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sábado, 26 de maio de 2012

Estive longe das vaidades ...


JOKA

Estive longe das vaidades ...

Por muitos motivos ouço pouca música , mas quando paro para ouvir as ouço muitas e muitas vezes. E nunca com um fone de ouvido. Imaginem um carona em meu carro. Por incompetência literária e absoluta falta de técnica nunca escrevi um romance ou roteiro de filme. Se esta incompetência for sanada umas das muitas músicas que me inspira é Vapor Barato. E olha que os geniais Valter Salles e Daniela Thomas já a usaram no filme Terra Estrangeira ...  Mas ando a refletir nas músicas que compus na minha adolescência junto com Marcelo Ribeiro e que nunca foram gravadas e ele já se foi e elas juntas. Dias destes Léo Mandi tocou uma música que ele musicou  de um poema meu e olha que no sentido convencional já nem sou mais poeta , mas em minha alma reside a poesia. A gravação ficou tão bonita que gostaria de tela para por no Yotube só ela e nada mais se bem que gostei de todas as músicas que tocou neste dia. Me fez refletir em minha vida artística. Que nunca deslancha. E eu cada vez mais fora de cena enquanto ativista cultural. E que ando a buscar criar obras. E não satisfazer minhas vaidades. E que sempre gostei de um palco e nunca serei bom ator, cantor e muito menos declamador ou performances. Tudo passa. E saio de cena. Para criar novos espaços. Esta semana por falta de agenda não fui a um Festival de Literatura que muito me agrada. Estive longe das vaidades. E a festa acontecendo. Depois me contarão . Acho o processo em que Léo criou a música bem autentico e criativo ele leu gostou se emocionou e transformou um poema em canção. Mas sempre gostei de compor junto e ver a música nascendo ali nua e forte. A arte nos abraça e nos encanta. E quando achamos que estamos completamente fora por encanto acontecem. E arte é mais forte que qualquer movimento, cena, manifesto ela vem de dentro de nós. E se faz viva. E voa. Basta sensibilidade. E não nos interessa a chamada indústria cultural, reconhecimento, trabalho é a humanidade se fazendo criadora. Através do solitário trabalho braçal do artista. Sempre fui pró movimentos, rebeliões e revoluções. E que elas se fazem dentro de nós. E saem ao mundo. Mas agora entre o Kaos e a Harmonia busco o equilibrar-se. Entre o ter e tornar-se fico com o tornar-se. E tudo se esvai. E minha cidade ... E nossa cidade. E Wally, Gal, Jade onde esta este navio? Ele é fantasma ...    ?  ...  Adentremos a este navio. Hoje vi passagens aéreas para Rio Branco quem sabe la um  barco para Manaus e volto a minha casa. E quase nunca acreditamos que nossa casa são as estrelas. E como contou-me Sofia nas ruas estamos experimentando um corpo físico , mas somos espíritos. Desculpem seu repito idéias é para fixalas melhor caro leitor. E não somos lobos maus. E eu longe do mar e da montanha que coisa. Qualquer hora  compro meu terceiro violão e vou compor novas músicas. E viver minha experiência com arte. A vida se esvai dentro em breve voltaremos ao pó. E nem sequer se lembrarão de nossa vã existência. Mas estamos vivos. E tudo ao seu momento. E os Deuses contam-me historias nas madrugadas. Um dia quem sabe terei a necessária  sabedoria de escrevelas.

JOKA
joão carlos faria

terça-feira, 22 de maio de 2012


JOKA

João sabe que não é sábio  e sabe que não sabe ....

