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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


JOKA

Pequenas mentiras do jornal do dia ...

João não sendo Pedro sempre foi metido a mudar tudo. João que admirava Pedro. E que seguia a vida. Acreditando que tudo mudava. O tempo foi passando e as lutas sempre acontecendo. João sempre eterno militante a viver no inferno. E João caminhando nas praças da vida descobriu alguns filósofos. João que sempre lia revistas esotéricas. Não sabia o que era ética e achava que tudo era licito em nome da revolução que nunca acontece. João sempre escrevendo com a mão esquerda. Nem sabia o que era direita. João queria ser pop. Queria tocar nas emissoras de televisão. Mas João sem talento musical. E acreditando no que lia. Nas pequenas mentiras do jornal do dia. E a vida deu várias reviravoltas deixou seu partido. Porque queria ser Rei. João soube o que era ser maquiavélico e tentou enganar o povo. Mas soltarão um boato que se João ganha-se a eleição fecharia as igrejas. E João ficou só no dia da eleição. Sem amigos e com uma conta enorme da campanha. E João foi ser gari num parque da cidade. E por entre as folhas … E na chuva realmente viu a metafisica diante de seus olhos. Sem precisar ler livros. Aprendeu a ler as nuvens e ver a linguagem dos animais. Sentia as plantas. Mas vez ou outra tinha vontade de conquistar o poder. Para si achando que mudaria o mundo. Mas o povo via seu lado negro. E a ausência de amor. Mesmo João não achando que o cavalo cheira melhor que povo. Como um antigo presidente falou. E João sempre desiludido com suas tentativas de poder. E a estrela vermelha ameaçando os pavões das elites. E o clã do plim plim de olho na estrela vermelha que tinha um plano de 30 anos no poder. E João de olho no poder. E João muitas vezes abandonava a natureza. E esquecia sua linguagem. Em busca de sua pequena ambição de se fazer reconhecido. Esquecia de meditar. E contemplar as estrelas. E a vida sempre acontecendo. E João na doce ilusão. A estrela vermelha cada vez mais forte. Sobre o comando da classe operária. E Marx rindo a toa lá do inferno. Marx que sempre visitou Pedro. E Pedro que adentrava nos sonhos de João. Ele um eterno gari. A contemplar a natureza. Ate dar-se conta que a vida sempre passa. E conseguiu se livrar da ideia de poder. Mergulhou num lago onde um peixe pusera fogo em seus amigos filósofos de uma inexistente Irmandade Neo Filosófica que João nunca se explicava sobre ela. Mas João mergulhou no lago. E nadou até o outro lado. E caminhou até a Mantiqueira e até hoje ninguém sabe em que lugar da mata João vive. De vez em quando João lança garrafas nas cachoeiras que são achadas por mim e transcrevo suas histórias. E João navega em sonhos. Adentra antigas cavernas que contam a historia da América pre Colombo. E a vida se esvai … E João num espelho em cacos tirou Clarice de dentro e os dois vivem na mata ...São e salvos das ilusões deste mundo que se acha real?

