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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


JOKA

Camoês que nos traz a língua ...

Cá estou eu a ler Camoês …
Desejando amores tardios …
As luzes do século vinte e um.
Lendo os belos escritos.
De um mundo que ficou.
Mas o Coração de Camoês nos alcançou.
Trouxe nós a tão maltratada Linguá Portuguesa.
Em época de Fanke rasgado.
Hó língua viva que se faz viva.
Sobreviverá a nosso desconhecimento.
Hó luta inglória por conhecer nossa amada língua.
Merece ser tratada como a mais bela Helena.
Que troia fez sucumbir.
Quem são poetas hoje que não dominam a bela língua
de Camoês.
Que nos chega hoje …
Ó virgem nua … Que atravessou mares … Que adentrou em
águas bravias …
Para se fazer a nação Brasil ...

JOKA

João Carlos Faria

JOKA


Carta para Lula


Ônibus dois amigos conversam é um diz porque você não faz uma carta para o Lula. Para falar para ele sair candidato a Presidência novamente. O outro de forma irritada diz vou te jogar pela janela. O
PT anda pisando em salto alto. Militantes quase batem em jornalistas. Lula fez muito pelo Brasil mas ainda pode fazer? Que propostas econômicas há para o Brasil? O Bolsa família ajuda muito as famílias. Mas a educação no pais ainda é fraca. Os alunos ainda se formam sem o domínio básico do Português, Matemática sem um necessário domínio do que é a conjuntura nacional. Sem uma visão critica de pais. O pais ainda necessita avançar. E partidos políticos não são democráticos. Não tem uma reforma politica que faça uma grande transformação. Lula já não é a solução para o Brasil a solução é o fortalecimento dos movimentos sociais. Que precisa ter uma visão estratégica para o pais. Não devemos fortalecer partidos políticos e sim a ação social o envolvimento do Brasileiro com a politica.
O Brasil não precisa de Lula o Brasil precisa de cidadãos comprometidos com a vida publica. Que tenham opiniões que saibam se articular. Lula é fruto de outro momento do pais. Já cumpriu com sua parte para nosso belo quadro social como cantou Raul Seixas em Ouro de Tolo.
Esta ai a surgir a Rede um partido politico diferente. Que tem uma nova proposta de atitude. Mas avancemos além da Rede precisamos for mentar um empreendedorismo social no pais. Criar cooperativas. Fortalecer a economia de forma cidadã. O mundo já é outro. Assim o amigo disse ao outro.
E os dois de forma quase harmônica continuaram seu trajeto num ônibus com uma passagem bem cara. Numa cidade que não cria alternativas de transporte coletivo. Vendo as mazelas de um inicio de governo. Que os dois esperam que acerte o rumo.

JOKA

João Carlos Faria    

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


JOKA

Falange Dourada ...Um manifesto?

Bancas de revistas veem o Brasil de forma metafórica … Em sonhos oníricos … Vivemos a realidade de cada dia. A vida sem rotina e ingrata … De joelhos estamos diante de Deuses. E a vida escorre por ampulhetas … Enquanto lemos páginas amareladas de jornais. E a rebeldia se faz madura. Queremos um mergulho no Oceano Atlântico … E uma cachoeira na Mata Atlântica … A vida também não pode ser só baseada em rotinas … Toda moral deve ser repensada, estudada para ver se tem fundamento ou não. Enquanto vivemos em muitos Brasis. Não entendemos as regras da politica … Vivemos a organizar novos movimentos … E viva a Falange Dourada um coletivo que nasce nacional. Mesmo fincado em nossas comunidades. Nossas cabeças estão a mil por hora. E hora de parar e refletir quais passos dar. Já temos um infinita trajetória. Desvendamos o Brasil que faz filosofia em bancas de jornais. Um Brasil plural ... Conectado as mudanças do mundo. Cuidado não devemos ser reacionários quando achamos que temos atitudes libertárias.
Confunde-se ser libertário com libertinagem … A vida oculta segredos que devemos estar atentos para perceber. Que venha a diversidade de opiniões … Que nasça um coletivo capaz de perceber o Brasil de hoje. Quantos manifestos são criados a todo momento. Um homem de rosa protesta na Sampa. Enquanto vivemos a rotina de cada dia. Queremos dançar, cantar, criar. O homem passa a existir quando passa a criar. Mas a arte deve ir além da velha roda. Criemos o novo chega de repetir velhas formas gastas. Já somos velhos novos guerreiros … Circulando por este universo enquanto tudo não se finda. A internet ao mesmo tempo que nos junta nos separa. Estar conectado não significa estar atento. Que venha os novos. Decifremos o Brasil hoje ou continuaremos a ser devorados pelo velho sistema carcomido. Mudar, mudar, mudar só a mudança nos transforma. A arte nos contagia nos une e muitas vezes nos divide. Respeitemos ao próximo em suas diversidades de opiniões ...
A vida que seja plena de realizações. Mesmo na aparente caretice de nossa rotina interminavel. Deixemos de ser nilinistas? Mas não nos acovardemos numa vida imbecilizante … Estamos VIVOS. E isto nos transforma.

