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quarta-feira, 21 de novembro de 2012


A poesia dentro de nosso coração

Manhã cinzenta … a cidade em movimento … e a vida virtual segue. E a vida real se faz. Estamos divididos em identidades virtuais e reais. No mais, segue o cantar dos pássaros nesta primavera glacial. Somos divididos entre fé e ação; Entre o imaginário e o real; Entre o consumir e o ser.É tudo um grande supermercado de consumo de desejos e carências. Almas errantes nesta sociedade conturbada. E elefantes invadem as cidades. Vejo demônios dentro de nós. Bem e Mal juntos. E a fé. Que a fé seja racional. E tudo é metafisica? E os Deuses jogam xadrez. E aqui na terra somos marionetes de nossas emoções. E o verbo se faz. Nossos braços se atrofiam diante de um teclado de computador. Chega! emoções virtuais não são reais. Precisamos estar nas ruas. Experimentar o que nos resta de humano. Antes que nos transformemos num grande inseto. E o ser humano se prende a consumir, a gastar, a dar atenção para títulos e importantes carreiras. Enquanto as famílias se desestruturam. Há uma grande peste de drogas nas grandes cidades.O crack toma conta de uma grande leva e as autoridades se perdem em decisões burocráticas. E a vida sempre segue. E quando saímos as ruas podemos morrer nas mãos de bandidos ou de policiais. E só uma questão de escolha. E todos queremos nossos carros, nossos celulares, computadores. Nos deliciamos com as comidas envenenadas, uma comida transgênica. E nossas cidades se enchem de grandes chaminés. E já não há lideranças politicas. Estamos todos num imenso lamaçal. Vejo Nova Yorque, numa imensa lama. E a vida segue! Qualquer hora desta estaremos mortos e não perceberemos. Cade o amor? Nossos corações tornou-se pedra. E Sofia nas ruas clama por justiça. Cade a justiça? Almas errantes teclam num desespero total. E o sexo se torna virtual, reino de lilith e Nahemah … Há sexo para todos os gostos e nos causa um imenso desgosto. E os Juízes do supremo não são Juízes, são palhaços, atores com suas togas. E a vida segue e a catástrofe civilizacional é televisionada. Haverá refugio em minha Sagrada Mantiqueira? Não sabemos… é frio, não vamos as montanhas. E a humanidade ruma para o abismo em sua falsa felicidade. Ter não nos faz Ser. E a vida segue, vamos as ruas encontrar Sofia. Mesmo o dia de hoje estando nublado sabemos que há um Sol a iluminar a terra. Mesmo vivendo nesta era de falta de amor, sabemos que ha um Deus, um grande Universo a nos guiar. E Diógenes com sua lanterna a procura de homens de verdade. E tudo se faz verdade. Ainda teremos nosso refugio na Sagrada Mantiqueira. Há muitas e muitas montanhas a serem conquistadas. E a poesia esta dentro de meu coração. E a vida segue. Vou em busca de Sofia.
JOKA
joão carlos faria

lama


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JOKA

Lama


Alguem aqui saiu do inferno? Nos achamos justos mas somos justos conosco mesmo. A vida segue
sempre em guerrilhas. Mas que guerrilhas ? Para que serve todos estes confrontos. E nunca sabemos o verdadeiro sentido do amor. E amar. Não só o amor carnal. Mas o amor ao semelhante. Nosso sangue frui. Nossos gozos enchem o universo de vida. E a vida sempre segue. Estamos aqui. E as cidades se esvaziam. Ninguém sai mais as ruas para cantar, dançar. Conversar e fazer amor. Transformamos o sexo em mercadoria. Estamos sempre a venda. E a fé deve ser comprada em prateleiras. E as pessoas deixam de ter fé. Esquecemos nossa divindade e nos afundamos na lama.

JOKA

joão carlos faria


PS Este texto devido a falta de familização com o word linux não esta revisado.



JOKA


A vida é sempre leve ...


Love Lave Alma



No ouvir de eternos mantras. E brincando e dançando com Deus enquanto criamos. E velhas cançoes que compus e nunca serão gravadas me veem a cabeça no centro de cidades. A vida se esvai. E ainda somos crianças aprendendo a viver. Dias dificieis e inimaginaveis na dura sobrevivencia. E a vida sempre é leve. Enquanto as velhas luxúrias se manifestam quando entramos em nossa silenciosa caverna.E a mecanica é a mesma enquanto não damos nossos saltos quanticos. Viver nos deixa perplexos a um mundo fora e outro dentro. E não aprendemos a trasformar todas as impressoes. Mas tudo me é leve. E vejo Deus sempre ao meu lado. Nos momentos de prazer e nas horas de desespero. Deus esta em nós. E ouço velhos mantras. Eita humanidade que a milenios percorrre caminhos dificies longe de uma idade de ouro. A devassidão tomou conta de nossa alma. E nosso coração tornou-se pedra. E Deus nos traz a leveza. Em caminhos sombrios. E Sofia clama e chora em extase em busca de luz. E tudo se faz trevas. Enquanto o dia não se faz presente. E a vida segue apesar dos tropeços. Leio vorasmente livros. E quando adormeço vivo todas as minhas mais variadas ilusoes. Devo ir além desta vida para me desvendar. Descer a meus abismos sombrios e me ver em outras vidas.


