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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Silencio

Liberdade é algo que se luta para alcançar a vida toda. Devemos lutar por ela.
E qual liberdade que falamos?
Há tantas liberdades.
E alma voa solitária. Meditação, reflexão, leituras.
A vida é um desafio quero uma rede para balançar.
O silencio nos transforma.


Joka
Enquanto uma geração se atem a atos bárbaros outras construirão canções, poemas.
Enquanto não temos atitude de verdade.
A BARBARIE toma conta.
Não foi estragada uma estatua. Foi atacada a poesia a arte.
Que não foi ensinada a este jovens que fizeram o que fizeram.
Para onde nosso pais vai?
Se temos fome de espirito. Fome de arte.
Fome de vida.


Joka
João Carlos Faria

Pavão misterioso

O que nos resta por estes dias além de simplesmente viver sem expectativas.
Tantos projetos. Sem nenhuma ilusão.
Em dias de férias. Só contemplamos a vida.
Há algo melhor a se fazer. Além de viver o hoje.
E alguns sonhos se desenham no ar.
Vejo nas nuvens o desenhar de utopias.
Comunidades alternativas em represas.
Casas de adobe. Casas saídas de nossos mãos.
Barcos a atravessar represas.
Eita nós coletivamente sonhando.
Mesmo que se desmanche no ar.
Areias da praia a queimar nossos pés.
Longe de computadores nossos poemas se perdem em imaginações.
Não há tempo.
E temos muito tempo.


Joka
João Carlos Faria

Ventania

Cidade de trópicos. Calor que incendeia nossos sentidos.
Vida … Vidas …
Sol.
A ilusão do meio dia. O calor de verão.
O que refletir sobre este Sol ?
Pele, desejos amores.
Rede a balançar, sombras das arvores.
Cantar de almas.


Joka    

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Semente

Tentamos não nos curvar ao sistema e parecemos arco de flecha.
Eita batalha. As vezes ganha, as vezes perdida.
Tantas lutas e sempre parece que estamos no mesmo lugar.
A esperar algumas moedas do nefasto poder constituído da nação tropical.
Quantas e quantos morreram em vão.
E esta nação sempre podre.
E nada novo nasce.
Quando veremos a semente germinar?


Joka
João Carlos Faria

Sociedade do desconhecimento

Querida Rede Globo não assisto o jornal nacional. Gosto de uma novela atualmente e assisto seu canal pago.
Enfim se corrermos somos pegos.
Como fugir desta alienação em que se encontra esta Sociedade do Conhecimento?
E ninguém aprende a se organizar. Enquanto isto esta tudo dominado.
E o poder das velhas oligarquias se soma a das novas.
Esta tudo Além do Horizonte.
Como somos gados. Eu sem partido. Sem nada.
E vivem a nós enganar. Quem achará a chave?
A saída do labirinto. E nos afundamos na lama em direção ao abismo.
Sempre deve haver uma saída. Para este desamor civilizatório.


Joka
João Carlos Faria

Sociedade do desconhecimento

Querida Rede Globo não assisto o jornal nacional. Gosto de uma novela atualmente e assisto seu canal pago.
Enfim se corrermos somos pegos.
Como fugir desta alienação em que se encontra esta Sociedade do Conhecimento?
E ninguém aprende a se organizar. Enquanto isto esta tudo dominado.
E o poder das velhas oligarquias se soma a das novas.
Esta tudo Além do Horizonte.
Como somos gados. Eu sem partido. Sem nada.
E vivem a nós enganar. Quem achará a chave?
A saída do labirinto. E nos afundamos na lama em direção ao abismo.
Sempre deve haver uma saída. Para este desamor civilizatório.


Joka

domingo, 22 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Em busca do sol

Querida Beth Brait sua presença física faz uma falta neste nosso Vale do Paraíba. Sua ousadia deixa este vale de cabeça em pé. E o Rio que decepção só cinco mulheres de seios de fora. Os anos sessenta foram substituído por uma sociedade hipócrita e caduca travestida de reformadores de esquerda. Tolstoi, Toureai ficariam de cabelo em pé em nosso admirável mundo novo acho que os anos 90 não se repete nestas aldeias joseenses. Eita cidade sombria de uma gente alienada que se dizem amantes das artes.
Esta difícil achar as brechas. Mas o Sol a de nos dar a coragem de enfrentar estes gigantes que se sentem no poder. E usam da demagogia para cometer injustiças. A vida é leve.