JOKA

João Carlos Faria

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


JOKA

Calçadas

A cortina vermelha no quarto de Ana que sempre lava a roupa. Que sempre lava a calçada de casa. Que vive e respira … Mas Ana sempre se faz … Sempre trabalha .. Se cansa … Tem uma vida comum . Mas quando lava a calçada sente-se bela e desejada … Sente-se existindo. Geralmente acontece de os carros baterem em frente sua casa.
E a cidade fica feliz quando lava a calçada.
Ana de sonhos e ilusões não percebe que é mais uma na ilusão dos homens .. Numa época em que mulheres e homens vivem só embora juntos.
Ana diverte-se ao lavar calçadas.

JOKA

João Carlos Faria


JOKA

Fogo dos Deuses

Azul céu .. Metáforas na madrugada.
Banhar-se em sangue ancestral.
Bancas de revistas, filosofias da vida diária.
Paginas de jornais amareladas pelo diário veneno.
A fêmea em cio. Em parques a sagrada humana nudez.
Onde a fraca moral incendeia. Com seus fragmentos de aprisionamento.
Liberdade faca de vários fios.
Lindas mulheres em ciranda. Nuas no Ibirapuera.
Xamas de tempos modernos.
Dancemos, dancemos, dancemos estamos bem vivos.
Enquanto nos fazemos vivos.
Há seculos tiramos a liberdade de povos.
Mulher e Homens nascem nús.
Roupas servem para nos proteger.
Servem para nos enfeitar.
Roupa é arte.
Mas nas cachoeira nús estejamos. Nos faz acender o fogo dos
Deuses.
Azul céu … Metáforas na madrugada …
Dancemos cirandas nas praias.
Dancemos cirandas nos parques.
Dancemos cirandas nas cachoeiras.
Tolos são Mulheres e Homens que se envergonham do próprio corpo.
Os Deuses nos deram a liberdade … E nos estamos algemados por nossa
conta e risco …
Azul céu metáforas na madrugada …
A poesia se faz presente em nosso coração.

JOKA

João Carlos Faria  

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


JOKA


A arte como instrumento de transformar a realidade.

A produção teatral é algo bem interessante existem os grupos de teatro que tem uma raiz com a comunidade e dentre eles Os atuadores que é comandado pelo ator e diretor Harley Campos e meu projeto de fazer cinema esta cada vez mais idealizado e encontro luzes no fim de um imenso túnel. Hoje conversei com Harley e dei lhe a ideia de uma adaptação de Esperando Godo t. Harley já virou um especialista em Samuel Bekett. Sendo ele um artista autodidata mas com toda uma vivencia na cena nacional do teatro. Trabalhou com Zé Celso e inúmeros outros diretores. Ele pretende montar em 2014 esta peça. Mas o que é uma adaptação de um clássico do teatro como Godot? Falta ai um aprendizado de uma construção de um bom roteiro. Buscar uma produção tecnicamente simples. Hoje vi algo assim num filme que não sabia se era um documentário ou ficção. Hoje o cinema cria estas possibilidades. Temos os recursos técnicos. E temos a criatividade necessária. O mais próximo de um roteiro que dei uma ideia foi Melões da Nani bia de Rynaldo Papoy que ainda esta no roteiro. Fazer cinema é um grande desafio e fazer com qualidade artística mais ainda a uma infinita gama de produções no Brasil hoje. Mas nem todos passam dos quinze minutos iniciais. Uma obra de arte necessita-se propósito. Necessita-se uma boa direção. Tem que ter um conteúdo. Não desconfio deste dois artistas Harley e Rynaldo Papoy.
Vejo ali talentos. E confio em minha capacidade de aprender. Mas já passamos dos quarenta e nossas obras devem ser paridas. Afinal artistas deixam obras para a posteridade. Sei que fazer cinema anda em moda. E me preocupo em não entrar numa aventura de Ação Cultural que é trazer arte para a comunidade inseri-la no contexto da criação artística. Mas não cabe mais a mim estar em projetos assim. Cabe a mim aprender a produzir. E contribuir para o avanço cultural de nosso pais. Cabe a nossa geração fazer arte. O que passou já foi o rio que passa em minha comunidade já é outro. E minha comunidade pode dar grandes passos que foram sonhados num passado recente. A natureza não dá salto. Mas homens amadurecem. E ideias devem ser realizadas. Hoje estamos além de uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. A uma industria cinematográfica neste pais. Iniciada com nomes como Gláuber Rocha, Cacá Diegues, João Batista de Andrade, José Mojica entre muitos. Mas muitas vezes vemos ausência de arte. Ausência de existência de sentido. Nas produções cinematográficas. Não foram gestadas para traduzir o mundo. Então usemos de nossas experiencias de vida. De nossas dificuldades para buscar uma linguagem de cinema. Que venha e tenha a visão de quem esta fora do centro. Mas que não só retrate o povo em suas mazelas. Mas em suas questões filosóficas. Existenciais. Afinal o Brasileiro filosofa em bancas de revistas enquanto elas ainda existem. Novos lugares irão ocupar o lugar das bancas. Somos um povo bem criativo. O mundo se transforma e precisamos acompanhar esta transformação seja com cinema, literatura, música ou a arte que cada um queira fazer. Gosto de literatura, cinema, musica. E com elas me comunico com o mundo. A vida sempre segue. E a filosofia acontece nas ruas.


