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domingo, 30 de setembro de 2012

Sol na claridade

Musica

Escrito

JOKA

Musicado
por Paulo Rafael

Fotos JOKA

sábado, 29 de setembro de 2012


JOKA

AFINAL PARA QUE ESCREVEMOS?   

Sábado bem frio um dia para se estudar e não tenho nenhuma vontade de acessar o site da faculdade e fazer as atividades. Ouço músicas dos anos setenta. E o pais chora a morte de Hebe Camargo. Fiquei sabendo quando assistia a TV. Hebe faz parte da historia de nossa TV e deste pais já há vi no palco quando seu filho tinha um programa de TV no começo deste século. A vida segue. Dias destes perdi de criar um texto que falava de vida e morte. Veio-me pela manhã e achei que o preservaria até a noite. Mas tudo bem as inspirações acontecem para mim á reflexão foi muito boa. Não sei se vocês se refletem ao acordar, pois eu sim. Quando acordo vejo minha vida em várias partes reflito minhas ações. Hoje estou bem tranqüilo fazendo a faculdade que em breve termina. Já sonhei com muita coisa. Mas ultimamente queria é fazer um vôo. Sobrevoar a Serra da Mantiqueira. É difícil eu escrever ouvindo música e estou, mas vou por um cd que fica melhor o som da internet esta muito ruim. Há quanto desafino de minha caixa de som. Mas as músicas nos tocam a alma.Pena que nunca sei os nomes delas ? Certamente desligarei na hora de revisar em respeito a vocês leitores. E estranho ser escritor quando já não  há  ambições   literárias. E o mundo não sente saudades de minhas performances nem eu. Para bom observador da vida o anonimato é fundamental. E criarei a necessária coragem e acessarei o site da faculdade. Mas antes quero estar com vocês leitores. A vida é rápida. Hoje estamos em cena e num instante já não estaremos mais aqui. Por isto depois de recitar mantras fui curtir o Sol e a paisagem de minha Mantiqueira. Quando puder sair em astral quero voar sobre a serra. E senti lá, brincar com os elementais , mas hoje só a escuridão e a fé. Ás vezes muita dúvidas ,mas uma conclusão eu tive hoje não se sai do que ainda não se entrou? Nossas experiências místicas são tão raras. E valem ouro ,mas quer algo mais místico que perceber a passagem silenciosa de um dia. Sentir os raios do sol e agora ver a noite adentrar ao meu quarto? Quer mais experiência do que viver.Eu preciso ver os elementais da natureza? Para saber que eles estão ai? Existir já é viver. Somos muito Kaos. Uma diversidade de teorias e culturas. Sinceramente não sei o que faço numa escola. Talvez só seja uma maneira de sobreviver. Respirar, comer, assistir a filmes, ter idéias e ações políticas para que tudo sempre nos serve? É Hebe Camargo se foi um pais inteiro esta em comoção? E daí algum canal de televisão fará uma reflexão profunda sobre viver e morrer. Não só veremos a banalidade. Somos uma sociedade completamente alienada. E não adianta se disfarçar filiando-se a algum partido político e achar que vai mudar o mundo. Pois se não nos transformarmos internamente nada resultará  em nada. Seremos meros professores, médicos como canta Raul Seixas em Ouro de Tolo. Mas o que se muda  um quadro social? Mesmo lendo Piaget, Freud, Vygosky não temos nenhuma resposta? Comecei meu curso para poder ter uma graduação e aprendi muito durante ele e no estágio remunerado que em breve concluirei. Mas a vida sempre segue , mais com perguntas  que resposta? A única coisa que sei da vida é que gosto de ler e escrever. De resto uma imensa dúvida e a ampulheta escorre suas areias mesmo sendo mau poeta volto a ser poeta talvez nunca tenha deixado de ser. As minhas poesias  estão em minhas crônicas que não darão em um livro? Será que irei além de poemas e crônicas? Este desafio literário me inquieta. Hoje li uma critica de Dalto Fidenco no Entrementes sobre um filme que vi o número um. Não vou a  cinemas espero os filmes chegarem a internet e a TV. Gosto de assistir a peças teatrais e shows desde que eu não pague para assistir. Enfim vivemos uma vida rotineira, trabalho, faculdade. Mas e esta mania de no Brasil só se valorizar os cursos universitários? É um grande bobagem precisamos de uma educação em todos os níveis que forme o ser humano para a vida. E isto se reflete em conhecimentos teóricos e práticos. As pessoas não aprendem na escola a consertar um chuveiro. A plantar uma arvore. Só conhecimentos como Português e Matemática e ainda de uma maneira bem precarária então de fato para que serve este modelo de educação em que se insiste em se manter igual? Todas as teorias que aprendo na faculdade me dão base para questionar os princípios da educação de hoje? Quem nestes pais consegue propor algo novo para a educação? Ainda não li nada que ma faça refletir estas questões? E a vida segue ? E os bancos acadêmicos me darão alguma resposta? Meus caros precisamos aprender a pensar por nós mesmos e nos articularmos politicamente? Se não para que servirá toda esta tecnologia de comunicação que temos acessos? Nossa mediocridade nos emburrece. E nos faz perder o sentido da vida? Afinal para que   escrevemos?


