revistas, precisamos debater na internet. E debater nas ruas. Criar espaços de debates. Em Baguidá no Iraque existe mais de duzentos sarais para se debater políticos e aqui os sarais existem para batermos palmas para nossas vaidades. E nem prestamos atenção na obra do outro. Que tal sarais para debates entre direita, esquerda e o centro. Opa hoje todo mundo é centro estamos num grande centrão. Ai seu tivesse a verve do Macaco Simão. Epa preciso arrumar uma grana para assinar a Folha e se a moda pega daqui a pouco O VALE. Como diria velho Abujanra ai ai ai de mim. Estamos numa sociedade capitalista e preciso aprender a ser empreendedor. Pois professor neste pais só passa aperto. A vida é dura mas nos nos divertimos.
Vamos malhar os judas ?

JOKA

João Carlos Faria             

domingo, 21 de abril de 2013


JOKA

Criamos guetos sociais


O dia que não mais separamos militância politica de militância literária.
Cultural pela defesa de minorias.
Ai talvez aprenderemos a fazer politica. O dia em que a sociedade voltar a
debater a politica em praças públicas.
Onde não se faça distinção se a pessoa ocupa ou não um cargo público ai teremos
democracia.
Precisamos migrar da internet para as ruas e praças. Para encontros pessoais ai começaremos
a ter mudanças. Enquanto isto falamos aos ventos.
Ninguém ouve, ninguém vê.
E a desprezo e arrogância.
Não há vontade real de mudar esta nossa pobre sociedade.
Que se exclui da luta por mudanças de comportamento.
Debater orçamento municipal é função das Câmaras Municipais e não do executivo.
Aos executivo cabe executar.
A sociedade precisa estar presentes no legislativo. Nossa casa de leis e debates.
E no legislativo que refletimos as mudanças sociais.
Este desprezo pelo legislativo é uma inversão da democracia atual.
Nós somos a sociedade. E devemos encontrar soluções para mudar nossa sociedade.


JOKA

João Carlos Faria

JOKA

Tudo passa então cantemos louvores ao Pai.

Ó pai perdoe nos pela ausência de amor. Pela falta de ação.
Pela não contemplação de ti.
Perdoe nós por nossa fria razão.
Pela falta de amor. Para com o próximo.
Pela ausência de crer.
Pai que nos dá seu amor.
Que nos dá a força e a vida.
E nós debeis acreditamos na fria razão.
Negamos a eternidade.
Ó pai … Nós de a crença …
Faça-nos talentosos para compormos poemas para ti.
Para criarmos músicas para ti.
Em nossa infema existência …
Tudo é passageiro …
E nós em nossa devassidão existencial.
Enquanto mentimos para nos mesmo.
Ó pai perdoe nos pela ausência de amor. Pela falta de ação.
Pela inexistência de força espiritual ...

JOKA

João Carlos Faria

sexta-feira, 19 de abril de 2013


São José dos Campos sem identidade?

JOKA


Dizem os amigos que estou muito emocional em meus textos. Me deixo levar pela emoção. Mas
diante de uma critica do Júlio Otoboni em relação a queda do hotel de Remo Cesarone devemos ficar em silencio? Eu amo esta cidade e este Vale do Paraíba. Aqui cresci e aqui vivo.
Esta cidade é nossa. Não faço criticas a Fundação Cultural Cassiano Ricardo pois sei da competência de Alcemir Palma. Mas a cidade precisa agilizar o Fundo Municipal de Cultura. Queremos rapidez da administração Carlinhos de Almeida. Minhas criticas em relação a administração é no quesito das relações politicas que se mantem a mesma. Parece que
Carlinhos segue as regras de articulação de Emanuel Fernandes um politico que tem a simpatia da população joseense. Mas nos enquanto oposição sempre questionamos a relação politica com a Câmara Municipal esta administração até agora parece mais do mesmo. Ainda não vimos uma identidade nova na administração.
E a cidade precisa de mudanças. Precisa-se investir em arte e cultura. Tá ainda não pegarão o jeito de administrar a cidade. Mas não precisa copiar em tudo a antiga administração do PSDB.
Queremos ousadia de Carlinhos de Almeida para que prédios históricos não continuem a cair.
Vivemos em uma sociedade capitalista onde a economia sempre fala mais alto em relação aos valores de uma comunidade. Por isto temos que ter uma Fundação Cassiano Ricardo pró ativa que antecipe-se a problemas como este. Que desenvolva novos projetos. E que ouse repensar esta velha formulas de Festivais.
Precisamos de uma programação continua. O único centro cultural da cidade hoje é o SESC cade as atividades artististica e culturais no prédio da extinta secretária de Juventude?
Ali tem um grande espaço que pode se tornar um espaço de arte que agite a zona sul e toda a cidade?
Cade uma proposta de abrir as casas de cultura aos domingos e feriados?
A cidade precisa respirar novos ares. Precisa-se debater. E é papel do poder publico municipal incentivar as artes e a cultura.
Em Caraguatatuba tem museus e um teatro bem estruturado. E cade a continuidade da obra do teatro municipal?
Quando a comunidade da região leste vai ter o teatrão de novo para a comunidade?
Quando teremos um vestiário no Parque da Cidade? Uma lanchonete ? Um restaurante?
São perguntas que precisam de resposta. Cade o patrimônio histórico que não estava alerta em relação ao hotel?
Ainda podemos reaver via parcerias com a iniciativa privada o Cine Palácio, Paratodos.
As novas gerações desconhecem estes grandes cinemas.
Na gestão de André Freire na Fundação Cassiano Ricardo foi preservado o Cine Santana.
E a cidade teve inúmeras casas de cultura inauguradas na época. E de lá para cá são quase vinte anos.
Não é hora de rever a ideia das oficinas culturais. Não é hora de pensar-se em uma nova forma de ação cultural?

