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domingo, 31 de março de 2013


JOKA

Olhar

Dedicado a Luiz Carlos Barata Cichetto

Este olhar de fêmea .. A nos iludir …
A nos conquistar …
Ei força que nos move …
Nos conduz aos jogos da vida …
Fêmea entre olhar …
E o amar …
E ainda poetas se perguntam para que escrevemos?
Enquanto vivos estivermos …
Vivo então seremos …
A vida é procurar olhares …
Amares, saberes …
Enquanto ouvimos Caetano nas noite de outono …
Este olhar de fêmea … A nos iludir …
A nos conquistar …


JOKA

João Carlos Faria





JOKA

Apagão de mão de obra ameaça competitividade da industria.


Sobre a matéria de O Vale de Domingo 31 de Março esta evidente que falta investimento na escola pública no Estado de São Paulo.
Recentemente li matéria na Caros Amigos de Março mostrando o sucateamento das escolas estaduais Paulista. E ai até quando vamos aceitar este descaso com a escola pública estadual em nosso estado?
Cabe cobrarmos do governador do PSDB que esta a mais de vinte anos a frente do Estado.
E ai ? É muito estranho ver isto. Estagiei por dois anos na rede pública municipal de São José dos Campos e vi um esforço pela qualidade da educação por parte da Secretaria de Educação, Diretores e Professores.
E na rede pública estadual este descaso com a educação. Nossos jovens tem uma boa formação no ensino básico e chegam ao ensino médio público. Sem nenhuma qualidade com professores mal remunerados. Sem nenhuma segurança nas escolas.
Sem um esforço por parte das lideranças politicas da cidade e no estado para mudar esta realidade?
E as industrias e o comercio conviverão com profissionais mal preparados?
Sem uma base solida de Português e Matemática. Imaginem filosofia, história.
Esta na hora da sociedade criar vergonha e cobrar do governo Paulista uma priorização da educação.
E temos que cobrar hoje. Pois hoje se faz urgente uma mudança e não deixar para as próximas
eleições em 2014.
O Brasil precisa de uma educação emancipadora. Que transforme este pais.
Devemos cobrar da Assembleia Legislativa de São Paulo uma ação eficaz.
Educação transforma a sociedade.


João Carlos Faria      

sexta-feira, 29 de março de 2013


JOKA

Sexta-feira Santa

Sexta-feira santa … E Jesus Cristo …
Adentra aos nossos corações …
Em questão de fé muitas vezes somos Tomé.

Mas esta em nosso coração a realidade.
A divindade se faz existir, todas as vezes que refletimos.

Sobre nossa existência …
Deus nos abre portas e portais.

Deus se faz em mim e em você.
Nesta tarde de Outono …
Neste dia de reflexão.
E Jesus Cristo …
Esta em nossa memória …

Esta em nossa oração.
Esta conosco mesmo na dúvida …

E Deus nos criou …
Seja qual for nossa fé.
Que não seja cega …
Que não seja formal.
Que seja real dentro de nossos corações …
Sejamos Budistas, Muçulmanos, Judeus, Cristão.
A mensagem do homem que foi crucificado.
E eterna …
E alivia nossos corações …
Amemos nosso próximo …
Como Deus nos ama.
Só o amor nos salva ..

JOKA

João Carlos Faria  

quarta-feira, 27 de março de 2013

Arte de Tatyana Fedorova



JOKA

Somos reais e não imaginários ?

Desejos que nos cercam … Após assistir um programa sobre fotografia vem meu desejo por voltar a fotografar. Sei que minhas fotos estão dispersas pela internet … A vida tem seus prazeres e fotografar é algo importante. Não fotografo pessoas para não pegar suas intimidades mas deve ser bom retratar a intimidade das pessoas. Como vivemos quando estamos fora de cena. As artes são tão fundamentais quanto respirar. Artistas veem o mundo de várias formas … Seja qual arte for. Uma cronica, um filme um poema … E a vida se retrata nas vozes de artistas. Hoje estou mais pela discrição do que pela aparência. Estou mais para diretor, roteirista que ator. Vejo a arte na moda, na filosofia e na politica …
Estamos transformando o mundo com nosso olhar … Meu bairro é minha aldeia … Minha cidade é minha aldeia .. E nossa percepção artística revela ao mundo nossas aldeias …
Sei que não transformo nada e transformo tudo … Ontem lia sobre Helio Oiticica e seus parangolés sua vontade de uma arte em que todos possamos participar. Hoje vi grafiteiros pela TV . O velho debate entre pichação e grafite. Mas não há mais fronteiras entre alta cultura. Manifestações sofisticadas e arte popular. Existe ARTE?
Nem sempre viveremos de arte, teremos reconhecimento … Não importa … Se reconhecimento viesse com estrutura para produzir e fazer mais ai sim … Para que nos serve estar nas TVS … Jornais ...Acho uma comunicação com um blog, site, yotube e tudo chegando no Face. Bem mais prático …
Comunicar, pensar , resistir a nossas vaidades … E nossas necessidades … Viver é arte. Ou pode tornar-se arte … Pois nunca sabemos o que estamos fazendo aqui … E não há roteiro ?
Temos a liberdade … E temos a prisão econômica ?
Mas somos reais e não imaginários ...
Não tenho mais a paciência para conviver com estruturas públicas de arte …
Prefiro parcerias com outros artistas … Com veículos de mídia.
Afinal quem sabe, devemos aprender a criar produtos pois vivemos numa sociedade de mercado.
E arte pode suprir necessidades?
Mas arte não tem necessidade de ter função prática.
Enfim a vida não é só pratica … E também deve ser contemplação …
Vamos seguindo. Negando todos velhos discursos … E construindo algo que realmente vale a pena . Realmente vou é tirar minha câmera da gaveta … E fotografar …

