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sábado, 22 de setembro de 2012


JOKA

E Gaia dança ...

E os Deuses cantam, Gaia dança para nascer  Universos  a vida segue em infinitas dimensões. Aqui neste planeta se faz Primavera ... E dançamos ao sabor da vida um vento gelado bate a minha janela. No sono da tarde ... Tenho a vontade de comprar uma bicicleta para brincar em meu quintal  a Mantiqueira ... Ao longe esta ela a Mantiqueira em seu infinito azul. Dizem que este azul e a fusão da dimensão em que estamos em fusão com outras dimensões. E afinal por onde anda Deus? O que é Deus. Acredito num único Deus ...  Tenho fé em mim mesmo. Ás vezes a solidão nos faz um bem danado. Tem certos dias que rompo todos os tratados e silencio-me em minha casa. Ás vezes penso em um refugio algum lugar distante e tranqüilo onde não conheça ninguém. A vida segue e assisto alguns filmes. Fico sabendo das eleições. E observo meu distanciamento das militâncias. O que fazer? Não quero mais discursar ser senhor de todas as razoes. E tenho muito por me transformar. Serei eu alguém cada vez mais individualista? Ou cuido de minha individualidade perante o mundo. Se eu não me transformar não farei nada. A vida sempre segue. Queiramos ou não. As eleições passam, a faculdade passa. E uma hora desta estarei defendendo alguma causa que não seja qualquer. A maturidade realmente nos transforma?  E como transformaremos uma sociedade sem o exercitar da vida política da vida pública? Os desafios estão ai cidades cada vez mais Kaoticas. Um ar cada vez mais contaminado. Rios e mais rios poluídos. Uma educação cada vez mais sem rumo. Os teóricos se prendem a teoria. Mas necessitamos de reflexão. Necessitamos de uma fé que nos transforme. E também da razão. Liberdade, igualdade, fraternidade. Desde a Revolução Francesa estamos almejando estes princípios? E ai? Qual deles realmente alcançamos? Uma democracia onde o ser humano não tenha conhecimento de si mesmo? Nunca vai ser democracia? Liberdade mas que liberdade é esta que se almeja. Uma liberdade de consumo que se baseia no ter? E nunca uma liberdade que nos faça buscar nossa essência? Tudo esta dentro de nós. E somos muito duros  conosco mesmo. E sempre buscamos nossa satisfação pessoal. E por isto não nos desvendamos ,pois para se desvendar a muita dor. A muito sofrimento. Para enfim alcançarmos nossa liberdade? E a igualdade que grande farça, pois  sempre nos achamos melhores que nosso próximo. Nunca vemos quem esta a nossa frente somos enquanto civilização egocêntricos. Sem nenhuma reflexão do próximo para nos os outros só existem para nos servir. E a fraternidade isto também ainda não temos na sociedade em que vivemos. A muito poucos homens e mulheres que se fazem merecedores que tenham alcançado este lema da Revolução Francesa. Mas a vida sempre segue e cada época de nossa história tem seus desafios. Aqui vivemos hoje no ritmo das eleições municipais. E estou de mero espectador   acho que a democracia e ir além de votar. E ter uma atitude de buscar o fortalecimento da comunidade na qual estamos inseridos. E no momento não me sinto a vontade para participar plenamente desta ação. Estou num momento de recolhimento. De se preparar para voltar a ação,mas com novas ações, idéias e buscar de uma transformação social. Talvez esteja mais Utópico. Mas a vida pulsa dentro de mim. Sinto-me vivo. E quero um som dentro de meu quarto, uma bicicleta para andar sem destino. Muitos livros para ler. Muitos amigos para conversar e debater sobre a vida. A espiritualidade. A comunidade a qual pertencemos. Mas o Eclesiastes nos diz que a momentos para tudo. Só sigo minha jornada. E os Deuses cantam... Gaia dança para gerar universos. E cientistas dizem que o Universo se expande. E quando penso em Deus chamo-o de Universo. Mas Deus esta em mim. Em você e em  todas as criaturas. Deus esta em todas as dimensões que imaginamos e as que nem sequer imaginamos. Deus nos transforma. Somos energia. Na matéria a vida é existir.

JOKA
joão carlos faria        

Secos e Molhados

Música Sangue Latino Sangue Latino

Primeira faixa do primeiro disco dos Secos e Molhados:

Composição: João Ricardo / Paulinho Mendonça

Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados 
Os ventos do norte não movem moinhos

E o que me resta é só um gemido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos, 
Meu sangue latino, minha alma cativa

Rompi tratados, traí os ritos
Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo

E o que me importa é não estar vencido 
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos, 
Meu sangue latino, minha alma cativa

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