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João Carlos Faria              

domingo, 24 de fevereiro de 2013


JOKA

Que isto companheiros

Vendo o inicio de mandato de Carlinhos Almeida PT e declarações infelizes como de Rui Falcão em relação a mídia brasileira chama-la de golpista é um ataque a democracia e a nossa inteligencia. Nada tenho contra o PT votei e voto. Mas classificar a mídia nesta maneira é um absurdo. Vivemos numa sociedade democrática e cabe sim criar um marco regulatório para mídia não para censurar mas para expandir a opinião pública. Hoje temos canais como a internet. Lamentavelmente vi um discurso assim em 2002 de José Dirceu sai decepcionado deste encontro e agora Rui Falcão continua com esta bobagem. Vejo os discursos exaltados de oposição e situação no Facebook parece que o bom senso esta sendo vencido pela falta de dialogo.
Justamente o PT que governa o pais há dez anos então porque não debate e cria leis necessárias para a mídia.
A pauta nacional tem assuntos mais importantes para serem debatidos. O PT faz tempo que é vidraça. E precisa aprender a se comportar como vidraça. Ou fazem questão de voltar a oposição?

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João Carlos Faria

sábado, 23 de fevereiro de 2013


JOKA

Decifra-se o SABADO

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A ferida não cicatriza.
Ela esta aberta.
E se expande … Pelo corpo.

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O desejo … a periferia …
E ausência de alma.

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Estar fora e estar dentro não há um centro.



Eu falei que queria caminhar … E caminhei.
Disse que queria amor. E só tive a ilusão.

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Caminhei por supermercados que vendiam prazeres.
E não consumi.

Adentrei dentro da TV. E não sai mais.

Hoje se faz sábado … Mas é segunda-feira.
Tenho livros para enterrar.
Para que estante.

As quebramos numa tarde de inverno …


Se faz noite lá fora …
Mas o sol brilha em minhas retinas …


Salto num buraco. E me faço cão.

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Que canção devo tocar quando me chamas de periferia.
E acende desejos … que não se satisfazem …

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Clichês fazem a linguagem … E a palavra nasce quando se faz universos …
Poeta não é Deus.



JOKA

João Carlos Faria


JOKA

Face a face com Deus ...

Me embriaguei de jornais. E deixei a poesia de lado. Viver é poesia. Adentrar ao universo macabro dos fazeres políticos empobrece nossa alma. Viver é pensar e agir com valores. Só a leitura de um livro de Manoel de Barros foi uma boia. Em meio a insensatez desta vida moderna. Nem as bancas de revista se livraram … A vida é bem mais. Há muita metafisica no cotidiano. A chuva de verão cai na tarde. O calor se faz presente e sempre a ausência de algo. Sempre nos falta algo. Para que se fazer notado se todos passamos como o verão que passa. E os anos que se vão. Somos folhas que se desprendem no outono. Sempre que escrevo coisas me preocupo para não cair no clichê da auto ajuda. Ou sempre que só escrevo sobre politica também fico preocupado. Pois a vida é metafisica. E politica e tudo o mais que cabe na vida. Gosto de ver canários voando nos céus. Gosto de me ver voando nos céus. Ganhei um velho livro sobre projeções da consciência. Logo agora que minhas férias terminam. E terei de ler apostilas e mais apostilas do curso de Pedagogia. Para dar aula necessita-se uma grande base de psicologia. Mas voltemos a outros temas imaginem sair do próprio corpo de forma consciente. Eu veria do alto este Vale do Paraíba. Daria voos rasantes no céu. E adentraria a lugares nunca imaginados. Mas veria Deus? Mas alguém pode chegar face a face com Deus. Moisés nos conta que não. Mas mudemos de assunto pois Deus é mistério e as religiões se apropriam de Deus. E ateus tentam negar o inegável. Não sou teólogo sou poeta. Mas quis escrever sobre politica para ver meus escritos impressos em páginas de jornais. Enquanto não público outros livros. Só para provar a mim mesmo que estou vivo. E me achar importante. Sou a inutilidade humana. Enquanto isso o planeta gira em torno do Sol. E a metafisica se faz viva. Tenho vontade de aprender a desenhar. De entender de arte conceitual de criar sites de arte. Não conheço sites que se aventuraram no saber da poesia concreta e das artes plasticas. E mesmo assim tenho a estranha necessidade de ver meus escritos impressos. Folhear um livro com minha escrita. É um grande prazer e vai além da vil vaidade. Saber que pessoas nos leem que nunca saberemos com entendeu o que escrevemos. E preciso realmente ter este retorno só são minhas pegadas que irão desaparecer no nada da quase inexistência. O que éramos antes que o verbo se fizesse verbo. Antes da primeira palavra. Será que Deus esta adormecido como Odin da mitologia escandinava? Quando vou nos Parques não consigo fechar os olhos e meditar. Meus ouvidos percebem os vaŕios sons de pássaros. E abro os olhos e me encanto com a natureza. E um poeta num dia de maldade. Mandou um artista atravessar o lago. E disse Jesus também o fez. Eramos insensatos. E devassos em nossa imaginação. O tempo passou faz muito que não vejo este artista. Dizem que anda morando num pequeno porão. Enquanto ninguém o redescobre outros dizem que pegou um trem para outra dimensão. Não o vi mais. Mas a saudade aperta. Tudo passa. E nos vemos nos desertos nas noites solitárias. É a vida sempre trazendo reencontros. Um grande labirinto. E tenho muita saudade do que ainda não experimentei. Se possível quero publicar livros. Embora sofra para selecionar escritos. É muito cruel fazer uma seleção. É um trabalho árduo e monotono. Mas necessário. O que é a vida sem o cotidiano. Não saberíamos viver sem cotidiano?