JOKA

João Carlos Faria

segunda-feira, 25 de março de 2013


JOKA

Motum Perpetum

Dentro da caverna uma voz de trovão diz : Eu viajante de estrelas, nascidos no centro, nas periferias canto aos homens, faça se o som … Faça se a luz .. E que a mulher e o homem dancem para se fazer a vida … E o amor os una … E a Tropicália se faça … E a vida nasça que as culturas se fortaleçam.
E a voz continua a dizer: Eu canto ao mundo … Eu vivo o mundo … Que os gigantes povoem o mundo … Que verdades tropicais incendeiem Brasis … A mares bravios a serem desbravados ..
E a voz de dentro da caverna : Cantemos , dancemos, criemos as artes … Faça -se as palavras … O universo se faz em diversos cantos … Todas as nações se transformem em Brasis …
E a assim se faz … Por entre as dores do Condor … E o achar que somos marionetes estamos a construir uma arte, economia …
Verdades Tropicais sejam ditas que se faça A CELEBRAÇÃO AO RENASCIMENTO DA POESIA … Como foi proclamado pelo poeta …
Dentro da caverna uma voz de trovão diz: Pop, Sertanejo, Jazz … Qualquer música é música … E a junção de palavras e o amor se faz a poesia … E a poesia é a alma da arte … E com a arte surge as ciências e vamos além do Mal e do Bem …
De dentro da caverna a voz sai e vai ao mundo atravessa oceanos e chega numa imensa nave de dimensões que não se diz … Ao centro ao coração da América trazendo nos a vida …
E a arte que transforma e não a fria razão pragmática da politica … A politica esta na arte .. E não há arte sem politica …
E a voz de dentro da nave diz … : Faça se a paz entre os povos … Que canto sobre o canto de meu canto … Cantemos … E a voz desce … Da nave e junta-se ao povo. E tudo se transforma e num piscar de olhos nada aconteceu …
E tudo segue, mas esta tudo vivenciado em nosso coração …
E a voz retorna a caverna … Dança ciranda … Esta ciranda quem me deu foi Lia que mora na Ilha de Itamaracá …
Esta voz retorna … E dorme o gigante adormecido na Mantiqueira ...
Dentro da caverna uma voz de trovão diz : Eu viajante de estrelas, nascido no centro, nas periferias
canto faça se o som … Faça se a luz …
E tudo recomeça … E de novo e de novo … Enquanto diversos universos se fazem … e a voz diz : Cantemos, cantemos ...Mulheres e Homens se juntem para criar … E desta união nasça a vida ..vida … vida …
E a voz de dentro da caverna … Segue dormindo e despertando … Por um ciclo infinito … E de dentro da caverna uma voz de trovão diz :

JOKA

João Carlos Faria



JOKA

Ponte ?

Por entre pontes que atravessam nossos poros. Pela beleza feminina … Entre tropicalistas … E a vida por entre pontes … A vida se faz viver … Vivo no dia … Mergulho na noite … Fecho os olhos. É outono ando pelas ruas … Leio a natureza … Observo as nuvens … Estou entre o findar e o inicio. E quase noite .. E o sol se poem … E a bela … E a alma … E tudo se faz vida … Caminho pelas
ruas … Entre Tropicalistas … Já não sou narciso ? Nem preciso … Cade a ponte ? Cade o salto ?
Não vejo abismos. Estou só …

Saltar, saltar …
Estou no ar …
Cade o mar ?

Mas não se faz … Não me faço …

Pássaro … Voa …
Absorvo-me em saltos …

Construo e desconstruo …

Tudo se faz presente …

Ponte?
Ponte ?
Ponte?

Saltar, saltar …
Estou no ar …
Cade o mar?

Sigo é noite? Emoções em vã ilusão …
Bardos a cantar o século vinte e um …
Infinidades … A vida esta acontecendo entre a felicidade e a dor …
A vida se faz viver … Sejamos pássaros …
O momento é o hoje …
Saltemos … Cade a invisível ponte?

JOKA

João Carlos Faria      

sábado, 23 de março de 2013


JOKA

E a noite encanta as estrelas ...

A palavra riscada nas paredes … A palavra vinda da sombria noite … A noite em cansaço e a poesia grita por entre o teclado. Quando vejo escrevo um poema para um velho amigo. Sem mentiras vindo do coração.
Flores mortas em ruas … azuis … É noite … Não temos o que fazer a não ser saborear o cansaço
de um dia frio de suar … Contemplando … o inicio da Mantiqueira … De dentro de um castelo ...E
tudo se faz ilusão … Em breve voltaremos a terra ao pó. E Jó e seus mistérios … Não sei cantar a vida como Francisco de Assis que sempre retorna a nossas vidas em várias fases da vida … Pelo que sei Sidharta Gautama também abandonou tudo para desbravar o mundo …
Cantemos a Sagrada Mantiqueira … Somos civilizados?
Neste Kaos social … Quantas dores e amores num sábado...
Quantas ilusões … E a ilusão do mundo nos esconde segredos … Diante de nossos olhos …
Tomo um gole de café …
Descanso em minha rede …
E viscerais amigos distante ... Que nunca mais vi … Perdidos nos labirintos da vida … E virtuais amigos de um universo paralelo …
A vida se faz … A vida é o hoje … Nunca o porvir …
Tomo um gole de café …
Anima-me … Logo vem a segunda …
E a ilusão do recomeço …
Labutar … Conversas em padarias descrevendo o fracasso de alguns …
E a ilusão utópica do que virá …
Cade os elementais de nossa Sagrada Mantiqueira ..
Dentro de minha retina te vejo vindo em minha direção …
Morte? Sorte ? Vida …
Quem sabe … quem sabe …
Angustias sem fim … ilusões sem fim …
Adormeço nos braços da mulher inefável …
O que temos em nossa vida prática, o que vivenciamos dos ensinamentos de Francisco de Assis …
E a vida esvai-se na ampulheta …
E a palavra riscada nas paredes ...A palavra vinda da sombria noite …
E o mundo se fez através da palavra …
Devemos viver na carne as palavras de Francisco ...

JOKA

João Carlos Faria      

JOKA

Acaso

Edu Planchez ...
O mágico, das palavras de frutos de cristais Doirados ...
Nas manhãs de outono.
Poeta, escriba dos loucos séculos ...
Insano nas verdades poéticas.
Bardo dos séculos ...
Este é Edu que nos encanta ... Em cima de casas...
Nas pedras do apoador ... Na Mantiqueira buscando sementes
de flores ... Que nos fazem sair, por pouco tempo do reino da ilusão terrestre ...
Em suas doiradas pilulas poéticas ...
Irmão de Kaos ... Entre harmonia ...
Este é o escriba Edu ...
Insano, poeta. Criador de músicas ...
Entre a Mantiqueira ... E o Rio de Janeiro ...
O mágico das palavras de frutos de cristais Doirados ...
Não há poeta neste céu tupiniquim que deveria ficar sem ler as alegorias deste bardo...
Este é o insano Edu Planchez ...
Viajante de estrelas que nos traz o fogo da poética ... Que nos traz a cor em dias nublados ... Com sua escrita DOIRADA ...

JOKA

João Carlos Faria

quinta-feira, 21 de março de 2013


JOKA

A imprensa é um circo de horrores.