JOKA

João Carlos Faria      

sábado, 26 de janeiro de 2013


JOKA


Babado de chita


Passeando pelas ruas de São José dos Campos acidentalmente passo no SESC para descolar alguma conversa enfim para que serve um espaço de cultura se não para buscar a fermentação da cidade. Afinal não temos as praias de Fortaleza onde Fagner e muita gente boa se encontravão nos anos setenta … E vi o começo do ensaio com o Grupo Babado de Chita … E Mestre Sapopemba. Foi um delírio de Brasilidade naquele momento o que era para ser um ensaio foi algo de memorável. Resisti a rotina de ir almoçar. E conversando com Edu Ga ir fiquei para assistir ao espetáculo que começou as três da tarde. Enquanto uma chuva de verão fazia tremer a cidade. E no palco Sapopemba e Babado de Chita faz tremer nosso coração. Ali tinha uma mistura de gêneros musicais e danças da cultura Brasileira onde crianças, adultos e até o fantasma de Mário de Andrade se divertiam muito. É Mario que pesquisou toda nossa cultura mergulhando nos interiores do Brasil. De uma maneira sem didatismo e nem uma exortação ao folclore mas algo suave que nos faz sentir parte daquele espetáculo mesmo se ficasssemos sentados numa mesa. Afinal ainda não aprendi a dançar não resisti a uma ciranda. De resto minha cabeça tremia meu cérebro fazia várias conexões sobre as variantes de cultura que tinha ali diante de nossos sentidos Africana, Indígena, Portuguesa. Vi ali musicas que lembravão o blues em melodia. Sensação assim tive quando assisti a uma palestra de Toninho Macedo na USP nos anos noventa. Tudo se mistura diante de nossos olhos e ouvidos para mim o verdadeiro hino nacional são aquelas musicas. Desculpem os eruditos mas a partir daquela cultura da para se criar uma arquitetura. Uma moda e uma arte que surpreenda o planeta. O Brasil tem uma vitalidade e uma arte formada da mistura de vários povos neste mais de quinhentos anos da invasão dos Portugueses nestas terras que jé era habitadas. Enfim somos uma potencialidade para qualquer arte, filosofia e o criar. Este artistas merecem um espaço dentro da cena nacional por saberem misturar de uma forma que nos incendeia. A arte pode gerar uma nova forma de visão de mundo que transforme o fazer da politica. Que crie novas filosofias e uma religiosidade que religue o homem ao divino. Enfim aquele som aquelas danças nos fazem sentir algo de nossa ancestralidade. A um dialeto dentro daquele Português que fala a alma. Enfim nunca irei realmente passar em palavras o que senti e sinto então retransformarei em arte.


JOKA

João Carlos Faria  
Foto Eduardo Pereira


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


JOKA

Uma eterna disputa ...

Sabores, saberes … A vida .. O tempo.
Fragmentos de uma eternidade …
Lúcifer se rebela … Sou devasso …
E Deus sou Família, Tradição e Propriedade …

E tudo segue … Deus no comando …
E Lúcifer passeando pelos portos … Em velhas casas de prostituição.
De vez enquando os dois se encontrão num quiosque de Copacabana …

E Deus pergunta a Lúcifer continuas devasso … Beat …?
Eternamente … E agora vem chegando o Carnaval … Preciso pegar
minha mesada meu pai?
Assim a mesada … Vá trabalhar vagabundo …

E recomeça a eterna disputa entre o mal e o bem …
E o homem se faz homem …
E a mulher em sua eterna beleza …

E numa MÚSICA de Edu Planche z se canta

PROCURO EM CANTO O BEIJO DA SERPENTE ARREPENDIDA ….

E lúcifer e Deus passeiam pelo Rio … E conversam sobre os livros sagrados …
Sobre as velhas filosofias … E sobre o fim e o começo.
Enquanto as chuvas de verão estão ai …
E como diria Macunaima ai que preguiça …

JOKA

joão Carlos faria
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JOKA

Deixemos de ser covardes a vida é ousadia ...