JOKA

joão carlos faria  
http://www.youtube.com/watch?v=X41fGn5JJUI&feature=related

sábado, 22 de setembro de 2012


JOKA

Canções

Sinto muito não sou um super- homem. Não sou maquina. E como canta a música trai os ritos. Não sou o que imaginava que eu fosse. Eis me humano. Cansado e não maquina. A rotina ás vezes nos aprisiona. Sou fera ... não humano ... Não tenho muita paciência. E adentro a minha caverna solitária. Ainda não li todos os livros que quis ler. Ainda não vi todos os filmes que quis ver. Desculpe quase não ouço música. Ás vezes muito prepotente. E senhor de mim mesmo. Mas sou humano. Tenho muitos sonhos. E já tive muitas desilusões. E a vida sempre segue. Ouço antigas músicas. E as canto para mi mesmo.

JOKA
joão carlos faria

JOKA

E Gaia dança ...

E os Deuses cantam, Gaia dança para nascer  Universos  a vida segue em infinitas dimensões. Aqui neste planeta se faz Primavera ... E dançamos ao sabor da vida um vento gelado bate a minha janela. No sono da tarde ... Tenho a vontade de comprar uma bicicleta para brincar em meu quintal  a Mantiqueira ... Ao longe esta ela a Mantiqueira em seu infinito azul. Dizem que este azul e a fusão da dimensão em que estamos em fusão com outras dimensões. E afinal por onde anda Deus? O que é Deus. Acredito num único Deus ...  Tenho fé em mim mesmo. Ás vezes a solidão nos faz um bem danado. Tem certos dias que rompo todos os tratados e silencio-me em minha casa. Ás vezes penso em um refugio algum lugar distante e tranqüilo onde não conheça ninguém. A vida segue e assisto alguns filmes. Fico sabendo das eleições. E observo meu distanciamento das militâncias. O que fazer? Não quero mais discursar ser senhor de todas as razoes. E tenho muito por me transformar. Serei eu alguém cada vez mais individualista? Ou cuido de minha individualidade perante o mundo. Se eu não me transformar não farei nada. A vida sempre segue. Queiramos ou não. As eleições passam, a faculdade passa. E uma hora desta estarei defendendo alguma causa que não seja qualquer. A maturidade realmente nos transforma?  E como transformaremos uma sociedade sem o exercitar da vida política da vida pública? Os desafios estão ai cidades cada vez mais Kaoticas. Um ar cada vez mais contaminado. Rios e mais rios poluídos. Uma educação cada vez mais sem rumo. Os teóricos se prendem a teoria. Mas necessitamos de reflexão. Necessitamos de uma fé que nos transforme. E também da razão. Liberdade, igualdade, fraternidade. Desde a Revolução Francesa estamos almejando estes princípios? E ai? Qual deles realmente alcançamos? Uma democracia onde o ser humano não tenha conhecimento de si mesmo? Nunca vai ser democracia? Liberdade mas que liberdade é esta que se almeja. Uma liberdade de consumo que se baseia no ter? E nunca uma liberdade que nos faça buscar nossa essência? Tudo esta dentro de nós. E somos muito duros  conosco mesmo. E sempre buscamos nossa satisfação pessoal. E por isto não nos desvendamos ,pois para se desvendar a muita dor. A muito sofrimento. Para enfim alcançarmos nossa liberdade? E a igualdade que grande farça, pois  sempre nos achamos melhores que nosso próximo. Nunca vemos quem esta a nossa frente somos enquanto civilização egocêntricos. Sem nenhuma reflexão do próximo para