Joka

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Além do horizonte

E João gritou do fundo do posso. De dentro da caverna.
A hora da novela me chama.
Sobre as sombras. Lúcifer toma café da tarde.
Enquanto em trabalhos. Trocamos impressões sobre
a vida.
E João grita na hora da novela me chama.
A vida nem sempre, suor e trabalho.
Mas sem trabalho nada somos e sem amor não nascemos.


Joka   

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

E Deus se preocupa se acreditamos nele ou não?

É noite e as estrelas se fazem presentes. Poderíamos sair pela cidade procurando navios no asfalto.
Poderíamos sair por ai a ver pessoas. Quantas vezes ouço a mesma música?
Quantas minha alma quiser ouvir. E a filósofos que separam o corpo da alma?
E a almas que se separam do corpo. E corpo e alma não se fazem um?
Ou três. E tudo se faz metafisica enquanto leio as vidas dos filósofos.
E que me faço entender enquanto o dia passou.
Debatem se Deus existe ou não? E o que nos importa se Deus esta dentro de mim de você.
De todos nós. Deus como um ser humano. Deus chuva.
Deus filho. E as instituições estão ai a pregar Deus de diversas formas.
E para que eu quero explicação. Para algo de nossa intimidade.
Desculpem acho que entendo os poetas já os filósofos?
E de uma dificuldade por mais que lute para ser racional.
Acabo sendo um ser emocional.
A vida é bem mais que qualquer filosofo e seus debates.
Deus não se cria. Não se constrói. Nem se desconstrói.
Se faz presente.
Afinal quem de nós criou o mal. E o bem.
Afinal os animais para sobreviver se devoram.
E nós homens também civilizamente nos devoramos para mantermos
nosso consumo.
Para mantermos nossas instituições. E nos fazemos lobos.
Utopia para que? Se já não há' nada a construir?
Só queremos uma casa na praia e outra no campo.
Um instrumento musical na mão.
E a sede de viver, criar e nos transformarmos.
A vida esta ai. Enquanto nela estivermos.
Que os anjos nos libertem do patrão nosso de cada dia.
E nos de a força de vencer.
A vida esta além de qualquer sistema, ideologia.
A vida é poesia.
Só o amar nos cria. Nós faz renascer.
Fênix.

Joka



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Desenho Felipe Stefani

João Carlos Faria

A arte nos ensina a viver

Para Felipe Stefani

O Rio de Janeiro nos desenhos de Felipe Stefani se faz rio. Nem um pouco sombrio.
Sem cor sem luz. Mas quanta luz no desenho do artista. Que além da poesia faz desenhos.
E a mesma bela sensibilidade.
Nos revelando velhas paisagens de nossa retina.
Em seus traços o Rio. Quem sabe Santos.
Sampa. Quem sabe a Rodovia Dutra que nos liga ao Rio.
É a vida e seus artistas suas linhas.
Não ouso sugerir temas e conceitos.
Quem sabe ouso fazer uns rabiscos. A arte nos ensina a viver.
Como os ensinamentos de lev Vygotsky.
Nos ensina a aprender e agir na educação e na vida.
A liberdade só é conquistada com conhecimento.
E a sabedoria vem de nosso coração.
O Rio se faz metafisico na arte de Felipe Stefani.
Um Rio imaginário. Quem sabe um Rio possível.
Um Rio Brasil.


