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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


JOKA

Deixemos de ser covardes a vida é ousadia ...


Tarde de janeiro de plantão para receber um telefonema para trabalhar. Enquanto isto sono num sofá, celulares ligados … Telefones ligados … E a tarde passa … Não há pique para ler um livro. Então ligo a internet e vejo as bobagens do universo virtual … Buscando me desligar … Nada cósmico nem transcendental nesta tarde … A vida as vezes é calma um calor de verão. Poemas sem títulos … E a vida simplesmente acontece … Meu coração bate quer algo mais importante para mim. Não existo não estou na rua … Assistindo ao filme Natimorto vi ideias semelhantes em todo o filme de Paulo Machline com roteiro de André Pinho me encanta mesmo sendo dramático. O filme é baseado no livro Natimorto de Lourenço Mutarelli os escritos de Mutarelli são socos em nosso estomago. Não é a vida adocicada … Mas viver é assim mesmos as vezes horas vadias … E as vezes o agitar frenético. Enquanto cae as chuvas de verão … A poesia se faz de várias formas … Ela volta a circular por entre meus neurônios … E coração … O sangue pulsa … Não há vento … Se faz calor nesta tarde molhada … Caracá nem sempre somos fundamentais … Nem fundamentalistas … Não entendo muita coisa que penso entender … Meus sentidos não estão aguçados … A vida é pluma e a vida as vezes se faz chumbo depende de nosso coração, de nossa vã razão. É que vivemos adormecidos... E Deus quando criou o homem Lúcifer protestou e como uma criança mimada com ciumes da criação divina foi isolado nos infernos. E ai sempre nos achamos e um ser de luz tirou uma longa férias no inferno? Temos que acreditar em tudo na escola, na família … E fui acusado de defender a Família, Tradição e a Propriedade não chego a ser tão conservador. Mas devemos ter alguns valores. Somos Mal e Bem a qualquer momento... Passei com Dante uma temporada no inferno. Só não consigo me lembrar se fui jogado do céu … E o que importa? Não sei não existo ...Não amo … Sou egoísta … Quantas almas a serem desvendadas … Este calor de verão o ar cheira a trópico e não há cachoeira perto. O riacho que passa lá para baixo esta sujo de nossas vaidades, poluído por nossas pertubações mentais … E o sangue … a natureza chora … Deixemos de ser covardes … A vida é ousadia ... É hora de dar um salto … E subir as escadas … Natimorto é um filme que nos reflete … E se olhar em espelhos nem sempre é prazeroso … Caminho pelas cidade e vejo poetas sendo batizados … Artistas … Que se perderão na vida ,,, O parque da cidade sempre me traz boas lembranças … As vezes é bom estar só … A vida é leve … Não deixo de por um titulo em meus escritos para não me surpreender … O céu se faz azul … E anjos cantam em minha volta … Quero uma anjo como a atriz Simone Spoladore se ela não tivesse no filme eu não assistiria nada como uma bela mulher num filme … A criação mais esplendida de Deus é o feminino … E Deus se faz feminino e masculino … Sem mal não há bem … E uma velha banda de rock cantava assim O MEDO DA DOR É MAIOR QUE A PRÓPRIA DOR TORTURA NÃO PASSA DE UM ATO SEXUAL … Será que é? Deu um branco esqueci o nome da banda … E tudo se faz branco … E cade o mar ? E as tardes passam … E não fiz vestibular? Sem meias saídas e sem nenhuma meia no pé … Vou me indo … Pássaros cantam vou para a rua … A vida esta na rua … Afinal é verão …

JOKA

João Carlos Faria  

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