nos os outros só existem para nos servir. E a fraternidade isto também ainda não temos na sociedade em que vivemos. A muito poucos homens e mulheres que se fazem merecedores que tenham alcançado este lema da Revolução Francesa. Mas a vida sempre segue e cada época de nossa história tem seus desafios. Aqui vivemos hoje no ritmo das eleições municipais. E estou de mero espectador   acho que a democracia e ir além de votar. E ter uma atitude de buscar o fortalecimento da comunidade na qual estamos inseridos. E no momento não me sinto a vontade para participar plenamente desta ação. Estou num momento de recolhimento. De se preparar para voltar a ação,mas com novas ações, idéias e buscar de uma transformação social. Talvez esteja mais Utópico. Mas a vida pulsa dentro de mim. Sinto-me vivo. E quero um som dentro de meu quarto, uma bicicleta para andar sem destino. Muitos livros para ler. Muitos amigos para conversar e debater sobre a vida. A espiritualidade. A comunidade a qual pertencemos. Mas o Eclesiastes nos diz que a momentos para tudo. Só sigo minha jornada. E os Deuses cantam... Gaia dança para gerar universos. E cientistas dizem que o Universo se expande. E quando penso em Deus chamo-o de Universo. Mas Deus esta em mim. Em você e em  todas as criaturas. Deus esta em todas as dimensões que imaginamos e as que nem sequer imaginamos. Deus nos transforma. Somos energia. Na matéria a vida é existir.

JOKA
joão carlos faria        

Secos e Molhados

Música Sangue Latino Sangue Latino

Primeira faixa do primeiro disco dos Secos e Molhados:

Composição: João Ricardo / Paulinho Mendonça

Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados 
Os ventos do norte não movem moinhos

E o que me resta é só um gemido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos, 
Meu sangue latino, minha alma cativa

Rompi tratados, traí os ritos
Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo

E o que me importa é não estar vencido 
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos, 
Meu sangue latino, minha alma cativa

segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Preciso me desligar pois volto as estrelas quando adormeço ,,, E passo a ser inteiro. Pois agora sou metade.

JOKA


POEMA DA NOITE

Ah, poder ser tu sendo eu - Ruy de Moura

Ei-lo que avança 
de costas resguardadas pela minha esperança 
Não sei quem é. Leva consigo 
além do sob o braço o jornal 
a sedução de ser seja quem for 
aquele que não sou 
E vai não sei onde 
visitar não sei quem 
Sinto saudades de alguém 
lido ou sonhado por mim 
em sítios onde não estive 
Há uma parte de mim que me abandona 
e me edifica nesse vulto que 
cheio de ser visto por mim 
é o maior acontecimento 
da tarde de domingo 
Ei-lo que avança e desaparece 
E estou de novo comigo 
sobre o asfalto onde quero estar

Ruy de Moura Belo (São João da Ribeira, Rio Maior, Portugal, 27 de fevereiro de 1933 - Queluz, 8 de agosto de 1978) - Além de poeta, foi contista e ensaísta. Licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa, obteve o grau de Doutor pela Universidade Gregoriana de Roma. Também foi tradutor de Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca.

domingo, 16 de setembro de 2012


JOKA

Para que tanta violência em nome Deus?