Entre o findar e o inicio, entre a morte e o nascimento a o ócio. Com seus pequenos prazeres.
Sempre se valoriza o trabalho e esquecemos o ócio que nos faz viver. Brincar com cachorros na tardes. Jogar com crianças. Acordar as pessoas sem querer. Simplesmente sem o compromisso social. Sem ajudar o futuro do pais. O ócio de cada dia que nos traz a reflexão da vida. Mente quieta. E o corpo em funcionamento esta é a vida. E uma música clássica no ouvido. E vamos seguindo fazendo planejamentos. A vida tem algum roteiro a ser seguido? E vem na cabeça títulos de livros. Como POEMAS ESQUECIDOS NO INFERNO … E ai vamos quem sabe uma série de poemas a serem feitos ou refeitos dada a abundância de imagens que a poesia de Cassiano Ricardo nos inspira. É da vontade de criar novas imagens a partir da leitura deste poeta. Enfim um senhor poeta. E tudo o mais segue em dias de ócio. O refletir na metafisica. Se bem que realmente entendemos sequer a física? E o prazer em bancas de revistas. Entre o findar e o inicio. Estamos aqui vivendo. Assistindo a mídia televisiva e sua infinita manipulação em jornais televisivos. A manter a população alheia a realidade e a reflexão. Causando o desinteresse nos problemas nacionais. É que o povo gosta de se digladiar em causas sem frutos. E vivemos num pais carente de infraestrutura de base, sem estradas. Como uma industria a beira de ser sucateada. E com governos inchados de mão de obra sem serventia os chamados barnabés na época de Cassiano.
E as empreiteiras estão ai enquanto governos e mais governos passam. E elas cada vez mais ricas. E nunca se debate o que realmente interessa a agenda nacional? A imprensa é um circo de horrores. E nos estamos sempre batendo palma para sua agenda de interesses privados.
Enquanto a esquerda que gosta de insistir na burrice discute se Feliciano fica ou não fica. Eu me diverti num protesto em São Jose'dos Campos com no máximo vinte e cinco pessoas. Feliciano sim deve sair mas quem vai assumir seu lugar?
E enquanto caminhões de soja não conseguem descarregar a soja que vai para o exterior a preço de banana. Aprendi numa sétima séria nos anos oitenta. Que devemos produzir aqui e vender os produtos prontos. E a indústria nacional cada vez mais sucateada. Um pais que não investe no desenvolvimento de tecnologia. Que esta a merce do mercado internacional. E da especulação imobiliária. E estamos em festa Copa do Mundo, Olimpíada e Feliciano caie ou não caie ?
É a poesia é algo bem mais saudável que as manipuladas noticias da imprensa.
E a educação e a cultura, arte não são levadas a sério, professores ganham muito pouco pelo que se deve estudar e pesquisar.
E vamos seguindo. Entre o findar e o inicio.

JOKA

João Carlos Faria



quarta-feira, 20 de março de 2013


JOKA

Quando vem o abraço?

Hoje que se faz sempre hoje e já deixou de ser hoje. Num corrido dia a procura de instalar programas de computadores que me façam reconhecer o mundo. Hoje quase chorei ao ver Manoel de Barros um simpático homem do povo. Hoje que conversei com Adão Silvério. Que vi militantes que se fazem eternos. Que corri de uma Câmara Municipal. Cheia de gente alucinada tentando sobreviver da inocência cruel do povo. Quantos poderes que vivem a nós mentir. Enquanto iludidos com votos. Mas a vida sempre acontece nos centros e nas periferias. Hoje que não esbarramos mais com pessoas que querem romper com a amareladas rotinas. E vemos jovens dentro de ônibus a sonhar com uma vida futura que nunca existe. Artistas lunáticos que sonham o tempo todo. E a vida sempre escorre por nossos narizes. Epa não faço uso de entorpecentes. Para mim já basta os poetas. E profetas. Já basta uma boa roda de conversa. Ou quando compramos brinquedos novos como novos programas de computadores e passamos a tarde inteira tentando instalá-los e nos frustramos. Mas viver é se frustrar o tempo todo. Gosto quando chove e faz frio enquanto todo mundo queria dias quentes em feriado. Quantos dias quentes a o ano todo e as pessoas se desesperam a trabalhar. A suar e se enfeitiçar pelo consumo. Para comprarmos bugigangas. A vida é bem mais e Manoel de Barros nos ensina. Quero dançar ciranda com Fernando Pessoa, Cecilia Meireles e Manoel de Barros. Quando eu gravava um filme e o diretor esbravejava nas horas de folga vocês só leem Fernando Pessoa era anos noventa eu e o mundo não reconhecíamos a poética de Manoel de Barros. Há agora temos alguém que esconde rebanhos. E brinca com Jesus Cristo nos rios do Pantanal. Manuel conhecia a Jesus era uma das crianças que brincavam com Jesus nos poemas de pessoa. E ele não nos contou. Caracá e ainda não existe Windows 9. Mas existe a poética imaginativa de Manoel … Que nos emana luz … Força e amor. Poetas nos mostram que as coisas tem alma. E contam o mundo a partir das coisas. Manoel quando dorme se reúne a uma mesa com Fernando Pessoa, Cora Coralina, Guimarães Rosa. E também Caetano Veloso, Raul Seixas e ali planejam trazer a luz ao mundo. Tudo já esta criado devemos dizer Faça se a luz.
E a palavra já existe. E a poesia é uma brincadeiras com as palavras. E tudo já existe. Nossos filmes, nossos poemas. E nossa morte. Mas deixai a morte chegar ao seu tempo. E ela puxa todo mundo … Como nos filmes de Engrimar Bergman. Outro poeta da imagem … E todos brincam com nos mortais. Seres humanos que precisam de trabalho,carteira assinada. E aposentadoria. Enfim sejamos mortais enquanto duremos. E a poesia vem nos abraçar … E ai Eliza quanto custa um abraço? Mas que sejam abraços verdadeiros … Que venham os amores verdadeiros. Que a vida é verdade. A vida deve ser vivida com amor. Que nossos corações voltem a ser de carne. E não duro um coração de maquina … E a vida se faz longa … E poetas precisam ocupar as praças, as periferias a cidade como um todo. A filosofia se faz em nossos dia a dia … Não tenho mais nada a
dizer por hoje. Mas tenho algo a dizer ? Eu existo?


JOKA

João Carlos Faria        

JOKA

Estado de exceção

A palavra calejada na noite.
Dia de concerto, arrumação.
No frio outonal …
E a noite chega sem resultados.
E a vida presente.
Abstratos sonhos , utópicos.

A palavra calejada na noite.
Currículos imersos em negro.
Favelas desconstruída …
Jorge clava a lança …
Lançada em sonhos …

A palavra caleja na noite …
Policia, gente, pessoas.
A vida sofrida nas periferias.
E a marginalidade numa hipocrita sociedade …

A palavra calejada na noite.
A negação do pobre …
O aburguesamento da sociedade …

A palavra cravejada na noite ..
A negação do próximo …
Jorge clava a lança …
O aburguesamento da sociedade …

A palavra calejada na noite ...

JOCA

João Carlos Faria

Assisti ao filme difícil de digerir mas belo, chamado Estado de Exceção direção e roteiro Juan Posada. Confiram uma obra impactante do começo ao fim.

segunda-feira, 18 de março de 2013


JOKA

Com o gozo do café tomado ...

