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sexta-feira, 29 de junho de 2012




JOKA

Adentra ao coração ...

A vida é muito estranha para se acreditar em formulas e conceitos. Não há regras nenhuma a nos guiar. Talvez sim leis que não estão neste mundo material. E tudo parece uma imensa montagem. E vem com as cartilhas e as supostas necessidades de estudo, emprego. Acreditamos em um monte de bobagens. E precisamos nos refletir. E tudo vai se embora. Com a  passagem do tempo. Estava assistindo Globo de Ouro no canal Viva. Como faz falta uma programação bem nacional na TV a cabo. E com faz falta uma TV com cara de UEB onde poderíamos construir a programação. Tenho a leve impressão que ninguém reflete o mundo em que habitamos. Ou vivem com assuntos pré construídos por um sistema bem medíocres que começa pelas famílias hoje totalmente desestruturadas, religiões oficiais e a escola uma grande fábrica de neurose. Tudo para mim é uma grande passagem como  um óculos que se foi ao fundo de um lago. Tem hora que tenho vontade de entrar numa pousada num lugar bem distante e ficar vendo a vida passar. Li um conto há  muito tempo atrás onde o sujeito entrava num quarto de hotel num fim de semana com vários lanches e só saia quando acabava o fim de semana. Zoenir Ventura disse que quando caminha pensa e não quer ninguém perto dele. Eu quando desligo o celular e entoco dentro de casa não quero ver ninguém com exceção a alguns amigos que vêem o mundo como eu vejo se é que nos entendemos realmente. O mundo para mim é algo estranho e desde quando era criança. Vejo-me envelhecer e as pessoas. Hoje assisti ao Globo de Ouro dos anos oitenta. Anos que vivi. E tudo é uma mentira. E meus sentimentos são estranhos faculdade, trabalho, rotina achamos tudo isto muito chato. Mas o que não é chato? Minha garganta sempre a doer. Vou é recitar um mantra e adentrar ao universo da meditação. Tem outro caminho? Eita ego que nos constrói e nos destrói. E nunca somos um papel em branco. Vejo crianças com uma vida pela frente a repetir velhos erros. Não acredito em todos os conceitos dos pensadores da educação. Mas necessito dominalos para questionalos com um bom embasamento. A vida não tem tantas formulas assim. Já tive amigos que literalmente explodiram. Que droga perdi um óculos, mas compro outros. Transformar impressões não é nada fácil. Tudo é uma grande mentira. E não sou nem humano. Agora tenho uma agenda e vários livros para comprar e ler. Há neurose dos sites de relacionamento é um grande laboratório. Ainda escrevo um romance. E Cazuza, Renato Russo aos vinte e poucos anos faziam belas canções eu nunca compus uma. Caracá. Não acho nada engraçada nesta altura da vida e há muito por viver. Só vejo graça na criança que me habita. Por fora cada vez mais careta. Por dentro cada vez mais revolucionário. O mundo que esta dentro necessariamente não reflete no que somos aqui fora. Tudo é muito estranho. Li algo sobre o Levante dos Malés de 1835 acontecido na Bahia. Eita Portugueses que conterão tantas rebeliões. Os Muçulmanos trazem em si uma grande revolução. E nós ocidentais fingimos não entender nada. Achamos que só hoje o mundo esta conectado um ledo engano. E tudo passa nascemos e morremos e só nos sobra o que realmente adentra ao coração. Vou é caminhar pelo centro de minha cidade. Como poderia ser qualquer centro. Mas o é de minha aldeia. E nada como o centro de minha aldeia. Onde a vida pulsa. Com seus enteperes. Nervosismos. Amor ao próximo. E a vida a fluir. Existimos?   