Joka  
João Carlos Faria

Fim de ciclo fim de ano

Este ano esta passando. Em breve este ano será memoria de nossas vidas. Será como um sonho.
Hoje pelo menos podemos compartilhar nossas incertezas, angustias nossas verdades.
A vida as vezes parece um sonho.
Este ano que passa descubro novas almas que saem das gavetas e revelam seus poemas.
Que nos envolvem em seus desejos, projetos e sonhos.
Viver se faz vida. Amigos partem para outras dimensões. Em breve chegaremos a estação
e embarcaremos neste trem.
Enquanto isto desfrutemos da vida. Em suas vitorias, derrotas.
Desejos.
Hoje caiu em minha mãos um livro com filósofos.
E cada um enxergando a vida a seu modo.
E de fato nada se conclui. Mas sei por experiencia própria que sempre estamos aqui.
A amar, sentir viver.
Que todos nós sejamos felizes assim estou a aprender.
Enquanto desvendo a arte de sonhar.
Sejamos livres no que pudermos, sejamos soltos em meio as regras.
Que a poesia nos transforme em seres humanos.
Que o Cristo nasça no coração de cada um de nós.
Feliz natal.

Joka


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Consciência

Temperatura amena.
O sol se pós.
E no horizonte uma leve ilusão.
O silencio da tarde enquanto se faz noite.
Não ouço os cantares.
Dentro de mim silencio.
Cade os pirilampos a nos iluminar?
Cade a vida a dançar ciranda.
Acendo a tocha e dentro de mim procuro a paz perdida.
Não encontro minha consciência.
Anda passeando por ai em jardins.
Tirando me os espinhos em que andei pisando.



Joka
João Carlos Faria

Para estes dias sem a ilusão utópica

Para Wallace Puosso

Nestes tempos em que a Utopia se perde em práticas e ações nefastas.
Estamos cada vez mais sós. A politica se move não para o bem do coletivo
mais por interesses pessoais.
Onde esta nossa consciência e nossa vontade de mudar?
As vezes um grito de desabafo nos levanta o tapete.
Parece tudo igual. Não sabemos o que se passa de real só lendo
postagem na internet.
Sem olharmos nos olhos não a transparecia.
As vezes silenciar-se é o melhor.
Não sei se a bom combate. Tudo se perde em ilusões em nomes de partidos.
Enquanto isto os especuladores, lobos se aglutinam em suas mansões e em suas empresas.
E ditam as regras. Eles financiam as campanhas são os donos reais da cidades, dos estados e da nação. O liberalismo nos consome e mina as relações humanas. Deixemos nossa ingenuidade de lado. Ou nos reorganizamos ou seremos sempre devorados pela engrenagem do poder?
Enquanto solitariamente latimos em desabafos virtuais.
Quem há de se juntar? Quando o individualismo toma conta de nossas mentes e corações..
Devemos buscar uma força em algum canto escondido em nosso coração.
E a politica se desfaz em gabinetes. Na contagem de votos.
A democracia não se fortalece somente com a representatividade de partidos políticos
que se perdem na ilusão do poder.
Lobos travestidos de cordeiro.


Joka   

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Ilusão

Meia noite, meio tom.

Preciso desligar.

Pois aboboras somos ?

E o que é esta ilusão

A vida?


Joka   

Joka Faria compartilhou um link.
Edu Planchêz eles amigos, inimigos nos divertem. Seus ouvidos estão atentos ao que é velho. A metafisica deles esta cadavérica. Eles mortos que se enterrem.
João Carlos Faria

Trópicos glaciais.