JOKA

João Carlos Faria  

quinta-feira, 18 de abril de 2013


JOKA

Não saberíamos mais voltar as cavernas ?

Frio cortante de outono as palavras rasgam como facas afiadas em nossa mente para tornar-se idéias. E tudo se liga … e as palavras saem gritadas … Na busca de uma gramática perfeita em bora em nossa pressa de escrever acabamos estragando as palavras? E as ideias não amadurecem é a vida. A vida nunca é perfeita. Na verdade cometemos erros a todos os momentos. E não dá para ter tanto remorso assim cabe a nós adentrar aos livros e aprender com os mestres da escrita. Devemos escrever tanto assim? Estas duvidas estão sempre presentes para mim. Mas vivemos com tantas informações e emoções o tempo todo. Estes dias andando pelas ruas viam textos fáceis carregados de emoções baratas. Textos para desestabilizar governos. Se é que algum escritor desestabilize governos? Para que escrever tantas criticas assim? E se eu você estivecemos governando uma cidade um pais?
Ou focemos grandes empresários afinal faríamos diferente? Temos todo este poder assim para mudar o rumo do planeta? Do mundo? Se não damos conta nem das nossas atividades diárias. Enfim usurpamos nossa ética a todo momento. Nunca sabemos se realmente estamos certos? Nem sei se estou certo de minha gramática. Me perco nas virgulas e pontos. Perco-me na matemática. Já me esqueci do básico e ai ? Então para que serve a educação as artes. Se não chegarmos a sabedoria nunca servirá para nada?
Tento vivenciar o que escrevo. Ou escrever o que vivencio. Hoje fiquei feliz ao saber numa conversa ao telefone que estou completamente desligado de um monte de coisas que fiz no passado.
Já não sou tão articulado. E sinto-me feliz por estar desarticulado. Não precisamos de muito. A pouco tempo tentei deixar aberto o msn de meu face. Não consegui as vezes é cinco pessoas ao mesmo tempo. E pessoas que nunca irei conhecer pessoalmente?
Tudo parece diferente e continua sempre igual de verdade temos no máximo dez amigos para a vida toda e esta é à realidade. E para dizer nas linhas filosóficas e espirituais que dizem que não conhecemos nem a nós mesmos. Hoje alguém me falou num papo mais profundo sobre um dos muitos interpretares da palavra fé. Que segundo esta pessoa que ouviu de outra e por ai vai que fé seguinifica FORÇA ESPIRITUAL fui no dicionário e não bate. Mas sempre precisa bater? Que seguinificado belo Força Espiritual. Enfim força do espirito que há em nós. Assim livremente enterpletado. E temos sim o direito e o dever de pensar por nós mesmos. E ai esta também o sentido de escrever quase diariamente registrar nosso pensar e compartilhar com quem queira nos ler.
Sem medo de errar. Gostei muito de umas critica num texto que fiz sobre o debate da diminuição da idade penal. Escrevemos para acertarmos ou errarmos. Sem nenhuma vergonha ou medo. Quanto a gramática com muita leitura,atenção e revisão vamos consertando.
Falta professores de gramaticas e matemática que nos estimule e a aprender e em breve enfrentarei este desafio de uma sala de aula enquanto educador.
É a vida como diria um canal de TV sem nenhum roteiro. E muita e muita rotina que amim não mais afeta. Quero só o tempo para refletir para que estou neste planeta. E vivemos a respirar e amar.
Não saberíamos mais voltar as cavernas. Eu não saberia voltar a escrever em cadernos e sonhar em criar jornais impressos estamos na era do livro digital. E também dos livros impressos tudo se faz somar. As letras, as filosofias e a vida politica deve estar presente em nossas vidas … Quem derá termos caminhado lado a lado com Sócrates e Platão. Eu sempre caminho para refletir sobre o mundo. Nem sempre devemos nos fechar em nossas cavernas. Devemos tentar ver o mundo além dos olhares da mediocridade comum de nossa civilização hipermoderna. Vamos além. E só o próximo pode nos ajudar a dar um passo a mais. Enfim precisamos uns dos outros.