Um canário amarelo que sempre esteve na arvore de meu quintal. Sempre cantava. Simplesmente parou de cantar. Agora fica pelos galhos todo triste. Tão belo cantate ele sempre foi. Espero que volte a cantar. E traga a vida a meu quintal. Meu cachorro nestes dias glaciais de verão anda encolhido. Quando vou ao mar. Não encontro sereias sei que existem mas não encontro. Andei por ai, por ali. E não as vi. Quantas vezes você já viu sereias? Elas não são lendas são reais. Nunca estivemos sós. De vez em quando me recordo de minha aventuras pela Grécia. Vi quando ele trouxe nós o fogo. Que tanto precisamos nestes dias recordo de muitas coisas. A solidão as vezes é boa. Ainda mais em dias frios, quando acertamos ao fazer café. E comemos pães de dias anteriores. E vemos alguém caprichar na comida que compramos. É precisamos aprender a cozinhar. Deve ser algo muito prazeroso. A vida se faz curta e longa. Nesta tarde fria embaixo de uma coberta liguei para um amigo. Que dava naquele momento uma entrevista sobre suas impressões sobre a morte tão certeira para todos nós. Já escrevi tanto sobre a morte. Já planejei e nunca sabemos como será. Têm poesia na morte. Deve haver. Mas quero saborear a vida. Como o gosto do café tomado em minha boca. Não ouso escovar os dentes. Pensei em mudar a frase para o gozo do café tomado. Pois tomar café é prazer. Ainda mais para nós mineiros. Mas hoje não fiz visita. É tão gostoso ser recebido por qualquer família Caipira. Pois quando referem-se ao jeito mineiro de ser acho que se refere m ao jeito caipira de ser . Pois aqui no Vale do Paraíba somos gostosamente caipiras. Matutos do sertão. Desconfiados porem receptivos. Coisas das culturas regionais do Brasil. Quando viaja de caminhão Brasil afora era um grande prazer. Num caminhão sem cinto de segurança. Onde o motorista de vez em quando dormia ao volante. Mas ver a Bahia com olhos de trabalhador. Fazia as vezes de ajudante era um prazer que não sei se viverei mais. Não tenho esta ousadia de tirar carta e comprar um caminhão e sair por nosso sertão. O Brasil é formidável. Somos um povo na essência conservador. Mas um pais divertido pelo povo e pela geografia. Tá certo que nunca sai deste pais. Mas um dia quem sabe. Hoje via um programa de TV sobre poesia com nossa Adriana Calcanhoto e fiz até um poema. Ando a querer criar poemas viscerais. Motivados pela poesia concreta e as artes plasticas. E para os fundadores do movimento concreto a poesia não tinha fronteiras. Eles pensaram isto tudo antes das infinitas possibilidades da internet? Que genialidade. E nós hoje com tantas ferramentas nada fazemos se bem que começo a aprender a consertar meu computador. Como bem cantou Raul Seixas. Concertei vitrolas para ouvir músicas. Aventurar a aprender a fazer site será um prazer. Mas insisto em trabalhar em equipe é algo mais saboroso poder compartilhar conhecimento. Sozinho no máximo um poema,cronica, romance. Para cinema prefiro em equipe. Sei que nunca é fácil. Mas a vida é fácil? E a morte deve ser algo bem traumático. Epa aquele passarinho da arvore começou a cantar. Na verdade é um canário em uma gaiola. Que não ouso soltar. Grande covardia esta minha. Mas viver é um ato de fé, amor e ousadia. Mas a prudencia também é necessária. Afinal sou caipira,mineiro, paulista do Vale do Paraíba. Aqui somos naturalmente conservadores. É difícil ver ousadia por aqui. Não somos o Rio de Janeiro, Bahia, somos paulistas, mineiros caipiras. Quem sabe nossa poética esta em ser o que somos. Antes esbravejava tentava criar as novas vanguardas. Não esquecendo que os criadores da poesia concreta são paulistas? Não esquecendo que Oswald de Andrade. Mario de Andrade também são paulista e criaram a Semana de Arte Moderna. Mas o que acontece neste exato momento no Brasil e no mundo? Que transforma a arte, politica, filosofia, economia. Que pode mudar o jeito do ser humano lidar com o mundo. Estamos hoje para transformarmos este hoje. Não sejamos pequenos sejamos vanguarda. Quem ousará trazer nos o fogo?

JOKA

João Carlos Faria                          

JOCA

Estamos vivos?

Não sim não sim
nãO sim não SIM
a Poesia se faz em nós …
Eu não eu … Adriana Cal canhoto … Planche z sim não …
Concretamente … Ironicamente … Amo a arte … A inutilidade … da ArtE.
Que Arte ? Abstrata … poética Oswaldiana ,,, Haroldo ,,, Caetanos …
Música … Paulo, Joana, Francine … Elizas …
A mente infinita e abstrata ;;; A poética concreta de José Moraes Barbosa … Moraes …
Que diz nos tudo e absolutamente nada ... Arte infinitas arte sem explicação …
Silencio sim não sim não …
Absolutamente não … Absolutamente sim …
Vivemos não vivemos … Garoa de Sampa …
Sampa garoa … Verdes mantiqueira …
Adentremos ao infinito … Desvendemos a língua de Camoês … Reinventemos a língua felina de
Camoês …
Francamente sem palavras sem som …
Sem sereias, sem desejos , sem sexo sem comida …
Não estaremos vivos …
A arte sendo e não sendo … Arte que se transforma … Se recria ..
Arte sem ser comercial ..
Ali não há nada …
Desfaço-me sou poeta?
Insensatez … Lusitana … Cade os indígenas que estavam aqui … Cade a língua TUPI.
Piratininga … Piranhas …
Vida …
Não sim não sim …

JOKA

João Carlos Faria

Depois de assistir a um programa no Canal Futura com Adriana Cal canhoto …
Dedicado ao poeta José Mores Barbosa … poeta nascido e criado em São José dos Campos
que há mais de trinta anos polemiza a poética com seus panfletos … Distribuídos na cidade.
Já lançou mais de 10 livros … Ativistas politico, anárquico, panfletário ...

sexta-feira, 15 de março de 2013


JOKA

Imprensa em debate

Por entre leituras, reflexões tentando entender o que se passa na cabeça das pessoas. Hoje temos um novo tipo de militante O VIRTUAL que acredita estar fazendo politica. Ou movimentando a sociedade mera ilusão. Se não aprendermos a usar estes recursos das comunidades virtuais. Se simplesmente ficarmos criticando a classe politica não transformaremos nada. Recentemente criei mais uma daquelas páginas achando que contribuiremos para o debate. Mas já há muito debate na internet. E até de forma exaltada. E a classe politica que são nossos representantes nadam de braçadas o poder constituído não se abala com nossas queixas anarquizadas sem nenhuma articulação nos Fóruns naturais de debates sociais as câmaras municipais, estaduais e nosso Congresso. Cabe ao legislativo debater e criar projetos e ao executivo meramente executar. E câmaras municipais e o legislativos estudais estão vazios. Cade a nossa presença os militantes virtuais? E a sociedade acaba perdendo. Pois estes debates são ricos de informação, reflexão mas nos falta a sabedoria da articulação politica. De estar nos debates públicos. Precisamos cobrar dos legislativos que abram canais onde as pessoas o cidadão comum possa se expressar. E conhecer outros que se expressam assim gerando uma atuação politica que de fato mude a politica nacional.
Recentemente vi num programa de TV. A nova participação do Italiano na vida politica de seu pais. Vi reuniões lotadas de pessoas ao vivo e acores. Mas no Brasil estamos só cobrando via internet. E deixando os Sindicatos, Associações Populares, Ongs sem respaldo para cobrar mudanças. A classe politica já esta de olho nas próximas eleições e temos uma nação que precisa de respostas hoje. O parlamento nem sempre se renova nas eleições precisamos aproveitar isto e cobrar do parlamento ações. Se fossemos de fato organizados aquela comissão presidida por alguém que a maioria acha que não tem entendimento para defender as minorias não estaria lá. Já tentei a partir da minha cidade São José dos Campos organizar um grupo usando a internet foi um fiasco. Uma mistura de ideias anárquicas. Ao centralismo da burocracia da esquerda. Não deu em nada um fiasco. Mas outras ações podem ser feitas para que a Sociedade aprenda a se organizar. E a imprensa cumpre este papel. De nos informar sempre. O novo é sempre algo difícil de acontecer mas nunca devemos desistir. Enfim esta no poder legislativo a força de mudanças neste pais. E ficamos cobrando o executivo. No parlamento a sociedade deve estar presente cobrando o executivo. Exigindo leis que sejam realistas. Ai sim construiremos não uma democracia sem participação da sociedade. O cidadão precisa acordar que sua participação politica não se dá só no dia das eleições. E precisa ir além da internet. Precisa estar nas ruas. E nos Fóruns de debates que fazem politica enfim estar presente no poder legislativo. Só assim teremos um debate que mude a perversa agenda nacional.