JOKA

João Carlos Faria         

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


JOKA

O falso pragmatismo brasileiro

Sinto que a estupidez no Brasil insiste em entrar num túnel do tempo. De um lado a mídia. Insistindo em dar valor a esta brogue ira Cubana de outro uns imbecis que gastam o tempo dando atenção a ela. Enquanto isto a inflação periga voltar. E a economia tende a continuar fraca. Eu já senti o que é inflação na pele. Já vivi o plano funaro e vi nascer o real de Itamar e Fernando Henrique. Lula manteve a economia em crescimento. E Dilma hoje dá suas patinadas. O pais já tem maturidade o suficiente para admitir que vivemos uma era de centro. E falso jogar o PT numa esquerda que não existe.Na prática. O PT é centro. A preocupação em relação ao PSDB é ser uma direita que não entende os anseios e as reais necessidades do povo Brasileiro. Nisto Lula nunca perde seu carisma. E Dilma que já teve uma loja de 1,99. Que pais somos hoje?
Somos um pais que tem um impressa forte e democrática. Onde temos acesso a internet e TV acabo. Mas que ainda deve muito. Como numa cidade como o Rio de Janeiro o cidadão não tem cobertura nos pontos de ônibus. E nem transporte de qualidade? Como as chuvas ainda causam trans tono em São Paulo. Como que em São Paulo e Rio de Janeiro uma grande parte da população vive em favelas? E teremos uma Copa e uma Olimpíada. E em tudo isto vem a proposta do Partido de Marina que é uma dissidência do PV. Sejamos honestos conosco mesmo esta moda ideológica não faz a cabeça do cidadão comum. Ela não contagia ninguém. Vemos um circo de horrores na mídia e poucas propostas de mudança. Precisamos investir em educação, arte e cultura. Precisamos criar uma geração que consiga refletir o mundo de hoje. E não embarque no túnel do tempo da velha briga entre direita e esquerda. Que levou a América Latina a inúmeros golpes de direita. Que barrarão processos civilizatórios em todo continente. O mundo e o Brasil hoje é outro. Nunca li as coisas que esta mulher escreveu. Cuba precisa sim se democratizar. E o fará. Mas os Estados Unidos precisa sim superar e banir o embargo. Cuba esta fora de moda. Hoje onde acontece experiencias socialista é a Venezuela de Hugo Chaves. Mas estamos no Brasil que tem inúmeros desafios para que a mídia se interesse por esta pauta fria. Somos um pais sim democrático. Mas que precisa ir além da esquerda e da direita. Precisa se refletir. O governo Dilma ainda tem muito por fazer. O congresso tem uma pauta de projetos para serem apreciados. E continuaremos a ver a mídia e a esquerda brasileira se digladiando a todo momento?
A pauta brasileira é bem mais interessante que Yone Sanches, Olimpíada, Copa do Mundo e o Oscar. Precisamos reaprender a ler jornais e refletir sobre o mundo. Os sites de relacionamento em vez de nos humanizar nos imbeciliza.

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João Carlos Faria      

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


JOKA

Patrulha Ideológica

Lendo o Editorial de O VALE nos deixa preocupados acredito que as administração públicas não tem esta capacidade toda de articulação. E com a internet se debate mais politica. Incluse nos comentários dos leitores do Vale na edição eletrônica do Vale. No ano passado acompanhamos manifestações de ódio e racismos e preconceitos contra pobres na desocupação do Pinheirinho. A esquerda nunca foi tão organizada assim. Preocupa-me mais uma edição da Revista Brasileiros do ano passado onde mostra a direita se estruturando ainda mais. Vivemos tempos de democracia neste pais. Ainda há muito por se avançar. Mas jogar o fazer politico na vala comum da corrupção e das benesses não adianta de nada. Em São José dos Campos pode ter um debate sobre a real necessidade de existir estes quatrocentos cargos? E porque vereadores ainda indicam pessoas para cargos públicos?
A nova Câmara Municipal poderia promover debates semanais. O mandato de Carlinhos Almeida ainda se inicia. E enquanto comunidade exigimos muito deste novo governo. A desconfiança é que se continua ou não negociando-se por demais com a Câmara?
Hoje temos a internet além dos jornais, rádios e TV.
A cidade pode caminhar para frente, superar as desavenças das classe. E os impasses ideologicos. Não podemos deixar de incentivar os jovens e toda a população para a participação politica.
Cabe a Carlinhos Almeida enquanto prefeito. Amelia Naomi enquanto Presidente da Câmara. E a justiça estar atenta em seus vários segmentos.
A imprensa cumpre seu papel enquanto quarto poder. E temos a participação do cidadão via internet. Que pode se aperfeiçoar criando-se espaços oficiais na Câmara Municipal. Via Ordem dos Advogados do Brasil.
Consenso em nenhuma comunidade nunca vai haver. Mas o debate tem que ir além de ideologia afinal não buscamos o melhor para São José dos Campos?

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João Carlos Faria

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


JOKA

Insignificante crueldade ...