JOKA

João Carlos Faria

quarta-feira, 17 de abril de 2013


JOKA

Uma alternativa ao capitalismo?

Caracá estava para cortar o cabelo. E lendo revistas como a sociedade é extramente capitalista em seu modo de viver e ver o mundo?
Não toleramos nada que se proponha a ser novo. Tudo é dinheiro.
Na internet a muitos debates. Este consumo desenfreado nos levará a onde?
Ate para acreditar em Deus o ser humano quer algo em troca.
Estamos perdendo valores como amizade. Solidariedade.
Que fim teremos? Ou um dia nascerá uma alternativa a este capitalismo?
Na politica as ideologias estão perdendo para este tal de pragmatismo.
E ai cara pálidas?

Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 16 de abril de 2013


JOKA

Hoje matéria amanhã ilusão ...

A madrugada invade nossos segredos … Não dizer não diz nada … A vida é cheia de malandragens ... Estamos perdidos … E nos mentimos o tempo todo. Tudo se faz farsa ..
Que caminho seguir dentro desta caverna sem estrelas …
A mente nos enrola … Os desejos nos tomam conta … Mentimos desesperadamente … Sem nenhuma utopia … A vida passa … E pessoas literalmente explodem …
A tantas sutilezas que nos desesperamos …
É a vida … Sem nenhum sentido … Não temos roteiros … Não estamos dentro de algum livro …
Vagamos pelo universo … Hoje matéria … amanhã ilusão.
E simplesmente passamos … A ilusão … Tudo se faz fumaça … Andamos perdidos em praias …
Fazemos amor nas madrugadas … Como animais …
E não nos entendemos … Viver é estranho … O poder nunca nos pertence …
Nada nos pertence nem nosso corpo. O tempo escorre por nossas mãos ..
A vida sempre segue e se repete … Ilusão … mera ilusão …
Eternidade …
A madrugada invade nossos segredos … Eu você e o próximo …
Que caminho seguir dentro desta caverna sem estrelas …

JOKA

João Carlos Faria   

JOKA

Destituída de Alma

O canivete afunda na cidade.
Cidade sangrenta … Poluída …
Sem alma …
Cidade sem vida ..
Sem luta …
O canivete afunda na cidade ...
Fome … Bomba …
Injustiça ,,,
Cidade sangre ta ,,
O canivete afunda na cidade.
Sem autoridade …
Cidade poluída …
Destituída de afeto …
Destituída de alma …
Cidade sem ação ..
O canivete afunda na cidade.
Sem comoção …
Não há cidade ..
E sim um amontoado de infelizes em consumo.
O canivete afunda na cidade.
Vazios sem alma …
Sem pátria … Sem ação …
Cidade de analfabetos políticos …
Cidade sem desejo …
Cidade sem amor …
Esta é nossa cidade …
O canivete afunda na cidade.

JOKA

João Carlos Faria

segunda-feira, 15 de abril de 2013


JOKA

Nossos poemas não dizem nada

Desisti do poema ele não dizia nada o apaguei. Estava sem sentido … Sem metáfora …
Mas desistir de um poema não é desistir da poesia. Que esta em nós … Não sou concreto ..
Nem abstrato … Meu poema não tem cor … Talvez ritmo.. Quero um poema que possa ser música.
Que possa ser declamado em sarais .. Que passe força e ao mesmo tempo ternura.
Quero um poema que retrate nossos preconceitos. Esta sociedade politicamente correta me enoja. Nós brasileiros somos caretas. E temos inúmeros preconceitos e os disfarçarmos … Quero um poema que rediscuta nossa sociedade sem medo de sermos chamados de fascistas. Que debata a sexualidade hoje. Que debata as religiões … Enfim queremos escrever com liberdade. Sem sermos tolhidos pela hipocrisia social.
Já não se pode contar piadas. Já não se reflete nossas imoralidades.
Chega de sermos conservadores … Estamos nos deixando tolher pela mediocridade … Vamos debater o Brasil e o mundo sem medo de sermos apontados como crápulas. A arte aponta nossos defeitos. Faz vir à tona nossa consciência … Nossos poemas não dizem nada ...
Talvez estejamos velhos de alma …Nosso poema não tem cor ideológica … Não tem partido não é comunista nem capitalista … Nosso poema deve refletir o universo... Ser metafisico … E ser a favor do trabalho … Nosso poema tem suor … tem força … Tem energia …
Façamos arte … Nossa poesia não pode ser acomodada … Tem que gerar reflexão … Tem que fazer suar o cérebro e chegar ao coração …
Chega de poemas acomodados … Fruto de nossas vaidades … Que não nos trazem verdade …
Desisti do poema ele não dizia nada o apaguei …