JOKA

João Carlos Faria            

quinta-feira, 14 de março de 2013


JOKA

Aos poetas de hoje, amanhã e ontem …

Hoje 14 de Março de 2013.
Dia da poesia no Brasil, mas para poetas, todos os dia são de poesia.
Hoje não cantarei a politica carcomida que não leva a comunidade a nenhum
lugar. A classe politica não deve ser levada a sério. Não passam de péssimos atores sem alma sem
vida sem nenhum sentido de comunidade.
Não digo que poetas não sejam políticos. Pois estão ai a refletir o mundo.
Na busca do domínio da língua.
Que muitas vezes se faz felina. Se faz forte.
Cantemos as canções de todos os poetas.
E aos poetas das canções de nossa Música Popular Brasileira … Ao rock nacional.
E cantemos a poesia de Jhon Lenom … Bob Dylam … Cantemos aos mestres
esoteristas. Que tentam desvendar o mundo mágico da criação. .
E aos filósofos, sagrados filósofos.
Cantemos as antigas civilizações …
Cantemos aos inventores da escrita …
Cantemos aos cientistas que inventaram a ueb.
Enfim cantemos aos políticos utópicos que transformarão sua sociedade.
A vida é feita de poetas. Os que conviveram e os que convivem conosco.
Sem os grupos que passei, sem os anos que passei fazendo politica literária e
sem as frutraçoes com a inifeciencia do estado tentando fazer cultura.
Não nos forjariamos enquanto escribas.
Agradeço aos críticos em secreto. Aos críticos em aberto.
Aos que conviveram comigo nas comissões de literatura públicas.
E aos libertários das praças, salões … Aos que criaram projetos junto comigo.
E aos que sempre atiraram pedra.
A poesia não traz recompensas materiais. Nem fama.
Mas ela ajuda a forjar nossas almas, na moral e na ausência da moral.
A vida passa e viraremos páginas de livros amarelados.
Mas a luta é árdua e diária em pesquisas, em convivências onde aprendemos mais sobre a
arte de viver.
Que no momento para mim são as bancas de revistas …
A poesia nos repudia, nos tortura e nos ama.
A poesia esta em toda humanidade em toda a natureza.
Esta em algo inesplicavel e Inefável que ousamos chamar Deus ...Deusa …
Ou qual nome que possa ter.
A vida é para ser vivida, seja nas dificuldades.
Seja no prazer …
Amo os que ousam fazer poesia.
E me amo sem buscar ser narciso.
Não sou espelho …
Hoje 14 de Março de 2013.
Simplesmente viva a poesia.
Que nos dá vontade de viver.

JOKA

João Carlos Faria

quarta-feira, 13 de março de 2013


Poemas de fé e amor …

Dedicado ao poetas Domingos dos Santos e Ricola de Paula ...

JOKA

A eterna procura de uma sombra de uma arvore ...

É noite ,,, Entre o cançasso.
De carregar pastas amassadas.
De caminhadas pela cidade.
E sempre ouvindo o não. E a energia se faz forte.
Não é novidade.
É noite a poesia de Ricola nos conforta.
E tudo segue por ouvir cantos gregorianos.
É noite … E a solidão se faz presente.
E as goteiras em nossa consciência.
O cançasso. E a vontade de ser.
É noite comemos paçoca.
Adentremos ao mar.
E lemos poesia.
A vida esta ai.
É noite .. Entre o caçasso contamos a vida.
Pastas amarelas em baixo do braço já não temos revolta.
Temos o caminho e a longa distancia a percorrer.
É noite … Entre cançasso.

JOKA

João Carlos Faria

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JOKA

Abismos de Fé ..

Fé sem ser cega.
Fé em criar.
Fé entre o ter e o ser.
Abismos .. ilusoes e a construção.
Abismos … Força … Vontade …
Abismos … Energia, salto … a distancia …

JOKA

João Carlos Faria












JOKA

Sertão Urbano

Abstrair -se … Saltos quânticos …
Verão … Chuva … Ilusão.
Realidade … Mentira … Realidade ..
Não consigo ser concreto …
Construir casas … construir obras ..
Somos infinitos … A saltar … Oro boros …
Comemos ilusões … Caminhadas no sertão urbano …

JOKA

João Carlos Faria

JOKA


Calor … Som em fúria dentro de nós.
E a falsa paciência de monges.
Teatro, puro teatro social ..
E a mentira do sistema capitalista.
Registrada numa frase em um automóvel.
Eu não tinha uma câmera para registrar a indi guinação.
Ficou registrada em minha retina.
O Capitalismo é uma ilusão que se consome.
E a fé na bondade humana.
Estamos anestesiados.

JOKA

João Carlos Faria














JOKA

Retorno …

Para o mal e para o bem retorno a construção poética … Que jamais deveria parar. Sendo mal ou bom devo seguir. Me aventurei na escrita. Na prosa ainda chego a um roteiro,romance, peça de teatro. E quero aventurar-me a poesia concreta e nas artes plasticas.
A vida é assim e deixamos nossas pegadas … Nunca deixamos de estar pois somos …
Estamos vivos … No solitário oficio da escrita … Sem medo de ousar dar saltos … Enfim rumo para outros livros que devo publicar …

