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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


JOKA

Pinheirinho

 A construção coletiva de uma nação ....

O calor e as chuvas neste verão deixam-me felizes a vida flui. Em seu ritmo e a cidade começa a respirar. Após tempestades negras. E a lei se faz presente para alguns. A democracia se consolida. E somos tão efêmeros diante disto tudo. A dor da botina. De uns cassetetes. E as armas em punho. Guardam-se a cidade repousa. E a chuva que cae em minha casa. Cae no Pinheirinho. A vida é bem mais que estética, vaidades e poder. O povo merece trabalho. Merece construir uma diguinidade. Merece o direito a moradia. E o pais se fortalece e se discute. A democracia numa crise partindo de um rico município. Agora respiramos o ar quente de um verão. Esta quente e nem havíamos percebido. A chuva de verão. Esta noite todos dormiremos em paz. Desculpem não fui me amarrar a nenhum poste. Ficar acampado. Desculpem-me não sei fazer isto. Só sei refletir as questões um pouco. Sou cidadão normal até demais. Que vê a historia se fazer diante de si. A solidão e o vazio existencial estão presentes em nossas vidas. Desesperei-me com o desespero do próximo. Não entendo como uma cidade carrega tanto ódio e desinteresse ás causas sociais. Tento refletir de maneira intelectual. Mas ai eu iria só refletir. E o Deus que habita em mim e eu nele. Dizem que a ignorância é sabedoria mentira. Pensar e refletir são importantes. E não somos impotentes. Temos um Deus que nos habita.Ler o mundo de dentro para fora. Cabe a nos ver todas as filosofias que já foram escritas. Mas elas refletem este calor noturno. E o prazer desta chuva que cae calma? Desculpem-me insisto eu não existo ainda. Tenho uma multidão de medos. Que devo superar. Quando vi alguém nos pedir dinheiro para comprar gasolina para defender a ocupação pensei e refleti em todas as bases éticas. E uma amiga prontamente atendeu. E eu estava sem dinheiro trocado no momento. Adorei as músicas que estavam sendo tocadas naquele acampamento. E as crianças querendo brincar com a maquina fotográfica , fiquei com vontade de dar minha maquina. Desculpem-me não sei dar uma oficina de arte. Mas quando aprender e criar coragem darei naquela comunidade e em tantas outras que precisarem. Não saio o mesmo desta luta social. Vejo florecer em minha cidade. Em meus pais um espírito de rebeldia contra o mau que esta estabelecido e será destronado. O movimento contra o capital esta mais forte do que nunca nos Estados Unidos a mídia esta sufocando, mas as informações chegarão a nós. Precisamos refletir em alternativas econômicas como as cooperativas sou um só não sou líder de nada, não tenho carisma minha única arma e pensar e escrever. E isto venho  fazendo há anos. E sempre farei. Eu sei da dureza que é viver sem emprego, sem perspectiva econômica. Para mim já melhorou bastante serei, mas um professor eventual nas precárias escolas do Estado de São Paulo escolas que sempre estudei e hoje sei que são mais precárias que na minha época. Que tive muitos bons professores. Escolas hoje sem regras, sem limites onde se usa drogas nos banheiros. Estarei engrossando força junto a Apeospe e somando a luta. A vida de nós brasileiros e esta. Cadê esta economia forte em nossas vidas? Precisamos estar cada vez mais engajados nas lutas sociais. Mas criar uma luta para criar os meios de produção do trabalhador do povo. Ser simplesmente trabalhador já não constrói uma nova sociedade. É hora do refortalecimento do processo de cooperativas. A luta esta ai só começando. O PINHEIRINHO é uma cooperativa uma cooperação para se ter onde morar. Pensemos coletivamente em maneiras de geração de renda. Não quero ser mais trabalhador quero ser dono de meu nariz. E de forma coletiva.                   

JOKA

joão carlos faria

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