Tarde de janeiro de plantão para receber um telefonema para trabalhar. Enquanto isto sono num sofá, celulares ligados … Telefones ligados … E a tarde passa … Não há pique para ler um livro. Então ligo a internet e vejo as bobagens do universo virtual … Buscando me desligar … Nada cósmico nem transcendental nesta tarde … A vida as vezes é calma um calor de verão. Poemas sem títulos … E a vida simplesmente acontece … Meu coração bate quer algo mais importante para mim. Não existo não estou na rua … Assistindo ao filme Natimorto vi ideias semelhantes em todo o filme de Paulo Machline com roteiro de André Pinho me encanta mesmo sendo dramático. O filme é baseado no livro Natimorto de Lourenço Mutarelli os escritos de Mutarelli são socos em nosso estomago. Não é a vida adocicada … Mas viver é assim mesmos as vezes horas vadias … E as vezes o agitar frenético. Enquanto cae as chuvas de verão … A poesia se faz de várias formas … Ela volta a circular por entre meus neurônios … E coração … O sangue pulsa … Não há vento … Se faz calor nesta tarde molhada … Caracá nem sempre somos fundamentais … Nem fundamentalistas … Não entendo muita coisa que penso entender … Meus sentidos não estão aguçados … A vida é pluma e a vida as vezes se faz chumbo depende de nosso coração, de nossa vã razão. É que vivemos adormecidos... E Deus quando criou o homem Lúcifer protestou e como uma criança mimada com ciumes da criação divina foi isolado nos infernos. E ai sempre nos achamos e um ser de luz tirou uma longa férias no inferno? Temos que acreditar em tudo na escola, na família … E fui acusado de defender a Família, Tradição e a Propriedade não chego a ser tão conservador. Mas devemos ter alguns valores. Somos Mal e Bem a qualquer momento... Passei com Dante uma temporada no inferno. Só não consigo me lembrar se fui jogado do céu … E o que importa? Não sei não existo ...Não amo … Sou egoísta … Quantas almas a serem desvendadas … Este calor de verão o ar cheira a trópico e não há cachoeira perto. O riacho que passa lá para baixo esta sujo de nossas vaidades, poluído por nossas pertubações mentais … E o sangue … a natureza chora … Deixemos de ser covardes … A vida é ousadia ... É hora de dar um salto … E subir as escadas … Natimorto é um filme que nos reflete … E se olhar em espelhos nem sempre é prazeroso … Caminho pelas cidade e vejo poetas sendo batizados … Artistas … Que se perderão na vida ,,, O parque da cidade sempre me traz boas lembranças … As vezes é bom estar só … A vida é leve … Não deixo de por um titulo em meus escritos para não me surpreender … O céu se faz azul … E anjos cantam em minha volta … Quero uma anjo como a atriz Simone Spoladore se ela não tivesse no filme eu não assistiria nada como uma bela mulher num filme … A criação mais esplendida de Deus é o feminino … E Deus se faz feminino e masculino … Sem mal não há bem … E uma velha banda de rock cantava assim O MEDO DA DOR É MAIOR QUE A PRÓPRIA DOR TORTURA NÃO PASSA DE UM ATO SEXUAL … Será que é? Deu um branco esqueci o nome da banda … E tudo se faz branco … E cade o mar ? E as tardes passam … E não fiz vestibular? Sem meias saídas e sem nenhuma meia no pé … Vou me indo … Pássaros cantam vou para a rua … A vida esta na rua … Afinal é verão …