Guardo segredos em minha alma que jamais poderei transcrevelos  pela simples razão. Os transformo em arte. E eles me vêm a mim através da arte do próximo. Estamos na era do compartilhar minha arte já não é só minha. Conheci uma pessoa que absorve tão belas informações a respeito da vida e do mundo. E acho bem estranho que não as traduza em arte. Eu não consigo guardar o que aprendo só para mim. Nestes dias leio uma apostila sobre a Psicologia do Desenvolvimento da Criança de Alex Eduardo Gallo e Juliana da Silva Araújo Alencar sei muito bem que um curso acadêmico por si não muda a minha vida. Mas que nos ajuda a ver o mundo com outros olhos nos ajuda muito. Só não gosto no que se refere á academia é que ela tolhe a criatividade e nisto a critico sem nenhum remorso. Mas a vida é aprender. E a Academia é humana e mesmos os doutores cometem erros. A filosofia é uma suceção de debates um filosofo fazendo uma critica feros aos outros na tentativa e nos simples prazer de se sentir mais inteligente e capaz. Mas nossa humanidade é assim mesmo. Por estes dias um filme vem atacando o Profeta Mohamed que desencadeuo-se uma revolta no mundo Árabe e não se daria o mesmo se fizesse um filme deturpando a imagem de Jesus Cristo?  Recentemente comecei a ler o Alcorão e por causa de meu curso de Pedagogia acabei parando ,mas retomarei e também por pura falta de sabedoria e um conflito teológico resolvi parar para refletir e buscar entendimento para retomar a leitura do Alcorão. E nas páginas que li vi o mesmo povo os mesmos profetas enfim Judaismo, Cristianismo, Islamismo tem uma mesma origem  então o porque destas guerras santas? Se o Deus que nos cremos é o mesmo? Porque a uma manipulação do jogo de xadrez da geopolítica um filme deste em ano eleitoral na principal potencia do planeta? Vários grupos estão a fim de desestabilizar o governo Obama. E todos nos de forma pouco racional vemos estas noticias. Mas temos que buscar um entendimento destes jogos? Pois ainda não passamos de massa de manobra nesta sociedade cada vez  mais interdependente. Economia, Democracia, Capitalismo tantas coisa por entender. E começo a estudar como se dá a formação psíquica de  um ser humano. Um curso de Pedagogia dada a sua complexidade deve ser igualado á filosofia e a sociologia. Enfim nos seres humanos somos tão simples e complexos ao mesmo tempo. E estamos aqui inseridos nesta que chamamos de humanidade? Que muitas vezes e tão desumana? Por isto adoro a música de Raul Seixas e Caetano Veloso ontem passei a madrugada assistindo ao documentário da vida de Raul. E lá vi o homem além do mito. E o mundo sempre gira e nos estamos aqui em buscar do aprender a SER. Guardo segredos em minha alma que jamais poderei transcrevelos. E sigo em minha jornada devo voltar a criar poemas talvez crie um poema com este inicio afinal quero escrever poemas,fazer músicas, escrever romances, roteiros de filme. A vida segue deixemos algum legado antes de reiniciar tudo de novo. Saltemos ou não saltemos o abismo?  Que o amor nasça em nossos corações e como aprendi nos ensinamentos Gnósticos. QUE TODOS OS SERES SEJAM FELIZEZ QUE TODOS OS SERES SEJAM DITOSOS ...   

JOKA
joão carlos faria

terça-feira, 11 de setembro de 2012


JOKA

Pós 11 de Setembro...