JOKA

João Carlos Faria  

domingo, 14 de abril de 2013


JOKA

Reaça …

A vida esta ai. Enquanto estivermos nela ...
Ser ou não ser ? Mas o que somos ?
As vezes tradição, família, propriedade …
As vezes revoltados … Mas o que é a vida ?
Quem somos nesta passagem rápida da existência ?
E vamos refletindo e agindo …
E o tempo passa a maturidade chega …

E ai ser ou não ser ?
E como diria o bardo Inglês é a questão ?
E ouço The Beatles … Leio William Shakespeare …
Chego a Cazuza ,,, E dai ?
A vida esta ai. Enquanto estivermos nela ….

Ela é curta, longa … Família …
E risco … Rabisco …. E gritamos … brincamos …
Dançamos ….

A vida esta ai. Enquanto estivermos nela …
Não me defino … Apenas salto aos abismos …
Certo que nunca há fim …
A vida esta ai. Enquanto estivermos nela ...

JOKA

João Carlos Faria

sábado, 13 de abril de 2013


JOKA

Escola da Ponte

Corro o risco de chover no molhado mas assisti a uma palestra emocionante de mais de três horas de duração com José Francisco Pacheco um dos criadores da Escola da Ponte em Portugal que há vários anos mora no Brasil veio nos falar de suas experiencias de vida em Portugal e hoje reside no Brasil. Mostrando que algumas utopias são prováveis. E podem acontecer. Nos que estudamos a educação e a praticamos no chão da escola. Precisamos deste momento de refletir para entender o que estamos fazendo. Algo ficou bem claro para qualquer projeto de transformação social necessita-se trabalho em equipe. Um ser humano só não transforma sua realidade. Mas a partir de uma mudança pessoal podemos irradiar mudanças. Espero ir ver de perto o trabalho que Pacheco desenvolve em Cotia na grande São Paulo. Estava me imaginando ir a Portugal e já não preciso há vários projetos neste pais. Mas quando penso em transformar a educação penso nas imensas redes públicas de estados e municípios deste pais.
Mas acredito que para mudarmos algo. Precisamos nos transformar primeiramente seja tentando fazer o melhor que pudermos num curso universitário tentando desbravar as teorias dos mestre da educação e de outros campos do conhecimento humano. A academia nos apresenta os pensadores da educação. E devemos sim desvendá-los para chegar a práxis. Sem nenhum trauma. A teoria nos dá os fundamentos. Mas a educação deve estar atenta a burocratização e ao comodismo por isto ver palestras, ler livros e assistir documentários e fundamental.
Como é fundamental criar grupos de estudos das teorias já sem o compromisso com a Academia e a necessidade de fazer provas e apresentar teorias.
Nada contra continuar a vida acadêmica. Mas o homem precisa da liberdade dos artistas e filósofos para refletir e fazer acontecer.
Sem se prender as amarras. Senti em Pacheco uma bela visão Libertária. Pelos pensadores que citou muitos que já li e outros que ainda chegarei.
Enfim nos deu uma aula de vida que em nenhuma cronica seria registrada. Anseio por outros encontros com Pacheco no chão de suas escolas.
Enfim não devemos desprezar as bases teóricas e sim discuti-las tirar as dúvidas estudá-las para polas em prática.
Assim em qualquer escola, ongues e projetos que estivermos fazermos uma educação com amor ao próximo.
Ele nos traz uma ponte. Diferente do Grito de Edward Much nos traz a possibilidade de uma educação que nos transforme. E se nos transformarmos ajudaremos a transformar a realidade de nossos alunos.
A vida é cheia de espinhos. Mas por entre espinhos a rosas. E Pacheco é uma destas rosas. Que nos presenteiam com a Utopia e a possibilidade de transformação humana.

JOKA

João Carlos Faria      

quinta-feira, 11 de abril de 2013


JOKA

Violência só gera violência.