JOKA

João Carlos Faria  

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


Nascemos mas realmente estamos aqui? A vida se faz ligeira. E vivemos a criar problemas estudar metafisica. Estudar todos os livros. Vários autores … A decifrar livros, estudos acadêmicos. Politica que achamos que através dela mudaremos tudo. E continuamos a ser bossais hoje gostei de ler a entrevista de Luiz Carlos Barata que me deixou com muito mais indagações Joana Darc caprichou … Mas temos algum modelo? O poder público no Brasil é sempre o mesmo e nunca muda. O pais carece de uma grande transformação e começo a enchengar que não é de forma institucional. Me enojou hoje uma matéria sobre as Olimpíadas. Assim como o Fantástico que rotulou o povo Africano de terroristas. É a mídia mundial sempre a serviço de algum interesse escuso. As empresas ocidentais exploram a Africa a séculos e nada acontece com elas. E a França mostra seu lado sombrio botando soldados na Africa sempre em defesa da liberdade dos povos? E da democracia ocidental? E nos engolimos nos noticiários da TV da INTERNET. Não existe nada alternativo e buscando parei no Entrementes … Como pararia em outros veículos alternativos. Mais algumas postagens no Face … Seguimos em busca do que chamamos de LIBERDADE e nosso comportamento comum e corrente é sempre autoritário. Reproduzimos esta direita perversa em nosso dia a dia. Temos muito por refletir. Nos aguçarmos por isto me atentei a Barata na entrevista. Sua ausência de sarais e' uma atitude que tenho tomado. Mas não deixo de sonhar e refletir na ideia de um espaço de arte que nasça de forma independente nas periferias das cidades e até nos centros. Não podemos nos curvar ao egoismo, por mais que não queiramos devemos confiar no próximo. Por mais que tudo nos incentive ao isolamento devemos nos tornar comunitários. Para mim cada vez é mais difícil. Faço um esforço muito grande para ter uma vida social? Mas ínsito na troca no compartilhamento além dos universos virtuais. O sistema nos oprime com seus sistema de incentivo ao consumo. A comprar a ter. E nunca ser. A criar modas. E a arte pode dar uma resposta em suas vaŕias versões. Somos artista e ponto. Vamos ter que descobrir maneiras alternativas de ganhar a vida de sobreviver. A geração LINUX abre uma grande possibilidade neste momento uso um programa de computador livre que eu mesmo instalei e um amigo deu uns retoques finais. Chega botemos a mão na massa. Aprendemos a praticar o escambo a livre associação. Não há formulas mas chega de refazer velhos caminhos que nunca dão em nada. Por isto entrevistas como estas devem ser lidas e compartilhadas. Por isto insito na ideia de fazer filmes. Tem um roteiro que incentivei Rynaldo Papoy espero uma hora desta gerar as condições para fazer o filme. A morte de Walmor Chagas nos faz refletir sobre o prazer de viver. Temos que sempre ir além o pais carece de se refletir a fundo. Para que saibamos que rumos tomar por estes dias faz um ano que o povo do Pinheirinho em São José dos Campos foi expulso de suas casas e ganharão apartamentos menores que uma caixa de fosforo? Sendo que viviam em grandes terrenos. O sistema descontroi todas as Utopias com sua habitual violência, usando da lei. A especulação imobiliária esta num nível alarmamante. E nunca nos mexemos. Devemos nos reorganizar além dos velhos partidos políticos. Partidos de podridão. E devassidão. Busco estar fora do velho jogo. Devo encontrar minhas saídas econômicas.
Devemos ser artistas e ponto. Com coragem fé e amor a nos mesmos e na humanidade.

JOKA

João Carlos Faria         

Marcia caminhava pela ruas as vezes saia por ai … Para simplesmente ver o mundo, pegou um circular para uma periferia e viu muitas montanhas e ao passar por um lugar viu um deposito de velhos livros para doação ao lado de um bar. E escolheu um de capa preta um livro bem estranho. E seguiu esta jornada caminhou pela manhã e inicio da tarde. Chegou em casa deixou o livro guardado. Passou-se os meses e abriu o livro que tinha escritos estranhos … Um livro o devorou por dias sem sair de seu quarto. Era um período de férias onde todos haviam viajado. Ela desligou o celular e a campainha de sua casa. E saboreou o livro como nunca havia saboreado um livro. Era um verão com muita chuvas … Marcia após ler o livro o deixou propositalmente num banco de uma praça. Pois o livro deveria ser lido por mais almas necessitadas … E o que havia no livro? Ela nunca me falou. Mas o que são livros? São conhecimentos, sabores, saberes … E cada um com seus livros ...

JOKA

João Carlos Faria

domingo, 20 de janeiro de 2013


JOKA

Viver

Adormecemos na angustia da noite …
Entre desertos …
E noites …
A vida sempre segue ..
E não há segunda-feira.
Nem qualquer dia … E sim o hoje ..