Estou calado. Meu nome é João. O meu José carona. Mas cade o sol? Aqui não tem sol.
Mas não estamos nos trópicos? Oito dias sem escrever uma única linha estava eu no século vinte.
Sem TV a cabo sem internet. Estava eu só. Cercado por meus anjos e demônios. Voltar a cidade quando o rapaz onde comprava a passagem me deu a Folha de São Paulo.
Felicidade estampada no rosto um jornal. Depois de oito dias assistindo a TV é fantástico.
Tantas mentiras me sendo contadas. E eu aqui sem saber escrever um roteiro eu João eu José. Trabalhava na feira. E um domingo no parque epa é de Gilberto Gil senhor talento.
Curta a TV a cabo e a internet. Eu que estava longe da civilização. Onde tudo é caro. E respiramos ar puro. Cercado pelas montanhas neste trópico. Mentira o Sul e o Sudeste tem frentes frias. Ai que frio. Desligue a TV. Vá meditar. Que saudade de Caraguá. Que saudade de São José.
Eu alma errante. Artista. Um salão de cabeleireiro na avenida. Depilação feminina?
E tem outra? Quantas janelas. E Léo Mandi em suas intervenções no Parque Industrial.
Eu a quanto tempo só sem nenhum coletivo. As vezes uma matéria ou outra para o Entrementes
e nada além disto. A vida é esta Paulo Barja, Wallace Puosso. Não chore Kafka já nos ensinou tudo sobre a burrocracia nossa de cada dia. Artistas a onde? Estamos sempre com o pires na mão?
Que coisa nossos amigos agora arte educadores vendendo projetos mirabolantes na TV somos todos nós Pinóquios. Temos por acaso nariz de PALHAÇOS?
Que geração somos. Nada sem a internet. Não escrevo mais em cadernos.
Caminhei por doze quilômetros tenho quarenta e quatro anos hoje quase foi um enfarte. E água calma da praia me aliviou eu alma sem corpo ou corpo sem alma.
Quando na Tamoios dentro do ônibus avistei a Mantiqueira ao fundo e uma selva de pedra.
Era São José dos Campos que quero ir embora. E nunca vou oito dias bem que poderia ser oitenta anos. Ou quem sabe oitenta dias num balão estou assistindo novela novamente Além do Horizonte.
Cade o Sol? Eu João. Ei José. E cade Maria ?
Não sei viver só é não viver?
Eu cercado de praias e montanhas.
E agora só montanhas? Para que voltar a cidade?
Para devorar estas paginas que escrevo. Nunca um romance, algo para dramaturgia.
Quem sabe roteirista no Rio de Janeiro?
Eita tanta burocracia, faculdade, partidos políticos, ongues. Quantas mentiras que tentam nos
passar como verdade.
Meus heróis Pinóquios na terra do nunca. Eles estão presos.
E as mentiras sendo repassadas desligue a TV vá meditar.
A vida é CURTA.
Estou calado meu nome é João.




Joka
João Carlos Faria

De volta ao picadeiro?


Meus heróis da politica estão presos.
Nem sei quem esta no poder é inimigo ou amigo?
As propagandas na TV tentam nos enganar. Já não sou palhaço
apenas estou em silencio.
Dizem que quando criticamos praticamos fogo amigo?
E ai o vazio esta ai?
Cade a ética quem a defenderá.
Quem nos salvará de nos mesmos.
Neste vazio de consumo.
Somos apenas consumidores?
Cade nossa humanidade?
Somos apenas atores, consumidores, eleitores.
E quando nos permitem trabalhadores.
Mantemos a engrenagem a funcionar.
E tentamos mentir par nos mesmos.



Joka

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

Policia para quem precisa de policia

Desculpem o transtorno a cidade pegando fogo.
E eu aqui fazendo poesia.
Dar milhos a pombos já não é mais correto.
Descobri hoje em conversas.
Que onde é o Passo e a Câmara hoje.
Era puteiro.
São José dos Campos.
Que cidade.
Vivemos num momento de grande violência, econômica, física.
E um pais cada vez mais sem moral.
A policia Brasileira ainda vive na ditadura.
Estamos carentes de liderança.
Ninguém ai sabe organizar um exercito de Branca leones,
contra a ordem vigente?
Será que estamos muito distante da Rússia e suas máfias?
E a mídia preocupada com o transito.
Enquanto nossa policia mata cinco jovens?
Que nação meu caro Ricardo Faria.



Joka
João Carlos Faria


Cravada na Mantiqueira

Canoa. Lagartos caminham lentamente na Vila Industrial.
Enquanto leio e releio o poeta em sua canoa de ossos.
Ricola de Paula em utopias urbanas.
Nunca fui de reler poemas.
Mas estes poemas conquistaram-me.
Falam da vida, poder.
Não há tarja que nos livre do desafio de viver.

Canoa. Navego em nossa cidade.
São José dos Campos.
Dezembro. Calor.
Há algo por fazer neste ano?
Acabou-se só nos resta viver.