JOKA

joão carlos faria

domingo, 24 de junho de 2012


JOKA

Os lobos governam este mundo

Ontem tive o prazer de assistir ao filme King Arthur de Antoine Fuqua de 2004 assisti ao inicio desta lenda do Rei Arthur e ficou-me o desejo que pelo jeito ficará no sonho de bolar uma produção épica sobre Dom Sebastião para buscar as bases da cultura Portuguesa é deste povo que colonizou este pais. Pena que seja um projeto ousado, mas contar as sagas Portuguesas e o inicio desta nação que depois colonizará estas terras hoje chamadas Brasil. Voltar no tempo redescobrir as lacunas que fazem nossa história. Seria algo interessante. Lógico também deve se pensar em contar e recontar as historia dos povos originários do Brasil a qual denominamos Índios e dos povos Negros. Como as histórias dos Malés. Pois um povo sem nenhuma memória deixa de ser reflexivo e resistente. Vide o recente golpe do Paraguay. Ando a ler o livro  O VALE DAS ILUSOES de Rosveres Celestino que passa pela escravidão no Brasil e justamente pela guerra do Paraguay. Nada como a literatura e o cinema para nos retratar. Uma nação sem literatura e cinema não tem historia. Pois não tem memória. Pois a literatura e o cinema vão além de livros didáticos e uma aula monótona numa sala qualquer. A vida requer sangue e justiça para ser vivida. Vivemos num sistema carcomido. Onde eleições são disputadas por projetos de poder e não projetos de transformação social. Os partidos políticos estão podres já disputam antes da eleição o que chamam de espaço que na real são quantos cargos comissionados terão. E ver uma lenda em ação que ajudou a formar uma cultura como a do Rey Arthur e seus cavaleiros da Tavola Redonda nos dão a chance de sonhar com que chamamos de liberdade. E nisto o filme me inspirou o vi duas vezes a tarde e depois á noite. Encerrando a segunda seção desliguei a TV para refletir. Como carecemos de liderança neste século vinte e um.Onde a arte não existe. E sim uma chamada produção cultural baseada no que chamam de arte educação. Não vemos artistas no mundo que nos cerca desde as vilas aos grandes centros raros são os cineastas mais raros ainda os escritores. E olha que temos um acesso a informação como nunca se viu antes. Alguns artistas se acham vanguarda, mas não existe mais vanguarda só o que chamam de arte comercial. E ai ficaremos sem grandes épicos? Só com o que de bom já foi feito? Sem lideres políticos? Não vejo nenhuma revolução acontecer só as contra revoluções como o caso da retirada do presidente do Paraguay. E todos nos calamos? E o fracasso da Rio + 20. Ninguém comenta acompanhei pela TV a cabo no qual pagamos uma fortuna e sem ter nenhuma qualidade. Ninguém acorda. E a sociedade esta adormecida. E pelo jeito nunca realizarei uma produção desta envergadura. Hoje Edu Planchez achou um escrito bem poético em meu blog. Um grande delírio que me dá a esperança de ter sangue de escritor correndo nestas veias. Um estimulo a mais para continuar o solitário oficio de escritor. Este ano que talvez nem vá a Flip por falta de grana. E a vida segue. E lanço mais esta garrafa nos mares. Se bem que é politicamente incorreto lançar garrafas nos mares. Fazer o  que os LOBOS governam este mundo. E nos achamos ovelhas. E quando alguém bradará e dará um grande grito de guerra contra as injustiças sociais. E os que se já tiveram o brilho da liderança se arriscam em manobras vis só pelo poder. E estamos órfãos de ousadia, coragem. Cabe vir de dentro de nosso coração uma reação que nos faça sentirmos o sangue que corre em nossas veias. Chega destes bons moços que se fazem ovelhas .mas são LOBOS.Que a lenda ressurja que vivam Arthur, Dom Sebastião.

JOKA
joão carlos faria

sexta-feira, 15 de junho de 2012


JOKA

Qual o real sentido da vida?