Mas que este hoje se faça vivo.
Se faça tranquilidade … Mesmo na tempestade …

JOKA

João Carlos Faria


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


Os Desajustados

O frio glacial com seu vento cortante faz Janeiro prazeroso … Foram-se as festas, cá estamos nós. Eu por um bom tempo sem esta tecnologia que nos faz comunicar, mas com quem nos comunicamos? Talvez aquelas moças bonitas que ficaram com seus seios a mostras para o Papa. Que belas mulheres! Hoje tantos e tantos protestos e tudo em festa.
E a vida aqui nos Trópicos segue. E eu longe do Oceano Atlântico novamente. E tudo está no presente.Soltei uma provocação sobre arte e Geração Beat numa página do Face – polemicas que nunca acontecem? E o mundo sempre o mesmo. Mas nunca é como antes, estamos num novo ano. E os mesmos desafios de sobrevivência. Gostei muito de uma passagem num texto de Diego El Khouri, em que ele relata as dificuldades dos empregos e desempregos. Sempre sinto na pele estas questões, já não queria sentir. Quiçá tivesse um folego literário para fazer um romance de geração que trate  destas questões. A página da Falange Dourada pega fogo, segundo Edu Planchez, mas que nada, sempre tudo no mesmo.
Desde os anos 90 meto-me em polemicas, faz parte da sociedade hipermoderna. E agora com a internet, mais ainda. Tudo é divulgado num instante. A opressão da pós – modernidade é bem sutil. A grande massa não se percebe oprimida e ainda acredita em eleições, copa do mundo e nas invenções da Rede Globo. E o funk comeu solto no litoral. Eu gostaria de aprender a viver no mato, dentro da Mantiqueira. Nossa sociedade anda insuportável! Henry David Thoureau que pregava o anárquico individualismo viveu um tempo numa floresta. E hoje, ele conseguiria nesta sociedade de auto controle do Estado e das Grandes Empresas? Meus caros, que liberdade temos? Posso criticar todo um sistema mas já faço parte dele sou um dos Desajustados.
Paranorman 01
Sempre estamos fora, mesmo estando dentro. E ai o que fazer? Dar um tiro na cabeça? nunca resolveria! Tomar uma injeção letal também não. Mas como enfrentar algo que esta dentro de nossa cultura? Meus caros, estamos escravos de uma sociedade de consumo. Achamos que temos inúmeras necessidades e trabalhamos como loucos somente para pagar contas e encher o bolso de governos e empresas. E o Capitalismo nunca se finda. E a mídia sempre na mão de poucas famílias que ditam as regras para governos de direita, de esquerda e de centro.
Enfim não há governo para o povo, cada vez mais se torna bárbaro, sem nenhuma forma de arte e cultura. As pessoas se sentem oprimidas e simplesmente ficam doentes, somatizam tudo. E ai vivemos uma grande epidemia de drogas e álcool. E o Estado, governos não sabem o que fazer. No Rio de Janeiro uma criança de dez anos foi atropelada na Avenida Brasil porque era viciada em crack. E desgovernos irão resolver estes problemas? Quem governa, só sabe ganhar eleição não tem noção nenhuma do que irá fazer. Vivemos numa sociedade de pequenas e grandes mentiras. E estamos de mãos atadas. Somos galinhas peadas. Estamos amarrados, amordaçados. Temos alguma chance? Nos juntar? Mentira, estamos sós! A vida é solitária – como será nosso caixão? E as pessoas e a sociedade cada vez mais materialistas. Não se acredita em mais nada. Mataram Deus e esqueceram de enterrar. Há poucos homens de fé e um grande hipermercado de religiões, escolha a sua.
A vida sempre segue, depois dos quarenta a barriga cresce. E as pessoas se acomodam, eu não. Sou um Universitário engolindo as teorias acadêmicas goela abaixo. É férias, posso ler Manuel de Barros , Machado de Assis. E o que me deixa feliz é ler as novas gerações. Gente que sem editora, sem livros publicados nos diz muito em suas obras publicadas na internet. Já não conseguimos vivenciar a cultura atual sem a internet. Cabe a cada um de nós nos transformamos. Pegamos todos os dias o touro a unha. A vida sempre segue. A tv a cabo ligada, computador ligado enquanto não vem um apagão. Daqui a pouco vem o Carnaval … E alguma coisa acontece. Só as revoluções, uma por dia, como abda Almirez dizia. E tudo sempre segue … Vou me embora! Onde encontro Pasárgada?
Dentro de meu coração!
JOKA
joão carlos faria