O poeta é poeta merece um Jabuti.
E só tenho a oferecer jabuticabas de minha casa ainda imaginária.
Cravada na Mantiqueira.
A vida sem utopia nos bairros operários.
E uma São José anos setenta de bordeis onde hoje esta instalado o poder.
Câmaras e Prefeituras se espatifam ante a força do capital.
Sem prestigio.
E nossa comunidade a merce de putas de voto.

O que nos resta além do bom combate.
Mesmo que de forma solitária.
Criemos um Exercito de Brancal eones.
Contra as quadrilhas dos espigões e arranha-céus.
Nossa cidade carece de gente que a ame.

Canoa lagartos caminham lentamente na Vila Industrial.
Não há tarja que nos livre do desafio de viver.

Joka




domingo, 1 de dezembro de 2013

João Carlos Faria

A arte de aprender a tocar tambor

Tem gente que amadurece e abandona as influencias da juventude.
Não sei o que dá em mim eu cada vez mais amante da vida.
E de toda possibilidade de mudanças.
Acomodar nunca. Não acreditar nas imposições da vida.
Ainda não li ao fundo Ana Cristina César.
E só questão de ter os livros a mão.
Que a arte nos transforme.
E deixemos de ser lobos do homem
A vida se faz urgente é curta.
Para nos ligarmos as exigências de um sistema falido.
Onde não temos tempo para o amor ao próximo.
E nos dizemos nós ocidentais Cristãos.
Que a fé alcance nossos corações.
Que os poetas nos traga alguma esperança.
A vida se faz rápida e passageira.
Leiamos Ana Cristina César.
Devemos também descobrir os poetas de hoje.
É urgente aprendemos a tocar um tambor.
Aprendermos a arte da telepatia.
Tenhamos fé. E acreditemos no ser humano.
Como transformador de si mesmo.
E dai ao mundo.
Poesiaaaaaaaaaaaaaaaa.


Joka
João Carlos Faria

Festa

Epa ontem fui numa festa e vi tudo por uma fresta. A vida ali pulsava ao chegar da noite.
Gente colorida. Tantas cores. Odores e amores.
Que festa que adentrou a minha retina.
Entrou para a memória.
Há vida que pulsa. Sentado via o mundo em minha volta.
Artistas de todos os jeitos.
Mais o que mais importa seres humanos.
Desvendando a vida.
E nos falam em sutis dimensões.
Entrei naquele corredor e fui transportado a Pasárgada.
Mas não havia rei.
Nem eu existia. Eram ilusões.
Na penumbra.
A festa pela fresta.
Música poesia, arte.
E o que significa tudo?
Devemos reaprender a olhar. A sentir a viver.
A muito além desta sociedade caótica de diplomas.
Títulos, dinheiro e a corrida pelo ouro de tolo o poder.
Ontem estava numa festa. E vi a vida diante de mim com um novo olhar.
Carrego na memoria as lembranças deste olhar.


Joka
    

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

João Carlos Faria


Jornada


Uivamos uivamos gritemos para que alcancemos nossos
ouvidos.
Eu grito que tu grites.
A caverna mas que caverna? Ainda não aprendemos a acender o
fogo?
É noite e nossa alma esta fria.
E o céu se acende. Vou levar minhas mãos aos céus e pegar uma
estrela.
Passei madrugadas inteiras as contando e não parava de achar elas as estrelas.
Uivamos uivamos desculpem não sou beat. Nem Bossa Nova.
Quem sabe Tropicalista? Não sou nada além de pó.
Não sou nada. Apenas escrevo quando o fogo de meu coração se acende.
Não tenho escolas literárias. Não tenho movimentos.
A séculos ando só.
Cade meus velhos amigos de nossa Irmandade Azul viraram pó
na estrada da vida.
Cada um em sua jornada. Como profetizado pelo profeta.
Uivamos uivamos gritemos.
Não sou de nenhuma geração.
Sou só em minha jornada.
A contar estrelas. Quantas pedras nestas jornadas.
Uivamos uivamos só nos resta uivar lobos sem matilha.
Caminhantes da cidade sem alma.
Uivamos.


