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sábado, 16 de fevereiro de 2013


JOKA

Hotel Atlântico

Dedicado a Felipe de Souza

A perplexidade diante da vida gera a arte. Mentiras nos são repassadas a todos os momentos e a construção de uma nação se faz via inúmeras mentiras. O fazer politico hoje quase se resume a repassar mentiras na internet … E alguns jovens saem as ruas para questionar e as mentiras contra eles são disseminadas. Um ódio forjado entre classe média e classe operária se faz em nome da manutenção de um novo Status Quo r. São os podres poderes travestido de esquerda? Direita ? Centro?
Quantas e quantas perversas mentiras. E nos povo entramos no jogo deixando nos levar pelas partidas de futebol do fazer politica. Para mim rasgo ideologias e visto-me de comunidade. Não temo e tenho todos os temores ;;; A consciência deve prevalecer sempre. Contra todas as facilidades … Por acaso assisti a um trecho do meio para o final de Hotel Atlântico de Suzana Amaral baseado na obra de João Gilberto Noll … O filme me trouxe varias inquietações com seu protagonista circulando por um interior desconhecido … Um filme para se assistir vaŕias vezes sem nenhuma concessão de pensamento adoravelmente difícil. E vejo a vida pública brasileira com todas estas metáforas. Hoje tenho um pé atras de como me comportar na internet. Não devemos nos levar pelas emoções vazias. Os desgovernos estão ai e nos contam mentiras. Não devemos ser inocentes nem deixar de sair da caverna e adentra a vida pública. Seja de que maneira for. Somos um animal essencialmente politico, somos também perversos e perigosos. Devemos deixar nossa ingenuidade. Devemos confiar e desconfiar de todos com menos de trinta e mais de trinta. Mas devemos desvendar os meandros os jogos da vida pública. Que movimenta a economia. O social. Não devemos cair nos discursos fáceis e simplistas. Tapinha nas costas não pagam contas. E as contas neste pais são pagas por todos nós. No filme o artista termina pegando um táxi. Ele perdeu uma perna. Quase morreu … Vestiu-se de padre … E fez valer sua virilidade. Não devemos temer caras feias e o isolamento social. Devemos desconfiar e estar na vida pública. Ir além da velha concepção de partidos políticos. Pensar além dos três poderes. E fazer a democracia que ainda não existe. Em nenhum setor social. Estamos vivos. Bem lúcidos … Não estamos vestidos de pedra … Não somos estáticos. Estamos num eterno movimentar-se. A dança, a música fez gerar universos … E nos faremos nascer uma nação. Chega de laboratórios de perversidade. Eles senhores dos votos calmamente nos mentem. Repetem suas mentiras …E nos povo nunca devemos aceitar , façamos da internet um ponto. Onde nos leve de volta as ruas. Somente nas ruas mudaremos os rumos deste pais … Que assim seja ...


JOKA

João Carlos Faria

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