O silencio se faz importante nos dias de hoje. E o silencio de várias maneiras seja na palavra verbal quanto na escrita. Mesmo que por dentro queiramos explodir é melhor guardar o silencio. Mesmo que nosso corpo demonstre a raiva que a palavra seja contida. Estamos numa sociedade onde estouramos facilmente. As provocações acontecem a todos os momentos. E nem sempre temos a comodidade de uma caverna. Vivemos incertezas econômicas mas guardemos o silencio. Não devemos temer nada. Emfretemos tudo em nosso silencio. Não sou monge mas queremos as virtudes de um monge. A pessoas que nos passam uma calma mesmo que estejam em tempestades. Meu impeto sempre é por estourar. Culpar o sistema. E nos esquecemos que somos parte dele em sua insignificante crueldade. Tudo sempre passa. Mas a dor de uma ação sem ser refletida nos aporrinha por muito tempo. Num momento em que esquecemos dos caminhos espirituais e nos abrimos a crueza racional. O silencio se torna fundamental. É noite devemos nos recolher desligar a internet. Desligar a TV abrir um livro. Tentar tocar um instrumento musical …Aprender os caminhos da meditação não importa qual nossa fé. Estamos numa sociedade de consumo. E isto nos força a querer ter. E sempre esquecemos que importa e sermos. Sei que é difícil no mais queremos estar numa multidão do que estar em baixo de uma arvore num parque qualquer. Quantas vezes não reparamos num dia quente ou frio. E reclamamos … Estamos vivos e nos esquecemos de viver. Como é bão estar com a família numa cozinha e poder conversar. Como é bom rever parentes. Rever amigos falar da vida, revisitar o passado … Saboreando o momento presente. Meus caros só a o hoje de resto nada mais existe nem passado nem futuro. Um simples cometa pode exterminar um civilização. Então aproveitemos estes momentos de eternidade. Para realmente compartilharmos o pão e o vinho. Para comer e beber em comunidade. As estrelas brilham também durante o dia mas a luz do SOL ofusca a luz das estrelas e elas estão lá. Acreditemos em Deus ou não e ele esta sempre no comando. A vida existe em infinitas dimensões percebendo ou não. Guardemos o silencio. Nossa civilização existe … No Kaos e na Harmonia . Deixemos a palavra para criar …

JOKA

João Carlos Faria          

sábado, 16 de fevereiro de 2013


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Hotel Atlântico

Dedicado a Felipe de Souza

A perplexidade diante da vida gera a arte. Mentiras nos são repassadas a todos os momentos e a construção de uma nação se faz via inúmeras mentiras. O fazer politico hoje quase se resume a repassar mentiras na internet … E alguns jovens saem as ruas para questionar e as mentiras contra eles são disseminadas. Um ódio forjado entre classe média e classe operária se faz em nome da manutenção de um novo Status Quo r. São os podres poderes travestido de esquerda? Direita ? Centro?
Quantas e quantas perversas mentiras. E nos povo entramos no jogo deixando nos levar pelas partidas de futebol do fazer politica. Para mim rasgo ideologias e visto-me de comunidade. Não temo e tenho todos os temores ;;; A consciência deve prevalecer sempre. Contra todas as facilidades … Por acaso assisti a um trecho do meio para o final de Hotel Atlântico de Suzana Amaral baseado na obra de João Gilberto Noll … O filme me trouxe varias inquietações com seu protagonista circulando por um interior desconhecido … Um filme para se assistir vaŕias vezes sem nenhuma concessão de pensamento adoravelmente difícil. E vejo a vida pública brasileira com todas estas metáforas. Hoje tenho um pé atras de como me comportar na internet. Não devemos nos levar pelas emoções vazias. Os desgovernos estão ai e nos contam mentiras. Não devemos ser inocentes nem deixar de sair da caverna e adentra a vida pública. Seja de que maneira for. Somos um animal essencialmente politico, somos também perversos e perigosos. Devemos deixar nossa ingenuidade. Devemos confiar e desconfiar de todos com menos de trinta e mais de trinta. Mas devemos desvendar os meandros os jogos da vida pública. Que movimenta a economia. O social. Não devemos cair nos discursos fáceis e simplistas. Tapinha nas costas não pagam contas. E as contas neste pais são pagas por todos nós. No filme o artista termina pegando um táxi. Ele perdeu uma perna. Quase morreu … Vestiu-se de padre … E fez valer sua virilidade. Não devemos temer caras feias e o isolamento social. Devemos desconfiar e estar na vida pública. Ir além da velha concepção de partidos políticos. Pensar além dos três poderes. E fazer a democracia que ainda não existe. Em nenhum setor social. Estamos vivos. Bem lúcidos … Não estamos vestidos de pedra … Não somos estáticos. Estamos num eterno movimentar-se. A dança, a música fez gerar universos … E nos faremos nascer uma nação. Chega de laboratórios de perversidade. Eles senhores dos votos calmamente nos mentem. Repetem suas mentiras …E nos povo nunca devemos aceitar , façamos da internet um ponto. Onde nos leve de volta as ruas. Somente nas ruas mudaremos os rumos deste pais … Que assim seja ...


JOKA

João Carlos Faria

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


JOKA

Grandes infâmias ...

Dedicado a Teles Maciel ...