E  esta América ... Vil América estuprada e rasgada pelos Europeus ... Espanhóis, Portugueses ... Afinal esta América de hoje quintal ... periférica ... Uma Zona de construção de uma nova humanidade ....
                         Tropicália ,,,, A canalhice reina ... E o amor se faz urgente ... Ventos adentram ao meu quarto ... E tudo se faz .. E tudo perto nas Minas Gerais ... E as botinas dos Bandeirantes que fizeram a agonia de vários povos indígenas ... Sempre um massacre ... E um calar ... E minha terra gentilmente  deflorada ... Num estupro colossal...
    E o silencio num berço esplêndido... E as periferias são as novas senzalas... Não há sinal de fumaça ... E sim a comunicação virtual ... Sem pedras no caminho ... Sem grandes meios de comunicação ... E a juventude se manifesta ... Nas periferias . De forma anárquica ... Louca ...Há gente inconformada ... Num brado forte ... Minha pátria não se resume a futebol, samba e festa na laje.... Há muita gente na grande periferia dominando a alta cultura ... Em favor de uma grande transformação social ... Temos uma cultura Afro, Indígena, Latino Americana??? ... Não temos nossa própria maneira de se vestir de fazer arte ... De construir uma economia que seja solidária ... É hora de uma retropicália ... De novos manifestos ... De uma língua construída a partir de nossa periferia ... Que seja centro ... Que os bairros do povo não sejam clandestino ... Que a tecnologia ... O saber esteja em todos os lugares ... Caminhemos além de Marx, Vygosky  comecemos a pensar a partir dele. Fazemos nossa critica ... Reflitamos e vamos além para que surja uma educação que não seja a representação e manutenção do estatus quor... E de um sistema moribundo ... Que nasça uma arte... Que venha do povo... E que o povo se torne pátria ... Façamos da ciranda ... Nosso real hino ... Construamos uma civilização humana, anárquica ... Economicamente criativa ... Sem as prisões do modo ocidental Europeu ... Que se finda o velho ... E do Kaos se faça o novo ...

JOKA
joão carlos faria     

Este texto nasce da comemoração solitária do livro coletivo Seis Passos para o Abismo lançado em 11 de Setembro de 2002.
Por JOKA, Franklin Maciel, abda Almirez, Marcelo Planchez, Solfidone ... Dez anos depois e o livro não aconteceu ... E esta ai acontecendo ...

sábado, 8 de setembro de 2012


JOKA

As bobagens e os falsos valores da sociedade hipermoderna ...

