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quarta-feira, 13 de março de 2013


Poemas de fé e amor …

Dedicado ao poetas Domingos dos Santos e Ricola de Paula ...

JOKA

A eterna procura de uma sombra de uma arvore ...

É noite ,,, Entre o cançasso.
De carregar pastas amassadas.
De caminhadas pela cidade.
E sempre ouvindo o não. E a energia se faz forte.
Não é novidade.
É noite a poesia de Ricola nos conforta.
E tudo segue por ouvir cantos gregorianos.
É noite … E a solidão se faz presente.
E as goteiras em nossa consciência.
O cançasso. E a vontade de ser.
É noite comemos paçoca.
Adentremos ao mar.
E lemos poesia.
A vida esta ai.
É noite .. Entre o caçasso contamos a vida.
Pastas amarelas em baixo do braço já não temos revolta.
Temos o caminho e a longa distancia a percorrer.
É noite … Entre cançasso.

JOKA

João Carlos Faria

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JOKA

Abismos de Fé ..

Fé sem ser cega.
Fé em criar.
Fé entre o ter e o ser.
Abismos .. ilusoes e a construção.
Abismos … Força … Vontade …
Abismos … Energia, salto … a distancia …

JOKA

João Carlos Faria












JOKA

Sertão Urbano

Abstrair -se … Saltos quânticos …
Verão … Chuva … Ilusão.
Realidade … Mentira … Realidade ..
Não consigo ser concreto …
Construir casas … construir obras ..
Somos infinitos … A saltar … Oro boros …
Comemos ilusões … Caminhadas no sertão urbano …

JOKA

João Carlos Faria

JOKA


Calor … Som em fúria dentro de nós.
E a falsa paciência de monges.
Teatro, puro teatro social ..
E a mentira do sistema capitalista.
Registrada numa frase em um automóvel.
Eu não tinha uma câmera para registrar a indi guinação.
Ficou registrada em minha retina.
O Capitalismo é uma ilusão que se consome.
E a fé na bondade humana.
Estamos anestesiados.

JOKA

João Carlos Faria














JOKA

Retorno …

Para o mal e para o bem retorno a construção poética … Que jamais deveria parar. Sendo mal ou bom devo seguir. Me aventurei na escrita. Na prosa ainda chego a um roteiro,romance, peça de teatro. E quero aventurar-me a poesia concreta e nas artes plasticas.
A vida é assim e deixamos nossas pegadas … Nunca deixamos de estar pois somos …
Estamos vivos … No solitário oficio da escrita … Sem medo de ousar dar saltos … Enfim rumo para outros livros que devo publicar …

JOKA

João Carlos Faria  

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