A barbárie ganha espaço quando sem um debate profundo na sociedade querem penalizar os
menores de dezoito anos.
Enquanto vivemos o sucateamento da escola pública no Estado de São Paulo.
Os bárbaros que usam da grande mídia vão querer sempre medidas punitivas.
E nunca socializante. A violência impera sim. Mas por falta de ações de vários governos. E não há rota que vai nos trazer paz.
A violência não deve gerar mais violência. A sociedade precisa se debater além de seus calendários eleitorais.
Precisa-sim discutir o estatuto da criança e do adolescente.
Mas precisa se primeiro investir em educação. Gerar trabalho para a população.
Gerar uma boa qualidade de vida nas periferias.
Este discurso fascista acontece em São Paulo há mais de cinquenta anos.
Quantos jovens já foram perdidos para a violência no Estado mais rico da nação.
Governos autoritários estimulam a violência e jogam o povo contra o povo.
Não devemos cair na balela de programas sensacionalistas. E de governadores autoritários.
Devemos cobrar de todas as autoridades públicas de São Paulo que invistam no social. Que crie uma policia que saiba por ordem mas com respeito a vida.
E como nos disse o profeta Gentileza.
Gentileza gera gentileza … Ou voltaremos a lei de talião ?
Dente por dente olho por olho.
Eu prefiro os ensinamentos de Jesus Cristo.
Amai vos uns aos outros como eu vos amei.

JOKA

João Carlos Faria


JOKA

Inocência ...

Entre o mal e o bem caminhamos.
Desde que existe a humanidade.
Símbolos, magia …
E ciência …

A inesistencia …
Não se faz presente …
Entre ter e ser.

Por entre prazer e dor.
Por entre amores …
Caminhos são trilhados …

Entre o mal e o bem caminhamos.
Desde que existe a humanidade.
Símbolos, magia …
E ciência …

Iremos além do mal e do bem …
Somos perante o Universo …
Crianças ….

JOKA

João Carlos Faria

quarta-feira, 10 de abril de 2013


JOKA

Baby tudo será desvendado ....

No momento estou ouvindo o anárquico Raul Seixas em seu disco Krig há, bandolo. 1973.
Que figura insuperável. Daquelas que não nascem nestes dias turbulentos ou até existem mas dentro desta salada virtual nunca despontam … Mas o que é sucesso. Ou fracasso dentro da salada virtual. Dentro deste universo da pós modernidade?
Nunca sabemos. Mas podemos desfrutar de Raul num disco excepcional. Debater politica da maneira que bem entendemos.
Criar e lançar livros, cds. Fazer filmes. Quem sabe ganhar dinheiro. Conheço gente que vive de vendas na internet. Enquanto nos desesperamos por um emprego qualquer.
É a vida … É assim imaginem então um tablet que posso acessar toda a literatura desenvolvida até hoje. E lançar meus livros de modo virtual. E as paginas e sites que se debatem de tudo. Gente para se conversar sobre qualquer assunto. Toda a arte de hoje se faz e chega a internet. É Raul este é o mundo de hoje. Concertamos computadores para ouvir música. Cade minha bola de cristal?
Cade nossa sede de transformar uma sociedade mediucre numa sociedade humana. Onde as pessoas tenham direito de ser quem bem entendam ser. Sem que demos palpite. E a vida se constrói nas ruas e neste imenso universo virtual. Tá precisamos de um bom computador e uma boa conexão. Mas quanta grana podemos ganhar com esta tecnologia. É a vida bem diferente do que já foi. Não quero voltar as cavernas ao fanzine … Quero é usufruir destas possibilidades.
Tudo que é bão prevalece. E artistas de verdade irão prevalecer … Conheço muitos talentos que não citarei para não cometer injustiças ..
E seguimos em frente … Publicando e descrevendo a vida neste Kaos de criação. Neste caldeirão de feijoadas das artes. A politica se transforma … Não dá para pensarmos como antes nada se esconde em baixo de tapetes.Tudo será desvendado.
E vamos seguindo em frente neste momento minha conexão caiu e não é problema desligo o computador e começo tudo de novo. Uso um Linux que me dá liberdade. E vamos nos transformando. Aprendendo sobre o universo. Sobre a filosofia. Sobre Deus … E sobre o mais profundo abismo de nossa alma … É a vida … Nas ruas e no universo virtual …
Estamos aqui. E em todos os lugares ….Baby tudo será desvendado … Tudo será imaginado... Tudo será cantado … Como disse Raul o que eu quero vou conseguir .. O que queremos vamos alcançar ...É a vida … enquanto houver vida ...

