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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


JOKA

Não há dor ?

A vida segue ouço o barulho das estrelas, nu sinto o frio a me envolver. A tarde se faz presente tudo gira. Um sono que vem na tarde. Ouço  A like Rolling Stones o mundo gira. Pedras não criam limo. E eu um completo idiota nesta vida que se faz sem sentido. Eu não transformo nada nem a mim mesmo. Já não tão palhaço. Não me travisto de mulher como Laerte sou eu mesmo, mesmo não sendo tenho ainda cem anos para viver. Ai nem memória serei, tudo se desfaz no vento. Plantemos Pinheirinhos. Ocupemos terras sem donos. Onde há justiça nesta vida? E nos perdemos em vãs religiosidades. Somos enquanto sociedade Cristãos? Mas de fato onde somos Cristãos? Tudo vã ilusão o tempo do poder passa e nós poeira no universo. Minhas idéias não são nada. Tudo é pó. Curto o dia de férias. Enquanto o mundo lá fora desaba. Ouço o cantar de pássaros presos em gaiolas. Desculpem eu não existo não sou. E não fico em silencio. Embora , sei que meu grito não repercute. Sei que de muitas maneiras sou injusto. Somos injustos. Nossa solidariedade é falsa não sentimos dor nenhuma. Tenho vergonha de minha ausência de sentimentos. E de minha inútil escrita. As pedras rolam assisti ao Rei da Califórnia. Mergulhei junto com ele no rio que passava em baixo de um supermercado. Tudo é kAs se faz kAs e onde esta á harmonia? Onde esta o sentimento de solidariedade? Vejo meus egos se aflorarem vê muitas recorrências. Pregar a violência contra as autoridades públicas é inútil. Pensei em extermínio físico. Justamente eu que não mato insetos. E somos insetos. Estas autoridades não são nada. Sofrerão com nós. O desiguinios da justiça Divina. De fato só há DEUS. E nada além de DEUS. Não falo em Igrejas oficiais. Não ligo para o institucional e sim para o DEUS que me habita. DEUS esta dentro e fora. E a serpente morde o próprio rabo. Justiça ao povo do Pinheirinho. E o mundo vira a pagina. E as pedras rolam. Não sou não fui nem serei. Chega de vaidades a crueldade se faz presente dentro de mim. Sou bem e mal e nunca sou. Viver é estranho. Não ser é estranho. Já não sonho com o poder.Só quero estar numa praia ou no alto da Mantiqueira. A injustiça reina. Mas será curta.Fora os falsos lideres. Estes que tem o controle dos desgovernos. Vou-me embora. Vou adormecer. E horo a DEUS peço justiça. Não há minha idéia de justiça. Mas há divina e eterna justiça. Que sejam os maus arrojados no Abismo. Que saltemos o abismo. A morte vem num cavalo. E decepa nossas cabeças. Ai ai ai de nós se justos não formos.

 

JOKA

 

joão carlos faria       

 

 


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