João que sendo servo de si mesmo. E aprendendo com Sofia nas ruas. Sente que somos energia experimentando a matéria. João que nunca se acertou dentro de uma sociedade cartesiana. João se descobre cada vez mais mergulhando na simplicidade da vida. No cotidiano e se descobre  João. Antes se achava o cara. E se descobre um. Mas não somos?  João descobriu que deve se desvendar. E esta simplicidade da vida lhe traz paz. E João aprende que nada é definitivo. E percebe os sabores de escritos de muitos autores que leu. E se apossa da pouca sabedoria que tem. Embora João saiba que não é sábio. Viver se torna um belo desafio. Dentro de uma experiência de cotidiano. Mas suas utopias estão sempre presentes. Seus desejos de mudanças. Embora que dentro de seu coração João saiba que nada transformará no mundo. E vê o Kaos e a Harmonia da vida a todo instante. João percebe-se . E mergulha na literatura.  E deixa a vida fluir. Ouve seu coração. Sente suas veias. E em silencio revê toda sua vida e suas ações. E João vê se humano. Percebe a construção das palavras e o sentido que elas têm. E palavras que ainda não foi criado um sentido. E a poesia volta a ser tocada por João e nunca deixou de ser sentida. João aprende a enamorar o Criador. Percebe-se criatura. E ama ao Criador. E João sendo humano sempre erra. E saboreia em suas reflexões seus erros. Pois com o errar se constrói o acerto. E tudo se faz real. Mesmo sendo tudo memória. E o tempo definitivamente não existe. Mas a memória se faz em João. As cicatrizes do viver se faz presente em João. E seus sabores. Amores quase nenhum. E deixa o Universo o guiar. Tudo se torna leve mesmo nos momentos mais pesados. Porque é momento nunca é permanente. Compartilha seus pensares com alguns. E se sente em festa. Mesmo num imenso cotidiano. Pois João descobriu-se João. E se vê diante do espelho. Sem fantasias. Na nudez de seu corpo. E tudo se esvai. Mas o permanente sempre permanente. E João servo de si mesmo. Entre o bem e o mal. E caminha em busca do permanecer. Em uma busca do Ser.

JOKA
joão carlos faria    

sexta-feira, 18 de maio de 2012


JOKA

PENSADORES

Caracá estou eu aqui a curtir os vídeos da Rádio Aguapé.
No sábado passado eu tinha o compromisso com o primeiro encontro do agora Grupo Pensadores.
Pena que um projeto deste COMO esta Rádio Aguapé  nunca tem recursos para serem feitos o ano todo. 
Ajudar a criar Os pensadores no meu ponto de vista  ajuda a OXIGENAR a cidade.
Em breve um novo encontro no Vicentina.
No momento quero fazer um escrito sobre Paulo Leminski... Nos mais abraços a quem nunca desiste da luta. Este Incrível Exercito de Branco Leone. 
E minha contribuição no momento é ajudar a Consolidar OS PENSADORES.
Ou como cantou Carlos Aguapé numa edição do jornal LITTER... A TRIBO INVISIVEL...
Em breve novas noticias sobre OS PENSADORES...
JOKA



Esta na hora de voltar a fazer performances?

quinta-feira, 17 de maio de 2012


JOKA

Rebeliões de Demônios que se acham anjos

Igrejas perfuradas, praias de Cannes. Eleições municipais. INVASOES a prédios. E somos um povo pacifico, greve de professores. As pessoas sempre doentes do corpo. E quanto mais da alma. Sexo virtual disponível na internet. E na novela das nove. E nas praças homens são convidados ao prazer mediante algumas moedas. Pais do sexo livre. Desde a invasão Portuguesa. Uma igreja construída por escravos. E desgovernastes que estão desgovernados em época de eleições. A torpe busca de poder. E tudo perto e mesmo distante. As pessoas não têm tempo pra nada. Crianças sem rumo. Adultos sem rumo. Templos lotados. Louvemos ao Senhor. E tudo num piscar num respirar. E cadê o povo Tamoio que estava aqui? Não sabemos. E cadê a cultura indígena. E nunca sabemos nos organizar. Não sabemos refletir. E o torpe poder nos engole. E a resistência inteligente a crueldade humana? E a solução? E a vida passa dez anos, vinte anos e a tal maturidade? E as praças vazias. E nosso coração vazio de amor. Sem alma. Sem nenhuma calma. E toda pressa. E no fim o fim que se faz retorno. E como alguém me falou uma mera experiência do espírito na matéria. Somos uma existência que se faz inexistentes.Louvemos ao Senhor. Mas qual Senhor?