JOKA

Tarde sem chuva ...

Poemas rasgados na tarde de sexta ... Enquanto a casa de Paraty esta vazia ... Adentro a ela uma casa sem nada sem televisão um espaço em branco a ser preenchido. Adentro a casa e  leio Grámatica Expositiva do Chão de Manuel de Barros ... Nas ruas crianças brincam ... Familias brigam e caes  dormem em quintais ... Quanto cliche ... Mas respiramos e adentramos a poesia. Os poemas de Manuel são simples mas não são faceis. Nunca vi um poeta facil ... Sou ex poeta ... Mas leio vorasmente poetas. Nas tardes ... A vida é sem rima ... Cheia de prazeres ... Na manhã nas tardes e nas madrugadas conversamos em bancas de jornais enquanto elas ainda existem ... E a vida desfila em nossa frente ... Várias cores de emoçoes é as emoçoes tem cores ... E a casa de Paraty continua vazia ... Ando por suas ruas com um vestido indiano é eu usando um vestido indiano. Mas com um tenis no pé. Não tem nada a ver ... Quantas propostas  fiz a sociedade e sempre continuo anonimo. Graças a Deus nunca saberia lidar com a fama. Ela não ajuda a entender o mundo. Estamos aqui brincando de aprender. Se não entendermos para que servem os cliches ... A escrita se faz inutil ... Assisti a um programa  de tv onde um mestre do roteiro ensina as manhãs de um roteiro. Deveria assistir vaŕias vezes. Nem sei se escreverei algum roteiro,mas já sei que não poderei mais contar com Walmor Chagas que acabou de pegar um avião para o desconhecido sem passagem de volta. Não acho que a morte acaba com tudo. Já não sou ateu. Nem me lembro se fui ateu. Crer depende de atitude. Tarde sem chuva. Manuel tem um corte nos poemas um ar cinematografico no seu jeito de contar historias é um poeta de hoje. Demorei para ler este autor e agora se faz importante. Desculpem  minha vil ignorancia para mim esta junto com Fernando Pessoa nos diz muito de formas sutis. Leio muitas e muitas vezes um poema. Faço do poema parte de mim. Hoje ouvi Raul numa banca de revista. Que tem muita importancia para mim nestes ultimos anos. Uma conversa de troca e amizade sem nenhuma competição e sim compartilhamento. As emoçoes tem cores as vejo nas pessoas. Antes de voltar a cidade. Fiquei em silencio vendo as emoçoes coloridas de meus familiares e procurei o silencio. Tenho uma voz alta. Carregada de emoção quando falo as arvores tampam os ouvidos. Devo calarme e escrever. Já fui performance e alguém falou que eu poderia ter feito sucesso. Me faltava teorizar. Para não ficar no vazio. Deixe o tempo passar a escrita se faz inutil ... A razão humana mas necessária ao coração. Passaros cantam em meu coração Manuel me abriu infinitas possibilidades ... Como amigos em bancas de revista. Conheço o mundo sem sair de meu bairro. Mas não deixo de querer pisar no Chão da Amazonia, nem de andar nas areias dos lençois Maranhenses ...Caracá não falei das mazelas dos desgovernos da politica ... Dane-se as mazelas são homens mediucres que governam ... Somos tão imitadores da América do Norte que criamos ao nosso jeito uma Republica de dois grandes partidos ... Estou fora se Deus me permitir. Já não tenho tantas ilusoes. Não quero um paleto de Barnabé ... Só preciso de um trabalho honesto e um teclado de computador quem sabe um Tablet para ler tantos e tantos livros que quando morrer talvez os esqueça. Assim como esquecerão minha má literatura. Me esforço para criar meu próprio estilo. Como não há nada novo entre o céu e a terra ... Devo só escrever ... Dias destes critiquei um texto de algúem não consigo ficar em silencio quando algúem que escreve muito faz algum texto mediucre. E o sistema que nos engole. Desculpem não sou devasso. Talvez já queira ter sido. Mas nunca fui. Só esta em meus escritos antigos. Passado passou ... A vida sempre segue adentro a minha Casa de Paraty ... Esta vazia. Mas completamente cheia de Utopia ... Que Walmor descanse ... A vida é longa e curta ... As estrelas estão ai a nos iluminar ... Preciso recolher-me ainda não é madrugada ...

