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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


JOKA


A alma feminina ...


No marasmos da tarde por entre palavras,brincamos de viver. 
É tudo estranho.Decidir o que? Se parece um jogo de cartas marcadas, ligamos a internet e vemos 
o mundo da maneira que quisermos ver? Crianças choram na casa vizinha,passarinhos brincam nas calçadas. 
Eu jamais poeta na tarde perdida. Por entre estudos da geografia da ausencia de um corpo. Desenhos que não sei criar
em minha imaginação.Segredos nesta tarde de marasmos.Enquanto jogamos xadres mental para decidirmos o que fazer numa
noite quente de verão. Ainda não me acertei com o editor de texto.Mas o linux é o que eu poderia pagar.Carros de som 
a rua.E não há mais eleiçoes.Que bom.A politica agora é feita nos bastidores. Sempre em nome do povo e para o
povo que não opina sobre nada.
E assiste a alienados jornais da grande emissora.E todos dizem amém a venus platinada.A eterna musa do brasileiro,leitor
de Veja.E amante das idéias idiotas de Pondé.Eu que já dei atenção a Lobão? Nesta tarde que estamos adormecidos no 
berço explendido desta nação que nunca é nação. Eita povo perdidos nas angustias de times de futebol.
Que nunca se busca desvendar. Maravilhoso calor dos trópicos. Longe do mar. Longe da Sagrada Mantiqueira.
Eu poeta de inutilidades.Viver é um eterno marasmo? Estamos nos dirigindo a morte?
Assisto mais uma vez ao Incrivel Exercito de Brancaleone.Tai um estilo de roteiro que ei de aprender a escrever.
Totalmente escrachado.E tudo se faz mentira. Acabei de assistir numa banca de revista a um belo debate sobre a existencia
ou não de Deus. E Deus nem esta preocupado se nos homens achamos ou não que ele existe. Como diria Fernando Pessoa ele
simplismente é. E ponto. Tá eu fiz um resumo da matafisica de Fernando Pessoa.Que faz séculos que não leio. Quando
na beira de um rio ele escrevia seus poemas.Ele conversava comigo e me falava das idéias de seus heteronimos. E eu achava
uma bela idéia. Mas sempre perguntei a Fernando Pessoa porque não um heteronimo feminino? Gostaria de velo escrever
na visão feminina.E dias destes lendo o Entrementes me deparei com uma jovem escritora que desvenda muito bem a alma 
feminina.Com uma sensibilidade maravilhosa.Há juventude se recria. Ontem andando num parque em minha amada São José dos
Campos via a juventude se reinventar. Um monte de jovens tocando instrumentos musicais ao lado de uma lagoa. Que em minha
infancia eu nadava no Parque Santos Dumont. A tarde adentra rumo a noite silenciosa. Ontem quando descia do carro em frente
a minha casa fui abordado por um homem querendo dinheiro e vendendo duas taças.É por estes tempos podemos ser mortos
a qualquer momento.É inutil reclamar da epidemia de drogas que há no pais. E indios moram em barracas nas estradas
de Mato Grosso e que cade governos?
Cade o Supremo Federal com sua mentirosa moral?
O povo esta a merce de uma completa ausencia de Estado.Estamos vivendo num Kaos social.
E por isto adoro O incrivel exercito de brancaleone.
E a metafisica de Fernando Pessoa ando a ler José Régio vou por aqui.
Mas a caminhos a serem percorridos?
Deciframos esta ausencia de matafisica ou seremos devorados por ela.
Cuidado não deixe implantarem um chip em voce.Sigo a decifrar os codigos do Ubuntum.
E a vida é leve. Adoro as chuvas que cheiram terra nas madrugas de primaveras.
  

JOKA

joão carlos faria
        

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