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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


JOKA

O diabólico oficio do jornalismo

Por entre os SÚMERIOS, aves que cantam a meia noite. E a vontade de ver um encontro de Zenilda Lua com a carioca Ana Cristina Cesar que como Machado não me vieram ainda seus  livros. Só fragmentos de suas obras. A arte da palavra me consome por Entrementes leio Ricola. E também o questionar de Franklin Maciel. E tudo se esvai como a presença física de Elizabeth Souza que aprende o diabólico oficio de jornalismo. E vida vai. Meia noite pássaros cantam  no voar. Ouço Elis interplentando Zé Rodrix. E anseio por um banho de mar em minha Cocanha. E tudo se esvai na ampulheta. Mas o que seria um encontro de Zenilda com Ana Cristina Cesar?  Não sei, mas poetas se entendem e nem tudo é revolução?  Hoje acustumo-me a uma vida cotidiana. E aguardo numa rede á hora de trabalhar. Vejo o por do Sol. E a Mantiqueira bem distante. E se estas  duas mulheres  realmente se encontra-sem ?  No real Zenilda encontrou uma Ana Cristina do Pinheirinho que não se cala. Mas os injustiçados devem se calar? Não a poesia esta ai a servir para o questionar. E tudo passa e esta cidade já não é a mesma. E caímos de maduros. Só falta-nos um refletir da revolução?  E tudo se esvai. Cadê Elis? Mas hoje ainda temos muitas e muitas mulheres fortes. ZENILDAS, Elizabeth, Marias. Quantas Marias a nos cercar? E as cercas foram quebradas. E as casas destruídas. Bonecas quebradas. E as botas as mesmas botas que oprimem o homem e a mulher que quer o direito a vida. Talvez este fosse o dialogo de Ana Cristina e Zenilda. Ela Zenilda por profição assistente social. E Ana por destino caminhar por onde há injustiça aos povos. Sejam OS PINHEIRINHOS, as guerras no Oriente e no Ocidente. E o mundo gira. Guantánamo. Haquers. E o debater o que é de fato liberdade? Sempre as velhas discuçoes teológicas todos nos julgamos criadores de Deus. E ele a nós observar? E a cidade não é a mesma. Não somos os mesmos? E cadê nossos pais meu caro Belchior? E tudo flui. E cadê o canto dos pássaros livres a meia noite?  Meu relógio para. E adentra um Anjo em meu quarto. Que me abraça e me dá noticias.E canta sobre as injustiças. E a vida prossegue. Enquanto oramos a Deus por justiça. Não um Deus oficial ligado as  religiões. Mas um Deus real e  o concebo  e me relaciono com ele a minha maneira. E tudo flui num sonho estas mulheres dialogam conversam. E debatem este estranho mundo que ainda não desvendamos? Um admirável mundo novo?     

JOKA
joão carlos faria              

Um comentário:

Máh disse...

Caro Joka,

Naõ sei qual a comparação que você faz entre Ana Cristina Cesar e a nossa amiga Zenilda Lua, é do ponto de vista póetico? Se for, sinceramente te digo que em nosso meio cultural joseense não tem hoje ninguém que se compare a uma Ana Cristina Cesar ou um Roberto Piva, se passa muito longe. Compartilho nesta mensagem um comentário que recebi de um poema 'Meteoro' do Piva que compartilhei: 'O poeta se faz grande quando ele surpreende. Apos esse momento ele nunca mais silencia', se o poeta não surpreende, cai na mesmice de sempre.

Grande abraço da amiga e poeta, Máh Luporini