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quarta-feira, 10 de outubro de 2012


JOKA

Deus esta dentro de nós ...

Eita homem de mil e uma bombas de flores acidas na sedenta noite de trópicos. Onde desejos e medos se enfrentam dentro de nossas cabeças explodem universos. E a um duelo entre o bem e o mal. Quando seremos senhores de nós mesmos? Em meio ao meu raciocinar cartesiano quando me vem uma bomba de milhões de magos tons que me traz o Kaos a poética o poeta Edu Planchez este sim me tira do normal e me transporta ao lúdico. Poucos traduzem e viajam pelas estrelas e para mim Edu esta entre estes poucos não sei se cabe aqui a alcunha de gênio incompreendido, mas sim um homem que se busca e não se encaixa nos clichês  desta nossa sociedade sem alma, sem arte. E com um sexo de corpo que não transcende. Enfim não preciso de drogas. De álcool para mim basta ler a poesia de Edu e o tempo passa e o efeito de sua poética para mim não passa. Não sei se tenho alguma influencia  dele em minha escrita. Mas ele com suas cores me põem em pânico. Ai adentro a meus sutis labirintos e entrego-me a lama. Edu esta alem de qualquer gênero literário ou escola. É um  homem normal.Mas não aceita as camisas de forças que fingimos aceitar ou aceitamos de bom grado?  O mundo nunca é o que pensamos o mundo é. Não há vida   acadêmica, seguridade , aposentadoria que nos humanize. Para que precisamos chegar a Deus por intermédio de outros homens, gurus, poetas, PROFETAS. Deus esta dentro de nós. E quando leio a poesia metafísica de Edu tenho um vislubramento do divino em mim. Porque Edu é um ser humano como eu e você. Mas que busca acessar-se enfim um Xamã. Um bardo um homem sem leis sem regras. Um desajustado num sistema doente. Mas quem se faz são neste sistema perverso não passa de doente. Eu ainda não me achei. Vivo cercado de Demônios e Anjos. E adentro a minha sombria caverna quando leio Edu. E o agradeço por fazer vir a tona o Xamã adormecido que esta dentro de mim. E o espírito da floresta sempre renasce. E Charles Chaplin nos disse HOMENS NÃO SOIS MAQUINAS SOIS HOMENS. Nada contra a tecnologia, o racicionio lógico. Precisamos dele para sobrevivermos. Mas o lúdico nos traz o vislumbre da vida real. Eu nou sou somente João Carlos Faria talvez seje alem de JOKA. Eu estou João Carlos Faria. Mas não sou. Enfim não sei ainda o que sou além ,pois ainda adormeço mas um dia despertarei. E me verei diante de mim mesmo. E esta poética me faz sentir-me e viajar pelas estrelas ... Há quando volto venho com força ... Com a lucidez metafísica. Enfim Deus me habita. Comos ainda somos bárbaros diante de uma fascinante tecnologia de comunicação que pode nos servir para chegarmos a nossa perdida humanidade. Ainda não me faço divino. Ainda em dúvidas. Minha ética me prende a terra. E a poética de Edu transporta-me as estrelas. Há quantas vidas nos reencontramos. Sou poeta quando alcanço a matafisica. E poucas vezes sou poeta. Dias destes vi um Por do Sol num viaduto da Vila Industrial em São José dos Campos ao fundo a Sagrada Mantiqueira. E vendo um por de Sol vejo Deus diante de mim. Quando sairei deste casulo e transformarei em Borboleta? Nunca se sabe. Mas a vida humana nos ensina muito. A todos os momentos mesmo que estivemos em nossa cruel perversidade. Pois como nos diz Solfidone não esquente. Deus esta no comando.

JOKA
joão carlos faria     

http://reidemaio.blogspot.com.br/

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