JOKA

joão carlos faria      

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


Os devassos ...

Eu devasso ...
Tu devassas ...
Eles devassam ...
Enfim a um Brasil devasso ...
E ex poetas devastado ...
E a moral? Não existiria sem os devassos ...
E a vigilancia ... E o pais devastado ... Sem devassos ...
E a moral ? E a merda nos ventiladores ...
E brigas inúteis ... E a risada enquanto se tecla ...
E Brasilia devastada ...

Clarice Guimaraes ...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


JOKA

Camisa de força ...

Há virar Padre ...Mas a vida tem tantos outros caminhos ,,, Além da mera expectativa. A vida real vai além de debates ... Além de mero delirios literários ... Se eu foce ... Estilista redesenharia as batinas ... A vida nos ensina muito ... Quando se lé ... E sempre lemos ... Sempre curtir a Revista Planeta nos anos 80. Um mundo
oculto que se desbravava ... Não fico me alienando num movimento que já passou ser Beat hoje e a mesma coisa que se dizer HIPIE ... É passado. Conviver com poetas que fazem da devassidão sua etica é estranho não passa de uma anti moral burguesa ... A arte não ter formulas não se enquadra em movimentos já inexistente ... Não queremos esta camisa de força ... Ser ou deixar de ser ... Devemos é escrever ... Ir além os Beats fizeram história ...Mas não devemos nos prender ... Vire Sacerdote meu caro ... É duro ver e ler tantos pavoes ... Que tiram os pés do chão ... Cria-se a religião dos Devassos ... Dos Malucos oficiais ...Mas a arte deve ir além ... Do tempo da lingua ... E não se prender a passados ... Não sou nada ... Vou além ... Gosto de uma boa conversa um bom diálogo... A palavra não morre ... E a vida nos amadurece ... Viramos sementes e germinamos ... O novo virá ...

