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quarta-feira, 12 de outubro de 2011


JOKA

Tédio do cotidiano ...

Noite molhada. Noite quente. Por entre a morte e a vida. Na vã ilusão da dor. Tenho queixas? Ainda tenho sonhos? Se tudo é matrix. Somos cercados por agentes. Presos a todas as convenções sociais. Meu Deus. Como crianças são reacionárias. Como adultos tentam nos dizer o que fazer. Afinal de contas realmente sabemos o que é liberdade? Se somos presos a todos os códigos de conduta. Ouço a liberdade musical de Secos e Molhados. Uma navalha corta minha carne. Gatos passeiam no forro de minha casa. Quaisquer horas vão desabar sobre minha cabeça. Perco-me no tédio do cotidiano.

JOKA
joão carlos faria

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