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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


Nascemos mas realmente estamos aqui? A vida se faz ligeira. E vivemos a criar problemas estudar metafisica. Estudar todos os livros. Vários autores … A decifrar livros, estudos acadêmicos. Politica que achamos que através dela mudaremos tudo. E continuamos a ser bossais hoje gostei de ler a entrevista de Luiz Carlos Barata que me deixou com muito mais indagações Joana Darc caprichou … Mas temos algum modelo? O poder público no Brasil é sempre o mesmo e nunca muda. O pais carece de uma grande transformação e começo a enchengar que não é de forma institucional. Me enojou hoje uma matéria sobre as Olimpíadas. Assim como o Fantástico que rotulou o povo Africano de terroristas. É a mídia mundial sempre a serviço de algum interesse escuso. As empresas ocidentais exploram a Africa a séculos e nada acontece com elas. E a França mostra seu lado sombrio botando soldados na Africa sempre em defesa da liberdade dos povos? E da democracia ocidental? E nos engolimos nos noticiários da TV da INTERNET. Não existe nada alternativo e buscando parei no Entrementes … Como pararia em outros veículos alternativos. Mais algumas postagens no Face … Seguimos em busca do que chamamos de LIBERDADE e nosso comportamento comum e corrente é sempre autoritário. Reproduzimos esta direita perversa em nosso dia a dia. Temos muito por refletir. Nos aguçarmos por isto me atentei a Barata na entrevista. Sua ausência de sarais e' uma atitude que tenho tomado. Mas não deixo de sonhar e refletir na ideia de um espaço de arte que nasça de forma independente nas periferias das cidades e até nos centros. Não podemos nos curvar ao egoismo, por mais que não queiramos devemos confiar no próximo. Por mais que tudo nos incentive ao isolamento devemos nos tornar comunitários. Para mim cada vez é mais difícil. Faço um esforço muito grande para ter uma vida social? Mas ínsito na troca no compartilhamento além dos universos virtuais. O sistema nos oprime com seus sistema de incentivo ao consumo. A comprar a ter. E nunca ser. A criar modas. E a arte pode dar uma resposta em suas vaŕias versões. Somos artista e ponto. Vamos ter que descobrir maneiras alternativas de ganhar a vida de sobreviver. A geração LINUX abre uma grande possibilidade neste momento uso um programa de computador livre que eu mesmo instalei e um amigo deu uns retoques finais. Chega botemos a mão na massa. Aprendemos a praticar o escambo a livre associação. Não há formulas mas chega de refazer velhos caminhos que nunca dão em nada. Por isto entrevistas como estas devem ser lidas e compartilhadas. Por isto insito na ideia de fazer filmes. Tem um roteiro que incentivei Rynaldo Papoy espero uma hora desta gerar as condições para fazer o filme. A morte de Walmor Chagas nos faz refletir sobre o prazer de viver. Temos que sempre ir além o pais carece de se refletir a fundo. Para que saibamos que rumos tomar por estes dias faz um ano que o povo do Pinheirinho em São José dos Campos foi expulso de suas casas e ganharão apartamentos menores que uma caixa de fosforo? Sendo que viviam em grandes terrenos. O sistema descontroi todas as Utopias com sua habitual violência, usando da lei. A especulação imobiliária esta num nível alarmamante. E nunca nos mexemos. Devemos nos reorganizar além dos velhos partidos políticos. Partidos de podridão. E devassidão. Busco estar fora do velho jogo. Devo encontrar minhas saídas econômicas.
Devemos ser artistas e ponto. Com coragem fé e amor a nos mesmos e na humanidade.

JOKA

João Carlos Faria         

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