JOKA

jJoão Carlos Faria
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  • Edu Planchêz Amém, vc é muito conservador meu caro Joka Faria, nada sabe da poesia, lembro q da última eleição para coordenador da comição de literatura q paeticipei como candidato e venci, vc ficou do lado dos conservadores. Vc quer fazer uma poesia poiticamente correta que não fere os padrões da sagrada familia, na real, o passado é vc. FAMILIA TRADIÇÃO E PROPRIEDADE, teu discurso é apenas teórico, esse n é o JOKA fARIA q conheci, vc perdeu a chama da rebelião, em outra palavras, está aposentado, virou um conformista. Que lastimável, amigo.
  • Edu Planchêz Sei muito bem q dentro do mundo acadêmico em que agora tranzitas, a minha poesia, a poesia de DIEGO EL kHOURI, a poesia de ícaro Maxx... é exacrada, vc virou um pastor, os meus mestres não te servem, são devassos, drogados, psicopatas... não seguem o padrão elitista q vc adotou para si, vc tá na corja errada, não faz parte dos que incomodam, perdeu o incendio, se tornou um anti marginal, caiu no conto do vigário. Dizer q o BEAT pertece ao passado é assinar um atesdo de sol abortado, é negar-se. Esse teu discurso é o discurso adotado pelo meio acadêmico hipócrita, que tem nojo dos " sujos"!, dos que fedem a luz.
    há 6 horas · Editado · Curtir · 1
  • Edu Planchêz Não conheço nenhuma forma melhor de viver do que a forma BEAT de viver... o resto é o resto.
  • Edu Planchêz NÃO CRIAREI ND NOVO, CRIAREI O VELHO, PQ SE O NOVO É LUAN SANTANA E CIA MENTECAPTA, SOU DAILOR VARELA.
  • Falange Dourada Que isto onde o novo seria Luan Santana e todo o lixo da chamada industria cultural. Falo em arte ... Em transforma-se em beber dos beatnks... Dos filosofos gregos ... Da arte indigena da América Latina ... De toda a história humana ... Luan Santana é um simples produto de mercado. Isto sim estamos ai para refletir e criticar o Rio já produziu o melhor do Samba ,,, E ainda produz ... A literatura hoje tem muita gente GRANDIOSA que precisa aparecer. Precisamos de um novo que nos traga uma nova forma de politica, de arte ... Além da efemera mediucridade que vemos hoje. E isto que estou criticando. Não devemos nos apegar a CAMISA DE FORÇA ... De uma só geração ... No mais me divirto com este debate ... JOKA que se Faz mesmo sendo Faria ... Abraços ... Aos defuntos dos Beat ... Não sou defunto nem herdeiro de nada ... Quero a luz das estrelas .. JOKA ...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

JOKA

Camisa de força ...

Há virar Padre ...Mas a vida tem tantos outros caminhos ,,, Além da mera expectativa. A vida real vai além de debates ... Além de mero delirios literários ... Se eu foce ... Estilista redesenharia as batinas ... A vida nos ensina muito ... Quando se lé ... E sempre lemos ... Sempre curtir a Revista Planeta nos anos 80. Um mundo 
oculto que se desbravava ... Não fico me alienando num movimento que já passou ser Beat hoje e a mesma coisa que se dizer HIPIE ... É passado. Conviver com poetas que fazem da devassidão sua etica é estranho não passa de uma anti moral burguesa ... A arte não tem formulas não se enquadra em movimentos já inexistente ... Não queremos esta camisa de força ... Ser ou deixar de ser ... Devemos é escrever ... Ir além os Beats fizeram história ...Mas não devemos nos prender ... Vire Sacerdote meu caro ... É duro ver e ler tantos pavoes ... Que tiram os pés do chão ... Cria-se a religião dos Devassos ... Dos Malucos oficiais ...Mas a arte deve ir além ... Do tempo da lingua ... E não se prender a passados ... Não sou nada ... Vou além ... Gosto de uma boa conversa um bom diálogo... A palavra não morre ... E a vida nos amadurece ... Viramos sementes e germinamos ... O novo virá ...

JOKA

João Carlos Faria

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

JOKA

A cultura de massa que nos amassa.

É que aqui anda-se só falando na Geração BEAT e a sempre mais em se falando de arte. E de arte que nunca acontece desde os anos 90. No Brasil e no mundo. Com todo este aparato tecnólogico a arte esta parada. Baseada e transformada em produto de consumo. Falta uma viceralidade. Uma articulação. Um pensar novo. Enfim estamos num KAOS de grandes bobagens. Vivemos do passado e devemos ir além destes movimentos. Nossa geração esta alienada. E os pagodes globais tomam conta do Brasil comandando pela doida Regina Casé.
Devemos ir além mesmo.Sem a grande maquina de alienação quie chama-se Rede Globo ... Que tortura a mente e os coraçoes dos Brasileiros ...

JOKA

joão carlos faria