Só os palhaços sobrevivem a este Kaos. Que verdadeiro rumo podemos dar ao nosso esvaziar de vida. Se submeter em silencio a este sistema já corroído e sem nenhuma moral. Adentrar as ilusões da pornografia. A uma religiosidade que  se baseia no ter. O ser humano esta se perdendo num ritmo acelerado de vida.Sem valores reais. E a burocracia e suas exigências nos corrói nos tenta deixar com raiva. Esta vida cibernética nos tira o tempo com o próximo. E ai o que fazer? Tentar mudar o coletivo? Ou a nós mesmos. Tudo é muito rápido. E só queremos consumir e nos consumimos em nossas vaidades. Dedicamos há vida inteira ao trabalho. E não temos nenhum trabalho espiritual de verdade. E tudo se esvai no tempo. E estamos desconectados com nosso Deus. E por causa de religiões muitos matam e se matam. Mas a um ser que nos criou. E devemos nos ligar a ele. Se conectar. Viemos das estrelas. E nos afundamos nos abismos insondáveis da terra. E ai? Como mudar. Deus esta em todos nossos momentos. Nos melhores e piores nos acompanhando. E não precisamos de intermediário. Só algumas orientações. Um pequeno fio deixado por Ariadne? E somos Teseu, Minotauro, Ariadne. Tudo esta em nós uma multiplicidade. E devemos nos tornar um só com o Universo. E a vida sempre segue. Mas um só momento de conexão com o ser já nos ilumina. Ações políticas, culturais, profissionais perdem-se o sentido sem a divina presença. Sempre me sinto fraco ante o desafio de trabalhar, estudar buscar um lugar ao Sol. Mas ele esta junto conosco em todos estes momentos. Apegamos-nos por demais a matéria. E tudo é passageiro se acertamos ou fracassarmos. Tudo sempre se esvai. E fica desprovido de sentido. Como canta Guimarães Rosa através de Riobaldo viver é muito perigoso. Dias deste ao ir a um estágio comecei a refletir a música Ouro de Tolo de Raul Seixa e Paulo Coelho. É nada é engraçado ser padre, professor, policial isto tudo é muito falso. Este nossos papeis ás vezes me enojam. E ai veio á mente alguns poemas de Augusto dos Anjos. E tudo sempre segue. Quero meu tempo de silencio sem nenhuma presença humana ás vezes é bem necessário.Ainda não li os livros de Henry David Thoureu não me chegaram ás mãos, mas suas idéias sim através de Sofia nas ruas. O que nos salva e encontrar as pessoas inconformadas que fingem aceitar este cabresto esta alienação social. Que examina a vida a disseca. E são muito poucas quase raras e quando as encontro as cultivo como jóias. Pois sei que também passará. Meus caros a vida não tem regras tentam nos impor a vida inteira. Criam-se as prisões mentais. Libertemos-nos destas algemas. E o custo sempre vai ser alto e penoso. Mas no fim valerá á pena. Estou  a me encontrar com Sofia nas ruas. Homens de verdades são raros.  Que alcancemos a tão almejada felicidade. Pois de resto tudo é uma grande vaidade.    

JOKA
joão carlos faria

domingo, 10 de junho de 2012


JOKA

Rio mais vinte ...

Dentro da noite. E ante o dia que virá. Lemos livros, assistimos a Tv. Caímos em abismos. E cadê a luz?  Num planeta que se consome? Queremos que padrão de vida ? Como se refletiu no Fantástico. Que ás vezes se reflete em belas reportagens. E ai esta semana começa a Rio mais vinte? E veremos o que além de um show de mídia. Diplomatas, políticos, protestos. E nos consumindo cada vez mais. Queremos tudo e nada nos sacia. Adentrar a maldita classe média com seu padrão imbecil de consumo. Vi usinas e mais usinas sendo construídas. E povos e mais povos sendo atingidos com estas barragens. Parece que cometo um grande crime para a sociedade por não ter nem carro e nem carta de automóvel. E isto me trará felicidade? Tudo mera ilusão. Perdemos quanto tempo de nossa paz sonhando em ter? E nos esquecemos do momento presente. Deus para uma boa parte dos povos só existe se traz  um beneficio material. Realmente precisamos de tanto? Enchemos nossa mente com muitas informações e o que isto nos torna melhores ? Somos uma sociedade inútil. Despida de valores reais. E o que poderemos enquanto indivíduos fazer para mudar tudo isto? Juntar-nos , mas somos totalmente individualista e incapazes de respeitar a opinião do próximo? É tudo uma grande babel. E somos ilhas. Que não sabe amar, respeitar. Que quer só se saciar de futilidades. Existe algum ser humano que seja humano no real sentido de ser humano? Que não se dedique a só pensar em si mesmo. Confesso sou tremendamente egoísta, narcisista e fruto desta podre sociedade de consumo. Sei que preciso estar nú. Limpar me reprogramar. Nossas atitudes em tudo são individualistas. E assim teremos mudanças reais numa Rio mais vinte?   

