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quarta-feira, 21 de novembro de 2012


PS Este texto devido a falta de familização com o word linux não esta revisado.



JOKA


A vida é sempre leve ...


Love Lave Alma



No ouvir de eternos mantras. E brincando e dançando com Deus enquanto criamos. E velhas cançoes que compus e nunca serão gravadas me veem a cabeça no centro de cidades. A vida se esvai. E ainda somos crianças aprendendo a viver. Dias dificieis e inimaginaveis na dura sobrevivencia. E a vida sempre é leve. Enquanto as velhas luxúrias se manifestam quando entramos em nossa silenciosa caverna.E a mecanica é a mesma enquanto não damos nossos saltos quanticos. Viver nos deixa perplexos a um mundo fora e outro dentro. E não aprendemos a trasformar todas as impressoes. Mas tudo me é leve. E vejo Deus sempre ao meu lado. Nos momentos de prazer e nas horas de desespero. Deus esta em nós. E ouço velhos mantras. Eita humanidade que a milenios percorrre caminhos dificies longe de uma idade de ouro. A devassidão tomou conta de nossa alma. E nosso coração tornou-se pedra. E Deus nos traz a leveza. Em caminhos sombrios. E Sofia clama e chora em extase em busca de luz. E tudo se faz trevas. Enquanto o dia não se faz presente. E a vida segue apesar dos tropeços. Leio vorasmente livros. E quando adormeço vivo todas as minhas mais variadas ilusoes. Devo ir além desta vida para me desvendar. Descer a meus abismos sombrios e me ver em outras vidas.


Love Lave Alma ...


O amor lava a alma ...


Sigo em frente .. em poemas que criei a seculos ... E nunca os esqueço poemas musicados generosamente por Léo Mandi. Em minhas experiencias com a poesia concreta. Um só poema?  E aprendo a ver a poesia com novos olhos com Paulo Rafael pelas ruas das cidades perdidas pelas ruas de São José dos Pinheiros. E a periferia se faz centro ...  E o centro tornou-se periferia. Novos saberes ... E devo compor novos poemas ... Criar novas musicas escrever dezenas de romances ... E a vida é leve ... Torna-se leve perante as velhas luxurias. As velhas necessidades. E Pasargadas se faz aqui. A eterna Changrilá. Vou me embora para as dimensoes sutis do infinito. Já não quero descer a infernos ... Que Deus me de a mão. Como canta uma velha canção de Igreja... Tudo se faz belo enquanto passaros engaiolados cantam?


Love Lave Alma ...


O eterno amor Divino nos salva ... Ouço e canto mantrans ... E tudo se faz vida enquanto o Sol de Primavera brilha nos ares ... Estamos vivos ... Caminhamos na tarde da rua XV de Novembro e Edu Planchez nos liga. E fala de uma entrevista de um velho poeta. A ultima vez que ele fez isto nasceu A Celebração ao Renascimento da Poesia. Que nova revolução nos trará. A esta cidade a este imenso Brasil ...


Love Lave Alma ...


E a geração Hip Hop transforma as periferias e invadem os centros das cidades. Meus olhos se abrem diante desta revolução ... E a vida segue ... Moça me de a mão, moça faça amor comigo ...


Love Lave Alma ...


JOKA

joão carlos faria

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