JOKA
joão carlos faria

domingo, 13 de maio de 2012


JOKA

Cinza

Uma missa para comemorar uma posse. Entra um homem. E no homem que assumiria uma nação disparam-se dois tiros com uma pistola. E  noite. Cheia de gloria e cantos. E na noite seres vivos estão em seu silencio. Em nosso mortal silencio dentro de nossa imensa loucura. E alguém é  nesta sociedade massacrante. E homens  na Roma antiga lutavam para conquistar a Bretanha e a nona Legião foi dizimada. E Jesus disse as legiões de demônios entrem nos porcos e eles caíram ao mar. E nada se faz. E tudo se constrói. E o tempo despedaça nossas vãs ambições. E tudo se constrói e se destrói com o passar do tempo. E a algo há celebrar além da vida. E tememos o inevitável o ceifar da morte. Enquanto isto deciframos o enigma da vida. E nos silenciamos. Ouço corações a bater. Vemos pessoas de nosso passado. Revemos nossos erros. E tudo se constrói a partir de erros. Abrimos as páginas de livro e tudo é novo mesmo num livro que já lemos várias vezes. Pensar pensar pensar. E  tudo transformar. E a algo novo enquanto somos Brancaleones e eternamente Brancaleones. Nesta vida horizontal. Que o tempo não se encarrega para que cheguemos á vertical. E tudo é cinza. É escuro neste sombrio outono. Não há primavera sem um salto quântico. Somente abismo. E não me canso de viver. Uma missa para comemorar uma posse. E nunca houve esta posse. E nossos sentidos se turvam. E o que há além mar? Cadê a terra prometida onde emana leite e mel. Nunca a alcançamos. E tudo se faz ilusão. E nada se cria. Pois não somos nem o Alfa nem o Omega. E adentramos  a negra escuridão. Sabemos  que existe luz. Embora estejamos  em trevas. E a paz ou a guerra esta dentro de nós.

JOKA
joão carlos faria

O grupo Pensador esta ai. É realidade.
Foi feito o primeiro encontro na Vicentina Aranha. Num frio de lascar. 
Muitas pessoas refletindo a cidade. Surgido dos amigos virtuais. 
Próximo encontro ainda não definido. Local ainda não definido. Convites ainda não definidos. 
Dia ainda não definido.
É realidade.

JOKA

João carlos faria


O grupo Pensador esta ai. É realidade.
Foi feito o primeiro encontro na Vicentina Aranha. Num frio de lascar. 
Muitas pessoas refletindo a cidade. Surgido dos amigos virtuais. 
Próximo encontro ainda não definido. Local ainda não definido. Convites ainda não definidos. 
Dia ainda não definido.
É realidade.

JOKA

João carlos faria



O grupo Pensadores esta ai. É realidade.
Foi feito o primeiro encontro no Vicentina Aranha. Num frio de lascar. 
Muitas pessoas refletindo a cidade.Surgido dos amigos virtuais. 
Próximo encontro ainda não definido.Local ainda não definido. Convites ainda não definido. 
Dia ainda não definido.
É realidade.

JOKA

joão carlos faria

terça-feira, 8 de maio de 2012


JOKA

Só as leis do coração...

