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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


JOKA

Fogo dos Deuses

Azul céu .. Metáforas na madrugada.
Banhar-se em sangue ancestral.
Bancas de revistas, filosofias da vida diária.
Paginas de jornais amareladas pelo diário veneno.
A fêmea em cio. Em parques a sagrada humana nudez.
Onde a fraca moral incendeia. Com seus fragmentos de aprisionamento.
Liberdade faca de vários fios.
Lindas mulheres em ciranda. Nuas no Ibirapuera.
Xamas de tempos modernos.
Dancemos, dancemos, dancemos estamos bem vivos.
Enquanto nos fazemos vivos.
Há seculos tiramos a liberdade de povos.
Mulher e Homens nascem nús.
Roupas servem para nos proteger.
Servem para nos enfeitar.
Roupa é arte.
Mas nas cachoeira nús estejamos. Nos faz acender o fogo dos
Deuses.
Azul céu … Metáforas na madrugada …
Dancemos cirandas nas praias.
Dancemos cirandas nos parques.
Dancemos cirandas nas cachoeiras.
Tolos são Mulheres e Homens que se envergonham do próprio corpo.
Os Deuses nos deram a liberdade … E nos estamos algemados por nossa
conta e risco …
Azul céu metáforas na madrugada …
A poesia se faz presente em nosso coração.

JOKA

João Carlos Faria  

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