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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


JOKA

Eternidade

E  tudo esta ai um mundo que gira e o tempo que passa. E nós sempre atônitos diante da vida. Que nos envolve em seu manto de ilusões. E sonhos que não são. Sempre tive a doce ilusão de achar que ter é mais importante que ser. Sinto o cheiro da terra das plantas quando desço de uma cachoeira com meus cinco sentidos em alertas. Pois em mata fechada a cobras. Sem nenhuma metáfora cobras são cobras. Na madrugada reflito o existir. E tento resistir a tudo que não nos importa. Voltei a ler poesia. Tento aprender a ciência da meditação. Simples é não pensar. Mas somos um amontoado de teorias. Sempre achei que deveria viver só. Já sonhei com casas repletas de mulheres a me servir. Mas o que me valeria ao fim de minha inexistência. Hoje descubro que já não escrevo por mera vaidade. O prazer esta em escrever para registrar nossa vivencia. Existir existimos, mas realmente percebemos nosso existir? Nunca fui não sou. Mero ser humano na busca por sobreviver. Eu paro. Desisto quero é viver. Tudo sonho. Mas na verdade pesadelo. Palhaço a declamar poema em praça pública por mera vaidade. E não sou. Sim voltarei ás praças públicas, mas com a intenção de compartilhar de vivenciar de experimentar com o próximo. Sou parte sou todo e aprendo o real sentido de compartilhar. Que dia suave. A vida deve ser suave. Nunca apressada, sempre descansada. Chega de correr. De estar apressado. Estamos aqui a uma eternidade e assim continuaremos.     

JOKA
joão carlos faria

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