JOKA

João Carlos Faria  

terça-feira, 12 de março de 2013


JOKA

Educare

Dedicado a Cláudio Willer

Nossas esquisitices neste calor dos trópicos onde não quero abrir jornais, nem ligar a internet. Não desejo me plugar a rede. Estamos juntos neste Universo. Criado por um grande arquiteto. E a Maçonaria e seus segredos. E a Matemática que nos deixa de boca aberta. E a gramática de nossa língua. Como seremos sábios para desvendar o básico da educação. E Roma se faz existir através de um Papa. E Deus não se preocupa com o homem que nunca o desvenda. Os esoteristas dizem que esta na matemática a chave para se decifrar Deus. Mas Deus nunca se decifra. Mesmo com toda a metafisica. Quero é retornar a matemática. Me aprofundar na gramática. O problema da educação talvez seja a falta de foco dos cursos universitários. De nós acadêmicos. Devemos simplesmente dominar a exatas e a lógica. Mas a lógica nisto? A poesia reúne toda a metafisica necessária. Vejo isto na poética de Cassiano Ricardo, Manuel de Barros, Cláudio Willer. Poetas veem o mundo com outros olhos Darcy Ribeiro para mim era um grande poeta. Por isto era ousado. A Academia nos tortura com suas normas. E tenta aprisionar a criatividade. Por isto educadores se veem perdidos em salas de aula. Falta nos filosofia, falta fé e poesia. Ai sim dominaremos os conhecimentos acadêmicos por completo. Enquanto isto seremos conduzidos por uma burocracia de mestres e doutores. De governos e normas que tiram do professor sua função de experimentador da vida, de pesquisador. E quem não sabe pesquisar não sabe filosofar nunca passará para seus alunos.
A educação precisa de amor. Uma dedicação de um Darcy Ribeiro, uma observação de um Cassiano Ricardo. A vida deve ser bem mais. E as salas de aula devem refletir este mais da vida. Professores não devem se perder em burocracias que nada dizem. Não devem se enfiar em cursos que não refletem a realidade do mundo. A educação deve liberar o homem o ensinar a viver. E também o que são as regras sociais. Não seremos educadores se ensinarmos uma matemática que não faz sentido. Quantos talentos perdemos na exata. Porque não sabemos entender as exatas. Eu mesmo preciso decifrar a Matemática para não continuar sendo devorado por ela. Passar a amar este saber trazido desde o principio da humanidade. E Deus se faz grande Arquiteto. E a Maçonaria nos traz vários saberes. E toda a mistica. E o Xamas aqui da América também. Darcy Ribeiro foi transformado pela cultura INDIGENA .
E a nossa língua deve ser estudada. Assim como a Matemática de resto tudo o mais e vã e cinza teoria. Que devemos conhecer. Para aprender a questionar a refletir. A filosofia deve ser construída
em todo os dias do resto de nossas vidas.
Caminho para o final de meu curso universitário. E sei que devo aprender muito. Desvendar o senso comum. E ir além. Mas não devo negar a milenar cultura popular de nosso povo Brasileiro. Enfim Roma continua através dos seculos. E mantém o Latim. E toda a cultura do ocidente. Cade a biblioteca de Alexandria? Esta em nossa memoria ancestral.
A Matemática e toda a cultura e arte das exatas devem ser ensinadas com paixão. A música ajuda a decifrar estes segredos. E o uso da tecnologia digital sem reflexão não terá valor algum.
Enfim temos que refletir qual é o papel do educar neste inicio de milênio. A vida é construída a todos os momentos. E os poetas que são os xamas, bardos de nossa cultura. Nos dão os caminhos através de sua simplicidade.
E a noite se faz quente. Estamos nos trópicos e meu caro Caetano Veloso podemos sim filosofar em Português. A vida se faz urgente vamos viver. E dois mais dois nem sempre é quatro a um intervalo e uma metafisica que nos faz dar saltos quânticos.
Estamos diante do abismo. A SEIS PASSOS DO ABISMO ...Vamos voar …

JOKA

João Carlos Faria


Imagem Claudio Willer



domingo, 10 de março de 2013


JOKA

E as lagrimas escorrem por nossos rostos.

Dedicado a Hugo Chaves ...

A noite profunda cae. E o calor nos aproxima de nossa exaustão. A vida sempre segue. É tempo de plantar. É tempo de trabalho. Se faz urgente o tempo para o estudo. E nunca esquecendo o tempo o sagrado tempo da reflexão e da escrita. E o sol fastiga nosso coração. E pessoas contam historias nos domingos de suas famílias. E as historias se cruzam. Pessoas assistem ao mundo pelas portas da TV, Internet. Grandes lideres se vão. Via o show midiático. E alguns corações não sentem ,mas analisam ao jogo. E a educação se mercantiliza. E como podemos de fato mudar? Se mercantilizamos a politica. Ela deixa de ser ideologia, deixa de ser o amor a própria comunidade esquecemos de nossas ruas. De nossos vizinhos de nossos amigos. E estamos sós. Mas nada como um almoço de domingo em família para rever tradições para saber da vida de nossos antepassados. Um silencio e conversas na mesa da cozinha. Para que queremos fama? Dinheiro? Poder ? Se tudo se esvai como a vida de ídolos de rock que se vão a todo momento. A terra nos espera. A vida não espera. Enquanto tivermos energia é hora de trabalho, suor. E as lagrimas caem em nossos rostos. Muitas vezes de dor , mas também de alegrias. Despir-se das vaidades é um caminho difícil. E o líder politico não queria se despedir deste mundo. Ele cumpriu sua parte. Transformou seu pais o colocou no mapa da geopolítica de nossa atualidade. Deve ter errado muito , mas também fez muito. Em catorze anos não se faz tudo. Caudilho talvez mas pagamos sempre o preço? A politica é uma arte. Necessita-se frieza para compreender o imenso jogo de xadrez. Mas precisamos de um coração que ame ao povo. Ao próximo. E muitas vezes esquecemos este amor. Este vinculo social para quem nos cerca. E nada como um almoço de domingo. Ou um trabalho em cooperação com quem tem afinidades, amigos. A vida é curta e longa depende de como queremos viver. E o líder o coronel Chavez se foi deixando nos seu exemplo. E a Utopia de uma América livre. Onde tenhamos educação, trabalho. Onde possamos construir uma sociedade harmônica além das velhas ideologias sejam elas o Capitalismo, Socialismo. O novo pode se fazer real. E Utopias podem construir grandes civilizações. Enquanto formos mulheres e homens. A vida sempre esta ai seguindo seu rumo. Não tenhamos medo e sim ousadia de construir novas pró postas para nossa civilização. Hugo Chaves propunha um socialismo do século vinte e um. E ouso propor que façamos uma reflexão e busquemos uma nova construção do refletir e pensar a sociedade na qual dia a dia construímos devemos ir além de Marx,Adam Smith. E de qualquer outra teoria econômica. Devemos ousar e buscar sempre mais. Afinal que legado queremos deixar para as futuras gerações.
Hugo Chaves nos deixará com saudade. Que se vá … Companheiro Chaves ...

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João Carlos Faria                

quarta-feira, 6 de março de 2013


JOKA

O militante exaltado

Sobre este fato fiquei sabendo um dia depois. E correu a informação na cena cultural. Este inicio de Administração do PT esta meio conturbado. Talvez por falta de bom senso da militância politica do PT e de alguns membros do governo.
E hora do povo de politica se afinar. Ficar brigando com jornalista. Ou tachando os cronicas da cidade de direita ou algo assim é uma grande bobagem. A democracia neste pais esta consolidada e estamos aqui para brigar por ela.A democracia que nos dá o direito a nós expressar.
Achei uma bela cronica de Hélcio. Mas não nos cabe importunar ninguém na hora do cafezinho.
Acho que o PT poderia dar um curso de formação de como lidar com a imprensa. Mas Joaquim Barbosa andou chigando um jornalista por estes dias.
E uma jornalista apanhou na Venezuela. O mundo esta voltando aos anos sessenta?
Epa cuidemos para que o Condor não volte.