Sorrir diante do inevitável. O despedir. Saltar. E tudo se faz abismo. E tudo uma grande esfera. E alguém sorridente do lado invisível nos dá a mão. E não conseguimos pegar. E o salto nos leva ao lugar de muitas lamentações. E o cântico soturno se faz presente. Não há luz, somente trevas. E leio atentamente livros que não me dão resposta há este mundo cartesiano. Não tenho absolutamente nenhuma resposta. Talvez porque não saiba elaborar perguntas. Delicio-me com José Régio e suas sombras. Não quero  perguntas e nem respostas. Só a vida se fazer sentir. E o sentir de meu sangue a circular por minhas veias. Isto se faz real. O pulsar de meu coração. Nada mais me comove. É tudo mera fantasia. Não há gramática que me aprisione. Há gramática que me liberte. Pois se fez o verbo. E nos construímos palavras. Formamos idéias. E estamos repletos de bem e mal. Meu momento é mal. Mas se faz bem. Não vejo luz neste abismo. Se é que se fez luz. Que se fez verdade. E Deus não falou comigo. Nem mesmo o Diabo. Então porque temer Deus ou amar o Diabo. Não sei. Mas sei que nunca sou o mesmo. E mesmo assim meus sentimentos se repetem. E adentro novamente a desrazão dos poetas. A desrazão de Deus e o Diabo. Quantas e quantas éticas a nos guiar. E eu fera a se prender. Em nome de uma vã razão. E a emoção transborda. E em silencio vivo em vários mundos. Entre o Bem e o Mal. Que me habita. Eu disfarçado de civilizado. E cadê a loucura. E cadê os poetas. Que não são profetas. Calo-me silencio-me. E não me transformo em respostas. E não sou sentido. E não me faço civilizado enquanto demônio . Encanto demônio. Entrego-me ao não criado. A um Universo que se faz eterna criação. E nos fazemos joguete entre os quereres de Diabo e de Deus. Que se distraem fazendo de galáxias bolas de gude. E nós aqui no palco em elipse. E a Terra nem redonda nem quadrada. E não me perco em profecias. E se um dia se farão. Deixo as acontecer. Pois não sou esta personalidade que se fez. Nem o pesadelo do porvir. Eu simplesmente   leio José Régio. Nada mais. E tudo deixa de ser cartesiano mesmo fingindo jogar. Não há leis ou regras que nos impõem respeito se não nascem do coração. E no dia a dia tudo se faz verdade e mentira. Num eterno jogo. Que nunca se encerra. E luto para não mentir a mim mesmo. E amo o Diabo e amo a Deus que se fazem UM. E entre um e dois a um infinito intervalo ... Só as leis do coração nunca as da razão...    

JOKA
joão carlos faria

JOKA

Botões de força

E no silencio de nosso interior nos vemos como somos, diante de si mesmo. E dias e dias se vão. Anos e anos se vão. E tudo igual diante dos mesmos demônios que nos atormentam os sentidos. Neste imenso labirinto. Dentro tudo absolutamente escuro. E uma voz sorridente diz nem tudo está nos livros. Venha aqui desabotoar seus segredos.  

JOKA

JOKA

Mundo

O sangue jorrou noite adentro. Após ela se esfaquear. O medo da vida a fez tomar esta atitude. Numa época estranha em que vivia sem valores. Baseada somente na visão e na aparência. Havia ela pousado nua para um namorado. E tudo foi descoberto caiu na rede. E com isto não conseguia sair de casa. Seu pequeno mundo desabou.  

