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sábado, 23 de fevereiro de 2013


JOKA

Decifra-se o SABADO

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A ferida não cicatriza.
Ela esta aberta.
E se expande … Pelo corpo.

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O desejo … a periferia …
E ausência de alma.

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Estar fora e estar dentro não há um centro.



Eu falei que queria caminhar … E caminhei.
Disse que queria amor. E só tive a ilusão.

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Caminhei por supermercados que vendiam prazeres.
E não consumi.

Adentrei dentro da TV. E não sai mais.

Hoje se faz sábado … Mas é segunda-feira.
Tenho livros para enterrar.
Para que estante.

As quebramos numa tarde de inverno …


Se faz noite lá fora …
Mas o sol brilha em minhas retinas …


Salto num buraco. E me faço cão.

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Que canção devo tocar quando me chamas de periferia.
E acende desejos … que não se satisfazem …

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Clichês fazem a linguagem … E a palavra nasce quando se faz universos …
Poeta não é Deus.



JOKA

João Carlos Faria

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