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sábado, 8 de setembro de 2012


JOKA

As bobagens e os falsos valores da sociedade hipermoderna ...

Dedicado a Máh Luporini

E do final se chega a um começo, estranha-me o  olhar de tudo e a sensação e o dever de se fazer existir do homem HIPER- MODERNO . Para que insistimos tanto para sermos notados tento me desligar desta bobagem. E já fui ou sou um personagem desta cena hiper-moderna. Talvez só nos baste á arte, a religiosidade. A religiosidade tão maltratada nos dias de hoje o ser humano se acha único o máximo. Que tem a pretensão de assassinar a Deus. Vemos nos programas na TV, na internet um discurso de desmoralização da fé. A fé tão importante ao ser humano que lhe dás algum sentido para a vida. Não faço aqui defesa das instituições que mediam a fé. Das igrejas inescrupulosas que aproveitam do homem que esta ausente de si mesmo. Mas falo de uma ligação com nosso Deus. Para mim é impossível não acreditar na existência de uma inteligência que nos transcende. Vida e morte estão ai. Transformamos-nos o tempo todo sempre temos nossos desafios, afetivos, econômicos, sociais. E nunca me sinto só. Ás vezes distancio-me de mim mesmo. A vida segue de um final sempre chegamos a um começo. Estou aqui neste inicio de tarde quente de inverno. Após ter feito uma caminhada em São Francisco Xavier na Serra da Mantiqueira. Estas caminhadas me fazem  sentir a natureza. Ajuda-me a amar nossa humanidade. Pegamos três caronas oferecidas sem precisarmos dar nada em troca. E do final se chega a um começo. Sempre escrevo sobre meu ultimo suspiro é pura poesia, pois nem imagino como será. Mas a vida ás vezes parece-se com um roteiro. Tenho muita fé. Mas muitas vezes me balanço. Leio de tudo que me vem á mão vejo tudo que aparece. Mas reflito ás vezes de uma maneira sensata ás vezes não. Mas do final se chega a um começo. Cheguei a este escrito , pois via o Face de uma amiga a Mah Luporini que postou uma foto do inicio de sua jornada poética. Lembrei-me da minha que anda a deriva. Já não tenho projetos. Pois quero deixar de ser escravo das vaidades da hipermodernidade embora seja fruto de minha época. Somos uma sociedade de aparências. As pessoas têm a mania de postar tudo o que fazem no Facebook  como canta um Fanke muito popular hoje. Acho até uma letra muito bem construída. Qualquer hora Caetano até a reinterpletar enquanto isto as massas se divertem. E do final se chega a um começo. Somos tão livres que decidimos nosso destino. Isto também é uma questão de economia. Nossa sociedade não dá nenhuma importância ao que chamam de empreendedorismo que parece ter virado um discurso só de Tucanos, mas não é. A economia se baseia na compra e venda. Precisamos simplesmente aprender a vender. Mas a sociedade quer valorizar a cultura do Barnabé tornar-se funcionário público ter uma estabilidade econômica e sonhar com uma miserável aposentadoria. Estou completamente fora deste comodismo da cultura Brasileira. Temos que aprender a nos mexer entender a sociedade de mercado. Temos que ter uma visão critica sobre O Capitalismo  ,mas sempre propormos  mudanças  e não consigo ver este tipo de reflexão nos revistas, jornais e mídia em geral. E nem dentro dos Partidos Políticos onde seus freqüentadores e militantes não passam de Barnabés querendo a boquinha. O Estado Brasileiro precisa-se se reformar. A Sociedade Brasileira tem que deixar de pensar como ratos e ter uma visão de águia. Sei que estou completamente só. Mas ei de descobrir meu caminho econômico e minhas soluções. A vida é um grande laboratório. E Mah do final se chega a um começo boa sorte em sua jornada. E a vida sempre segue. Estou aqui neste calor de inverno. Preste a ligar minha TV  que nos traz novidades? Vou é arrumar um tempo para ler os maravilhosos contos de Jack London que nos mostra as raízes da América Anglosaxisónica. A vida segue ser libertário também e ter uma liberdade econômica que ainda não construi. Vejo a beleza e a criatividade dos jovens isto me inspira a buscar meu espaço. Hoje vejo a Mantiqueira ao longe amanhã quem sabe estarei lá morando e respirando o ar de suas matas. E o espírito da floresta reencarna dentro de nossas ainda frágil alma. Tenho todas as dúvidas de fé. Mas hei de desvendalas. Só a inquietação nos transforma. Ainda somos jovens ... A  vida segue. E do final se chega a um começo não há fim? Que o oroboros nos devore. Façamos o salto quântico ... Pois Deus segura nossas mãos no eterno trapézio da vida. Tudo é um grande circulo. Deixemos de dar volta em círculos ... Saltemos ...

JOKA
joão carlos faria

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