A maquina e que maquina é esta acabo de instalar um virtual box. Acabo é modo de dizer um amigo instalou. E o que isto significa? Que agora tenho um Linux e o Windos ao mesmo tempo no computador que difícil de digerir. E hoje assistia Tempos Modernos de Charles Chaplin ele se deparando com a industria com a fome? E com os conflitos existentes na Inglaterra no tempo dele. O filme era mudo mas Charles nunca se fingiu de surdo nem de mudo. E dizia o que queria com seu humor. E nos deparamos com tão grande transformação e não conseguimos ou conseguimos retratar num romance, num filme todos os macetes deste chamado universo virtual ... E vi os miseráveis que lançarão Anísio Teixeira no fundo de um elevador. Que ditadura tivemos no Brasil jogar um homem num foço de elevador um homem de mais de setenta anos. Que contribuiu em sua vida toda para a Educação não só no Brasil com no mundo. Infâmia … grandes infâmias presenciamos a todo momento … O que diria Anísio, Chaplin ...Diante de todo este universo virtual, TV a cabo, tecnologia e mais tecnologias que pouco entendemos? E a perplexidades diante de conceitos budistas, gnósticos e metafísicos. Eu falava de Lobsang Rampa para uma pessoa e as verdades de Rampa pareciam bem longe … Falava de Jesus Cristo tão próximo a nós … E a vida é uma grande salada … E este universo virtual nos apavora e nos fascina Júlio Verne, HG Weels.Como estas grandes figuras humanas viriam tudo isto … 1984 … George Horwel … Todos estes livros se fazem real … Mas realmente aprendemos a amar ao próximo? A construir o amor neste admirável mundo novo como escreveu Al dous Huxley ... Esta pergunta nunca se cala … Para que tanto consumo … Bombas nucleares sendo lançadas … E a vida sendo deixada de lado … Quanta fé … A cada esquina … E a ideologia? A politica … Precisamos refletir tudo sempre … E a educação neste mundo virtual … Um giz uma lousa … E o mesmo sistema a décadas … E até mesmo séculos … O que mudar e como mudar … Devemos construir tudo juntos … Estamos numa grande teia. Num emaranhado de fios … Na grande Matrix? Como entendemos este filme … É a única obra que entende este mundo que se faz real e imaginário? Saudades de Raul Seixas que nos fazia entender o mundo. E cade um canção nova de Caetano Veloso … Onde estão os escritores, pensadores que desvem dão esta era digital? Cade a arte ? Cade a politica? … Nunca sabemos vivemos dentro do olho do furacão, e não aprendemos a desvendar o uso do celular … Quanto mais a Física … Imaginem a Metafisica … A vida é bela quero um banho de cachoeira na Serra da Mantiqueira … E tomar Sol em cima de uma pedra … E ver um por do Sol no Banhado … O jeito sempre é seguir em frente … E desvendar o amor que esta dentro do coração.

JOKA

João Carlos Faria           

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Onde nos esquecemos das virtudes ?


JOKA

Nesta renuncia do Papa aprendi uma nova lição politica o conchavo. Eles se fecham entre quatro paredes para decidir o futuro da Igreja. Imaginem isto acontecendo dentro das grandes corporações, Partidos Políticos, governos. Só a maioria do povo que não quer aprender a fazer politica. Nunca me esquivo da luta politica. E sei que é uma ciência esta ali a filosofia, sociologia e direito. O Papa que renuncia deixa nos várias reflexões. Vivemos numa sociedade em que se faz valorizar as perversidades humanas. Onde nos esquecemos das virtudes. Sempre tive minhas dúvidas com este papa que ajudou na espução da igreja de Leonardo Bof e aguardo a sabedoria de Leonardo em seus escritos. Mas esta renuncia demonstra sabedoria. O fazer politica deve ser para o bem comum e quantas e quantas vezes nas reuniões e encontros que participamos durante toda a vida nos esquecemos disto. E agora José continuaremos os mesmos quando um grande líder politico e religioso toma uma atitude assim?
A vida sempre segue, mas devemos refletir … Em nossas ações que são mais fundamentais que qualquer discurso.

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João Carlos Faria    

domingo, 10 de fevereiro de 2013


JOKA


A língua se faz felina ...