JOKA

João Carlos Faria

terça-feira, 9 de abril de 2013


JOKA

Palpiteiros de plantão

Administrar um cidade é o desafio grande para qualquer politico. E administrar hoje em dia com a internet e os jornais mais ainda. Vivenciamos e fazemos as criticas ao governo Carlinhos mas quando devemos nos calar e refletir e quando devemos nos posicionar?
Este Imprensa em Debate nasceu para isto. Existe o site Observatório da Imprensa que cumpre este papel. E nos palpiteiros de plantão. É a democria digital. E qual é o papel do cidadão?
Ficar calado ou participar? Mas não existe fóruns dentro da sociedade para se fazer estes debates acho uma pena não existir em São José dos Campos ou em qualquer lugar deste pais.
Necessitamos de trocas quase sinceras por se tratar de politica a sempre interesses em jogo.
Pessoais, coletivos. O congresso começa a debater a reforma politica e ficaremos de fora do debate.
Se a TV da Câmara de São José dos Campos promovesse estes debates. A cidade precisa se debater.
E aos sábados pela manhã o Espaço Mario Covas esta lá vazio. Porque a sociedade não usa este espaço as pautas estão dadas pelo jornal O VALE que há mais de cinquenta anos esta na cidade. Faz parte de nosso dia a dia ler o que o jornal coloca como pauta? Mas e ai o jornal pauta a cidade? Ou a cidade gera a pauta? O que se faz assunto? O que é de fato importante para nosso dia a dia?
Mas que escrever nos satisfaz isto nos satisfaz que diria o poeta Cláudio Daniel que solta suas pautas no Face.
Enfim São José carece de encontros reais. E temos o Espaço Mario Covas já mantive um projeto lá assim. Mas sem apoio encerramos.
Mas porque não a Câmara? alguns Sindicatos? A OAB?
O dialogo nos faz viver. Nos dá a vida …
A sugestão esta dada. Eu não entro mais como pessoa física numa aventura desta. Precisa-se de um comprometimento da sociedade.
Hoje falava a um amigo das Comissões democráticas da Fundação Cassiano Ricardo que foram extintas pela lei Jorlei E o medo do povo realmente aprender a ciência politica.
No mais a democracia só se fortalece com a participação de todos.
Seja qual for a ideologia, direita, esquerda … E qualquer ismos que a torta modernidade crie.

JOKA

João Carlos Faria             

segunda-feira, 8 de abril de 2013





JOKA

Sertão

Cade o mar de nosso sertão.
Cade a água que brota da terra …
E Moisés venha para nosso sertão …
É a vida de tristeza de nosso sertanejo ..

É a água que não vem dos ares …
Como um grande maná …
Cade o pão nosso que vem com à água da chuva …
Para nosso sertão …

Cade o mar que deveria estar lá …
Cade as águas …
Antônio Conselheiro peça pelo sertão …

Oremos pelo sertão …
De um povo alegre e forte …
Cade o mar de nosso sertão …
Cade a água que brota da terra …

É a vida que se faz vivida …
E cade a ciência que desvenda a terra …E faça a chuva ...
E cade o homem …
E cade a fé …
Padre Cicero, Lampião.
E cade o mar e o sertão não vira mar …
E seguimos com a mão vazia … E o coração aperriado …
Até vir a água de nosso sertão ...

JOKA

João Carlos Faria






a

JOKA

Cada um que saia para sua caçada …?

Enquanto saímos para procurar empregos … A cidade esta viva … Forte … Cheia de energia …
a vida é esta. Viver rotinas nos fazem vivos. Mesmo que não gostemos das rotinas. Ler noticias do dia em jornais velhos. As noticias são sempre as mesmas. A música é sempre a mesma. E Chico Buarque disse que nos esquecemos das canções. Nem tanto caro mestre ouço neste momento ouço uma rádio de MPB. A MPB esta mais forte do que nunca. A vida pulsa e não nos adianta criticar governos. Criticar o sistema. Esta tudo ai para vivermos. Eles governos não nos dizem nada em nossa rotina. Estamos vivendo uma sociedade liberal. Cada um que saia para sua caçada? Eles governantes só querem nossos votos. E de resto mais nada. E vamos em frente na guerra urbana de cada dia. Estamos cada vez mais individuais, cada vez mais sozinhos. O outro não nos interessa a não ser que nos de algo em troca. E a vida se esvai, com ideologias mortas. Com partidos políticos mortos. E leitores de velhos jornais em bibliotecas cada vez mais vazias.
E quando passamos em frente a uma loja de sex shopping. Um menino de uns cinco anos diz mãe este modelo da loja este homem esta usando calcinha. E mãe diz que não esta.
E enquanto debatemos sobre a sexualidade humana na internet e na mídia um jovem é espancado por beijar outro homem. É o mundo em que vivemos cheio de militantes virtuais.
E a coragem de dizer através de um tela de computador. E o mundo das ruas se faz outro. Se faz de amor. Se faz de assalto. Se faz de trabalho. Cheio de desempregados na rua. E as escolas vazias de conteúdo. E o ser humano não sabe mais para que esta aqui. Se perde na ilusão da matéria. Na facilidade do sucesso econômico. E se se esquece da importância da família, dos amigos. E se esquece do amor ao próximo. E a vida segue será que continuaremos a querer viver num mundo cada vez mais individualista. O outro importa sim. Devemos acreditar nisto. Devemos nos emocionar sim quando vemos um comercial dos médicos sem fronteiras.
Devemos estar preocupados com quem nunca vimos. Devemos questionar governos pela ausência de investimento no social.
A vida é para ser vivida ... enquanto saímos para procurar empregos a cidade esta viva … Forte cheia de energia ....