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João Carlos Faria   

terça-feira, 5 de março de 2013


JOKA

A nulidade ...


A vadiagem se faz … Por entre leituras …
Poetas … Acordos ortográficos.
Esta língua que nos tortura …
E se faz amor.

Saberes … desejos …

A vadiagem se faz … Entre performances …
Entre pernas e calcanhares …
E amores … que se fazem …
Ser sério não nos faz melhores …

A vadiagem se faz …
Mas desvario demais nos anula …
O desbunde esta na vida …

O trabalhar também não se fecha círculos …

A vadiagem se faz … Mas que não dure uma eternidade.
Se não vira trabalhar.

A vadiagem se faz ...Mas precisamos de equilíbrio.

Enfim viver tem segredos que devemos desvendar …
A vadiagem se faz criação … O trabalho é árduo
e necessário.
Mulheres e Homens se forjam entre vadiagem e trabalho …
Entre repouso e movimento …

A vadiagem se faz … Assim como o trabalho …
Sejamos livres …

JOKA

João Carlos Faria    

JOKA

A MISERAVEL CULTURA DO ESQUECIMENTO ...

Deparei me com um livro de Cassiano Ricardo. Enfim um anjo trouxe-me novamente a poesia de Cassiano em minhas mãos. Reler este poeta é um balsamo nestes dia conturbados. Não consigo avançar além do poema Marcha Fúnebre um soneto. Destes bem construídos que talvez eu nunca construa. Minha escrita nunca se prende. Preciso melhorar minha disciplina para chegar a um soneto. Um livro amarelo velho publicado em 1965 pela Editora do Autor seleção de Ruben Braga.
Em sua primeira edição. Este poeta anda esquecido pelos críticos e editoras. Cassiano deve voltar as livrarias precisa de uma edição completa de sua obra. Ja'folheei diversas vezes seu livro Os sobreviventes. Este poeta sempre se atualizou até seus últimos livros. E o pais o nega. Sua cidade natal São José dos Campos tem uma semana dedicada a ele mas sempre fazem uma semana capenga sem chegar a obra. E nunca se debate a literatura hoje. Uma fundação que leva seu nome e não tem uma politica séria de literatura. Enfim o Brasil despreza a arte. Só a um esforço de amantes da escrita para transformar a literatura brasileira. Se dependermos de ações do poder publico com sua mediucre institucionalidade estamos em perigo. Cassiano esta além é poeta. Homem que vivenciou sua geração. Escreveu muitos livros de poesia e vários ensaios. Tem uma poética que esta valida até hoje. Mas é talvez propositalmente esquecido. Por causa de sua proximidade com Getúlio Vargas foi sensor. Esteve na politica. Com vivia com Monteiro Lobato foi da velha Academia de Letras. Mas é imortal por ter uma obra consistente verdadeira. Seu poema Moça tomando café retrata toda a produção cafeeira até chegar a Paris. Enfim deve ser lido deve chegar as livrarias. Deve estar em sites de literatura. Debatido questionado. E atualizado sem nenhuma hipocrisia. O Brasil necessita de uma politica para incentivar a literatura. E há poucas ações nesse sentido. Não temos bibliotecas em todas as escolas. Não temos em todas as cidades. Não há uma politica para se editar bons autores. Sem uma intelectualidade critica em um pais. A democracia não se fortalece. E governos continuarão a fazer o que bem entendem deste pais. Sem conhecimento literário e filosófico o cidadão esta a merce do consumismo. Não pensa em alternativas viáveis para seus problemas. Enfim sem ler livros e o mundo somos mediocres e a merce da ditadura da imbecilidade que reina na politica. E Cassiano com sua sensibilidade nos ajuda a refletir concordemos ou não com suas posições. A diversidade nos faz avançar em nossas reflexões devemos ler Cassiano. E tantos outros mestres de nossa literatura. Para ampliarmos nossa visão de mundo.

JOKA

João Carlos Faria    

domingo, 3 de março de 2013


JOKA

Para Reginaldo Poeta Gomes

Ares e mares …

Guardas Chuvas … Nos protegem de trevas …
Guardas Chuvas … Nos trazem lembranças da árides da caatinga.
Que as chuvas inundem o sertão … Que banhe com a poética da chuva.
Nosso imenso nordeste.
Poetas, panfletários da nação Brasilis …
Há Caatinga nos traz seu poeta …
Poesia em pratos … Poesia em supermercados ..
Poesia nos Campos de São José …
Incendeia nosso desejo de vida … Na pós cidade.
De Moraes … Solfidone … Franklin Maciel …
De Irmandades perdidas em Igarapés ..
Na concreta cidade. Na abstrata cidade …
Poetas naufragam e adentram ao banhado.
E cantam São José dos Campos …
Com sua Brisa, Zenildas, Dirces, Josie … Juracy … Mah Luporini … Inefáveis Beth ...
Mulheres brasileiras enfim mulheres de São José dos Campos …
Adentremos aos seus mundos …
Cantemos em lançamentos de livros …
Guardas Chuvas … Nos protegem de trevas …
Guardas Chuvas … Nos trazem a poesia da caatinga …
Na voz de Reginaldo Poeta Gomes ...

JOKA

João Carlos Faria

PS A Fundação Cultural Cassiano Ricardo na sua politica de literatura precisa criar uma editora.
Parabéns a Reginaldo que nos brinda com mais um livro … Que venham outros …


JOKA

Precisamos nos debater e não nos digladiar.

Por entre o cotidiano, uma gripe que não me deixa ir a Parques, idas a bancas de revista para ver se há algum escrito num jornal local. Leituras de O GRITO de Mah Luporini. Que se aventura em Sampa. E a presença em lançamento de livro de Reginaldo Poeta Gomes rever amigos pessoalmente. São tantos que não cabem num escrito. E a presença física de Ricola de Paula poeta que quase nunca esta presente. Sua escrita amadurece. Também morando na Mantiqueira. Longe da cruel vida urbana. Que Selmer retrata em sua poesia quase visual. Artes, plasticas, poemas e arte se misturam. A poesia cabe tudo pois é arte. Ver velhos amigos e uma juventude que toma conta da vida cultural da cidade é gratificante. Todos nos passamos e nos fazemos presentes. E a cidade vazia em seu centro. Quase ninguém não há mais as carrocinhas de cachorro quente na praça central da cidade. Precisamos correr para não sermos levados num cruel assalto. Mas há violência não existe é criação de jornais locais. Mentira há violência é gerada por causa de nossa insistência em não aprender a fazer politica. Como ativistas políticos são ingênuos. Não conseguimos interpretar a realidade. E contribuímos para afundar governos. Estamos desestabilizados enquanto isto a população sofre em suas periferias. Basta precisamos aprender a ler o mundo. Não cabe a nós a ausência de maturidade. Cabe nos a cruel responsabilidade. Não consigo entender pessoas que pensam num mundo de vinte, trinta anos atras. Precisamos nos debater. E não nos digladiar. Por isto gosto da leveza de Ricola. E da busca pelo novo de Selmer. A Mantiqueira nos faz bem a mesma Mantiqueira que esta a milhões de anos cercando este Vale. E tudo se faz grande. Só nosso ego deveria ser ínfimo. Mas não é. E por isto sempre acabamos sós. A vida passa. Precisamos crescer. Deixar de sermos infantis. A cidade precisa de homens e mulheres que sejam maduros. É hora de nascer novas arvores. E a vida segue …

JOKA

João Carlos Faria             

sábado, 2 de março de 2013


JOKA

Não sabemos amar?