Estou mergulhado na leitura de Manoel de Barros por estes dias surfando na quase utopia do fazer politica e agora em pleno carnaval em Fevereiro. Assistindo a filmes e na leitura da poesia de cada dia. Andando pelos centro de nossa cidade. E sabendo da visão de muitos e da falta de coragem. Não devemos temer nada, mesmo que tenhamos medo. O futuro é sempre imprevisível de previsível só nossa morte. A vida é feita de mergulhos as vezes corremos o risco de achar um pedra no fundo. Uma cobra numa trilha. E alguém que ataque nossa sensibilidade. Pessoas são pessoas e as vezes a língua se faz felina. Mas não devemos temer nada … O futuro esta dentro de nosso coração. E quantas vezes nossa língua, nossa escrita se faz felina ...A noite adentra … surge a madrugada … Lembro – me dos desenhos de Solfidone … E ele me faz lembrar Gentileza e Bispo do Rosário as cidades se fazem vazias sem estas figuras humanas … Que vem o mundo com outro olhar … Como num poema que li de Manoel de Barros que falava dos andarilhos. Quase desisti de ler quando ele citou as covardias que Brasileiros fizeram na guerra do Paraguai são outros tempo que se fazem ecoar até os dias de hoje. Como seria a América hoje se Solano Lopes vencesse a guerra? Nem podemos imaginar mas o Paraguai foi devastado e não tornou-se potencia. A historia se faz verdade na voz de escritores e sempre pode ser revista … Mas poetas são imprevisiveis com também são os políticos … Mas figuras como Gentileza, Solfidone, Bispo do Rosaŕio em suas loucuras nos trazem o novo. Soube o que era Semiótica por Solfidone … E um poeta cantou que um dia via tanques de guerras atravessar o centro da cidade. Um dia o poeta viu a morte na guerra do Paraguai. A América que conhecemos hoje foi forjada e construída com muito sangue, dor e lagrimas. Por isto devemos esta na politica para buscarmos a liberdade e a vida … Mas muitas vezes o mal se faz dentro de nosso coração. E esquecemos nossa Utopia … E entramos em trevas … Por isto se faz necessário recordar os poetas … Imaginar os cantos aos seres de luz … Lembrar dos Xamas que estiveram na América … Uma América que já quase não há historia antes da chegada de Colombo … Vamos acessar o vazio … E fazer chegar a memoria de todos os povos … E Manoel de Barros acessa esta memoria em sua obra … Abre nós inúmeras possibilidades como Guimarães Rosa … Quero chegar a obra de Cora Coralina da velha Goias … Hoje é Carnaval a festa da carne … E onde anda nosso Espirito … Corpo e Espirito se fazem um … O desejo nos traz a existência … E o desejo nos leva a transcendência … Quero encontrar muitos Xamas em minha curta existência … Que me ensinem a ver o mundo com outro olhar … Como o poeta Reinaldo de Sá que me fez saber da poesia existente em minha cidade … Que nos ensinou a contemplar um por de Sol … A cidade banha-se no Banhado … Onde lá em baixo ainda existe uma vila … O velho trilho da estrada de ferro já não esta lá na nossa São José dos Campos … E o portal do banhado se abre transporto-me a luz … E vejo uma aldeia de índios a beira do Rio Paraíba do Sul … Volto a vida se faz vida. E pássaros cantam no Parque da Cidade …


JOKA

João Carlos Faria


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


JOKA

Dias melhores são hoje.


O carnaval se anuncia já começou em muitas cidades do pais. Mas vivemos o inicio de administrações municipais em todo o Brasil. E vejo o desalento de muitos ativistas sociais a prática da politica é necessária na sociedade em que vivemos. Assistimos a vitoria dos bossais do PMDB assumindo o parlamento Brasileiro e afronta ao Supremo em relação aos condenados do mensalão. Mas não desanimemos vamos em frente a um pais por transformar. Confio no governo Dilma mas acredito que na próxima eleição em 2014 devemos fazer uma campanha avassaladora na internet para eleger deputados estaduais, federais e senadores para o PSOL único partido de compromisso com o pais segundo minha visão é claro. Mas aqui escrevo para por meu ponto de vista em relação ao nosso pais e ao mundo. O Brasil esta longe de uma Venezuela um pais como este não se muda em cinco anos mas em cinquenta. O PT de Lula e Dilma nestes dez anos avançaram muito. Mas vemos a inflação criar folego. Estamos ameaçados por uma crise econômica. E precisamos de um parlamento compromissado com mudanças verdadeiras. Que tenha uma visão de movimentos sociais. Mas a luta politica é árdua, cansativa e desestimulante para quem tem alguma utopia. Este velho capitalismo sempre se reinventa. Temos uma cultura de individualismo e narcisistas só protegemos nossas famílias ou até só pensamos em nós mesmos. Mas refletindo e agindo vamos mudando. A vida sempre é. Dias melhores são os de hoje. Hoje continuo a ver a arte a cultura e a educação como instrumentos de mudanças devemos nos inspirar em grandes educadores como Paulo Freire,Anísio Teixeira,Darcy Ribeiro. Homens que contribuíram para avançar o Brasil. Quando iniciei em 1978 meus estudos numa escola estadual vi as primeiras greves de professores em São Paulo e quando me formar professor verei muitas greves. A luta sempre continua … Devemos enfrentar as mazelas deste pais com fé. E ética pois fazer politica sem ética e tornar-se ladrão, corrupto e perder a alma. E nunca devemos perder nossa alma por nada. O amor é a mais forte energia da criação. Devemos amar a todos. Sei o quanto é difícil vivenciar transformações mas devemos buscá-las. Estamos aqui neste planeta de passagem. A vida sempre segue … Vamos acreditar em nossa comunidade … E buscar maneiras de fazer politica que beneficie nossa comunidade.

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João Carlos Faria       

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


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Transporte público em São José dos Campos

O que nos incomoda neste caso do transporte mais caro não é só o preço absurdamente caro do transporte na cidade. Também é conviver com uma integração fajuta. Com pontos de ônibus que não funcionam e nos deixam tomar chuva. Com a falta de horários nos bairros. Com o 156 que deveria ser 24 horas para nos dar os horários de ônibus. O que nos incomodam e uma falta de refletir alternativas viáveis do poder público para o transporte público. Não haver debate sobre a necessidade de veículos leves sobre trilho. Enfim cade a Câmara Municipal que não abre um debate com a comunidade? Que cidade é esta onde a Câmara não tem autonomia. Mudou o governo entrou a oposição e câmara continua atrelada ao executivo. E por isto não promove os debates necessários a vida pública. Mostrando que na prática não existe a alardeada democracia?
Senhor prefeito Carlinhos de Almeida eu votei em você. Quero uma cidade que crie espaço para se debater. Temos o maior número de doutores, cientista. E a democracia na cidade tem a cara do século dezenove.
Carlinhos Almeida mostre a que veio. Não seja uma cópia mal feita deste desgoverno que passou.
Boa sorte …

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João Carlos Faria     

domingo, 3 de fevereiro de 2013


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A serra da Mantiqueira a frente ...