JOKA

João Carlos Faria     

domingo, 7 de abril de 2013


JOKA

Cem dias de Carlinhos.

Que alivio cem dias de Carlinhos de Almeida depois de dezesseis anos dos truculentos do PSDB. Não vejo a hora que iremos eleger um petista para o governo estadual.
Pena que muito da politica em relação a Câmara se dá do mesmo jeito. Nomeação dos comissionados indicados pelos vereadores. E olha que estes vereadores já tem quinze cargos a sua disposição. Mas isto acontece pela ausência dos movimentos sociais. Devemos cobrar mudanças na internet e nos organizarmos para irmos as ruas.
Se não corremos o risco de ver esta relação perversa entre câmara e executivo continuar do mesmo jeito.
E o desastrado aumento da passagem. Acordo feito por Wagner Balieiro. Porque não tem um subsidio ao transporte público na cidade. Precisamos de um transporte público de qualidade e barato.
E não vejo ousadia de Wagner e Carlinhos para mudar isto. E muito menos da Câmara Municipal
presidida por Amelia Naomy. Precisamos de ousadia no governo.
Que de esquerda até o momento não vejo nada. Acho mais um governo de centro talvez um pouco mais de dialogo em relação as administração do nefasto PSDB.
O pais anda meio sem alternativas o PT se acomodou deve ser o mais de vinte anos na mamata do Estado Brasileiro a vida de mordomia a chamada Zona de Conforto.
Não vi muita mudanças nos quadros políticos da cidade a maioria que compõem o governo vem do governo Ângela Guadagnim.
Enfim Carlinhos precisa avançar e não se preocupar com eleições. A cidade merece algo diferente.
Ela tem uma forte participação social. Acho inútil este investimento em basquete e ou no esquema de competição de bicicletas. Precisa se investir nas bases. E os professores da Academia ao ar livre precisam ser contratos via concurso e cade o Sindicato dos Servidores?
Devem estar dormindo no ponto. Estão esquecendo de bater o ponto mostrar serviço. Na educação não esta havendo contratação de estagiários e eles hoje são peças fundamentais nas escolas.
Enfim Carlinhos Almeida ao meu ver tem capacidade de colaborar com a melhora da cidade.
Mas precisamos de um cidadão critico e antenado que exija do prefeito habilidades.
Boa sorte Carlinhos Almeida.

JOKA

João Carlos Faria

sexta-feira, 5 de abril de 2013


JOKA

Sol

As asas … as asas de Malar mé … Ele voa … em rasantes …
Outonais … Voa com as mãos dadas a Clarice …
Os dois atravessaram o espelho … E nas nuvens … dançam …
Veem infernos … E dimensões inimagináveis …

E saltam, atravessam as paredes de seus cérebros.
Fazem amor em distantes ilhas desertas …

Viajam por estrelas … A felicidade é inabalável …
Malar mé e Clarice …
Eternos amantes … Sem limite em voos …

Suas asas não derretem … Já atravessaram o Sol …
Nadaram na lua …

Chegaram ao seu lado escuro …
E dentro de si mesmo vivem …

Quantos sois podem haver e estar dentro de nós?
Que a luz do Sol aqueça nossas cabeças …

E sobreviventes seremos … Quantas idas e vindas …

Malar mé e Clarice amam -se em inefáveis galaxias …

Tão distante que nossa imaginação não as concebe …

As asas … as asas de Malar mé … Ele voa em rasantes ...
Outonais … Voa com as mãos dadas a Clarice ...

JOKA

João Carlos Faria

quarta-feira, 3 de abril de 2013


JOKA


Um

Sexo sexo sexo

Noite
Estrelas …
Abismos …

Claridade … Dialogo …

Flores, suores … calor …

Vida, êxtase …

Outono …
Vida …Morte …
Sexo sexo sexo …

Desejo …

Amores …

Noite
Estrelas …
Abismos …

Sexo sexo sexo …

Noite
Estrelas …
Abismos …

Sexo sexo sexo

JOKA

João Carlos Faria

JOKA

Tempo cão.