Dedicado a Máh Luporini

E do final se chega a um começo, estranha-me o  olhar de tudo e a sensação e o dever de se fazer existir do homem HIPER- MODERNO . Para que insistimos tanto para sermos notados tento me desligar desta bobagem. E já fui ou sou um personagem desta cena hiper-moderna. Talvez só nos baste á arte, a religiosidade. A religiosidade tão maltratada nos dias de hoje o ser humano se acha único o máximo. Que tem a pretensão de assassinar a Deus. Vemos nos programas na TV, na internet um discurso de desmoralização da fé. A fé tão importante ao ser humano que lhe dás algum sentido para a vida. Não faço aqui defesa das instituições que mediam a fé. Das igrejas inescrupulosas que aproveitam do homem que esta ausente de si mesmo. Mas falo de uma ligação com nosso Deus. Para mim é impossível não acreditar na existência de uma inteligência que nos transcende. Vida e morte estão ai. Transformamos-nos o tempo todo sempre temos nossos desafios, afetivos, econômicos, sociais. E nunca me sinto só. Ás vezes distancio-me de mim mesmo. A vida segue de um final sempre chegamos a um começo. Estou aqui neste inicio de tarde quente de inverno. Após ter feito uma caminhada em São Francisco Xavier na Serra da Mantiqueira. Estas caminhadas me fazem  sentir a natureza. Ajuda-me a amar nossa humanidade. Pegamos três caronas oferecidas sem precisarmos dar nada em troca. E do final se chega a um começo. Sempre escrevo sobre meu ultimo suspiro é pura poesia, pois nem imagino como será. Mas a vida ás vezes parece-se com um roteiro. Tenho muita fé. Mas muitas vezes me balanço. Leio de tudo que me vem á mão vejo tudo que aparece. Mas reflito ás vezes de uma maneira sensata ás vezes não. Mas do final se chega a um começo. Cheguei a este escrito , pois via o Face de uma amiga a Mah Luporini que postou uma foto do inicio de sua jornada poética. Lembrei-me da minha que anda a deriva. Já não tenho projetos. Pois quero deixar de ser escravo das vaidades da hipermodernidade embora seja fruto de minha época. Somos uma sociedade de aparências. As pessoas têm a mania de postar tudo o que fazem no Facebook  como canta um Fanke muito popular hoje. Acho até uma letra muito bem construída. Qualquer hora Caetano até a reinterpletar enquanto isto as massas se divertem. E do final se chega a um começo. Somos tão livres que decidimos nosso destino. Isto também é uma questão de economia. Nossa sociedade não dá nenhuma importância ao que chamam de empreendedorismo que parece ter virado um discurso só de Tucanos, mas não é. A economia se baseia na compra e venda. Precisamos simplesmente aprender a vender. Mas a sociedade quer valorizar a cultura do Barnabé tornar-se funcionário público ter uma estabilidade econômica e sonhar com uma miserável aposentadoria. Estou completamente fora deste comodismo da cultura Brasileira. Temos que aprender a nos mexer entender a sociedade de mercado. Temos que ter uma visão critica sobre O Capitalismo  ,mas sempre propormos  mudanças  e não consigo ver este tipo de reflexão nos revistas, jornais e mídia em geral. E nem dentro dos Partidos Políticos onde seus freqüentadores e militantes não passam de Barnabés querendo a boquinha. O Estado Brasileiro precisa-se se reformar. A Sociedade Brasileira tem que deixar de pensar como ratos e ter uma visão de águia. Sei que estou completamente só. Mas ei de descobrir meu caminho econômico e minhas soluções. A vida é um grande laboratório. E Mah do final se chega a um começo boa sorte em sua jornada. E a vida sempre segue. Estou aqui neste calor de inverno. Preste a ligar minha TV  que nos traz novidades? Vou é arrumar um tempo para ler os maravilhosos contos de Jack London que nos mostra as raízes da América Anglosaxisónica. A vida segue ser libertário também e ter uma liberdade econômica que ainda não construi. Vejo a beleza e a criatividade dos jovens isto me inspira a buscar meu espaço. Hoje vejo a Mantiqueira ao longe amanhã quem sabe estarei lá morando e respirando o ar de suas matas. E o espírito da floresta reencarna dentro de nossas ainda frágil alma. Tenho todas as dúvidas de fé. Mas hei de desvendalas. Só a inquietação nos transforma. Ainda somos jovens ... A  vida segue. E do final se chega a um começo não há fim? Que o oroboros nos devore. Façamos o salto quântico ... Pois Deus segura nossas mãos no eterno trapézio da vida. Tudo é um grande circulo. Deixemos de dar volta em círculos ... Saltemos ...

JOKA
joão carlos faria

sábado, 1 de setembro de 2012


JOKA

Ninguém esta sozinho ...