JOKA
joão carlos faria

sexta-feira, 8 de junho de 2012


JOKA

Quem tem resposta que as guarde para si...

Epa para que estamos aqui hoje neste planeta? Fazemos tantas revoluções e nenhuma de verdade. Trabalho, faculdade. Estudos e mais estudos. Postamos nossa pretensa felicidade em sites de relacionamento. E lá como na noite somos pessoas bem felizes, resolvidas. Todas perfeitas. A criticar governos, sociedades são as revoluções das vaidades. Vamos lá postamos e continuamos nossa vida bem acomodada. Esta sociedade de consumo criou os revolucionários digitais muito cômodos quando de fato ninguém se preocupa nem com o próximo nem com o destino do planeta.  Talvez estejamos bem adormecidos. E nada sabemos fazer. Nunca pensamos por nós mesmos. E achamos que diplomas nos das soluções. Que nada tudo uma grande mentira. Estamos vivendo um Kaos alguns dias de chuva num outono já nos desequilibra. Nossa felicidade só se baseia em feriados, fim de semana. Ou a tão sonhada aposentadoria. Não nunca. E ai tudo é vão. Sete milhões de seres humanos num planeta. Quantos e quantos governos autoritários. Uma indústria de alimentação que nos intoxica e nos mata de câncer. Uma imprensa movida por interesses privados. Que nunca reflete nada novo. Autores, jornalistas, pensadores que não sabem pensar por si mesmos e talvez nem queiram se refletir.  Conferencias e mais conferencias sobre meio ambiente que não dão em nada. A vida acadêmica que algema o livre pensar com suas normas. E de fato ninguém pensa. E ai a vida sempre segue o tempo passa, envelhecemos. E finalmente morremos. Que grandes otarios somos nós. A buscar viver o depois e nos esquecemos do momento. Quantas e quantas religiões, filosofias, seitas. E ninguém nunca aceita cheque. A vida não é um cheque em branco. A algo a mais do que saciarmos nossos simples desejos de consumo. Que no fundo sabemos que não são nossos. Vivemos grandes mentiras e muitas pequenas mentiras. A quem de fato enganamos. E mantemos sempre a ordem vigente. A tradição a família e a propriedade. Quem tem resposta que as guarde para si. Pois não há respostas e sim perguntas. Como ser realmente um ser humano? Como achar nossa autencidade e não nos basearmos nas modas. A sociedade nos faz ir pelos caminhos que ela quer. Como nos descobrir e marcharmos contra os rumos de uma sociedade que se baseia no ter. No mentir. Na manutenção de um poder. Houve muitas tentativas em toda a historia humana de rumar contra a maré. E vai continuar tendo. Só um individuo se salva?  Mas deve ele adentrar em si mesmo? A solidão nos faz pensar. E acharemos a receita de bolo do não pensar? Ainda não somos seres humanos. Pois nossa vaidade se envendencia nos sites de relacionamento. Já pensei em grupos de pessoas se ligando via estes grupos até uma reunião fizemos tenho hoje duvidas se realmente e eficaz. Só sei que a vida sempre segue e não há bula. Nem soluções que não haja dor e ranger de dentes. E melhor chorar agora. Do que viver a fantasia mecânica de nosso dia a dia. Para mim tudo é dúvida. Viver é um enorme desafio. Mergulhemos de cabeça. Nossa sociedade  não se transforma com um só individuo. Não há solução a não ser pensar, refletir, sofrer voluntariamente para se chegar á luz. Estou em trevas. E ainda chegarei á luz.

JOKA
joão carlos faria