Joka



João Carlos Faria

O incrível exercito de Branca leone

Dedicado a Pedro Yves

A politica esta mazela da vida nacional já participe de dois partidos.
Já me achei dono da verdade. PT e PV.
Eu que sei hoje que nada sei isto é de um tal de Sócrates lá da Grécia antiga.
Mas a politica minha velha paixão e frustração. Junto com a arte
e a busca da auto descoberta.
E estamos ai sempre a deriva nestes tortuosos caminhos saudações
ao Pedro Yves que peguei muito no pé quando estivemos no PV.
Desculpem nenhum de nós é dono da verdade.
E acredito que nunca mais estarei em nenhum partido.
Me reservo o direito de dar palpites.
A vida sempre segue. E a cidade esta ai mais bela como nunca.
E cheia de desafios.
E não me venham falar que não nasci aqui eu amo nossa São José dos Campos.

Joka  
João Carlos Faria


Sem destino


Nunca dirigi um carro.

Nem sei se dirijo minha vida.

E a vida tem direção?

São tantas as indecisões.

E olha que já passei da metade.

Tenho historias para contar.

Mas vivo o presente.

Projetos são tantos.

Quem sabe dirigir um carro.


Joka  
João Carlos Faria

Que sociedade

Poemas para mim não ter cor, sexo só são poemas.
Me vem alguém postar sobre Afro Poemas?
Que coisa.
Esta sociedade esta cada vez mais louca.
Poesia é poesia, arte é arte.


Joka

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Balão a soltar lastros

Viver eis sempre a questão.
Devemos viver e não sobreviver.
Devemos crescer.
E não desistir.
A vida é leve. Mesmo que as malas sejam pesadas.
A vida é leve. E nada nem ninguém vai faze la pesada.

Joka


A paixão de Cristo de Mel Gibson.
Para quando a fé se abala.
Descer as escadas doí. Alma errante.
Em busca de luz.


Joka
João Carlos Faria

Errante alma

A poeta Nydia Bonetti

Joio e trigo.
Mas eu que nunca vi uma plantação de trigo?
Saberei o que é o joio.
Decifrar poetas em meio a constelação de imagens.
De almas vagantes.
E quase um ato de loucura.
Alguém falou que sou louco.
Respondi sou artista.
Mesmo em meio as indecisões.
Sei que repito minhas ideias e imagens.
Mas não dá para ser original se o sentimento e a
minha reação a vida é sempre a mesma.
Pelo menos agora tenho a noite para dormir.
E a fé para conquistar.
Tem hora que não tenho certeza de nada.
Eu vi a vida e a morte em corredores de hospitais.
Nosso destino certeiro.
Mas celebro a vida.
Mesmo nas dores de minha alma.
As vezes tudo dói.
E temos que manter nosso sorriso.
Plagiando um poema de uma amiga.
Quanto nos custa um abraço?
Não sei. Eu alma errante perdida no abismo.
Tenho tantos desejos.
E sofro quase em silencio.
Ontem em meio a reflexões assisti a Paixão de Cristo de Mel Gibson.
E lembrei do Evangelho de Jesus Cristo segundo Saramago.
A arte nos faz devorar o mundo.
Jesus homem.
E não deus. E não consigo ser ateu.
Minha alma em desespero.
Caminho sem sentido em busca de uma fresta de luz.
Ainda não sei o que é o amor.
Vivo num tempo de egoismo.
Eis me desilusão. Eis me indecisão.
Sofro em silencio. Descendo as escadas.


Joka
João Carlos Faria

Ma fé na politica

Livremente inspirado numa postagem de João Júlio da Silva

O melhor negocio neste pais não é criar igrejas.
E sim partidos políticos de centro, direita e esquerda.
Para todos os gostos.
Nunca me senti tão desiludido.
A vida segue.
O duro vai ser quando tiver horário politico na TV acabo.
E na internet.
Um dia nos brasileiros iremos amadurecer.
E aprender a fazer politica para o bem comum.
E não para assaltar os cofres públicos.