Dedicado a Moacyr Pinto

Por entre segundos em viagens , por entre leituras de jornais … No estranho hábito de comentar as noticias de hoje … A vida esta ai pulsando … Enquanto o dia se vai … E a noite chega …
A vida o que seriamos sem ela. Certamente somos espíritos vivendo numa gaiola de carne … Como ouvi numa fita k7 há muito tempo. Mas talvez viver é estar além do vale de lágrimas. Das convenções sociais. Da necessidade de ganhar nosso pão de cada … De um tempo cão sem emprego. Sem perceptivas financeiras. Hoje andando pela cidade resolvendo os dilemas da vida … Encontrei numa avenida Moacyr Pinto velho companheiro de minha passagem de aprendizado pelo PT. Partido que deixei por vaidade achando que daria grandes voos. De certa forma até voei muito. Nem sempre alcançamos o que almejamos mas trilhar o caminho é mais importante. É meus caros eu li sim o Alquimista de Paulo Coelho e gosto de ler este autor. Recomendo que viagem em sua biografia romanceada. Mas voltando a Moacyr foi daqueles papos saudáveis onde a uma troca o que chamamos de dialogo. E nesta prosa falamos do site Entrementes um oásis no pais. Cheio de gente boa escrevendo. Gente que aprendi a gostar de ler. Eu passei pela edição do LITTER minha primeira experiencia como editor. Foi magica sempre estamos mudando o mundo. Mas hoje com a maturidade é mais difícil se juntar as pessoas para fazer. E vi hoje no O VALE uma bela matéria sobre um coletivo que esta abrindo uma exposição. E lá vários erros nas dez pessoas participantes só uma mulher. Ai não dá. Mas é bão ver esta juventude se mexer e em varias frentes. Hoje dá se a impressão que há mais gente engajada. Nos anos noventa eram bem menos. Na verdade eramos poucos. Reunidos na Fundação Cassiano Ricardo nas extintas comissões. Espero que a nova Câmara tenha o bom senso de fazer voltar por lei as comissões ou até um modelo alternativo.
Cabe o empenho de Alcem ir Palma atual presidente da Cassiano Ricardo. E ao povo das artes na cidade. Temos ares novos. E gosto de não estar vinculado a instituições e partidos. Instituição para mim de agora em diante só uma escola via concurso ou quem sabe uma ONG com um projeto bem avançado. E que eu seja bem remunerado. Mas estamos ai lutando contra moinhos de vento. E pelo jeito nunca terei um cargo eletivo. As pessoas não votam em mim. Mas tudo bem serei ativista social enquanto tiver com meus neurônios em dia. Nem sei se tenho meus neurônios em dia. Mas criticar as mazelas de nossa nação Tupiniquim me fazem bem. A classe politica esta artística demais no momento. Precisam de mais seriedade muitos e muitos que ocupam cargos de decisão no setor público não tem habilidade parta tal. E falam de uma competência que não tem. Por isto obras estão sempre atrasadas. A educação não tem o necessário investimento. É quando damos nosso voto é por quatro longos anos. E não é um cheque em branco. Hoje a varias maneiras de consultar o cidadão.
Saber sua opinião. Estamos ai nas redes sociais. E com o tempo chegaremos as ruas e espaços públicos para cobrar dos poderes legislativos e executivos.
A vida sempre segue. E seguimos por entre segundos em viagens, por entre leituras de jornais.

JOKA

João Carlos Faria

terça-feira, 2 de abril de 2013


JOKA

Viver é poesia ...


Se a vida termina-se agora? Stop tudo acabou … Stop stop stop … Morreria feliz por ler o poema de Edu Franco …
Se é que a morte nos traga felicidade? Pois ela vem tão derre pente que nos pega de surpresa … Ser ateu nunca esteve nos meus planos … Mas tirar deus de um pomposo trono é uma ideia … Deus deve estar no olhar do próximo … No sorriso e na vida . No latido do cachorro ao longe … E até na rapidez para escrever este texto. Ele esta em mim em você. Não é privilegio nem propriedade de nada … Quero andar com Deus no masculino e no feminino …
Quero falar verdades … E esta nossa sociedade que insiste na crueldade …
Sim Edu Franco vamos viver de poesia … Mas na vida diária ..
No respirar.No ler Belíssimos poemas …
Que nos inspira a viver … Em meios aos pragmáticos problemas …
Em meio a inúmeros dilemas existências … Para mim Deus existe … E escreve versos como o seu ...Como os nossos …
Que vontade de tomar café … Depois de ler poemas como o seu …
A vida é para ser vivida … A cada respirar ..
E Deus não deve ser patenteado …
E sim ter uma licença livre ..
Viver é poesia …
E a vida deve se fazer verbo amar …
Estamos aqui e ponto … viver … Stop Stop Stop …

JOKA

João Carlos Faria