Love Lave Alma ...


O amor lava a alma ...


Sigo em frente .. em poemas que criei a seculos ... E nunca os esqueço poemas musicados generosamente por Léo Mandi. Em minhas experiencias com a poesia concreta. Um só poema?  E aprendo a ver a poesia com novos olhos com Paulo Rafael pelas ruas das cidades perdidas pelas ruas de São José dos Pinheiros. E a periferia se faz centro ...  E o centro tornou-se periferia. Novos saberes ... E devo compor novos poemas ... Criar novas musicas escrever dezenas de romances ... E a vida é leve ... Torna-se leve perante as velhas luxurias. As velhas necessidades. E Pasargadas se faz aqui. A eterna Changrilá. Vou me embora para as dimensoes sutis do infinito. Já não quero descer a infernos ... Que Deus me de a mão. Como canta uma velha canção de Igreja... Tudo se faz belo enquanto passaros engaiolados cantam?


Love Lave Alma ...


O eterno amor Divino nos salva ... Ouço e canto mantrans ... E tudo se faz vida enquanto o Sol de Primavera brilha nos ares ... Estamos vivos ... Caminhamos na tarde da rua XV de Novembro e Edu Planchez nos liga. E fala de uma entrevista de um velho poeta. A ultima vez que ele fez isto nasceu A Celebração ao Renascimento da Poesia. Que nova revolução nos trará. A esta cidade a este imenso Brasil ...


Love Lave Alma ...


E a geração Hip Hop transforma as periferias e invadem os centros das cidades. Meus olhos se abrem diante desta revolução ... E a vida segue ... Moça me de a mão, moça faça amor comigo ...


Love Lave Alma ...


JOKA

joão carlos faria

domingo, 11 de novembro de 2012


Madrugada nas ruas de São José dos Campos. 

Um passeio de Edu Planchez, Eliete Santos, JOKA

Poetas passeiam pela cidade. A cidade paralisada sem arte. Sem vida dentro de Shopping. A cidade do interior onde aconteceu. E no momento não acontece.
A cidade sem literatura, sem cinema. Que não se reflete mais.
Mas que ainda respira. Mesmo com o ar das chaminés.
E poetas insistem nela a amam. E buscam fazer amor com ela. A cidade sem rinocerontes. Sem utopias. Das fábricas e tecnologia. Cidade sem arte. Sem amor. De uma infinita caretice. Onde o Rap se faz cristão. Onde não se provoca. Onde se pensa e se reflete. E artistas vagueiam por ela sem destino. Nas madrugadas ... nas calçadas. Em supermercados vinte e quatro horas. Na busca de uma noite de êxtase. 

JOKA

joão carlos faria

domingo, 4 de novembro de 2012


JOKA

Importância

O retorno de dias e noites primaveris ... E a liberdade ... E o apagar das luzes sem a presença infernal de Lilith que ordenamos que se retirasse do canto mais sombrio de nossas denegeradas almas. E SHOPHIA chora a ausência de luz. E poetas da modernidade se enfiam na lama  na devassidão usando o domínio da palavra para estimular um mau  que já esta dentro de nós. Questiona-se Deus. E Deus não dá respostas. O mar se enche de fúria. E o céu de fogo. Nesta sociedade hipermoderna. Perdemos cada vez mais o sentido de moral. As religiões estão caducas. A individualidade nos leva a loucura do consumo. E o homem se lança a lama. E a tartaruga não mais arrasta sua cauda na lama. Decora o gabinete de algum prefeito. Hó quanto somos insanos na pornografia. E nos males a internet é uma faca. E cortamos nossa jugular. E tudo segue. Não há poetas ... Só vozes da luxúria. E a vida segue. Os templos de hoje são os Shopping Center. E filhos são produtos de consumo. E não há conexão com o divino. Estamos numa infernal lama. Tudo mentira. Enquanto somos subervisivos, anarquistas pura mascara de gente doente mal construída verdadeiros Macunaímas sem nenhum  caráter. Homens maus se disfarçam de justiceiros. E cadê minha Sagrada Mantiqueira. E a primavera sangra nossos cadáveres de mortos vivos. Eu não existo ... Você não existe. Não passamos de número. Massas de manobra de infelizes homens de partidos... E você acredita-se importante?  

