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domingo, 30 de outubro de 2011


JOKA

Edu Planchez o homem que carrega tempestades nas mãos

Que ser humano estranho é este Edu, sobe em cima de casas ameaça se jogar por não querer trabalhar? Mas enquanto poeta já trabalha. Nasceu estrela. Não se prende a esta sociedade. Que nos exige o pão de cada dia. Edu já nasceu cigano. Circula pelo mundo. Uma hora Rio. Derrepente Nova Yorque. Tem afetos e desafetos. Nunca se prende Edu na camisa de força do trabalho. Tempestuoso  uma hora critica a indústria cultural. Outra hora compõem para os mesmos. É assim Edu que nos brinda de forma gratuita com seus versos. Suas músicas. Em minha opinião é ator e dos bons. Ele mora em frente a toda poderosa Rede Globo. Mas quando passa em frente cospe. Catarra e joga praga. Por estes dias foi visto na manifestação contra os capitalista. Mas dia deste em Paraty foi a coquetéis e sarais na casa de príncipe. Edu anda por entre mendigos. Por entre reis já me falarão que foi em festas na casa de Eike Batista. Mas sempre o mesmo a urinar nas piscinas dos ricos e poderosos e a compartilhar cachorro quente com quem precisa. Edu uma metamorfose. Um mutante. Sempre contra o sistema que não o absorve. Mas ele sempre sorve. Vaga pelas ruas do Rio. De vez enquando aparece em São José dos Campos cidade que odeia e ama. Como uma próstituta. Edu poeta quem sabe profeta. Mais um poeta que desceu as escadas do inferno. E não quer chegar aos céus. Esqueceu-se que baixamos para poder subir. Já jogou cartas. Já leu as mãos mas sua avó profetizou sua cina de poeta. Edu um bendito. Que se veste de maldito. Personagem do Rio quem sabe um novo malandro. Cheio  de tempestades na cabeça. Tem saudades de Solfidone. Com quem fazia poesia sentado numa praça. Às vezes abriam portais e navegavam pelo universo. Sentados numa carruagem de fogo. Sua poética viceral. Que desce a infernos. Este é um homem que carrega tempestades nas mãos.

JOKA
joão carlos faria   

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