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sábado, 23 de março de 2013


JOKA

E a noite encanta as estrelas ...

A palavra riscada nas paredes … A palavra vinda da sombria noite … A noite em cansaço e a poesia grita por entre o teclado. Quando vejo escrevo um poema para um velho amigo. Sem mentiras vindo do coração.
Flores mortas em ruas … azuis … É noite … Não temos o que fazer a não ser saborear o cansaço
de um dia frio de suar … Contemplando … o inicio da Mantiqueira … De dentro de um castelo ...E
tudo se faz ilusão … Em breve voltaremos a terra ao pó. E Jó e seus mistérios … Não sei cantar a vida como Francisco de Assis que sempre retorna a nossas vidas em várias fases da vida … Pelo que sei Sidharta Gautama também abandonou tudo para desbravar o mundo …
Cantemos a Sagrada Mantiqueira … Somos civilizados?
Neste Kaos social … Quantas dores e amores num sábado...
Quantas ilusões … E a ilusão do mundo nos esconde segredos … Diante de nossos olhos …
Tomo um gole de café …
Descanso em minha rede …
E viscerais amigos distante ... Que nunca mais vi … Perdidos nos labirintos da vida … E virtuais amigos de um universo paralelo …
A vida se faz … A vida é o hoje … Nunca o porvir …
Tomo um gole de café …
Anima-me … Logo vem a segunda …
E a ilusão do recomeço …
Labutar … Conversas em padarias descrevendo o fracasso de alguns …
E a ilusão utópica do que virá …
Cade os elementais de nossa Sagrada Mantiqueira ..
Dentro de minha retina te vejo vindo em minha direção …
Morte? Sorte ? Vida …
Quem sabe … quem sabe …
Angustias sem fim … ilusões sem fim …
Adormeço nos braços da mulher inefável …
O que temos em nossa vida prática, o que vivenciamos dos ensinamentos de Francisco de Assis …
E a vida esvai-se na ampulheta …
E a palavra riscada nas paredes ...A palavra vinda da sombria noite …
E o mundo se fez através da palavra …
Devemos viver na carne as palavras de Francisco ...

JOKA

João Carlos Faria      

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