JOKA
joão carlos faria

terça-feira, 1 de maio de 2012


JOKA

A vida pulsa

Tentar-se  entender é tão difícil. E o mundo que nos cerca e que interferimos. Interagimos então. A vida corre e nunca alcançamos as ilusões que almejamos, pois são meras ilusões. Fazer arte,política ao mesmo tempo que muitas vezes desgastante. É prazeroso. Faz parte de nosso mergulho em nós mesmos. Sempre tive opiniões radicais sobre tudo. Mas também sempre moderado e calmo. Enfim sou multidão. Então começo a entender as multidões que me cercam. As várias vertentes e entendimento acerca de arte e política. Religiosidade então nem se fala. Hoje acho que tem muito mais além das posições políticas de direita e de esquerda. E em nós tem de tudo. Em nossas reações diárias. Hoje quase não abrimos páginas de jornais em papel. Mas sim estamos sempre interagindo. E colocando nossas idéias, pensamentos nos sites de relacionamento. E cada um de nós é uma ilha. As pessoas só trabalham porque necessitam. Se não viveriam um eterno fim de semana. Pois em feriados e fim de semana. Conseguimos enxergar com mais nitidez e sentir nossos Anjos e Demônios. Nosso mundo interno. O que realmente somos. E não nossa aparência física. Sós conosco mesmo. Por não se suportar muitos seres humanos se entregam aos vícios as bebidas. Ao consumo sem necessidade nenhuma. A afazeres que não geram nada de valor. Por isto esquecemos valores familiares, valores comunitários e sempre deixamos raposas cuidarem do galinheiro. Porque dentro de nós a galinhas e raposas. A vida pública se faz necessário em nossa sociedade. Sem ela funcionar bem afeta nossa vida individual. Nas grandes metrópoles as pessoas gastam horas para chegar ao seu local de trabalho. Assim perdendo um tempo que não volta de vida. Gosto de transportes coletivos acho um bom local social, mas daí ficar por mais de duas horas para ir e voltar do trabalho já não é saudável. Vivemos uma época em que se faz necessário desenvolver a economia para que as pessoas tenham qualidade de vida. E isto é uma discução da esfera pública e que ainda não sabemos nos organizar para dar respostas á altura do desafio que enfrentamos hoje. A organização da sociedade em forma de partidos políticos que disputam eleições já não é mais suficiente. Pois estas organizações estão entranhadas de ações individualistas e de corrupção os partidos tem dono. E já não é uma associação de livre pensamento que visa o bem comum. A sociedade precisa se repensar e buscar novas idéias e ações. E como mudar se ninguém confia em ninguém. Se ninguém compartilhar seus desejos e anseios sociais com o próximo vendo o próximo como mero rival. É vivemos um Kaos em nossa sociedade. Sem nenhuma resposta. Devem acontecer as ações que realmente funcionam  a pensadores de moderados a radicais que buscam transformações nessa podre sociedade. Se o fruto esta podre,  em breve cai no chão e a semente germina. Temos que acreditar na força da terra. Na energia cósmica que nos cria a todo  momento para nos ocidentais Deus. Para mim o Universo tão falado pelo filosofo Solfidone. A vida pública se faz necessária. Temos que aprender a trabalhar em associação com o próximo. Buscar algo em nossas semelhanças e não ver o próximo como mero competidor. Tentar não se achar melhor que o outro é um grande desafio. Calar-se diante de provocações não é fácil. Ver o coletivo de pessoas tomarem ações que nunca levam a nada não é fácil. Mas tenhamos paciência, estudemos. Conversemos. Devemos aprender a arte de ouvir. A arte e a ciência do dialogo. Sei que nunca é fácil. Mas imaginem a força que uma semente faz para nascer. E grandes arvores estão ai. Se batalharmos, mudamos rotas e criarmos uma nova reflexão em relação ao mundo faremos muita diferença. Como já escrevi o mundo já não se divide entre esquerda e direita. A política não deve ser feita só com emoção. Pois decidimos sempre o destino de várias gerações. E a sociedade começa a mudar a partir de suas bases. As pessoas estudam mais. Interessam-se mais pelo saber. Buscam se refletir e a partir disto faremos uma grande e universal ciranda. E nos transformaremos e ao mundo que nos cerca. Houve um profeta que criou uma religião a partir de sua pequena cidade de onde nunca saiu. E nós temos sempre muito a fazer. Pois o Sol nos ilumina. E o Sol esta sempre presente. Mesmo no mais rigoroso inverno. A vida se faz bem vivida se realmente deixarmos de sermos egoístas. E enxergar que o próximo somos nós. O Universo nos ama devemos amar o Universo  a vida pulsa em nossos corações.

JOKA
joão carlos faria