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terça-feira, 17 de abril de 2012


JOKA

Tudo é risco ... então rabisco ...

Estou de férias das grandes discuçoes. É que não cuido das pequenas discuçoes. Não dou conta dos estudos. E de minhas leituras. Não consigo ver no semelhante o próximo. Esqueço-me de mim. Por isto já não quero as grandes discuçoes políticas. Quando me perguntam sobre eleições dou lá minhas respostas. É porque não devo ser tão desinformado. Mas já não me atraem. Começo a me ligar em biografias li  muito poucas lerei muito mais. Em minha sala onde a um grande elefante azul. A muitos livros. E muitas e muitas pessoas ilustres. E quando saio á rua os vejo em qualquer pessoa. Iludimos-nos com títulos. Com conquistas financeiras e a vida esta ai para ser vivida. Acabei de terminar um curso de Português. Mas tudo passa terminei um bom livro de um autor bem criticado pela inteligência que me cerca, mas aprendi alguma coisa. E a vida vai. E chega de repetir velhos chavões em meus escritos assim estava na apostila. Vi uma pomba morta. E havia beleza. Como naquele cachorro que Jesus disse que ele tinha um bom dente. E tudo se esvai. Mas tudo se recomeça. Hoje fiquei sabendo da historia de Armanda Álvaro Alberto que fundou uma escola no Rio por volta de 1910. Ela redigiu uma bela carta da prisão que me fez sentir o prazer pela educação um prazer que nunca tinha sentido. Esqueci naqueles minutos todos os problemas que temos hoje em relação a educação deu vontade de arregaçar as mangas. Se ela o fez?  Deixando um belo legado para nossa geração. Ela ficou um bom tempo em uma prisão política e de lá fez esta carta. E neste dia a escola foi mais leve se ela deu aulas em uma praia em Angra dos Reis quem sou eu para não mergulhar de cabeça na educação. A vida esta pedindo. Ta mergulhar de cabeça podemos bater numa pedra, mas tudo é risco então rabisco. Era ela feminista sabia se impor. Foi presa porque em 1935 ouve tentativas de golpes comunistas nestes pais. E ás vezes achamos que não temos um povo guerreiro. Neste pais já ouve tantas rebeliões. E hoje parece que não avançamos nos movimentos sociais. Outro dia quando falei em montar uma Ong alguém me perguntou se  eu queria roubar governos? Já não há pessoas com sonhos de mudar? Sim há e iremos mudar. Nem que nos seja nos mesmos. A vida sempre segue. E os livros sempre me vêem a mão sempre os passos á frente não tenho estante só um amontoado de livros em cima da prateleira. Logos os leio e passo os para frente. E o grande elefante azul me chama a muitas e muitas dimensões para visitarmos. Vi um garoto mergulhar dentro dos livros. Foi fundo e pelo que sei ainda não voltou.Meu guarda- roupa se abriu e falou olha outros livros aqui.  

JOKA
João carlos faria

Armanda Álvoro Alberto
Autora: Ana Cristina Venâncio Mignot
Fundação Joaquim Nabuco
Editora Massangana
Coleção Educadores Ministério da Cultura.
PS São mais ou menos sessenta títulos.