Joka

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

São José 2030

Sinto-me aliviado por ver os comentários no site do O VALE sobre este encontro de nossos especuladores imobiliários.
Será que a cidade esta refém desta gente? Será que não somos capazes de nos organizar para reagir a este grupo que tenta dar o comando de nossa cidade? Que se baseia no valor do Capital e não nos valores humanos.
Vejo desde o ano passado as matérias pagas deste Shopping. 
As pessoas comentam nas ruas o cidadão esta de olho nestas movimentações,
de nossos empreendedores.
Toda a ação corresponde a reação. Carlinhos de Almeida foi eleito para mudar a cidade.
Que fique atento a estas manobras. Pois nós cidadãos estamos de olho no rumo da cidade
que amamos.
E cada vez mais o povo aprende a fazer politica e lutar pelo avanço de nossa comunidade.

João Carlos Faria

http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/carlinhos-promete-flexibilizar-lei-de-zoneamento-de-s-o-jose-1.471227

terça-feira, 26 de novembro de 2013

João Carlos Faria

Liberdade

Dialogo falta nos dialogo.
Esquerda, direita sempre de marcha ré.
Necessitamos aprender a pensar e agir.
Sempre por nós mesmos.
Esquecermos as modas ideológicas.
Nos ver no próximo.
Mas para isto a um caminho longo.
Sempre árduo. Temos tantas hipocrisias em nosso jeito de ser.
Que para tirar as mascaras leva-se uma vida inteira.
Quem sabe ?
Um dia alcançaremos a liberdade.
Quem sabe?
Enquanto isto estamos entre a hipocrisia e a demagogia.
Na gangorra da ausência de auto critica.
A vida deve ler mais leve.
Devemos aprender a dialogar.
Mesmo que nos custe caro. E seja amargo.
A vida que seja leve.
Apesar dos espinhos pelo caminho.


João Carlos Faria  

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


João Carlos Faria


Waldomiro de Deus


Vem e vão na ilusão de cada dia que se passa. Segundos se fazem séculos quando o chão se abre.
Vivemos numa grande ilusão nas cidades que se partem. Edifícios, ruas.
A vida cade o cheiro de terra molhada?
Tudo sempre em vão. Mera metamorfose nunca ter certeza de nada. A vida mesmo assim é leve. Porque deve ser vivida.
Nos bons e maus momentos. Estamos presos a circunstancias. Porque nos fazemos escravos do tempo?
Dia adoravelmente molhado. Quando molhamos nossos pés nas ruas e temos para onde voltar?
Primavera glacial em que pássaros adentram as cozinhas para escapar da chuva. E fazem voos rasantes por cima de nossas cabeças.
Não me sobra tempo para ver o mundo retratado nos jornais de televisão. A mídia tenta nos conduzir? Só tenta nos atenta. Continuaremos gado?
Nosso dia as vezes leve as vezes pesado.
O que podemos fazer para aprender a amar ao próximo?
Se nosso umbigo se faz urgente. Quantos livros que ainda não lemos?
Poetas nos animam em suas postagens. A guerra nunca será ganha ?
Nem um lado é o dono da verdade. Já não consigo inventar segredos.
E quando ouvimos as histórias de vida nas ruas. Só estamos em cena quando estamos nas ruas.
Nenhuma mídia ou poema nos traduz a realidade das ruas?
Em suas belezas e tristezas. A cenário melhor para sermos os escritores de nossa própria vida?
Mesmo sendo marionetes de nossos desejos e emoções.
Este teatro as vezes nos cansa. Somos atores a uma eternidade.
E hora de uma nota musical acima. E ela sobe as escadas. Augusta.
Sampa. 1969. E o artista plastico de minissaia Waldomiro de Deus.
Que ousadia.
E tudo hoje acontece. O tempo passa.
Estamos no presente.
E tudo urge em breve natal. Em breve um novo ano.
E tudo desaba como o céu e as chuvas.
Momentos para vivermos em todas as suas cores de emoções.
Preciso paz para silenciar-me.
Ate quando continuaremos gado?
Cade as flores que irão nos libertar de nossa gaiola imaginária.
E preciso ter alma e preciso ter calma.

Joka


Joka