Dedicado a Beth Brait Alvim

Eu cronista do indizível. Estou aqui nesta noite, á vida sempre segue em seus caminhos afinal somos detentores de tantas escolhas assim? Ou a vida não tem tantas possibilidades como imaginamos que possa ter? A vida não pode ser só decidida por nossas opções econômicas que geralmente são poucas. A brisa da noite adentra ao meu quarto. Não tenho roteiro? Tento perceber-me e consigo decifrar-me? Ultimamente um cronista. Com misturas de como vejo o mundo de como o sinto. Somos tão cheios de defeitos, temos tão poucas qualidades. Enquanto escritores de uma realidade mentimos quando escrevemos, pois um escrito nunca é o que é. O real não passa de impressões momentâneas. A vida segue estamos em época de eleições, de cursos universitários. E deixei de escrever poemas, mas será que de fato escrevi algum? Será que voltarei a escrever poemas não há roteiro. Deixemos que o amor nos guie. Deixemos que o Deus que há dentro de nós nos mostre caminhos.Tudo que não é divino não passa de  mera ilusão este ano não sou candidato a nada. Só candidato a um coração. Eu não tenho coração. O meu é pedra reflexo de nossa sociedade sem nenhuma alma. Então como poderei numa sociedade destas conseguir escrever versos ? Se ninguém esta ligado aos anseios da alma e sim as necessidades de sobrevivência. Nossas instituições estão caindo de podres ,mas nenhuma semente germina vivemos uma era de transição de valores? E meu pais não busca algo novo? Todos os Partidos Políticos estão podres. Não vejo motivo para estar neles. Não sinto nenhuma rebeldia nenhum busca de se refletirem e propor uma mudança de caminho. E a grande mídia nos vende só ilusões. Ás vezes vemos algo bom no cinema de arte. Ás vezes uma boa leitura de grandes autores. E nunca algo novo no front. Minha escrita não se rebela mais se é que já consegui rebelar-me. Embora eu tente me rebelar. Que nova estética se faz necessária nascer?  Tantos meios de comunicação e enquanto escritores somos absolutamente medíocres. Preciso transpor a crônica. E falar a alma. Minha mera intelectualidade me aprisiona. Deixar de escrever nunca é uma solução?  Escrevo sobre mim refletindo minha cidade. Que é minha aldeia. E se faz um planeta. Ambições são necessárias ao ser humano. É preciso romper com o cotidiano. Descobrir novas maneiras de gerar uma economia que não seja só voltada para o ter. E sim para transformar uma sociedade. Este Capitalismo selvagem precisa findar-se para dar origem a um sistema econômico que nos traga de volta a vontade de viver. Esta correria social. Este perder tempo de forma excessiva horas e horas em trabalhos que nada nos diz  não leva o ser humano a lugar nenhum além de lotar hospitais, consumo de drogas, pornografia enfim esta sociedade nos sufoca e mata qualquer possibilidade de sonhar. Tecnologia sem nenhuma alma não nos serve para nada. A não ser para por  nossa rotina em sites de relacionamento.Como perdemos tempo neles e a partir deles poderíamos criar algo novo. E o que nos impede? Nossa vaidade, nossa comodidade nosso conformismo. A vida se esvai e que pegadas deixaremos? Chega de sermos uma civilização neurótica que se mata aos poucos. Ter sem ser é de uma grande inutilidade. Diplomas, dinheiro, roupas, sexo, consumo de uma maneira vazia. Não vejo mudanças se não nos repensarmos enquanto coletividade? Afinal ninguém esta sozinho. Precisamos repensar tudo. E não fazemos. A vida segue, mas um dia daremos um ultimo suspiro. E que legado deixaremos, que valores teremos em nosso coração que se faz pedra? Precisamos criar uma civilização que tenha uma alma, um desejo de liberdade.Portanto sejamos libertários. Anárquicos. Artistas, técnica sem alma nos aprisiona. Enfim busquemos viver em harmonia com o universo. Deus se faz presença em nós.   

JOKA
joão carlos faria


Ps escrevo há alguns anos para o site www.entrementes.com.br e muitas vezes este compromisso de escrever me faz refletir e criar. Graças a este site continuo esta ás vezes árdua tarefa ás vezes prazerosa em busca de uma revolução que nasça dentro de mim. Acredito que precisamos fazer nascer editoras, produtoras de cinema e espaços culturais nos centro de nossas cidades e nas periferias. Parabéns ao Entrementes se não existisse deveria ser inventado com uma diversidade de colunistas e colaboradores que nasceu a partir de São José dos Campos São Paulo Brasil  e se espalha pelo Brasil e o mundo. Que deste fruto venha uma editora. E  muitas e muitas ações culturais. Como nos ensinou a anárquica Beth Brait Alvim.    

Para Beth Brait Alvim em seu Facebook.

Acabei de dedicar um escrito para você em breve sai no www.entrementes.com.br.
Graças a sua presença e ação São José dos Campos de 1992 a 1998. Teve um embrião de rebeldia dentro do poder público do pais chamada Fundação Cultural Cassiano Ricardo.E tudo passa ,mas o sonho esta dentro de nossos corações.Ação Cultural para transformar um planeta. Justiça seja feita também para Andre Freire. Esta dupla mudou a cidade.