Pés descalços … Chão gelado … as vezes quente … Navego para dentro de mim … E vejo imensas mulheres … Sempre nuas … A tarde se faz vazia … E meus demônios me atormentam … O vento balança um pé de mamão … Desligo as maquinas de criar ilusões … Vejo escritores na TV... José Eduardo Angalusa … Não durmo na tarde em bora sinta a necessidade … Caminho por minha Vila … A Serra da Mantiqueira a frente ... A vida se descortina num Domingo .. Adoro as segundas-feiras elas também são mágicas … Viver é sempre inusitado … Sinto o cheiro de ovos fritos… A vida se esvai em ampulhetas … Caminharemos por inúmeras dimensões … Como vemos fazendo desde que existimos … Há que se destina existir .?. Pensadores se reúnem nas praças das cidades … Debatem sobre Cassiano Ricardo e Monteiro Lobato … Sobre os pré- conceitos sobre fascismo, democracia e filosofia. A vida não esta sintetizada na arte … A vida é arte … E o poder sempre fascinante … Poetas, profetas abandonaram as praças em troca de ilusão cibernética … O mundo se faz nas ruas …

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João Carlos Faria

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Veja esta canção ...

Me criei em São Paulo, Vale do Paraíba … Na São José dos Campos em meu sangue circula Minas Gerais pois sou apaixonado pelo Rio de Janeiro. E canto ao mundo meu amor por esta cidade. Pisei em seu solo alguma vezes na vida .. Ainda viverei temporadas na cidade. Ontem vi um outro Rio nas lentes de Cacá Diegues o filme O maior amor do mundo que vai além do que se escreve na sinopse é um filme real e metafisico … Um homem acomodado a sua vida de cientista … Que não teve coragem de viver … E nos seus últimos dias redescobre o Brasil através da crua realidade das periferias cariocas. Na primeira vez que vi um trecho do filme não consegui entender nesta segunda vez mergulhei em sua história nas paisagens degradante do subúrbio carioca que antes se chamavam favelas e hoje insistem na maquiagem de se intitular comunidades. É coisas desta sociedade absurda da qual fazemos parte. Das academias dos cientistas sociais. Que querem ver o mundo de dentro de uma universidade. E a vida vai além. Um artista como Cacá Diegues descortina o mundo a nossa frente … Vem em minha memoria seu filme Bye Bye Brasil sempre com José Wilker. Cacá sempre nos surpreende com suas obras ... Este imenso Brasil a cidade que nasci Paraisópolis havia trens que ligavam Minas ao Rio mas no governo de Jânio Quadros foi desativada … Um pais que prefere a rodovia a ferrovia … E enquanto escrevo no oriente a Índia, China convivem com imensas nuvens de poluição. Provocadas pelo automóvel. Que sociedade e esta que insiste em conviver com a degradação do meio ambiente. No filme um rio corria cheio de esgoto. As famílias vivendo sem tratamento de esgoto. Cercada pela violência de traficantes sem nenhuma presença do Estado Brasileiro. E a vida carioca segue uma vida que mostra um pais. Que sempre se faz forte inabalável. Mas dias me hores sempre virão … A ditaduras passaram vivemos numa democracia desde 1989. E ai precisamos ir além no aprender de fazer a vida pública valer a pena. Ser politico e fazer politica deve ser sempre para o aperfeiçoamento da sociedade e este cineasta a sua maneira faz politica quando desvenda um pais com suas imagens com seu jeito de nos contar histórias. Assim sempre seguimos em busca de um tempo inexistente … Pois só existe de fato noite e dia … As horas é uma invenção de nossa mente … O Brasil se descortina nos olhos de Cacá Diegues … Ou como ele agora quer Carlos Diegues … Por entre utopias, sonhos e fantasias ainda teremos um cinema que nasça no Vale do Paraiba …

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João Carlos Faria   

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Qual é a cara do Brasil ...

Esta foto mostra a beleza das culturas. Mostra que devemos misturar as artes e cultura.
Vivemos num pais cheio de desafios e possibilidades ontem o Rio de Janeiro mostrado por Carlos Diegues chocou-me reflete as mazelas do pais. Vi tanta miséria e tanta gana luta de um povo. Filme que mostra a classe média e a periferia. Em seus eternos conflitos. Que sociedade vivemos onde se mascara tudo e se embeleza o que não é belo Favela virou Comunidade. E o esgoto continua o mesmo … Jogado e poluindo as águas do Rio. Crianças no trafico. Homens sendo julgados e mortos por traficantes que pais é este? Que quer Copa do Mundo, quer Olimpíada …
Um pais que se transforma que hoje se dá acesso a faculdade. Onde compramos de tudo. E expulsamos índios de uma antiga casa ao lado do Maracanã. Quero ver o Rio esplendido as pessoas morando em habitações dessentes … E a vida é luta. Quero um pais que crie uma arte dos trópicos uma moda dos trópicos …
Com inume-as novidades ;;; A critica de de Nivele de Almeida em cima do politicamente correto numa entrevista é correta … A vida sempre segue … Temos nossas dificuldades emprego … trabalho … Moradia … Precisamos criar uma nova forma de fazer politica … Mudar este marasmo … E nossos cineastas dolorosamente nos retratam e criam a possibilidade do novo … Ba i Ba i Brasil …

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João Carlos Faria