      Armanda Álvaro Alberto

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Armanda Álvaro Alberto (Rio de Janeiro, 10 de junho de 1892 - 5 de fevereiro de 1974) foi uma educadora e militante feministabrasileira[1][2][3].
Índice
  [esconder
·         1 Escola Proletária
·         2 Militância
·         3 De volta à Escola
·         4 Referências
·         5 Ligações externas
[editar]Escola Proletária
Em 13 de fevereiro de 1921 fundou a Escola Proletária de Meriti, em Duque de Caxias, atendendo a uma comunidade rural carente. A escola, mais tarde renomeada Escola Regional de Meriti, ficou conhecida como Mate com Angu, por ter sido uma das primeiras da América Latina a servir merenda escolar. A inovação demonstra a preocupação de Armanda com o bem-estar e a saúde das crianças.
A merenda não era a única novidade. Influenciada pelo Método Montessori e antecipando a chegada das teorias da Escola Nova no Brasil, a diretora procurou transformar o espaço num laboratório educacional. Os alunos ficavam na escola no horário integral e ajudavam no cultivo de hortas e criação de animais como o bicho-da-seda[4].
Armanda foi uma das signatárias do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. O documento defendia a adoção do ensino laicono Brasil, entre outras propostas.
Também foi ela quem criou a primeira biblioteca de Caxias.
[editar]Militância
Na década de 30, já presidente da Associação Brasileira de Educação (ABE) e integrante da Aliança Nacional Libertadora (ALN), Armanda militou na Liga Anticlerical do Rio de Janeiro, ao lado do marido, Edgar Süssekind de Mendonça[5].
Ao lado de Eugênia Álvaro Moreyra, fundou a União Feminina do Brasil (UFB)[6], da qual foi a primeira presidente.
À frente da UFB, defendeu uma união entre “mulheres educadoras, intelectuais e tralhadoras”, e criticou outras associações feministas como “inócuas, outras ligadas a correntes partidárias explorando a angustiosa situação da mulher, pregando um estreito feminismo que consiste em cumular o homem em si e nele ver um ‘inimigo’ da mulher”.
Tanto a UFB quanto a ANL eram alvo de perseguição por parte da Delegacia Especial de Segurança Política e Social (DESPS) do Estado Novo. As duas organizações foram postas na ilegalidade pelo Decreto 229, de 1935.
Em outubro de 1936, foi presa como suspeita de ligação com o Partido Comunista Brasileiro e de participação na Intentona Comunista de1935. Permaneceu na prisão até junho de 1937, tendo como companheiras de cárcere Olga Benário Prestes e Maria Werneck de Castro, entre outras.
[editar]De volta à Escola
Depois de sair da prisão, Armanda procurou retomar as atividades na direção da Escola Regional. Em 1938, porém, as autoridades impediram a assembleia anual da Fundação Álvaro Alberto, que reunia os mantenedores da escola. A alternativa encontrada foi promover atividades na Biblioteca Euclydes da Cunha, como forma de mobilização da comunidade.
Após a redemocratização do país, foi aos poucos retomando as atividades públicas, colaborando com manifestos e reivindicações.
Em 1949, representou a Associação Brasileira de Educação na organização do III Congresso Infanto-Juvenil de Escritores. Na ocasião, dirigiu suas principais críticas às histórias em quadrinhos, que considerava “subliteratura” e nociva à formação das crianças. Ao mesmo tempo, defendia a valorização de autores brasileiros, como Monteiro Lobato. Sete anos depois, porém, ela mesma assinaria um parecer da Comissão de Meios Auxiliares ao Ensino recomendando a Enciclopédia dos Quadrinhos (1956).
Em 1964, diante das fificuldades para manter a Escola Regional, tentou transferi-la para o governo estadual. No entanto, não houve consenso para a manutenção da instituição nos moldes em que fora concebida, e a negociação foi encerrada.
Após a morte de Armanda, a Escola Regional foi doada para o Instituto Central do Povo. Atualmente é mantida em parceria com a prefeitura e tem o nome de Escola Municipal Dr. Álvaro Alberto.
Referências
1.     Livro conta a história de Armanda Álvaro Alberto. Baixada Fácil, 9 de dezembro de 2010
2.     MIGNOT, Ana C. V.Armanda Álvaro Alberto. Coleção Educadores. MEC/Brasil
3.     Acervo e pesquisa - Biografia de mulheres. Mulher 500 anos - Por trás dos panos
4.     MIGNOT, Ana C. V. Decifrando o Recado do Nome: uma Escola em Busca de sua Identidade Pedagógica. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v.74, n.178, p.619-638, set./dez. 1993
5.     MORAES, José Damiro. ARMANDA ÁLVARO ALBERTO: PENSAMENTO E AÇÃO NOS ANOS 1930. UNICAMP/FE – PPBIG/UNICAMP
6.     VIANNA, Lucia Helena. Mulheres revolucionárias na década de 30. Revista Estudos Feministas v.08 n.02, Florianópolis, 2000
[editar]Ligações externas
§  Mate com Angu - A história de Armanda Álvaro Alberto

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