Tarde fria, ainda verão mas um gostinho de outono. Crianças choram na vizinhança, cachorros dormem sem se preocupar com desejos. Só nos seres humanos temos tantos desejos? Tristemente encerro o livro com um poeta significante. Seu nome Manoel de Barros não preciso escrever mais nada. A vida as vezes é doce. Uma pequena gripe me faz cancelar a rotina de sábado. Sempre gostei de ouvir aquele poema de Vinícius sobre o sábado. O vento balança um pé de mamão. Como digo sempre estamos vivos. Mas quais as possibilidades de viver. Não me entrego as reclamações politicas. Na verdade gostaríamos de ocupar aqueles espaços. E muitas vezes faríamos igual será que somos tão diferentes?
Desculpe nos esquecemos de ser comunidade. Nos esquecemos de nos amar quanto mais o próximo. Só queremos consumir. E nunca temos algo para oferecer. Tudo em nossa civilização se faz vazio. Estamos cheios de incertezas. Não sabemos amar? Só sei que graças a Manoel voltei a fazer poemas, quem sabe compor letras de música? Nada de sucesso. O fracasso nos satisfaz e nos impulsiona a fazer mais. Nada como uma tarde fria. Para escrever. Minha gramática nunca me satisfaz não consigo estudar sozinho. Os estudos gramaticais precisam ser em grupo. Sozinho temos muitas coisas mais interessantes para fazer. Como dormir nas tardes. Há não vivo sem dormir a tarde. E tão tranquilo. As vezes alguns demônios bem malandros nos guiam em sonhos. E acordamos vendo grandes torres de fogo. Como em erupção. Mas faz parte da vida. Desvendar os caminhos da meditação é um grande desafio. Como desvendar a gramatica de nosso dia a dia. Me dou bem com as palavras. Elas me encantam.
E nos satisfazem. Gostei de voltar a ler poemas e agora de novo pego uma bolsa e chego a leitura
de Cassiano Ricardo estou voltando a ele.
É tudo um grande pendulo de vai e vem. Como as toalhas que balançam no quintal. E tudo segue hoje lançamento de livro.
E num parque imaginei grandes barquinhos de papel em tamanho real. Imaginem a baia de Guanabara, Rio Tiete … Com grandes barquinhos de papel. Ainda adentro nos saberes e fazeres das artes plasticas … A vida segue … Hoje se faz sábado.

JOKA

João Carlos Faria    

JOKA

Amores inexistentes ...

E a noite chega estar sozinho é estar morto.
Brasil … na noite que se faz ...Entre desejos … E ausência de desejos … Lindas mulheres leem livros … Na noite … O calor se faz forte … Longe estamos de Copacabana … Longe estamos de qualquer utopia … A muitos, infinitos livros para serem livros. E o Sol se faz forte … Céu azul … Lua escondida … E sigamos além do mal e do bem … A justiça corta nossas cabeças em guilhotinas. Não temos nada nem o corpo nem a alma.
Somos sombras … Tudo se realiza. Pássaros voam no céu... Adentremos ao mar de Copacabana … Cantemos em praça pública … Dancemos em praças públicas.
E noite chega estar sozinho é estar morto.

JOKA

João Carlos Faria

sexta-feira, 1 de março de 2013


JOKA

Cantos

Cantemos a vida … A vida em que vivemos.
Cantemos a existência …
Viver algo fundamental … Além do simples
Existir …
Cantemos ao feminino … e ao masculino …
Caminhemos bem além do Mal e do Bem …
Mulheres e homens cantando em busca de se descobrir.
Naveguemos para as estrelas …
Universos são criados neste instante …
Infinito instante …
Gigantes adormecidos na Mantiqueira.
Adentremos aos espelhos …
Criemos canções … Façamos amor …
Vamos além bem além .Do mal e do Bem …

JOKA

João Carlos Faria


JOKA

Brasil quintal do mundo.

Vendo as noticias do dia e mais os sites de relacionamento dá para perceber como somos levados pela informação em nossas vidas diárias. Com isto as empresas de comunicação, governos e empresas em geral fazem o que querem com a população.
A mídia no mundo e no Brasil da as cartas cria governos e derruba governos estranho é ver o PT de Lula só agora se dar conta. É um grande jogo e sempre somos levados por nossas emoções é um grande erro achar que se faz politica usando como ferramentas as redes de comunicação como o Facebook uma grande ingenuidade. A sociedade Brasileira esta sempre sendo iludida pela emoção. Politica esta no campo da razão isto nos explica o velho Maquiavel. Mesmo lendo este livro ainda nos iludimos. Esta tudo se repetindo o PT virou um grande partido de centro. Que já não busca transformar o pais afundo e Lula faz um jogo de cena atacando a mídia tanto o PT como a grande mídia estão ai para conservar tudo como esta. Eles dão ao povo alguns brinquedinhos como internet, TV a cabo. E as loterias famigeradas loterias. E o povo sempre se iludindo o emprego no Brasil continua precário a maioria da população não ganha mais de dois mil reais por mês e se alude achando que entrarão para a classe média. Melhorou o acesso as faculdades sim as pessoas vão se formar e continuarão a ganhar salários de fome.
As centrais sindicais não defendem ninguém por que querem manter o trabalhador sempre trabalhador na base da piramide. A esquerda se é que temos uma esquerda no Brasil não quer pensar em cooperativas ou formas de criar empresas coletivas. Não vejo nenhuma proposta econômica ser feita pelos Partidos que se dizem de esquerda. Estas lideranças estão a mais de vinte anos vivendo a custas de Sindicatos, Partidos Políticos.
Mantendo esta estrutura neo liberal que criticam da boca para fora. Com exceção ao MST. Que tem um grande trabalho com Cooperativas mas o Brasil como o resto do mundo de hoje é centrado nas cidades.
Então porque não buscar alternativas econômicas que gerem de fato qualidade de vida. Que mude a economia de nosso povo. Tão massacrado com uma educação que os prepara para apertar parafusos. Ou simplesmente trabalhar no setor de serviço.
É lula e o PT patinam patinam e não propõem nada novo. O PSDB é seu fraco inimigo se tudo continuar em mares calmos ficarão no Planalto por uns trinta anos ou mais. Devem ter algum calcanhar de aquiles. Que seus criadores a grande elite mundial se quiser os tira a qualquer momento. Espero que neste pais surja lideres com vontade e visão de transformar este pais. E um dia poderemos deixar de ser quintal do mundo.

JOKA

João Carlos Faria