JOKA

joão carlos faria
Foto JOKA

Parque da Cidade de São José dos Campos São Paulo Brasil

  

quinta-feira, 1 de novembro de 2012


JOKA

Entre a mente o corpo e o coração

Dentro de minha caverna eletrônica em meio a descidas em abismos. Vejo baleias nadarem em grandes oceanos e o surgimento do sistema solar. E lendo um artigo de Wellington Lima descubro que existe uma filosofia Brasileira. Sim nos sabemos pensar sim. E ai desço mais ainda ao abismo de minha alma, meu corpo. E Sofia nas ruas me diz que muitas vezes o coração pensa de um jeito, a cabeça de outra. E  o corpo vai para outro lado. Então filosofar é criar a harmonia entre a mente, corpo e o coração. Sei de meus Demônios. Há batalhas dentro de minha caverna. E a filosofia se faz presente na poética de João do Rio uma escrita que me é estranha. Nas praças nas ruas vivemos a vida neste trópico. Mesmo dentro deste calor adentro aos saberes da Pedagogia além do raciocínio acadêmico. Mas trazendo o para a vida. Estar em escolas  é estar próximo a realidade nua e crua de nosso povo. O chão da escola nos reflete. E tudo acaba. E não conseguimos entender o grande mecanismo da roda. E conseguiremos dar um salto quântico para Pasargadas?  Dias deste conversava com Franklin Maciel sobre a teoria do abismo. Quem diria lançamos um Manifesto há um tempo em uma bienal. Fui perguntado por que a Irmandade Neo Filosófica?  E não soube responder e dez anos depois leio este artigo que me dá respostas. Sim nos Tupiniquins construímos nosso pensar e refletimos nossos saberes. Em bancas de revista, açougues, padarias. Nos velhos mercados municipais. Ou como era na Irmandade Neo Filosófica em Praças e Shoppings capitaneados por Solfidone. Conseguimos pensar num Shopping. E tudo passa. Mas agimos sempre agimos. Mudar qualquer quadro social tem que primeiro acontecer dento de nossos corações. Fazer uma ação política baseada na vaidade não transforma a sociedade então ás vezes o silencia nos cabe. Hoje estive na Chácara do Visconde onde nasceu Monteiro Lobato. E vi o sorriso de Emilia sou mais Emilia do que Visconde que se faz chato. Ler nos transforma e este perfil de intelectual de Visconde demonstra fraqueza. Um intelectual interfere na sociedade na qual esta. Isto é FILOSOFIA. De que nos adiantaria desbravar toda a cruel filosofia Européia se não entendermos a cultura dos trópicos. Um povo junção de vários povos. Uma mistura forçada de brancos, índios, negros. Um povo forjado no estupro civilizatório. Porque a Amazônia não pode gerar uma arte que transforme a estética de nossa sociedade? Hoje vendo um programa de TV refleti isto. Falava de uma exposição em Berlim e me confundi com Belém. E ai não podemos  ser ambiciosos?  Do Vale do Paraíba nasceu Monteiro Lobato? Neste calor maravilhoso. E assim é a vida ... Uma grande explosão de universos paralelos. Não consigo duvidar da existência de Deus ou o nome que dermos. Deus se faz presença em mim e em você. Mas os códigos e as leis que se dizem vindas dele. Já me deixam em dúvida. Mas como Samael Aun Weor sempre escreveu. Devemos experimentar. Do contrario ao abismo abismo abismo. A metafísica esta em nosso corpo. Devemos separar o corpo da alma? Não podemos ter medo de nos achar. A vida flui em nós. Estive aqui antes como estou agora. E cadê as portas da percepção? Afinal quem sou quem somos? Além do fruto de uma construção do meio social. A ética do convívio. A necessidade de sobreviver não pode nos afastar de nós. Precisamos de abrigo. Mas precisamos do abrigo do espírito. Que grande teatro. E sim nos Brasileiros sabemos filosofar. Com nossa ética fajuta seguimos na política, nas artes e nas academias. E a vida segue. E o espírito da floresta me transporta a Mantiqueira. Caminho por suas estradas nas manhãs de primavera. Canto canções que criei e as recrio. Irei aprender o ritmo dos tambores para tocar no ritmo de meu coração. A arte nos transforma. E Caetano nos ensinou a seguir sem lenço nem documento. E ligo a minha câmera sem destino. Pois Glauber Rocha nos disse uma idéia na cabeça e uma câmera na mão. Dentro de minha caverna eletrônica em meio a descidas em abismo. O espírito da floresta reencarna em minha alma. E tudo se faz momento ...

JOKA
joão carlos faria 

Artigo
A arte de flamar.
De Wellington Lima
Amorim@ gmail.com
Revista Filosofia
Editora Escala Outubro de 2012.  
Esta chegando o Estival em São José dos Campos ....